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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Perfil do aleitamento materno em menores de 2 anos na cidade de Itupeva, SP, Brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this study was to estimate the frequency of breastfeeding and to identify variables associated with median breastfeeding length. It is a cross-sectional population-based study carried out in a representative sample of 261 children under 2 years old randomly selected in the urban area of Itupeva city, SP, Brazil. The breastfeeding patterns recommended by WHO were used. The frequency and the median length of breastfeeding were estimated by life tables technique. The Wilcoxon test was used to identify association between breastfeeding and the categorical variables (p<0.05) in the bivariate analysis. For the multivariate analysis, the variables associated with the breastfeeding length (Wilcoxon test; p<0.10) were inserted in a Cox Regression model. Almost 100% of the children have initiated breastfeeding and 41.0% were in breastfeeding at the moment of the interview. The median length of breastfeeding was 7.2 months and exclusive breastfeeding was only 28 days. It was observed association between the breastfeeding length and the following variables: father’s schooling, mother’s marital status, number of children, sequence of birth, bottle-feeding and pacifier use. The Cox regression model selected as significant variables: sequence of birth (HR=1.68; IC95%=1.03-2.73), bottle-feeding use (HR=15.20; IC95%=3.69-62.01) and pacifier use (HR=2.84; IC95%=1.95-4.19). The current pattern of breastfeeding in Itupeva is still far from the WHO recommendations; therefore, encouragement and support to breastfeeding need to be intensified. Variables influencing breastfeeding should be considered in the attempt to increase breastfeeding. Health workers should dedicate all their efforts to increase the exclusive breastfeeding period in children under 6 months of age and increase the total breastfeeding period.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[   <B>    <P ALIGN="CENTER"><font face="Helvetica,Arial" size="4">Perfil do aleitamento materno em menores de 2 anos na cidade de Itupeva, SP, Brasil</font></P> </B><FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER"></P> </FONT>    <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Aurea T. Minagawa,<SUP> </SUP>Ida M. V. Oliveira,<SUP> </SUP>Elizabeth Fujimori,<SUP> </SUP>Daniela Laurenti,<SUP> </SUP>Rosali M. J. M. Montero </FONT></P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2><SUP>    <P ALIGN="CENTER"></P> </SUP> </FONT>    <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Escola de Enfermagem da Universidade de S&atilde;o Paulo </FONT></P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>     <P ALIGN="JUSTIFY"></P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P> </B> </FONT> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>RESUMO</FONT></B><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>. O objetivo deste estudo foi estimar a freq&uuml;&ecirc;ncia do aleitamento materno (AM) e identificar vari&aacute;veis associadas &agrave; sua dura&ccedil;&atilde;o mediana. Trata-se de um estudo transversal de base populacional realizada em amostra representativa de 261 crian&ccedil;as menores de 2 anos selecionadas aleatoriamente da &aacute;rea urbana de Itupeva, SP, Brasil. O AM foi classificado utilizando-se as recomenda&ccedil;&otilde;es da OMS. A freq&uuml;&ecirc;ncia e a dura&ccedil;&atilde;o mediana foram estimadas comutilizando-se a t&eacute;cnica de t&aacute;buas de vida. O teste de Wilcoxon foi empregado para identificar associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis categ&oacute;ricas (p&lt;0,.05) na an&aacute;lise bivariada. Para an&aacute;lise multivariada, as vari&aacute;veis associadas com a dura&ccedil;&atilde;o mediana do AM (Teste de Wilcoxon; p&lt;0,10) foram inseridas num modelo de Regress&atilde;o de Cox. Iniciaram a amamenta&ccedil;&atilde;o 97,.3% das crian&ccedil;as e 41,.0% ainda estavam em AM no momento da entrevista. A dura&ccedil;&atilde;o mediana do do AM foi de 7,2 meses e de AM exclusivo de apenas 28 dias. Associaram-se com a mediana de aleitamento: ordem de nascimento, uso de mamadeira, uso de chupeta, n&uacute;mero de de filhos, situa&ccedil;&atilde;o conjugal da m&atilde;e e escolaridade do pai. O modelo de Regress&atilde;o de Cox selecionou como significante as vari&aacute;veis: ordem de nascimento (HR=1,68; IC95%=1,03-2,73), uso de mamadeira (HR=15,20; IC95%=3,69-62,01) e uso de chupeta (HR=2,84; IC95%=1,95-4,19). Pode-se concluir que o perfil do AM em Itupeva ainda se encontra distante da recomenda&ccedil;&atilde;o da OMS, necessitando da intensifica&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es de incentivo e apoio. As vari&aacute;veis que influenciam o AM devem ser consideradas na operacionaliza&ccedil;&atilde;o dessas a&ccedil;&otilde;es, cabendo aos profissionais de sa&uacute;de envidar todos os esfor&ccedil;os para a aumentar a amamenta&ccedil;&atilde;o exclusiva em menores de 6 meses e prolongar o tempo total de amamenta&ccedil;&atilde;o.</FONT></P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Palavras-chave: </FONT></B> <FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3> Aleitamento materno; sa&uacute;de da crian&ccedil;a; epidemiologia </FONT></P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=1>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P> </FONT> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>SUMMARY. </FONT></B> <FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3> <B>Profile of breastfeeding in children under 2 years old in the city of Itupeva, SP, Brazil. </B>The objective of this study was to estimate the frequency of breastfeeding and to identify variables associated with median breastfeeding length. It is a cross-sectional population-based study carried out in a representative sample of 261 children under 2 years old randomly selected in the urban area of Itupeva city, SP, Brazil. The breastfeeding patterns recommended by WHO were used. The frequency and the median length of breastfeeding were estimated by life tables technique. The Wilcoxon test was used to identify association between breastfeeding and the categorical variables (p&lt;0.05) in the bivariate analysis. For the multivariate analysis, the variables associated with the breastfeeding length (Wilcoxon test; p&lt;0.10) were inserted in a Cox Regression model. Almost 100% of the children have initiated breastfeeding and 41.0% were in breastfeeding at the moment of the interview. The median length of breastfeeding was 7.2 months and exclusive breastfeeding was only 28 days. It was observed association between the breastfeeding length and the following variables: father’s schooling, mother’s marital status, number of children, sequence of birth, bottle-feeding and pacifier use. The Cox regression model selected as significant variables: sequence of birth (HR=1.68; IC95%=1.03-2.73), bottle-feeding use (HR=15.20; IC95%=3.69-62.01) and pacifier use (HR=2.84; IC95%=1.95-4.19). The current pattern of breastfeeding in Itupeva is still far from the WHO recommendations; therefore, encouragement and support to breastfeeding need to be intensified. Variables influencing breastfeeding should be considered in the attempt to increase breastfeeding. Health workers should dedicate all their efforts to increase the exclusive breastfeeding period in children under 6 months of age and increase the total breastfeeding period. </FONT></P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Key words. </FONT></B> <FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3> Breastfeeding; child health; epidemiology </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Recibido: 28-01-2005&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Aceptado: 27-07-2005 </FONT></P> <B><FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>     <P ALIGN="CENTER">&nbsp;</P> </FONT>     <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O </FONT></P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>     <P ALIGN="JUSTIFY"></P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P> </FONT> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>O aleitamento materno tem merecido destaque entre as a&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de sa&uacute;de pelo papel fundamental que desempenha na redu&ccedil;&atilde;o da morbi-mortalidade e melhoria da qualidade de vida infantil, protegendo o crescimento e o desenvolvimento normal e beneficiando biol&oacute;gica e afetivamente a crian&ccedil;a e sua m&atilde;e, com grande efic&aacute;cia e baixo custo. </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Fundamentado em eEstudo colaborativo recente, da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) destaca que a prote&ccedil;&atilde;o conferida pelo leite materno contra mortes por diarr&eacute;ia &eacute; mais eficiente nos primeiros seis meses de vida quando comparada &agrave; prote&ccedil;&atilde;o contra mortes por infec&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias. Os resultados dessa meta-an&aacute;lise, baseada em cerca de tr&ecirc;s mil investiga&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas realizadas em diversos pa&iacute;ses, inclusive o Brasil, reiteraram o efeito protetor do aleitamento maternoLEITAMENTO MATERNO, mostrando que crian&ccedil;as menores de dois anos, n&atilde;o amamentadas, apresentam risco seis vezes maior de morrer por doen&ccedil;as infecciosas quando comparadas &agrave;s amamentadas (1). </FONT></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Desde o final da d&eacute;cada de 70, OMS e Unicef estabelecem medidas para promover a sa&uacute;de e nutri&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a. No Brasil, a revis&atilde;o de Rea (2) mostra a trajet&oacute;ria do programa nacional, com a implanta&ccedil;&atilde;o do Programa de Incentivo ao Aleitamento Materno em 1981, seguido da aprova&ccedil;&atilde;o da Norma Brasileira de Comercializa&ccedil;&atilde;o de Alimentos para Lactentes e da regulamenta&ccedil;&atilde;o dos Bancos de Leite Humano em 1988, al&eacute;m do lan&ccedil;amento da Iniciativa Hospital Amigo da Crian&ccedil;a com os &quot;Dez passos para o sucesso do aleitamento materno&quot; em 1991. </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Entre os estudos de abrang&ecirc;ncia nacional, a Pesquisa Nacional Sobre Sa&uacute;de e Nutri&ccedil;&atilde;o (PNSN) realizada em 1989, mostrou que 97% das mulheres iniciavam a amamenta&ccedil;&atilde;o, com dura&ccedil;&atilde;o mediana de 134 dias, por&eacute;m com apenas 72 dias de aleitamento materno predominante (3). Comparado com os dados do Estudo Nacional de Despesa Familiar desenvolvido (ENDEF) em 1974–75, constatou-se aumento consider&aacute;vel no &iacute;ndice de amamenta&ccedil;&atilde;o, pois o tempo mediano de aleitamento materno mais do que praticamente duplicou no per&iacute;odo, elevando-se de 2,5 para 45,5 meses (4). Dados mais recentes, embora referentes apenas &agrave;s capitais dos estados, mostraram que a mediana do aleitamento materno passou para 9,9 meses em 1999, por&eacute;m a mediana do aleitamento materno exclusivo mantinha-se somente em 33 dias (5). </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Assim, apesar dos ganhos obtidos, ainda h&aacute; necessidade de se continuar a promover a amamenta&ccedil;&atilde;o, especialmente a pr&aacute;tica do aleitamento materno exclusivo at&eacute; os seis meses, que permanece bastante inferior &agrave;s recomenda&ccedil;&otilde;es da OMS (6), da mesma forma que a manuten&ccedil;&atilde;o do aleitamento materno, acrescido de alimentos complementares, at&eacute; os dois anos de idade ou mais. </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>O tempo mediano, tanto do aleitamento materno geral quanto do exclusivo, tem sido associado a uma s&eacute;rie de vari&aacute;veis, tais como idade, situa&ccedil;&atilde;o conjugal e trabalho materno, escolaridade da m&atilde;e e do pai, paridade, tipo de parto, experi&ecirc;ncia pr&eacute;via, peso ao nascer, momento da primeira mamada, uso de mamadeira e chupeta, entre outros, revelando a intera&ccedil;&atilde;o de determinantes sociais, econ&ocirc;micos, pol&iacute;ticos, culturais e psicol&oacute;gicos (7- 9). </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Considerando que a determina&ccedil;&atilde;o de tais vari&aacute;veis poderia contribuir para uma maior efetividade pr&aacute;tica dos programas de promo&ccedil;&atilde;o do aleitamento materno, com o controle e/ou modifica&ccedil;&atilde;o dos fatores suscet&iacute;veis de interven&ccedil;&atilde;o, desenvolveu-se este estudo que teve como objetivo analisar o perfil do aleitamento materno em crian&ccedil;as menores de 2 anos, identificando vari&aacute;veis a ela associadas.Tendo em vista que o desmame precoce ainda representa um problema de sa&uacute;de coletiva, que se associa diretamente &agrave; morbi-mortalidade infantil, e que estudos de abrang&ecirc;ncia populacional e de car&aacute;ter local (o conhecimento dos determinantes daquela comunidade) s&atilde;o de suma import&acirc;ncia para o direcionamento das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas locais de sa&uacute;de e de incentivo ao aleitamento materno, justifica-se a realiza&ccedil;&atilde;o deste estudo, que teve como objetivo estimar a freq&uuml;&ecirc;ncia e identificar vari&aacute;veis associadas &agrave; dura&ccedil;&atilde;o mediana do aleitamento materno. </FONT></P> <B><FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>    <P ALIGN="JUSTIFY"></P> </FONT>     <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>M&Eacute;TODOS </FONT></P> </B><FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>    <P ALIGN="JUSTIFY"></P> </FONT>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Este estudo transversal, de base populacional, integra um projeto mais amplo desenvolvido em Itupeva, SP, munic&iacute;pio localizado 70 km a oeste da cidade de S&atilde;o Paulo. A amostra do projeto maior foi delineada para ser representativa e proporcional ao n&uacute;mero de crian&ccedil;as com idade inferior a 2 anos, residentes nos setores censit&aacute;rios que compunham a zona urbana do munic&iacute;pio. Para garantir a representatividade da amostra para os diversos sub-projetos, al&eacute;m da estimativa do n&uacute;mero de crian&ccedil;as menores de dois anos e do n&uacute;mero de domic&iacute;lios na &aacute;rea urbana do munic&iacute;pio, considerou-se tamb&eacute;m uma preval&ecirc;ncia estimada de 45% de anemia. </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Utilizando-se o procedimento de amostragem por conglomerados, e com base na teoria da Infer&ecirc;ncia Estat&iacute;stica, obteve-se um tamanho amostral de 274 crian&ccedil;as, aceitando-se um erro de at&eacute; 5,0%, com previs&atilde;o de 10% de perdas e recusas. O sorteio foi realizado em tr&ecirc;s etapas, obedecendo-se ao crit&eacute;rio de probabilidade. Sortearam-se inicialmente os setores censit&aacute;rios urbanos e as &aacute;reas urbanas isoladas (ou n&uacute;cleos urbanos da zona rural), seguido dos conglomerados de domic&iacute;lios (quadras ou quarteir&otilde;es), e finalmente os domic&iacute;lios individuais. A amostra final foi constitu&iacute;da por 261 crian&ccedil;as. </FONT></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>A pesquisa foi aprovada por Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa registrado na Comiss&atilde;o Nacional de &Eacute;tica em Pesquisa e os dados foram obtidos a partir de um inqu&eacute;rito domiciliar, realizado nos meses de julho e agosto de 2001, por equipe treinada. A entrevista foi realizada somente com a m&atilde;e da crian&ccedil;a, utilizando-se um formul&aacute;rio com quest&otilde;es objetivas e respostas fechadas. </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Considerou-se como vari&aacute;vel dependente, a freq&uuml;&ecirc;ncia e a dura&ccedil;&atilde;o do aleitamento materno, classificado de acordo com os indicadores recomendados pela OPS/OMS (10): </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Aleitamento materno (AM): alimenta&ccedil;&atilde;o com leite materno, independente do consumo de qualquer complemento, l&aacute;cteo ou n&atilde;o. </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Aleitamento materno exclusivo (AME):<B> </B>alimenta&ccedil;&atilde;o exclusiva com leite materno, sem qualquer outro l&iacute;quido ou s&oacute;lido, por&eacute;m podendo receber vitaminas, minerais ou medicamentos. </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Aleitamento materno predominante (AMP): alimenta&ccedil;&atilde;o em que o leite materno constituiu a principal fonte de alimenta&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m inclui &aacute;gua, ch&aacute;s, suco de frutas, soro de rehidrata&ccedil;&atilde;o oral, por&eacute;m nenhum outro leite ou alimento semi-s&oacute;lido. </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Aleitamento materno complementado em tempo oportuno: alimenta&ccedil;&atilde;o com leite materno e alimentos s&oacute;lidos ou semi-s&oacute;lidos, independente de receber outro leite ou outros l&iacute;quidos. </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Aleitamento materno cont&iacute;nuo 1: lactentes de 12 a 15 meses que continuam recebendo leite materno. </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Aleitamento materno cont&iacute;nuo 2: lactentes de 20 a 23 meses que continuam recebendo leite materno. </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Como vari&aacute;veis independentes, foram estudadas caracter&iacute;sticas familiares (renda familiar per capita e escolaridade do pai); caracter&iacute;sticas maternas (idade, escolaridade, inser&ccedil;&atilde;o no trabalho, situa&ccedil;&atilde;o conjugal, n&uacute;mero de filhos, orienta&ccedil;&otilde;es sobre AM no pr&eacute;-natal e no parto); e caracter&iacute;sticas infantis (idade, sexo, peso ao nascer, tempo e ordem de nascimento, uso de mamadeira e de chupeta). </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Os dados obtidos foram inseridos em bancos de dados criados no programa Excel. A an&aacute;lise foi feita utilizando-se os pacotes estat&iacute;sticos EpiInfo 6, Statistical Package for Social Science - SPSS 8.0 e Stata. </FONT></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Para se obter as estimativas do AM atual (no momento da entrevista) e respectivos intervalos de 95% de confian&ccedil;a, considerou-se o setor censit&aacute;rio como unidade prim&aacute;ria de amostragem. </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Obteve-se o tempo mediano de AM utilizando-se a t&eacute;cnica de t&aacute;buas de vida, considerando-se como evento final a interrup&ccedil;&atilde;o definitiva da amamenta&ccedil;&atilde;o. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; crian&ccedil;a que ainda recebia leite materno, o tempo de AM referiu-se &agrave; pr&oacute;pria idade da crian&ccedil;a. O uso dessa t&eacute;cnica permitiu utilizar informa&ccedil;&otilde;es tanto de crian&ccedil;as desmamadas como daquelas amamentadas no momento da entrevista, favorecendo uma an&aacute;lise longitudinal dos dados, mesmo tendo sido o estudo delineado como transversal. No caso do AME e do AMP, foram considerados como evento final a introdu&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua, ch&aacute;s ou sucos e a introdu&ccedil;&atilde;o de qualquer outro alimento, respectivamente. As crian&ccedil;as que nunca haviam recebido leite materno foram consideradas como se tivessem iniciado a amamenta&ccedil;&atilde;o e parado logo depois (tempo de AM&nbsp;=&nbsp;0). </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>A associa&ccedil;&atilde;o entre a vari&aacute;vel dependente, expressa em curvas de sobrevida do AM, e as vari&aacute;veis independentes foi inicialmente avaliada atrav&eacute;s do teste de Wilcoxon, adotando-se um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 5%. Na an&aacute;lise multivariada, as vari&aacute;veis que apresentaram associa&ccedil;&atilde;o com o tempo de AM, no n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de 10% (P&lt;0,10), foram analisadas adotando-se o modelo de Regress&atilde;o de Cox, com processo de sele&ccedil;&atilde;o de vari&aacute;veis &quot;backward&quot;, utilizando-se como vari&aacute;vel dependente o tempo de AM. Os resultados foram expressos em hazard ratio&nbsp;-&nbsp;HR (raz&atilde;o de densidade de incid&ecirc;ncias), com intervalo de 95% confian&ccedil;a (IC). </FONT></P> <B><FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>    <P ALIGN="JUSTIFY"></P> </FONT>     <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>RESULTADOS </FONT></P> </B><FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>    <P ALIGN="JUSTIFY"></P> </FONT>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Do total das crian&ccedil;as estudadas, apenas sete n&atilde;o iniciaram a amamenta&ccedil;&atilde;o, ou seja, 97,3% haviam sido ou estavam sendo amamentadas. A Tabela 1 apresenta os indicadores do AM no momento da entrevista, de acordo com a classifica&ccedil;&atilde;o da OMS. Observa-se que mais da metade das 261 crian&ccedil;as estudadas j&aacute; haviam sido desmamadas, uma vez que somente 41% estavam em AM (IC95%: 35,0 – 47,0). Entre os menores de 4 meses, 77,8% recebiam leite materno (IC95%: 65,2 – 90,4), por&eacute;m apenas 17,8% estavam em AME (IC95%: 6,7 – 29,4) e 31,1% j&aacute; estavam em AMP (IC95%: 17,0 – 45,0). Cerca de um quarto dos menores de 6 meses j&aacute; n&atilde;o recebiam mais leite materno. </FONT> </P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>     <P ALIGN="JUSTIFY"></P> </FONT>     <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>TABELA&nbsp;1 </FONT></P>     <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Indicadores da situa&ccedil;&atilde;o do Aleitamento Materno (AM) atual, no momento da entrevista. Itupeva, S&atilde;o Paulo, 2001 </FONT></P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=1>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="center">&nbsp;</P> </FONT>     <P ALIGN="center"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3><img border="0" src="/img/fbpe/Alan/v55n2/tabla1art5.jpg" width="576" height="698"> </FONT></P>     
<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>A Figura 1, constru&iacute;da a partir da t&eacute;cnica de t&aacute;buas de vida apresenta o padr&atilde;o de AM, AME e AMP no decorrer dos primeiros dois anos de vida. A probabilidade de amamenta&ccedil;&atilde;o no final do primeiro m&ecirc;s era de 89,6%, caindo para 70,0% e 61,5% aos quatro e seis meses, respectivamente. A curva apresenta decl&iacute;nio mais acentuado nos primeiros seis a sete meses, revelando o qu&atilde;o elevada &eacute; a taxa de desmame nesse per&iacute;odo. Aos 12 meses, a probabilidade das crian&ccedil;as continuarem sendo amamentadas era de apenas 38,1%, e de 24,6% aos 18 meses. A curva de sobrevida revela tamb&eacute;m que aos 24 meses, a propor&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as que continuariam em AM seria de apenas 19,5%. A dura&ccedil;&atilde;o mediana do AM (idade em que a metade das crian&ccedil;as ainda &eacute; amamentada) para todas as crian&ccedil;as estudadas foi de 7,2 meses. As curvas de AMP e AME revelaram que ao final do primeiro m&ecirc;s, apenas 47,7% das crian&ccedil;as encontravam-se em AME, propor&ccedil;&atilde;o que cai para 35,6% aos dois meses e 11,3% aos quatro meses. A mediana do AME foi de apenas 0,9 meses (28 dias). A probabilidade da crian&ccedil;a estar em AMP, ou seja, receber &aacute;gua, outros l&iacute;quidos ou alimentos, no primeiro m&ecirc;s de vida era de 18,8%, passando para 60,9% no terceiro m&ecirc;s de vida. </FONT></P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>     <P ALIGN="JUSTIFY"></P> </FONT>     <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>FIGURA&nbsp;1 </FONT></P>     <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Dura&ccedil;&atilde;o estimada do aleitamento materno (AM), aleitamento materno exclusivo (AME) e aleitamento materno predominante (AMP) mediante o uso de curvas de sobrevida. Itupeva, S&atilde;o Paulo, 2001 </FONT></P>     <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3><img border="0" src="/img/fbpe/Alan/v55n2/Graf3259.jpg" width="531" height="433"> </FONT></P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>     
<P ALIGN="JUSTIFY"></P> </FONT>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>A associa&ccedil;&atilde;o entre a dura&ccedil;&atilde;o do AM e as vari&aacute;veis estudadas est&aacute; apresentada na Tabela 2. A dura&ccedil;&atilde;o do AM associou-se inversamente com a escolaridade do pai, de forma que crian&ccedil;as de pais com menor escolaridade (<FONT FACE=Symbol>&#163;</FONT>  3 anos de estudo) mamavam por tempo significativamente maior comparada &agrave;s crian&ccedil;as de pais com maior escolaridade. Tamb&eacute;m a situa&ccedil;&atilde;o conjugal da m&atilde;e influenciou no tempo de AM, pois aquelas que viviam com o companheiro amamentavam significativamente mais tempo. Em rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero de filhos e ordem de nascimento, verificou-se que a dura&ccedil;&atilde;o do AM das mulheres com um filho era menor em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;quelas com tr&ecirc;s ou mais filhos e que os primeiros filhos eram amamentados por menos tempo em compara&ccedil;&atilde;o aos filhos de terceira ordem em diante. A dura&ccedil;&atilde;o mediana do AM foi significativamente maior entre as crian&ccedil;as que n&atilde;o faziam uso da mamadeira, da mesma forma que entre aquelas que n&atilde;o faziam uso da chupeta (havendo uma diferen&ccedil;a de mais de dez meses na mediana de dura&ccedil;&atilde;o do AM). </FONT></P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>     <P ALIGN="JUSTIFY"></P> </FONT>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>TABELA&nbsp;2 </FONT></P>     <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Vari&aacute;veis estudadas e associa&ccedil;&atilde;o com o tempo de Aleitamento materno (AM).Itupeva, S&atilde;o Paulo, 2001 </FONT></P>     <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3><img border="0" src="/img/fbpe/Alan/v55n2/tabla2art5.jpg" width="505" height="1449"> </FONT></P>     
<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>A Tabela&nbsp;3 mostra o resultado estat&iacute;stico da an&aacute;lise multivariada. O modelo de Regress&atilde;o de Cox selecionou como significativas apenas as vari&aacute;veis ordem de nascimento, uso de mamadeira e uso de chupeta. Observa-se que as crian&ccedil;as de primeira ordem apresentaram chance 1,68 vezes maior de terminar o segundo ano de vida desmamadas, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;quelas de terceira ordem. Essa chance foi 2,84 vezes maior para as crian&ccedil;as que faziam uso de chupeta e 15,2 vezes maior para aquelas que faziam uso de mamadeira, comparadas &agrave;quelas que n&atilde;o faziam uso de chupeta e mamadeira, respectivamente. </FONT> </P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>     <P ALIGN="CENTER"></P> </FONT>     <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>TABELA&nbsp;3 </FONT></P>     <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Valores do Hazard Ratio, intervalo de confian&ccedil;a (IC) e signific&acirc;ncia estat&iacute;stica (p) obtidos no modelo de Cox para as vari&aacute;veis finais selecionadas, tendo o desmame aos 24 meses como vari&aacute;vel dependente. Itupeva, S&atilde;o Paulo, 2001 </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3><img border="0" src="/img/fbpe/Alan/v55n2/tabla3art5.jpg" width="571" height="344"> </FONT></P> <B>     
<P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>DISCUSS&Atilde;O</FONT></P> </B><FONT SIZE=2>    <P ALIGN="JUSTIFY"></P> </FONT>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Como parte de uma investiga&ccedil;&atilde;o mais ampla que teve como finalidade caracterizar os determinantes das condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de e nutri&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o menor de dois anos da cidade de Itupeva, este estudo avalia o perfil do AM a partir de inqu&eacute;rito domiciliar. Apesar da amostra ter sido calculada para uma preval&ecirc;ncia esperada de 45% de anemia, a preval&ecirc;ncia de AM encontrada, 41% (IC95%: 35,0-47,0) com um erro de 6%, mostra que o c&aacute;lculo amostral tamb&eacute;m foi v&aacute;lido para estudar o AM.  </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Em estudos de natureza transversal, os dados sobre o AM podem ser obtidos a partir de recordat&oacute;rio de 24h, isto &eacute;, da freq&uuml;&ecirc;ncia de crian&ccedil;as amamentadas no dia anterior ao da entrevista (current status) ou a partir de dados colhidos de forma retrospectiva, como no presente estudo. Neste caso, a an&aacute;lise dos dados com o emprego da t&eacute;cnica de t&aacute;buas de vida, permite obter uma estimativa longitudinal do aleitamento, possibilitando estudar a preval&ecirc;ncia desse evento e a incid&ecirc;ncia do desmame, com n&uacute;mero menor de observa&ccedil;&otilde;es. Apesar disso, a an&aacute;lise dos resultados encontrados deve considerar o vi&eacute;s de mem&oacute;ria, comum nos estudos que obt&eacute;m informa&ccedil;&otilde;es retrospectivas (11). Entretanto, mesmo n&atilde;o se obtendo o consumo alimentar da crian&ccedil;a nas 24 horas anteriores &agrave; da entrevista, a m&atilde;e foi questionada sobre o estado atual da amamenta&ccedil;&atilde;o e a idade de introdu&ccedil;&atilde;o de determinados alimentos, possibilitando assim a constru&ccedil;&atilde;o da Tabela 1, similar &agrave; de estudos que utilizam o m&eacute;todo current status, podendo-se fazer algumas analogias.  </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Tendo em vista essas considera&ccedil;&otilde;es &eacute; que se analisam e discutem os par&acirc;metros do AM ora estudados, isto &eacute;, a propor&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as amamentadas e o tempo em que elas permaneceram em AM (dura&ccedil;&atilde;o mediana), al&eacute;m da associa&ccedil;&atilde;o entre a dura&ccedil;&atilde;o mediana do AM e vari&aacute;veis familiares, maternas e infantis, tra&ccedil;ando-se alguns paralelos com perfis j&aacute; determinados em outras localidades do Brasil.  </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Os resultados obtidos revelaram que quase a totalidade das crian&ccedil;as iniciou o aleitamento materno em Itupeva (97,3%). Essa propor&ccedil;&atilde;o &eacute; similar &agrave;quela encontrada no Brasil em 1989 (97,0%) pela Pesquisa Nacional sobre Sa&uacute;de e Nutri&ccedil;&atilde;o (3).  </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Apesar disso, a situa&ccedil;&atilde;o do AM na &aacute;rea urbana de Itupeva &eacute; preocupante, pois nos meses seguintes, a propor&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as amamentadas diminuiu rapidamente, caracterizando um quadro de desmame precoceest&aacute; muito aqu&eacute;m das recomenda&ccedil;&otilde;es da OMS (1991). No momento da entrevista,Embora quase a totalidade das m&atilde;es iniciasse a amamenta&ccedil;&atilde;o, menos da metade das crian&ccedil;as estavam sendo amamentadas (41,0%)no momento da entrevista, apesar do AM ser recomendado at&eacute; os dois anos de vida ou mais. Em rela&ccedil;&atilde;o. Entre os menores de 4 e 6 meses, a propor&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as em AM era de 77,8% e 71,8%, enquanto encontravam-se em AME, somente 17,8% e 12,7%, respectivamente exclusivo.  </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Esses resultados encontram-se bastante aqu&eacute;m daqueles relatados para os menores de 4 meses do Distrito Federal (12), 85,3% e 26,8% de crian&ccedil;as em AM e AME, respectivamente, por&eacute;m similar aos verificados para os menores de 6 meses, 70,9% e 12,8%. J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o a S&atilde;o Carlos (13), observou-se dados similares quanto ao AM aos 4 e 6 meses (73,3com apenas 1,8% das crian&ccedil;as de 6&nbsp;meses encontravam-se em AME e % e 63,8%, respectivamente), enquanto o AME foi maior tanto entre os menores de 4, quanto entre os menores de 6 meses (37,8 e 27,7%, respectivamente)em AME aos 3 meses de idade.  </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>A dura&ccedil;&atilde;o mediana do AM em Itupeva foi de apenas 7,2 meses, tempo inferior &agrave; mediana brasileira de aos 9,9 meses constatados pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de nas capitais brasileiras, no &uacute;ltimo estudo de maior abrang&ecirc;ncia (5),. contudo superior aos 6,6 meses em Ouro Preto (14) e na regi&atilde;o Nordeste do Brasil (7).  </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"> <FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3> EEm rela&ccedil;&atilde;o ao AME, a dura&ccedil;&atilde;o mediana de encontrada (28 dias) reitera os preocupantes 33 dias relatados encontrados para o Brasil (5) e 39,4 dias no Distrito Federal (12). Al&eacute;m disso, ao final do primeiro m&ecirc;s somente 47,7% das crian&ccedil;as encontravam-se em AME, propor&ccedil;&atilde;o que aos quatro meses caiu para 11,3%. Esses dados indicam que a situa&ccedil;&atilde;o do AME &eacute; cr&iacute;tica, tanto em Itupeva quanto em outras localidades do Brasil.  </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Audi et al (8) verificaram que quase um quarto das crian&ccedil;as com menos de 90 dias recebiam &aacute;gua ou ch&aacute; no Munic&iacute;pio de Itapira. C&eacute;sar et al (15), entrevistando todos os m&eacute;dicos que prestavam atendimento a crian&ccedil;as em Pelotas, encontraram cerca de metade recomendando o uso de ch&aacute;s para crian&ccedil;as menores de seis meses, para o tratamento de c&oacute;licas, ainda que n&atilde;o haja evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas que comproveando esse efeito ben&eacute;fico. Esses comportamentos se refletem na extens&atilde;o do AMPno encontrado no presente estudo, que apresentouteve mediana mais pr&oacute;xima dea 4 meses que o aleitamento materno exclusivo.  </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Algumas vari&aacute;veis que t&ecirc;m sido classicamente relacionadas ao tempo de AM - renda familiar, idade, escolaridade e trabalho maternos, orienta&ccedil;&otilde;es sobre AM, baixo peso ao nascer e nascimento pr&eacute;-termo - n&atilde;o interferiram na pr&aacute;tica da amamenta&ccedil;&atilde;o em Itupeva.  </FONT></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>A mediana de AM foi quase a metade quando a m&atilde;e n&atilde;o vivia com companheiro, denotando que a presen&ccedil;a do pai &eacute; importante e se associa com maior dura&ccedil;&atilde;o do AM. Issler et al (16) constataram que o apoio do pai &eacute; fundamental na decis&atilde;o de amamentar e tamb&eacute;m na dura&ccedil;&atilde;o do AM, destacando a import&acirc;ncia de considerar o pai nos programas de incentivo ao AM.  </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>A associa&ccedil;&atilde;o entre menor escolaridade paterna e maior dura&ccedil;&atilde;o do AM contraria a tend&ecirc;ncia secular dos padr&otilde;es de AM evidenciada pela OMS (17) e constatada no Munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo (9). De acordo com essa an&aacute;lise, a tend&ecirc;ncia observada &eacute; que ap&oacute;s um per&iacute;odo de baixa preval&ecirc;ncia e dura&ccedil;&atilde;o, a retomada do AM tem in&iacute;cio nas classes mais privilegiadas (com mais informa&ccedil;&atilde;o e acesso aos servi&ccedil;os de prote&ccedil;&atilde;o e apoio ao AM) que posteriormente influencia o comportamento das classes mais pobres. Nos anos de 1973/74, verificou-se que menor n&uacute;mero de mulheres das classes de renda mais elevada amamentavam no Munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo (18). J&aacute; na d&eacute;cada seguinte, nos anos de 1984/85, Monteiro et al (9) confirmaram a tend&ecirc;ncia observada pela OMS (17), uma vez que encontraram associa&ccedil;&atilde;o positiva entre dura&ccedil;&atilde;o mediana da amamenta&ccedil;&atilde;o e escolaridade do chefe da fam&iacute;lia.  </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Em rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero de filhos e ordem de nascimento, as prim&iacute;paras amamentaram por menos tempo, da mesma forma que o observado por por Issler et al (16) e Gigante et al (19).O Issler et atl (16) lembram que a &quot;primigesta n&atilde;o tem nenhuma experi&ecirc;ncia org&acirc;nica ou emocional anterior&quot;, fato reiterado neste estudo, uma vez que crian&ccedil;as de terceira ordem em diante foram amamentadas por mais tempo. Por sua vez, Oo estudo prospectivo de Ingran et al, Woolridge e Greenwood (20), que analisaram a quantidade de leite produzido, constataramrealmente  que as prim&iacute;paras produziam significativamente menos leite que as mult&iacute;paras.  </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>A OPS/OMS (10) recomenda estudar a freq&uuml;&ecirc;ncia da alimenta&ccedil;&atilde;o do lactente com mamadeira, pois essa pr&aacute;tica prejudica o AM, diminuindo a suc&ccedil;&atilde;o e conseq&uuml;entemente a produ&ccedil;&atilde;o do leite, que favorece o desmame e aumenta a taxa de morbidade e mortalidade por diarr&eacute;ia. Em Itupeva, comprovou-se que a mediana de AM decresceu 17,4 meses com o uso da mamadeira, diferen&ccedil;a superior &agrave;quela verificada na Regi&atilde;o Nordeste do Brasil, que foi de 13,9 meses em 1996 (7).  </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Quanto ao uso da chupeta e sua rela&ccedil;&atilde;o com o AM, muito se tem estudado, especialmente depois que Victora et al (21) demonstraram maior risco de desmame entre usu&aacute;rias de chupetas. Embora a chupeta n&atilde;o tenha sido constatada como causa, representa uma ferramenta importante para o desmame, uma vez que m&atilde;es &quot;menos &agrave; vontade para amamentar&quot; sofrem mais interfer&ecirc;ncia da chupeta do que aquelas mais seguras em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; amamenta&ccedil;&atilde;o. Assim, apesar da n&atilde;o causalidade, Victora et al (22) sugerem que a chupeta seja utilizada como um marcador para identificar crian&ccedil;as e m&atilde;es com dificuldade para amamentar. Diferentemente desses resultados, Aarts et al (23) constataram que o uso da chupeta diminuiu a dura&ccedil;&atilde;o do AM, mesmo em m&atilde;es motivadas para amamentar e com experi&ecirc;ncia pr&eacute;via. Para Howard et al (24) e Marques et al (25), o fato da chupeta aumentar o intervalo das mamadas e diminuir o est&iacute;mulo para a produ&ccedil;&atilde;o do leite explica em parte a associa&ccedil;&atilde;o confirmada entre o uso dessa ferramenta e a menor dura&ccedil;&atilde;o do AM.  </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Dados do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de revelam que 53% das crian&ccedil;as menores de 1 ano usam chupeta no Brasil (5). Victora et al (22), em estudo epidemiol&oacute;gico e etnogr&aacute;fico que envolveu visita em 650 domic&iacute;lios de m&atilde;es e beb&ecirc;s no Sul do Brasil<B>, </B>constataram que com 1 m&ecirc;s, 85% dos beb&ecirc;s usavam chupeta. Mesmo em popula&ccedil;&atilde;o orientada para evitar seu uso, constatou-se que 61,6% a utilizavam no final do primeiro m&ecirc;s de vida (26). Assim, para Lamounier (27), apesar da rela&ccedil;&atilde;o bem estabelecida entre uso de chupeta e menor dura&ccedil;&atilde;o do aleitamento materno, tal associa&ccedil;&atilde;o necessita ser mais estudada e explicada, principalmente porque esses h&aacute;bitos s&atilde;o muito difundidos e culturalmente arraigados no Brasil e em outros pa&iacute;ses.  </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Cabe ressaltar que os resultados do presente estudo n&atilde;o possibilitaram definir rela&ccedil;&atilde;o de causa e efeito, uma vez que a exposi&ccedil;&atilde;o e o desfecho foram avaliados ao mesmo tempo. O que se constatou foi menor dura&ccedil;&atilde;o de AM entre crian&ccedil;as que utilizavam mamadeira e chupeta no momento da entrevista. Al&eacute;m, disso, apesar de representativo da popula&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as menores de dois anos, a amostra estudada pode ter sido reduzida a ponto de n&atilde;o indicar associa&ccedil;&otilde;es do AM com vari&aacute;veis importantes, reconhecidamente associadas com essa pr&aacute;tica. Mesmo assim, os resultados permitem estabelecer algumas conclus&otilde;es e recomenda&ccedil;&otilde;es.  </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Em primeiro lugar, a sinaliza&ccedil;&atilde;o de que o maior problema encontrado em Itupeva refere-se ao tempo extremamente curto de AME, indicando que a introdu&ccedil;&atilde;o de outros alimentos &eacute; precoce. Em segundo lugar, a constata&ccedil;&atilde;o de Constatou-se que diversas vari&aacute;veis associaram-se estatisticamente com o tempo de AM, reiterando-se : ordem de nascimento, orienta&ccedil;&atilde;o sobre AM no local do parto, n&uacute;mero de filhos, situa&ccedil;&atilde;o conjugal materna, trabalho regular materno e escolaridade paterna, al&eacute;m de uso de mamadeira e uso de chupeta. Aassim, reitera-se o conceito estabelecido de que o decl&iacute;nio ou o aumento do AM &eacute; determinado por uma multiplicidade de vari&aacute;veis complexas e inter-relacionadas que devem ser consideradas na identifica&ccedil;&atilde;o de prioridades para o planejamento de interven&ccedil;&otilde;es de apoio ao AM..  </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>No caso de Itupeva SP, os resultados apontam que as primigestas e aquelas que vivem sem companheiro devem ser priorizadas nas interven&ccedil;&otilde;es, e que o uso de mamadeiras e chupetas deve ser desestimulado. Al&eacute;m disso, os dados do presente estudo refor&ccedil;am revelam a necessidade de se melhorar a qualidade do pr&eacute;-natal e do atendimento ao partoimplementar a&ccedil;&otilde;es de promo&ccedil;&atilde;o, prote&ccedil;&atilde;o e apoio ao AM, cabendo aos profissionais de sa&uacute;de envidar todos os esfor&ccedil;os nos servi&ccedil;os de sa&uacute;de do munic&iacute;pio, com vistas a aumentar a amamenta&ccedil;&atilde;o exclusiva em crian&ccedil;as menores de 6 meses e prolongar o tempo total de amamenta&ccedil;&atilde;o. Destaca-se que a educa&ccedil;&atilde;o das gestantes e pu&eacute;rperas &eacute; fundamental para a promo&ccedil;&atilde;o do AM, por&eacute;m mais importante &eacute; a educa&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de, que devem ter conhecimento sobre o assunto e manter atitudes positivas em rela&ccedil;&atilde;o ao AM (39). Al&eacute;m da orienta&ccedil;&atilde;o no pr&eacute;-natal e p&oacute;s-parto imediato, .Albernaz e Victora (40) ressaltam a import&acirc;ncia do apoio &agrave;s m&atilde;es ap&oacute;s a alta hospitalar, com a inclus&atilde;o de orienta&ccedil;&otilde;es relacionadas &agrave; t&eacute;cnica de aleitamento e resolu&ccedil;&atilde;o de problemas que a m&atilde;e venha a encontrar concretamente durante a amamenta&ccedil;&atilde;o.  </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>Refor&ccedil;a-se, pois, a necessidade de se implementar a&ccedil;&otilde;es de promo&ccedil;&atilde;o, prote&ccedil;&atilde;o e apoio ao AM, com mobiliza&ccedil;&atilde;o de toda a equipe de sa&uacute;de e ado&ccedil;&atilde;o de medidas simples, que v&ecirc;m se mostrando essenciais para melhorar os padr&otilde;es de AMPara Giugliani (1994), a educa&ccedil;&atilde;o das gestantes e pu&eacute;rperas na promo&ccedil;&atilde;o do AM &eacute; fundamental para a promo&ccedil;&atilde;o do AM, por&eacute;m mais importante &eacute; a educa&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de, que al&eacute;m do conhecimento sobre o assunto, devem manter atitudes positivas em rela&ccedil;&atilde;o ao AM.  </FONT> </P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"></P>  </FONT>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>&Aacute;UREA, AQUI EST&Aacute; DIF&Iacute;CIL DE ENTENDER, E QUEM &Eacute; BARROS???Em outro estudo, a participa&ccedil;&atilde;o em um grupo que abordava problemas relativos ao AM aumentou o &iacute;ndice de AME no primeiro m&ecirc;s de 55,0% para 31,0% (grupo controle). Aos quatro meses, esses &iacute;ndices foram de 31,0% e 18,0%, respectivamente (Barros et al 1995).  </FONT></P> <B>    <P ALIGN="CENTER"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>AGRADECIMENTOS  </FONT></P> </B><FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>    <P ALIGN="JUSTIFY"></P>  </FONT>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>As autoras agradecem a colabora&ccedil;&atilde;o prestada por diversas pessoas e institui&ccedil;&otilde;es sem cujo apoio a coleta dos dados e o desenvolvimento deste estudo n&atilde;o seria poss&iacute;vel. De forma especial, expressamos nossos agradecimentos:  </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>&agrave;s m&atilde;es e crian&ccedil;as que aceitaram participar do estudo &agrave; Prefeitura Municipal de Itupeva: Sr. Dorival Raimundo, Prefeito Municipal; Sr. Antonio Sergio Pereira, Diretor de Sa&uacute;de; Sr. Antonio Gropelo, Diretor de Planejamento; Sr Benedito e motoristas, especialmente Sr. Pedrinho &agrave; Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior – Capes, pelas bolsas concedidas &agrave; Maria Mercedes Loureiro Escuder pelo aux&iacute;lio estat&iacute;stico e pelas sugest&otilde;es &agrave; Francine Fernandes Pires e Carolina Anuncia&ccedil;&atilde;o Ramos pela colabora&ccedil;&atilde;o na coleta dos dados  </FONT></P> <B><FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>    <P ALIGN="left"></P>  </FONT>     <P ALIGN="left"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>REFER&Ecirc;NCIAS  </FONT></P> </B>    <!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>1. Collaborative Study Team on the Role of Breastfeeding on the Prevention of Infant Mortality. Effect of breastfeeding on infant and child mortality due to infectious diseases in less developed countries: a pooled analysis. Lancet 2000; 355: 451-5. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457491&pid=S0004-0622200500020000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>2. Rea MF. Reflex&otilde;es sobre a amamenta&ccedil;&atilde;o no Brasil: de como passamos a 10 meses de dura&ccedil;&atilde;o. Cad Sa&uacute;de P&uacute;bl 2003;19(Supl.1): S37-S45. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457492&pid=S0004-0622200500020000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>3. Le&atilde;o, M. M. Coitinho DC, Recine E, Costa LAL, Lacerda AJ. O perfil do aleitamento materno no Brasil. In: Funda&ccedil;&atilde;o IBGE. Perfil estat&iacute;stico de crian&ccedil;as e m&atilde;es no Brasil - 1989. Rio de Janeiro, 1992. p.97-109. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457493&pid=S0004-0622200500020000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>4. Ven&acirc;ncio SI, Monteiro CA. A evolu&ccedil;&atilde;o da pr&aacute;tica do AM no Brasil nas d&eacute;cadas de 70 e 80. Rev Bras Epidemiol 1998;1(1): 40-9. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457494&pid=S0004-0622200500020000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>5. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Secretaria de Pol&iacute;ticas de Sa&uacute;de. &Aacute;rea de Sa&uacute;de da Crian&ccedil;a. Preval&ecirc;ncia do AM nas capitais brasileiras e no Distrito Federal. Bras&iacute;lia, DF; 2001. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457495&pid=S0004-0622200500020000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>6. World Health Organization. The optimal duration of exclusive breastfeeding. [online] Note for press nº7, 2001. Dispon&iacute;vel em: [http://www.who.int/inf-pr-2001/en/note2001-07.html]. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457496&pid=S0004-0622200500020000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>7. Lima TM, Os&oacute;rio MM. Perfil e fatores associados ao AM em crian&ccedil;as menores de 25 meses da Regi&atilde;o Nordeste do Brasil. Rev Bras Sa&uacute;de Matern Infant 2003;3(3):305-14. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457497&pid=S0004-0622200500020000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>8. Audi CAF, Corr&ecirc;a AMS, Latorre MRDO. Alimentos complementares e fatores associados ao AM exclusive em lactentes at&eacute; 12 meses de vida em Itapira, S&atilde;o Paulo, 1999. Rev Bras Sa&uacute;de Matern Infant 2003;3(1):85-93. </FONT> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457498&pid=S0004-0622200500020000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>9. Monteiro CA, Zu&ntilde;iga HPP, Ben&iacute;cio MHD’A, Rea MF. Breast-feeding patters and socioeconomic status in the city of S&atilde;o Paulo. J Trop Pediatr 1988;34:186-92. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457499&pid=S0004-0622200500020000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>10. Organizaci&oacute;n Panamericana de la Salud / Organizaci&oacute;n Mundial de la Salud. Indicadores para evaluar las pr&aacute;cticas de lactancia materna. Genebra: OMS/CED/SER/91. 14, 1991. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457500&pid=S0004-0622200500020000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>11. Notzon F. Trends in infant feeding in developing countries. Pediatrics 1984;74 (suppl.):648-66. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457501&pid=S0004-0622200500020000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>12. Sena MCF, Silva EF, Pereira MG. Preval&ecirc;ncia do aleitamento materno no Distrito Federal, Brasil. Cad Sa&uacute;de P&uacute;bl 2002, 18(3):613-21. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457502&pid=S0004-0622200500020000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>13. Montrone VG, Arantes CI. Preval&ecirc;ncia do aleitamento materno na cidade de S&atilde;o Carlos, S&atilde;o Paulo. J Pediatr (Brasil) 2000;76(2):138-42. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457503&pid=S0004-0622200500020000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>14. Passos MC, Lamounier JA, Silva CAM, Freitas SN, Baudson MFR. Pr&aacute;ticas de amamenta&ccedil;&atilde;o no munic&iacute;pio de Ouro Preto, MG, Brasil. Rev Sa&uacute;de P&uacute;bl 2000;34(6):617-22. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457504&pid=S0004-0622200500020000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>15. C&eacute;sar JA, Kuhn D, Devens ES, Martins E, Aguiar, MRC, Holthausen RS, Teixeira AMB, Horta BL. Prescri&ccedil;&atilde;o de ch&aacute;s para crian&ccedil;as menores de seis meses: a opini&atilde;o dos m&eacute;dicos de uma cidade de porte m&eacute;dio do sul do Brasil. J Pediatr (Brasil) 1996;72(1):27-31. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457505&pid=S0004-0622200500020000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>16. Issler H, Leone C, Quintal VS. Dura&ccedil;&atilde;o do aleitamento materno em uma &aacute;rea urbana de S&atilde;o Paulo, Brasil. Bol Of Sanit Panam 1989;106(6):513-22. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457506&pid=S0004-0622200500020000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>17. World Health Organization. The prevalence and duration of breast-feeding: a critical review of available information. World Health Stat. Q 1982;35:92-116. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457507&pid=S0004-0622200500020000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>18. Sigulem DM, Tudisco ES. Aleitamento natural em diferentes classes de renda no munic&iacute;pio de S&atilde;o Paulo. Arch Latinoam Nutr 1980;30(3):400-16. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457508&pid=S0004-0622200500020000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>19. Gigante DP, Victora CG, Barros FC. Nutri&ccedil;&atilde;o materna e dura&ccedil;&atilde;o da amamenta&ccedil;&atilde;o em uma coorte de nascimentos de Pelotas, RS. Rev Sa&uacute;de P&uacute;bl 2000;34(3):259-65. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457509&pid=S0004-0622200500020000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>20. Ingram J, Woolrdge M, Greenwood R. Breastfeeding: it is worth trying with the second baby. Lancet 2001,358:986-87. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457510&pid=S0004-0622200500020000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>21. Victora CG, Tomasi E, Olinto MTA, Barros FC. Use of pacifier and breastfeeding duration. Lancet 1993;341:404-6. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457511&pid=S0004-0622200500020000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>22. Victora CG, Behague DP, Barros FC, Olinto MTA, Weiderpass E. Pacifier use and short breastfeeding duration: cause, consequence, or coincidence? Pediatrics 1997,99(3):445-53. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457512&pid=S0004-0622200500020000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>23. Aarts A, H&ouml;rnell A, Kylberg E, Hofvander Y, Gebre-Medhin M. Breastfeeding patterns in relation to thumb sucking and pacifier use. Pediatrics 1999;104(4):50-60. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457513&pid=S0004-0622200500020000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>24. Howard CR, Howard FM, Lanphear B, deBlieck EA, Eberly S, Lawrence RA. The effects os early pacifier use on breatfeeding duration. Pediatrics 1999,103(3):33-8. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=457514&pid=S0004-0622200500020000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT FACE="Times,Times New Roman" size=3>25. Marques SM, Lira PIC, Lima MC, Silva NL, Batista Filho M, Huttly SRA, Ashworth ª Breastfeeding and early weaning practices in Northeast Brazil: a longitudinal Study. 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