Scielo RSS <![CDATA[Interciencia]]> http://ve.scielo.org/rss.php?pid=0378-184420020003&lang=en vol. 27 num. 3 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://ve.scielo.org/img/en/fbpelogp.gif http://ve.scielo.org <link>http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0378-18442002000300001&lng=en&nrm=iso&tlng=en</link> <description/> </item> <item> <title><![CDATA[<b>Efecto tóxico del cadmio sobre microalgas aisladas del nororiente de venezuela</b>]]> http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0378-18442002000300002&lng=en&nrm=iso&tlng=en Se evaluó el efecto tóxico del cadmio en dos especies de microalgas, Chaetoceros sp. (A1) y Tetraselmis sp. (G1), aisladas en el nororiente de Venezuela. Un primer experimento consistió en exponer cultivos de las microalgas, en fase logarítmica de crecimiento, a diferentes concentraciones de Cd (0; 0,01; 0,05; 0,1; 5; 10; 50 y 100mg/l) durante 96h, para determinar el efecto tóxico mediante un recuento celular cada 12h. En otro experimento se evaluó el efecto tóxico mediante la inoculación de las microalgas en medios sin y con Cd a una concentración subletal de 0,05mg/l durante 14 días; en este caso, además del recuento celular se determinaron índices fisiológicos (volumen celular, componentes bioquímicos y concentración de pigmentos) en tres fases del crecimiento de los cultivos. El primer experimento mostró que los valores de la dosis letal al 50% de la población fueron de 0,63 y 0,56mg/l para Tetraselmis sp. (G1) y Chaetoceros sp. (A1), respectivamente. En el biensayo de exposición al Cd durante 14 días, en ambas especies se observó una disminución del crecimiento y de los pigmentos, así como un aumento del volumen celular. Los componentes bioquímicos, en ambas especies, se mantuvieron, en general, constantes en las fases de crecimiento, en contraste con sus respectivos controles, que mostraron un aumento progresivo. Se evidenció que Chaetoceros sp. (A1) fue la especie más afectada fisiológicamente, siendo la más sensible al contaminante. Los resultados obtenidos permiten sugerir que el Cd tiene un efecto negativo en el fitoplancton, proponiéndose el empleo de las microalgas como especies modelos para estudios ecotoxicológicos en el nororiente de Venezuela.<hr/>Lethal and sublethal effects of cadmium were studied on two species of microalgae, Chaetoceros sp. (A1) and Tetraselmis sp. (G1), isolated in the northeastern region of Venezuela. In a first experiment, microalgal cultures in logarithmic growth phase were exposed to different concentrations of Cd (0; 0.01; 0.05; 0.1; 5; 10; 50 and 100 mg/l) for 96 hours, determining the toxic effects through cell counts every 12 hours. In another experiment toxic effects were evaluated by microalgae inoculation in media with and without Cd in sublethal concentration of 0.05mg/l for 14 days; cell counts and physiological indicators (cellular volume, biochemical components and pigment concentration) were evaluated in three growth phases of the cultures. The lethal doses (50% of the cultivated population) were 0.63 and 0.56mg/L for Tetraselmis sp. (G1) and Chaetoceros sp. (A1), respectively. Sublethal Cd concentration produced in both algae a decrease in growth and in pigments, and an increase of cell volume. Biochemical components in both species generally remained constant during the growth phases, in contrast with their respective controls, which showed a progressive increase. The study showed that Chaetoceros sp. (A1) was the most affected species physiologically, being the most sensitive one to the contaminant. The results of the study allow us to suggest that Cd has a negative effect on phytoplankton, and to recommend microalgae as model species for ecotoxicological studies in northeastern Venezuela.<hr/>Foi avaliado o efeito tóxico do cadmio em duas espécies de microalgas, Chaetoceros sp. (A1) e Tetraselmis sp. (G1), isoladas no norte oriente da Venezuela. Um primeiro experimento consistiu em expor cultivos das microalgas, em fase logarítmica de crescimento, a diferentes concentrações de Cd (0; 0,01; 0,05; 0,1; 5; 10; 50 e 100 mg/l) durante 96h, para determinar o efeito tóxico mediante um reconto celular cada 12h. Em outro experimento se avaliou o efeito tóxico mediante à inoculação das microalgas em meios sem e com Cd a uma concentração subletal de 0,05mg/l durante 14 dias; neste caso, além do reconto celular se determinaram índices fisiológicos (volume celular, componentes bioquímicos e concentração de pigmentos) em três fases do crescimento dos cultivos. O primeiro experimento mostrou que os valores da dose letal ao 50% da população foram de 0,63 e 0,56mg/l para Tetraselmis sp. (G1) e Chaetoceros sp. (A1), respectivamente. No experimento de exposição ao Cd durante 14 dias, em ambas espécies se observou uma diminuição do crescimento e dos pigmentos, assim como um aumento do volume celular. Os componentes bioquímicos, em ambas espécies, se mantiveram, em geral, constantes em ambas espécies nas fases de crescimento, em contraste com seus respectivos controles, que mostraram um aumento progressivo. Foi evidenciado que Chaetoceros sp. (A1) foi a espécie mais afetada fisiologicamente, sendo a mais sensível ao contaminante. Os resultados obtidos permitem sugerir que o Cd tem um efeito negativo no fitoplancton, propondo-se o emprego das microalgas como espécies modelos para estudos ecotoxicológicos no norte oriente de Venezuela. <![CDATA[<b>A ecdise do caranguejo-uçá, <i>ucides cordatus </i>l. (decapoda, brachyura) na visão dos caranguejeiros</b>]]> http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0378-18442002000300003&lng=en&nrm=iso&tlng=en O caranguejo-uçá (Ucides cordatus) desempenha relevante papel ecológico e destaca-se na economia como um dos recursos mais explorados nos manguezais brasileiros. Os catadores de caranguejo detêm um amplo conhecimento acerca da biologia desse crustáceo e dos fatores abióticos relacionados ao seu ciclo de vida. O objetivo deste trabalho foi investigar a percepção ambiental do catador sobre os fatores abióticos e o comportamento do caranguejo durante o processo de ecdise, no manguezal do estuário do rio Mamanguape, Paraíba, Brasil. Segundo os catadores, o processo de muda do caranguejo apresenta uma estreita relação com as fases da lua e variações do nível das marés. Eles usam o termo "embatumamento" para designar todo o processo que envolve a muda, quando o caranguejo enterra-se, fechando a abertura de sua galeria para troca do exoesqueleto. Baseado em depoimentos de catadores experientes foi realizado um estudo de caso, onde o conhecimento empírico foi confrontado com dados científicos. Os resultados evidenciaram a existência uma sobreposição entre a afirmação empírica dos catadores e os dados observados cientificamente, sendo comprovado que o início e final do processo de muda acontece quando a amplitude entre as marés alta e baixa começa a diminuir (maré de quebramento). Constatou-se que o processo de muda dessa espécie, no seu habitat natural, dura em torno de 28 a 29 dias. Diante disso, torna-se evidente que o conhecimento dos catadores pode subsidiar estudos científicos e deve ser considerado quando da elaboração de medidas que visem a regulamentação da captura do caranguejo-uçá.<hr/>The mangrove crab (Ucides cordatus) has a relevant ecological role and is one of the most exploited resources in Brazilian mangroves. Crab collectors possess a substantial knowledge about the biology of that crustacean and about the abiotic factors related to its life cycle. This paper aimed to investigate the crab collector’s perception of the environmental factors and the behaviour of the mangrove crab during moulting in the estuary of the Mamanguape river, Paraíba State, Brazil. According to the collectors, moulting has a close relation to the lunar and tidal cycles, and they use the term "embatumamento" to designate the entire process. Based on data obtained through experienced crab collectors, we confronted scientific and empirical knowledge about the moulting process, and the results revealed an overlap between these two sources of information. Moulting starts and ends when the amplitude between high and low tides starts to be reduced, and lasts about 28-29 days. Collector’s knowledge can aid scientific studies and should be taken into consideration when regulatory measures are proposed.<hr/>El cangrejo uçá (Ucides cordatus) desempeña un relevante papel ecológico y se destaca en la economía como uno de los recursos mas explotados en los manglares brasileños. Los recolectores de cangrejos poseen un amplio conocimiento acerca de la biología de ese crustáceo y de los factores abióticos relacionados a su ciclo de vida. El objetivo de este trabajo fue investigar la percepción ambiental del recolector acerca de los factores ambientales y del comportamiento del cangrejo durante el proceso de ecdisis en el mangle del estuario de Mamanguape, Paraíba, Brasil. Según los recolectores, el proceso de muda del cangrejo presenta una estrecha relación con las fases lunares y las variaciones del nivel de las mareas. Ellos usan el término "embatumamento" para designar todo el proceso que envuelve la muda, cuando el cangrejo se entierra cerrando la abertura de su galería para cambiar el exoesqueleto. Basado en declaraciones de recolectores experimentados fue realizado un estudio de caso donde el conocimiento empírico fue confrontado con datos científicos. Los resultados evidenciaron la existencia de una sobreposición entre la afirmación empírica de los recolectores y los datos observados científicamente, siendo comprobado que el inicio y el final del proceso de muda ocurre cuando la amplitud entre la marea alta y la baja comienza a disminuir (marea "de quebramento"). Fue constatado que el proceso de muda de esa espécie en su hábitat natural dura aproximadamente de 28 a 29 días. Delante de esto, es evidente que el conocimiento de los recolectores puede apoyar estudios científicos y debe ser considerado al elaborar medidas que apunten a la reglamentación de la captura del cangrejo "uçá". <![CDATA[<b>Especiación vicariante en el género <i>gephyrocharax</i> eigenmann 1912 pisces</b>: <b>characidae: glandulocaudinae de venezuela</b>]]> http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0378-18442002000300004&lng=en&nrm=iso&tlng=en Se obtuvo información preliminar del género Gephyrocharax de Venezuela, para determinar sus patrones morfológicos y genéticos y establecer una posible hipótesis biogeográfica del grupo. Los eventos vicariantes asociados con el movimiento del Río Orinoco en dirección este y el levantamiento de la cordillera andina, la distribución actual de las especies de Gephyrocharax y los patrones genéticos y morfológicos obtenidos en este trabajo, que indican que G. melanocheir se diferencia claramente de las dos especies restantes, permiten adelantar la hipótesis de la distribución actual por el aislamiento de pequeñas poblaciones en Colombia y al noroeste de Venezuela (G. melanocheir actual), en el centro-occidente del país (G. venezuelae actual), mientras que en el curso principal permaneció la gran parte de la población ancestral (G. valencia actual).<hr/>To obtain preliminary information on the biogeography of Gephyrocharax species, the morphologic and genetic patterns of its Venezuelan representatives were identified. Evidence from vicariant events associated with the eastwardly progression of the Orinoco River to its present position and the Andes uplifting, the species’ actual distribution patterns, and the unique morphologic and genetic patterns of G. melanocheir, which differentiate it from the other two species, allow us to hypothesize that the current distribution of the three species was produced by the isolation of small populations in Colombia and northeastern Venezuela (present G. melanocheir), followed by the separation of the present G. venezuelae in central-western Venezuela. Most of the ancestral population remained in the main channel of the Orinoco River (present G. valencia).<hr/>A informação preliminar foi obtida do gênero Gephyrocharax da Venezuela, para determinar seus padrões morfológicos e genéticos e estabelecer uma possível hipótese biogeográfica do grupo. Os eventos obtidos associados com o movimento do Rio Orinoco em direção Este e o levantamento da cordilheira andina, a distribuição atual das espécies de Gephyrocharax e os padrões genéticos e morfológicos resultantes neste trabalho, que indicam que G. melanocheir se diferencia claramente das duas espécies restantes, permitem adiantar a hipótese da distribuição atual pelo isolamento de pequenas populações na Colômbia e ao nordeste de Venezuela (G. melanocheir atual), no centro-ocidente do país (G. venezuelae atual), enquanto que no curso principal permaneceu a grande parte da população ancestral (G. valencia atual). <![CDATA[<b>Acidos grasos omega 3</b>: <b>beneficios y fuentes</b>]]> http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0378-18442002000300005&lng=en&nrm=iso&tlng=en Los ácidos grasos omega 3 (W-3), particularmente C18:3 ALA; C20:5 EPA y C22:6 DHA, aportan muchos beneficios a la salud humana, ya que juegan un papel importante en la prevención de enfermedades cardiovasculares, cáncer de colon y enfermedades inmunológicas, y son de vital importancia en el desarrollo del cerebro y la retina. Los principales alimentos en los que se puede encontrar una mayor cantidad de ácidos grasos W-3 (EPA y DHA) son los pescados, moluscos, crustáceos y algas. Expertos en producción pecuaria están enfocando su atención al enriquecimiento, con ácidos grasos W-3, de productos como huevo, leche y carne, con el fin de hacer llegar a la mayor parte de la población los beneficios de estos nutrimentos. El presente artículo reúne información de los avances médicos sobre los ácidos grasos W-3, así como de la concentración de éstos en los alimentos.<hr/>Omega 3 fatty acids (W-3), particularly C18:3 ALA; C20:5 EPA and C22:6 DHA, have many benefits which contribute to human health, as they play an important role in preventing cardiovascular diseases, cancer an immunologic reactions, and they are for brain and retina development. High amounts of W-3 fatty acids (EPA and DHA) are found in fish, mollusks, crustaceans and algaes. Recent research on animal production focuses attention on the enrichment of some products such as eggs, milk and meat with W-3 fatty acids, with the purpose of providing most of the population with the benefits of these nutriments. The present work presents some medical advances on W-3 fatty acids, as well as their concentration in foods.<hr/>Os ácidos grassos ômega 3 (W-3), particularmente C18:3 ALA; C20:5 EPA e C22:6 DHA, aportam muitos benefícios à saúde humana, já que têm um papel importante na prevenção de doenças cardiovasculares, câncer de cólon e doenças imunológicas, e são de vital importância no desenvolvimento do cérebro e a retina. Os principais alimentos nos que se pode encontrar uma maior quantidade de ácidos grassos W-3 (EPA e DHA) são os peixes, moluscos, crustáceos e algas. Peritos em produção pecuária estão enfocando sua atenção ao enriquecimento, com ácidos grassos W-3, de produtos como ovo, leite e carne, com o objetivo de fazer chegar à maior parte da população os benefícios destes nutrimentos. O presente artigo reúne informação dos avanços médicos sobre os ácidos grassos W-3, assim como da concentração destes nos alimentos. <![CDATA[<b>La teoría de evolución por selección natural como premisa de la investigación ecológica</b>]]> http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0378-18442002000300006&lng=en&nrm=iso&tlng=en Una crítica importante a la Teoría de Evolución por Selección Natural (TESN) sigue el análisis epistemológico de Karl Popper: puesto que la TESN no parece excluir de su poder explicativo ningún caso posible, es irrefutable y no debería ser considerada científica. Esta crítica se traslada a la investigación ecológica, donde los enunciados de la TESN suelen ser utilizados como premisas durante la puesta a prueba de hipótesis. Nuestros estudios ecológicos ejemplifican un caso bastante usual: el hallazgo de resultados no esperados -al menos, inicialmente- a la luz del razonamiento ecológio-evolutivo empleado. Dada su irrefutabilidad ¿deberíamos considerar la TESN como un supuesto filosófico (o metafísico) y no como una teoría científica? ¿Deberíamos abandonar la TESN? La filosofía de la ciencia actual provee buenas razones para no abandonar una teoría tan fructífera: el de refutabilidad sería un criterio insuficiente para caracterizar a las teorías científicas porque, cuando es utilizado en forma aislada, presenta problemas tanto epistemológicos como metodológicos. En cambio, un conjunto de criterios de cientificidad (refutabilidad, pero también capacidad explicativa, verificabilidad, coherencia interna y consistencia externa o plausibilidad), mantendría a salvo el estatus científico de la TESN. Esto, sin embargo, no es suficiente. La filosofía de la ciencia aconseja conservar la TESN mientras resulte fructífera, pero también urge enfáticamente a aumentar la capacidad predictiva de la TESN mediante la investigación biológica original e interdisciplinaria. Resumiendo, se trata de una invitación, a biólogos y biofilósofos, a seguir pensando y modificando la TESN, en lugar de considerarla una verdad inamovible o una pieza de museo.<hr/>An important critique to the Evolutionary Theory (ET) follows Karl Popper’s epistemological analysis: since there seem to be no cases excluded from ET’s explanatory power, the theory is irrefutable and should be considered unscientific. This critique extends to ecological research, where ET’s statements are often used as premises in hypothesis testing. Our own ecological studies instantiate a rather usual case: results that are -initially, at least- unexpected in the light of evolutionary-ecological thinking. Should we consider ET as a philosophical (or metaphysical) assumption of ecology, and not as a scientific one due to its irrefutability? Should we abandon ET? Up-to-date philosophy of science provides us scientists with good reasons not to give up such a fruitful theory as ET: refutability would be an insufficient criterion to characterize scientific theories, because when used alone it poses serious epistemological as well as methodological problems. Instead, the use of a set of demarcation criteria (refutability but also explanatory power, verifiability, internal coherence and external consistency or plausibility) would keep the scientific status of ET in a safe place. Yet, this is not enough. Up-to-date philosophy of science advises also to keep ET as long as it is fruitful, but at the same time it makes an emphatic call for improving ET’s predictive power by means of original and interdisciplinary biological research. In sum, this paper is an invitation to biologists and bio-philosophers to carry on thinking and modifying ET.<hr/>Uma crítica importante à Teoria da Evolução por Seleção Natural (TESN) segue a análise epistemológico de Karl Popper: tendo que a TESN não parece excluir de seu poder explicativo nenhum caso possível, é irrefutável e não deveria ser considerada científica. Esta crítica se traslada à pesquisa ecológica, onde os enunciados da TESN costumam ser utilizados como premissas durante a posta a prova de hipótese. Nossos estudos ecológicos exemplificam um caso bastante usual: a descoberta de resultados não esperados -ao menos, inicialmente- à luz do raciocínio ecológio-evolutivo empregado. Dada sua irrefutabilidade, deveríamos considerar a TESN como um suposto filosófico (ou metafísico) e não como uma teoria científica? Deveríamos abandonar a TESN? A filosofia da ciência atual fornece boas razões para não abandonar uma teoria tão frutífera: o de refutabilidade seria um critério insuficiente para caracterizar às teorias científicas porque, quando é utilizado em forma isolada, apresenta problemas tanto epistemológicos como metodológicos. Ao contrário, um conjunto de critérios de cientificidade (refutabilidade, mas também capacidade explicativa, verificabilidade, coerência interna e consistência externa ou plausibilidade), manteria a salvo o status científico da TESN. Isto, porém, não é suficiente. A filosofia da ciência aconselha conservar a TESN enquanto resulte frutífera, mas também é urgente enfaticamente aumentar a capacidade de predizer da TESN mediante à pesquisa biológica original e interdisciplinar. Resumindo, se trata de um convite, a biólogos e biofilósofos, a seguir pensando e modificando a TESN, em lugar de considerá-la um dogma ou uma peça de museu. <![CDATA[<b>Análisis estadístico de experimentos de digestibilidad <i>in vitro</i> con forrajes</b>]]> http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0378-18442002000300007&lng=en&nrm=iso&tlng=en Se usaron cuatro modelos estadísticos para analizar un experimento de degradación in vitro de la MS de heno de alfalfa y de ballico utilizando la primera fase de Tilley y Terry a las 48h, por duplicado (incubaciones) y con tres tubos (repetición) por incubación/forraje (seis tubos por forraje). Se aplicaron los siguientes modelos: 1) medias de cada incubación, con dos repeticiones por forraje; 2) cada tubo fue una repetición, con seis repeticiones por forraje; 3) como el modelo 2, pero con el término incubación en el modelo que no se usó como un término de error; 4) cada tubo fue una submuestra y con incubación x forraje como criterio de error en el modelo. Con los tres primeros modelos hubo diferencias (P<0,05) en la digestibilidad de los forrajes; el modelo 1 tiene 2 grados de libertad para el error, pero en los modelos 2 y 3 hay 10 y 8 grados de libertad, respectivamente. Los modelos 2 y 3 no consideran la variabilidad de condiciones experimentales de la digestibilidad in vitro, y hay una probabilidad mayor de obtener resultados no repetibles. El análisis de la varianza con el modelo 4 (la interacción incubación x forraje como término de error experimental) no muestra diferencias (P>0,05) para forraje. Al repetir el experimento, la probabilidad de que los resultados puedan repetirse es menor. Según estos resultados, el modelo 4 sería más apropiado para analizar los estudios de digestibilidad in vitro, porque considera la variabilidad de condiciones experimentales in vitro y determina la repetibilidad de los resultados.<hr/>Four statistical designs were used to analyze data from an in vitro DM degradation of alfalfa and rye-grass hay using the first phase technique of Tilley and Terry at 48h, duplicated (two runs) and three tubes (repetitions) for each forage (six tubes for each forage). The following models were used: 1) means from each incubation, and two repetitions for each forage; 2) each tube was a repetition, with six repetitions for each forage; 3) same as model 2 and the term incubation in the model, which was not used as an error term; 4) each tube was a subsample and incubation x forage was an error term in the model. Forage digestibility was different (P<0.05) with the first three models; model 1 has only two degrees of freedom to estimate error, whereas for model 2 and 3 there are 10 and 8 degrees of freedom, respectively. However, models 2 and 3 do not take into account the variability of experimental conditions which are found on in vitro digestibility trials and, as a consequence, there is a higher probability of obtaining non-repeatable results. Analysis of variance done with model 4, which used interaction incubation x forage as an error term, did not show differences (P>0.05) for the forage. Therefore, if the experiment is repeated, there is a lower probability that the results can be repeated also. These results suggest that model 4 would be more appropriate to analyze in vitro digestibility trials because it takes into account the variability of experimental conditions which are found on in vitro digestibility and determines the repeatability of the experiment.<hr/>Foram usados quatro modelos estatísticos para analisar um experimento de degradação in vitro da MS de feno de alfafa e de gramínea utilizando a primeira fase de Tilley e Terry às 48h, por duplicado (incubações) e com três tubos (repetição) por incubação/forragem (seis tubos por forragem). Procederam à aplicação dos seguintes modelos: 1) meias de cada incubação, com duas repetições por forragem; 2) cada tubo foi uma repetição, com seis repetições por forragem; 3) como o modelo 2, mas com o termo incubação no modelo que não foi usado como um termo de erro; 4) cada tubo foi uma subamostra e com incubação x forragem como critério de erro no modelo. Com os três primeiros modelos houve diferenças (P<0,05) na digestão das forragens; o modelo 1 tem 2 graus de liberdade para o erro, mas nos modelos 2 e 3 há 10 e 8 graus de liberdade, respectivamente. Os modelos 2 e 3 não consideram a variabilidade de condições experimentais da digestão in vitro, e há uma probabilidade maior de obter resultados não repetidos. A análise da variança com o modelo 4 (a interação incubação x forragem como termo de erro experimental) não mostra diferenças (P>0,05) para forragem. Ao repetir o experimento, a probabilidade de que os resultados possam repetir-se é menor. Segundo, estes resultados, o modelo 4 seria mais apropriado para analisar os estudos de digestão in vitro, porque considera a variabilidade de condições experimentais in vitro e determina a repetição dos resultados.