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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estado nutricional alterado e sua associação com perfil lipídico e hábitos de vida em idosos hipertensos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this study was to verify the frequency of central and generalized obesity and its association with lipid profile and lifestyle in hypertensive elders enrolled in HiperDia System in Campina Grande, Paraíba, Brazil. This cross-sectional comparative and associative study was performed on a sample of 131 hypertensive elders (range: 60 to 92 years). They were divided into groups by sex (masculine) n=34 and (feminine) n=97, and by age (60 to 69) n=59, (70 to 79) n=58 and (= 80) n=14. Anthropometric and biochemical assessments and interviews containing information about medical diagnosis and socioeconomic, demographic, and lifestyle characteristics were performed. A descriptive statistics analysis was used and in the comparative analysis we used Student´s t test or One-way Anova. To the association we used Fisher´s Exact test or Chi-square test. Seventy-five point eight percent of who were interviewed were sedentarians. Men showed frequencies of 14.7% of overweight and 11.8% of obesity, and women showed frequencies of 24.7% and 21.6%, respectively. In the Waist-to-hip ratio - WHR analysis it was observed that 76.3% of women and 26.5% of men showed inadequate values. Considering the Waistline measurement - WM, 95.9% of women and 52.9% of men showed high risk. Considering the Abdominal circumference - AC, 95.9% of women and 38.2% of men showed values that indicated risk. Only men showed significative association between WHR, AC and Body Mass Index = 30 Kg/m2, that indicated central obesity, (p=0.0480) and (p=0.0040), respectively. Results point to a high frequency of overweight and central obesity associated with sedentarism.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Antropometria]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><font face="Verdana"><b>Estado nutricional alterado e sua  associação com perfil lipídico e hábitos de vida em idosos hipertensos</b></font></p>     <p align="center"><b><font size="2" face="Verdana">Asdrúbal Nóbrega Montenegro  Neto, Mônica Oliveira da Silva Simões, Ana Claudia Dantas de Medeiros, Alyne da  Silva Portela, Paulo Moreira da Silva Dantas, Maria Irany Knackfuss</font></b></p>     <p align="justify"><font size="2" face="Verdana">Universidade Federal do Rio  Grande do Norte, Universidade Estadual da Paraíba, Brazil</font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p align="justify"><b>RESUMO</b></p>     <p align="justify">O objetivo desta pesquisa foi verificar a freqüência de  obesidade central e generalizada e sua associação com perfil lipídico e hábitos  de vida em idosos hipertensos, cadastrados no Sistema HiperDia em Campina  Grande, Paraíba, Brasil. Trata-se de um estudo transversal, comparativo e  associativo realizado em uma população de 131 sujeitos (60 a 92 anos), os quais  foram divididos em grupos, por sexo; masculino (n=34) e feminino (n=97), e por  idade; 60 a 69 (n=59), 70 a 79 (n=58) e = 80 (n=14). Foram realizadas avaliações  bioquímicas e antropométricas e entrevista contendo informações sobre  diagnóstico médico, dados sócio-econômicos, demográficos e hábitos de vida.  Utilizou-se estatística descritiva e na análise comparativa, Teste t de Student  ou ANOVA One-Way. Para associação utilizou-se o Teste Exato de Fisher ou Qui-quadrado.  Dos entrevistados, 75,8% eram sedentários. Entre os homens, a freqüência de  sobrepeso foi de 14,7% e de obesidade de 11,8%, já entre as mulheres, de 24,7% e  21,6%, respectivamente. Na análise da Relação-Cintura-Quadril - RCQ observou-se  que 76,3% das mulheres e 26,5% dos homens apresentaram valores acima dos  recomendados. Para a Circunferência da Cintura - CC, 95,9% das mulheres e 52,9%  homens mostraram risco elevado. A Circunferência Abdominal - CA de 95,9% das  mulheres e 38,2% dos homens apresentou valores de indicativos de risco. Somente  os homens apresentaram associação estatisticamente significativa da RCQ e CA com  Índice de Massa Corpórea (= 30 Kg/m2), indicando obesidade centralizada  (p=0.0480) e (p=0.0040), respectivamente. Os resultados apontam uma alta  freqüência de sobrepeso e obesidade centralizada associada com sedentarismo.</p>     <p align="justify"><b>Palavras-chave:</b> Antropometria, fatores de risco, saúde  do idoso.</p>     <p align="center"><b>Altered nutritional status and its association with lipid  profile and lifestyle in hypertensive elders</b></p>     <p align="justify"><b>SUMMARY</b></p>     <p align="justify">The objective of this study was to verify the frequency of  central and generalized obesity and its association with lipid profile and  lifestyle in hypertensive elders enrolled in HiperDia System in Campina Grande,  Paraíba, Brazil. This cross-sectional comparative and associative study was  performed on a sample of 131 hypertensive elders (range: 60 to 92 years). They  were divided into groups by sex (masculine) n=34 and (feminine) n=97, and by age  (60 to 69) n=59, (70 to 79) n=58 and (= 80) n=14. Anthropometric and biochemical  assessments and interviews containing information about medical diagnosis and  socioeconomic, demographic, and lifestyle characteristics were performed. A  descriptive statistics analysis was used and in the comparative analysis we used  Student´s t test or One-way Anova. To the association we used Fisher´s Exact  test or Chi-square test. Seventy-five point eight percent of who were  interviewed were sedentarians. Men showed frequencies of 14.7% of overweight and  11.8% of obesity, and women showed frequencies of 24.7% and 21.6%, respectively.  In the Waist-to-hip ratio – WHR analysis it was observed that 76.3% of women and  26.5% of men showed inadequate values. Considering the Waistline measurement –  WM, 95.9% of women and 52.9% of men showed high risk. Considering the Abdominal  circumference – AC, 95.9% of women and 38.2% of men showed values that indicated  risk. Only men showed significative association between WHR, AC and Body Mass  Index = 30 Kg/m2, that indicated central obesity, (p=0.0480) and (p=0.0040),  respectively. Results point to a high frequency of overweight and central  obesity associated with sedentarism.</p>     <p align="justify"><b>Key-words:</b> Anthropometry, risk factors, aging health.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">Recibido: 14/07/2008 Aceptado: 21/10/2008</p>     <p align="justify"><b>INTRODUÇÃO</b></p>     <p align="justify">Em todo o mundo a população idosa está crescendo mais  rapidamente do que qualquer outra faixa etária. A Organização Mundial da Saúde –  OMS estima que no final do período compreendido entre 1970 e 2025, terá ocorrido  um crescimento de cerca de duzentos e vinte e três por cento no número de idosos  (1).</p>     <p align="justify">À medida que a população envelhece, aumenta consideravelmente  o risco de desenvolver Hipertensão Arterial Sistêmica – HAS. Dados recentes do  Estudo do Coração de Framingham sugerem que indivíduos que são normotensos aos  55 anos têm risco de aproximadamente noventa por cento para desenvolverem  hipertensão durante a vida (2).</p>     <p align="justify">Cerca de 1 bilhão de indivíduos são afetados pela HAS em todo  mundo. Nos Estados Unidos da América, este número chega à cerca de 50 milhões.  Já no Brasil, inquéritos realizados em algumas cidades mostram uma variação da  prevalência de 22,3% a 44,0% (2,3).</p>     <p align="justify">Sabe-se que, hipertensos têm maior prevalência de obesidade e  diabetes, contudo, os mecanismos fisiopatológicos envolvidos nessa associação  ainda não foram completamente esclarecidos (4).</p>     <p align="justify">O aumento das taxas de sobrepeso e obesidade associados às  alterações do estilo de vida e ao envelhecimento populacional são importantes  fatores que estão relacionados com o aumento da incidência de inúmeras  patologias como Doença Isquêmica do Coração, Acidente Vascular Cerebral e  Diabetes Mellitus tipo 2 e HAS (5,6).</p>     <p align="justify">Com o envelhecimento, o organismo é submetido a alterações  anatômicas e funcionais como o aumento no percentual de gordura corporal com  acúmulo deste tecido preferencialmente na região abdominal, redução do tecido  muscular, perda de água corporal e diminuição da elasticidade (7).</p>     <p align="justify">Um instrumento de grande valor na avaliação do estado  nutricional é a antropometria (8-10). Através dela podemos obter informações das  medidas físicas e da composição corporal, sendo um método de baixo custo, de  fácil execução e não invasivo (11).</p>     <p align="justify">Em idosos, a avaliação do estado nutricional torna-se  complexa devido à maior heterogeneidade desta faixa etária em relação a outras,  como também, seu valor preditivo não está somente associado a características  biológicas da idade e doenças, mas com hábitos ao longo da vida (fumo, dieta,  atividade física) e fatores sócios-econômicos (10,12).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">Baseado neste contexto, a presente pesquisa teve como  objetivo verificar a freqüência de obesidade central e generalizada e sua  associação com perfil lipídico e hábitos de vida em um grupo de idosos  hipertensos cadastrados no Sistema HiperDia, atendidos na unidade do Serviço  Municipal de Saúde – SMS de Campina Grande, no Estado da Paraíba, Brasil.</p>     <p align="justify">Este programa representa, atualmente, a principal estratégia  do Ministério da Saúde brasileiro no combate a epidemia de HAS e Diabetes  Mellitus e tem como finalidades permitir o monitoramento, gerar informação para  aquisição, dispensação e distribuição de medicamentos de forma regular e  sistemática a todos os pacientes cadastrados (4).</p>     <p align="justify"><b>MATERIAL E MÉTODOS</b></p>     <p align="justify">Situada no nordeste, considerada a região de mais baixa renda  per capita e mais pobre do Brasil, a Paraíba ocupa o 3º lugar no ranking  nacional em número de idosos, correspondendo a 11,2% da sua população. Campina  Grande é a segunda cidade mais populosa do estado, com 371.060 habitantes e  densidade demográfica de 597,9 hab/km². Localizado no agreste paraibano, o  município abrange uma área de 620,6 Km². A 120 km da capital do estado, João  Pessoa, Campina Grande é considerada um dos principais pólos regionais de  industria e tecnologia (13).</p>     <p align="justify">O Ministério da Saúde brasileiro, com o propósito de combater  a epidemia de HAS e Diabetes, assumiu o compromisso de executar ações para  apoiar a reorganização da rede de saúde, objetivando reduzir a morbimortalidade  associada a estas doenças, com melhoria da atenção a saúde prestada a seus  portadores. Para isto criou o HiperDia (14).</p>     <p align="justify">Este sistema informatizado cadastra portadores de HAS e  Diabetes usuários do Sistema Único de Saúde – SUS brasileiro, captados pelo  Plano Nacional de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial e ao Diabetes  Mellitus, em todas as unidades ambulatoriais do SUS (14).</p>     <p align="justify">O diagnóstico de HAS e Diabetes é realizado por profissionais  médicos lotados nas unidades de saúde do SUS, seguindo critérios evidenciados na  literatura científica2,15. Sendo considerado diabético o indivíduo que  apresentar glicemias de jejum &gt; 126mg/dl em duas ocasiões (15), e hipertenso, o  que apresentar Pressão Arterial Sistólica - PAS &gt; 140 e Pressão Arterial  Diastólica de PAD &gt; 90 mmHg em duas ocasiões diferentes (2).</p>     <p align="justify">O HiperDia permite o&nbsp;acompanhamento e garantia do recebimento  dos medicamentos prescritos, além disso, gera informação para aquisição,  dispensação e distribuição de medicamentos de forma regular e sistemática a  todos os pacientes cadastrados (14).</p>     <p align="justify">Trata-se de um estudo transversal, associativo e comparativo  realizado através de pesquisa descritiva, participativa e exploratória. A  população investigada constou de 131 idosos, com idades iguais ou superiores a  60 anos, o que correspondia a 100% dos indivíduos cadastrados no Sistema  HiperDia, atendidos na unidade do SMS de Campina Grande, no período de  realização da pesquisa.</p>     <p align="justify">Após receber o convite do pesquisador, os mesmos participaram  voluntariamente, tendo como critério de exclusão, portadores de deficiências  físicas que comprometessem a avaliação antropométrica.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">O trabalho foi realizado no período compreendido entre os  meses de fevereiro e junho de 2007, tendo como instrumentos de coleta de dados  entrevista combinada com avaliações bioquímicas e antropométricas.</p>     <p align="justify">No primeiro momento, foi realizada entrevista onde foram  coletadas informações sobre diagnóstico médico, características demográficas,  socioeconômicas (sexo, idade, escolaridade e renda), hábitos de vida  (sedentarismo, tabagismo e etilismo) dos indivíduos. Posteriormente, foram  registradas informações sobre o estado nutricional, obtidas por meio de  avaliação antropométrica.</p>     <p align="justify">Também foi feita avaliação da pressão arterial, sendo que,  todos estes dados foram obtidos exclusivamente pelo pesquisador, o qual recebeu  treinamento de professores especialistas em avaliação cardiovascular  pertencentes funcionários da Universidade Estadual da Paraíba.</p>     <p align="justify">Já a avaliação bioquímica do perfil lipídico e glicemia foram  realizadas por um profissional farmacêutico bioquímico professor da Universidade  Estadual da Paraíba, lotado no Laboratório de Análises Clínicas da mesma  instituição, o qual seguiu os padrões de procedimentos metodológicos referidos  nesta pesquisa.</p>     <p align="justify">Foram considerados sedentários os participantes que relataram  não praticar nenhum tipo de atividade física regularmente nos últimos 3 meses  (16). Com relação ao consumo de tabaco e álcool, foram considerados usuários, os  indivíduos que consumiram qualquer quantidade destes produtos, independentemente  do tipo, no último ano.</p>     <p align="justify">Sabendo que todos os participantes da pesquisa já haviam  recebido diagnóstico médico de HAS e estavam recebendo terapia medicamentosa, a  pressão arterial foi aferida apenas para classificação de risco cardiovascular,  sendo, PAS &gt; 140 mmHg e PAD &gt; 90 mmHg, em duas ocasiões diferentes, considerado  ponto de corte (2).</p>     <p align="justify">A medição foi feita duas vezes, com o manguito envolvendo  pelo menos 80% do braço esquerdo do avaliado, estando este na posição sentada,  com os pés apoiados no solo, após pelo menos cinco minutos de descanso. Para  isto foi utilizado um aparelho esfigmomanômetro aneróide devidamente calibrado,  da marca Wan Med®, e também, estetoscópio da marca Littmann® (2).</p>     <p align="justify">As técnicas e instrumentos de mensuração utilizados na  avaliação antropométrica são descritas abaixo:</p>     <p align="justify">Os participantes permaneceram sem calçados, trajando apenas  roupas leves, na posição de pé, ereta, com o olhar para frente, com os pés  juntos e membros superiores acolados ao corpo. Foi utilizada uma mesma balança  antropométrica eletrônica digital Tanita® (modelo VM – 080), devidamente  calibrada, com capacidade para 150 kg e variação de 100 g; uma fita métrica do  tipo inextensível Sanny® e um estadiômetro SEA® – 206, com capacidade para 220  cm (10).</p>     <p align="justify">A estatura foi medida de acordo com a técnica de Frisancho  (17). Uma parede lisa e sem rodapé foi escolhida, a mesma formava um ângulo de  90° com o solo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">As circunferências foram medidas por 3 vezes seguidas,  seguindo os procedimentos descritos por Callaway et al (18).</p>     <p align="justify">A classificação do estado nutricional dos participantes  constou das seguintes índices antropométricos, com seus respectivos pontos de  corte:</p> <ol> 	<li type="a"> 	    <p align="justify">Índice de Massa Corpórea – IMC, obtido pela divisão do  	peso em quilogramas pela estatura em metros elevada ao quadrado, tendo como  	pontos de corte os valores propostos pela Organização Pan-Americana de Saúde  	- OPAS, utilizados na pesquisa Saúde Bem-estar e Envelhecimento - SABE:  	Baixo peso &lt; 23 kg/m², Peso normal 23 – 27,99 kg/m², Sobrepeso 28 – 29,99 kg/m²  	e Obesidade = 30 kg/m² (11). Considerando-se o IMC = 30 como obesidade  	generalizada;</li> 	<li type="a"> 	    <p align="justify">Relação Cintura- Quadril – RCQ, calculada pela divisão da  	circunferência da cintura pela circunferência do quadril, sendo considerados  	portadores de obesidade central indivíduos do sexo feminino que apresentaram  	RCQ&gt; 0.85 e indivíduos do sexo masculino que apresentaram RCQ&gt; 1.0 (19);</li> 	<li type="a"> 	    <p align="justify">Circunferência Abdominal – CA, expressada pela maior  	medida ao nível do abdômen. Reflete, de forma aproximada, a gordura corpórea  	total e abdominal, sendo considerados portadores de obesidade central,  	indivíduos do sexo masculino que apresentaram a medida igual ou superior a  	102 cm e indivíduos do sexo feminino que apresentaram valor igual ou  	superior a 88 cm (20,21).</li> 	<li type="a"> 	    <p align="justify">Circunferência da Cintura – CC, realizada no ponto médio  	entre a última costela e a crista ilíaca. O valor considerado como obesidade  	central, para homens foi = 94 cm e para mulheres = 80 cm (20,21).</li>     </ol>     <p align="justify">Já avaliação bioquímica constou da determinação da glicemia  de jejum e do perfil lipídico, composta pelo doseamento dos níveis séricos do  Colesterol Total - CT, Lipoproteína de Alta Densidade - HDL-colesterol e  Triglicerídeos – TG (22). Os testes bioquímicos foram realizados por um  profissional farmacêutico-bioquímico, professor da Universidade Estadual da  Paraíba, lotado no Laboratório de Análises Clínicas da mesma instituição. Foi  coletado no paciente em jejum, cerca de 3 ml da amostra do sangue sem  anticoagulante, o qual foi centrifugado a 3.000 rpm por 10 minutos para extração  do soro. As determinações foram realizadas pelo método enzimático colorimétrico,  seguindo os procedimentos indicados pelo fabricante dos kits (Labtest®) (22).</p>     <p align="justify">A classificação utilizada para os valores de referência do  perfil lipídico foi a da Sociedade Brasileira de Cardiologia (22). Já para a  Diabetes, foram seguidas as recomendações propostas pelo The Expert Committee on  The Diagnosis and Classification of Diabetes Mellitus, sendo considerados  diabéticos os indivíduos que apresentaram valores de glicemia de jejum &gt; 126mg/dl,  em duas ocasiões distintas (23).</p>     <p align="justify">Os dados foram submetidos a tratamento estatístico, sendo  expostos de maneira descritiva e analítica. Para análise utilizou-se o software  Statistical Package for the Social Sciences - SPSS versão 14.0 e Microsoft  Office Excel 2003, sendo os resultados apresentados em forma de tabelas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">Verificou-se a associação do estado nutricional com perfil  lipídico e hábitos de vida utilizando-se o Teste Exato de Fisher ou Teste Qui-quadrado.  Após testar a normalidade das variáveis, as médias de IMC, CA e RCQ foram  comparadas por sexo através do Teste t de Student e por idade utilizando Anova  One-Way. Os resultados considerados como de significância estatística foram  aqueles que apresentaram probabilidade p&lt;0,05.    <br> Esta pesquisa seguiu as recomendações da Associação Médica Mundial e Declaração  de Helsinki. A inclusão no estudo foi realizada com consentimento dos  participantes, após terem sido informados sobre sua metodologia e objetivo. A  pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética da Universidade Estadual da Paraíba,  protocolo nº 0010.0.133.000-07.</p>     <p align="justify"><b>RESULTADOS</b></p>     <p align="justify">Dos 131 indivíduos, 25,9% eram do sexo masculino e 74,1% do  sexo feminino. A idade variou de 60 a 92 anos (60 a 69 anos: 44,7%[n=59]; 70 a  79 anos: 44,7%[n=58]; 80 anos ou mais:10,6%[n=14]), com média de 71 anos.</p>     <p align="justify">A renda familiar mensal do grupo em estudo variou de 32,05 a  800,00 reais por pessoa (&lt;1 Salário Mínimo - SM: 65,2%[n=86]; 1 a 1,99 SM:  31,1%[n=40]; 2 ou mais SM: 3,8%[n=5]), com uma média de 268,85 reais.</p>     <p align="justify">A escolaridade da população, medida em anos de estudo, seguiu  a seguinte distribuição: (Analfabeto: 11,4%[n=14]; Analfabeto funcional:  12,1%[n=16]; 1 a 4 anos de estudo: 52,3%[n=69]; 5 a 8 anos: 18,2%[n=24]; 9 a 11  anos:5,3%[n=7]; 12 ou mais: 0,8%[n=1]), com média de 3 anos de estudo.</p>     <p align="justify">Sobre a patologia apresentada, 73,5% dos participantes são  exclusivamente hipertensos, 26,5% são diabéticos e hipertensos e, nenhum deles é  exclusivamente diabético. Sabendo que toda a população está sob tratamento  farmacológico para HAS: a pressão arterial sistólica média para os homens foi de  123,3 e para as mulheres de 133,4. A pressão diastólica média para os homens foi  de 76,7 e para as mulheres de 80,2.</p>     <p align="justify">Com relação aos hábitos de vida dos entrevistados, 94,7% não  fumavam, 98,5% declararam que não faziam uso bebida alcoólica e 75,8% não  praticavam atividade física regularmente.</p>     <p align="justify">A <a href="#tab1">Tabela 1</a> apresenta o IMC, segundo idade  e sexo. A população apresentou elevada freqüência de obesidade e sobrepeso, com  destaque para o sexo feminino, que mostrou índices duas vezes superiores ao  masculino.</p> </font><font size="1" face="Verdana"></font>     <p align="center"><a name="tab1"> <img border="0" src="/img/fbpe/alan/v58n4/art05tab1.gif" width="464" height="420"></a></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font size="2" face="Verdana">Na comparação do IMC por sexo  foi encontrada uma média de IMC equivalente a 25,8 (DP:3,34) para o sexo  masculino e de 27,53 (DP:3,64) para o feminino, apresentando diferença  estatisticamente significativa entre os sexos (p=0,0143).</font></p>     <p align="justify"><font size="2" face="Verdana">Na análise da CC, 95,9% das  mulheres apresentaram risco cardiovascular aumentado. A porcentagem de homens em  risco também foi elevada, correspondendo a 52,9%, não existindo diferença  significativa entre os sexos.</font></p>     <p align="justify"><font size="2" face="Verdana">Com relação a CA, 95,9% das  mulheres apresentaram valores indicativos de risco, já nos homens, essa  proporção foi de 38,2%. Não houve diferença estatisticamente significativa entre  os sexos.</font></p>     <p align="justify"><font size="2" face="Verdana">Na RCQ, observamos que 76,3%  das mulheres e 26,5% dos homens apresentaram valores iguais ou acima dos  recomendados. A média geral de RCQ para os homens foi de 0,94 (DP: 0,06) e para  as mulheres de 0,90 (DP: 0,07), indicando diferença estatisticamente  significativa entre os sexos (p = 0,0046).</font></p>     <p align="justify"><font size="2" face="Verdana">A <a href="#tab2">Tabela 2</a>  mostra que não houve associação significativa entre obesidade generalizada,  medida pelo IMC, e variáveis selecionadas do perfil lipídico e hábitos de vida.</font></p>     <p align="center"><a name="tab2"> <img border="0" src="/img/fbpe/alan/v58n4/art05tab2.gif" width="458" height="388"></a></p>     
<p align="justify"><font size="2" face="Verdana">Comparando indivíduos idosos  hipertensos obesos (IMC = 30 kg/m²), com não obesos (IMC&lt; 30 kg/m²), observamos  uma freqüência muito elevada de sedentarismo, e moderada de diabetes, baixo HDL  (&lt; 40 mg/dL), hipertrigliceridemia (201-499 mg/dL) e colesterol total elevado  (=240 mg/dL) entre os não obesos.</font></p>     <p align="justify"><font size="2" face="Verdana">As <a href="#tab3">Tabelas 3</a>, <a href="#tab4">4</a> e <a href="#tab5">5</a> mostram a associação entre RCQ, CA  e CC, respectivamente, com variáveis selecionadas do perfil lipídico e hábitos  de vida por sexo.</font></p>     <p align="center"><a name="tab3"> <img border="0" src="/img/fbpe/alan/v58n4/art05tab3.gif" width="476" height="429"></a></p>     
<p align="center"><a name="tab4"> <img border="0" src="/img/fbpe/alan/v58n4/art05tab4.gif" width="468" height="424"></a></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="tab5"> <img border="0" src="/img/fbpe/alan/v58n4/art05tab5.gif" width="464" height="441"></a></p>     
<p align="justify"><font size="2" face="Verdana">De um modo geral, não houve  associação significante entre obesidade central e perfil lipídico. Contudo,  verificou-se que um número considerável de indivíduos apresentou associação  entre HDL baixo e RCQ e CA elevadas, para o sexo masculino e associação entre  sedentarismo e CC elevada para sexo feminino.</font></p>     <p align="justify"><font size="2" face="Verdana">Na comparação por sexo, somente  os homens apresentaram associação estatisticamente significativa da RCQ e CA com  IMC indicativo de obesidade centralizada (p&lt;0,05).</font></p> <font size="2" face="Verdana">     <p align="justify"><b>DISCUSSÃO</b></p>     <p align="justify">Trata-se de uma população de baixa renda, na qual, 65,2% dos  participantes recebiam menos de 1 salário mínimo, 350 reais na época. Dado que  difere da média estadual, visto que, em 2006, 60% dos idosos da Paraíba recebiam  uma renda superior ou igual a 1 salário (15).</p>     <p align="justify">Além disso, esta população apresentou baixa escolaridade,  sendo que 52,3% dos participantes tinham até 4 anos de estudo,12,1% assinavam  apenas o próprio nome (analfabetos funcionais) e 11,4 eram completamente  analfabetos. Nível superior a média de idosos com baixa escolaridade da região  nordeste do país, em 2006, que era de 52,2% (15).</p>     <p align="justify">Observou-se uma maior freqüência de Diabetes Mellitus entre  indivíduos com CA, CC e RCQ aumentadas, porém, assim como no estudo de Cabrera e  Jacob (23), o mesmo não foi verificado em relação à obesidade.</p>     <p align="justify">Nesta pesquisa, investigando hábitos de vida, observou-se que  apesar das baixas freqüências de tabagismo (5,3%) e etilismo (1,5%), a população  estudada apresentou alto índice de sedentarismo (75,8%), acima da média nacional  (71,3%) de acordo com Passos, Assis e Barreto (24).</p>     <p align="justify">Este índice também é superior a média da região (67,5%), de  acordo com o estudo de Siqueira et al (25), que pesquisou a prevalência de  sedentarismo, entre idosos, em áreas de abrangência de unidades de saúde dos  municípios da região nordeste do Brasil, em 2005.</p>     <p align="justify">Assim como no estudo de Martins e Marinho (26), o  sedentarismo associou-se de forma significativa (p&lt;0,05) com a obesidade  centralizada, medida pela CC, no sexo feminino.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">Considerando que o sedentarismo, mesmo na ausência de  alterações nutricionais, é um fator de risco cardiovascular independente que  está direta ou indiretamente relacionado a doenças cardiovasculares e  metabólicas, demonstrou-se um risco adicional, ao qual toda população esta  exposta (27-30).</p>     <p align="justify">Com relação ao estado nutricional, 57,5% dos idosos  apresentaram sobrepeso ou obesidade. Estas alterações somadas a HAS, presente em  todos indivíduos no estudo, representa risco adicional para morte por doenças  cardiovasculares.</p>     <p align="justify">Nesta pesquisa, verificou-se, assim como no estudo de  Abrantes, Lamounier, e Colosimo (31), que a freqüência de obesidade generalizada  é significativamente maior no sexo feminino, atingindo mais que o dobro do valor  apresentado pelos homens.</p>     <p align="justify">Assim como afirmam Veiga, Camacho e Anjos (32), os valores do  IMC correspondentes a sobrepeso e obesidade aumentaram com a idade, chegando a  dobrar nos indivíduos do sexo feminino com 80 anos ou mais, se comparados com os  da faixa etária de 60 a 69 anos.</p>     <p align="justify">Contudo, mais da metade da população de homens de 80 anos ou  mais, apresentou baixo peso, o que em parte pode ser explicado por alterações  morfofuncionais decorrentes do envelhecimento, mencionadas em outros estudos  (7,33).</p>     <p align="justify">Com relação à RCQ, na análise comparativa por sexo, as  mulheres (RCQ= 76,3%) apresentaram uma freqüência cerca de três vezes superior  aos homens (RCQ=26,5%).</p>     <p align="justify">Sabendo que medida da RCQ envolve a região do quadril, que  contém grandes grupos musculares, os quais estão envolvidos com aumento da  resistência a insulina, investigou-se a associação entre RCQ e diabetes, contudo,  esta não foi significativa (23,34).</p>     <p align="justify">Considerando a análise das medidas de distribuição central de  gordura corporal (RCQ, CA e CC), observou-se uma alta ocorrência obesidade  central nos idosos estudados, principalmente no sexo feminino.</p>     <p align="justify">Este achado, que demonstra uma enorme diferença no tipo de  obesidade quanto a distribuição de tecido adiposo entre os sexos, contradiz a  literatura, a qual afirma que a obesidade central é mais comum entre homens  (19,23).</p>     <p align="justify">É necessário ressaltar que esta não é uma população homogênea  em relação ao sexo, visto que o número de mulheres é superior ao dobro do de  homens, o que pode ter alterado os resultados na análise comparativa por sexo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">Na análise da associação entre obesidade central e perfil  lipídico, é importante considerar o pequeno número de obesos (n=10), dentre o  total (n=78) de indivíduos que realizaram o exame.</p>     <p align="justify">Observou-se que a maioria dos indivíduos apresentou valores  adequados do perfil lipídico. Sendo que, dentre os que obtiveram índices  elevados de triglicerídeos e colesterol total, destacou-se o sexo feminino, com  valores de RCQ, CA e CC acima dos recomendados, indicando que a obesidade  central pode estar associada com valores do perfil lipídico indicativos de  risco.</p>     <p align="justify">Sabendo que alterações do estilo de vida e do estado  nutricional são importantes fatores que podem estar envolvidos na gênese de  inúmeras patologias comuns entre idosos (7,8), os dados aqui apresentados  fortalecem a hipótese de que, com o envelhecimento, algumas doenças  característica da fase, como a HAS, são potencializadas na presença da obesidade  e péssimos hábitos de vida, como o sedentarismo, aumentando substancialmente o  risco à saúde do idoso (2,5,6).</p>     <p align="justify">Os resultados apontam uma alta freqüência de sobrepeso e  obesidade centralizada associada com sedentarismo na população estudada.</p>     <p align="justify">Verificou-se que o sedentarismo tem alta ocorrência nesta  população, não estando associado à obesidade generalizada. Contudo, observou-se  sua associação de forma estatisticamente significativa com obesidade  centralizada, entre homens.</p>     <p align="justify">Sabendo que o sedentarismo é um fator de risco cardiovascular  independente, identificou-se um risco adicional, ao qual, a população esta  exposta, não importando o seu estado nutricional.</p>     <p align="justify">Assim como no estudo de Resende et al (35), ficou demonstrada  a importância da antropometria na avaliação de risco cardiovascular populacional,  assim como, ficou evidenciado que sua combinação com a dosagem do perfil  lipídico complementa a avaliação.</p>     <p align="justify">Um exemplo disto, é que grande número de indivíduos  apresentavam valores adequados de colesterol total, mas mesmo assim, estavam em  risco identificado pelo padrão central de distribuição de gordura corporal,  presente na grande maioria da população.</p>     <p align="justify">Recomenda-se que seja realizada avaliação do perfil lipídico  combinada a antropometria de forma contínua, além da implantação de programas de  orientação nutricional e de prática de atividade física supervisionada em todas  as unidades de saúde que funcionem como sede para o Programa HiperDia.</p>     <p align="justify"><b>REFERÊNCIAS</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify">1. Organização Mundial da Saúde. Envelhecimento ativo: uma  	política de saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde. 2005: 59.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490100&pid=S0004-0622200800040000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">2. Seventh Report of the Joint National Committee on  	Prevention, Detection, Evaluation, and Treatment of High Blood Pressure.  	Hypertension. 2003; 42(6): 1206-52.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490101&pid=S0004-0622200800040000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">3. Sociedade Brasileira de Hipertensão. V Diretrizes  	Brasileiras de Hipertensão Arterial. Arq bras cardiol. 2007 set; 89(3):  	e24-e79.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490102&pid=S0004-0622200800040000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">4. Zaitune MP do M, Barros MB de A, César CLG, Carandina L,  	Goldbaum M. Hipertensão arterial em idosos: prevalência, fatores associados  	e práticas de controle no Município de Campinas, São Paulo, Brasil. Cad  	Saúde Pública. 2006 fev; 22(2): 285-294.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490103&pid=S0004-0622200800040000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">5. Acuña K, Cruz T. Avaliação do estado nutricional de  	adultos e idosos e situação nutricional da população brasileira. Arq Bras de  	Endocrinologia e Metabologia.&nbsp;2004; 48(3): 345-361.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490104&pid=S0004-0622200800040000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">6. Sartorelli DS, Franco LJ. Tendências do Diabetes Mellitus  	no Brasil: o papel da transição nutricional. Cad Saúde Pública. 2003; 19  	Suppl. 1: S29-36.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490105&pid=S0004-0622200800040000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">7. Campos MTF de S, Monteiro JBR, Ornelas APR de C. Fatores  	que afetam o consumo alimentar e a nutrição do idoso. Rev Nutr. 2000;&nbsp;13(3):  	157-165.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490106&pid=S0004-0622200800040000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">8. Campos MAG, Pedrosa ERP, Lamounier JA, Colosimo EA,  	Abrantes MM. Estado nutricional e fatores associados em idosos. Rev Assoc  	Méd Brás. 2006; 52(4): 214-21.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490107&pid=S0004-0622200800040000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">9. Coelho AK, Fausto MA. Avaliação pelo nutricionista. In:  	Maciel A. Avaliação multidisciplinar do paciente geriátrico. Rio de Janeiro:  	Revinter. 2002. p. 12-50.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490108&pid=S0004-0622200800040000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">10. World Health Organization. Physical status: the use and  	interpretation of anthropometry. Geneva: WHO. [Technical Report Series 854].  	1995: 460.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490109&pid=S0004-0622200800040000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">11. Lebrão ML. O projeto SABE em São Paulo: uma visão  	panorâmica. In: Lebrão ML, Duarte YAO, organizadores. O Projeto SABE no  	município de São Paulo: uma abordagem inicial. Brasília: Organização  	Pan-Americana da Saúde. 2003. p. 35-43.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490110&pid=S0004-0622200800040000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">12. Tavares EL, Anjos LA dos. Perfil antropométrico da  	população idosa brasileira: resultados da pesquisa nacional sobre saúde e  	nutrição. Cad Saúde Pública. 1999. 15(4): 759-768.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490111&pid=S0004-0622200800040000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">13. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.  	Contagem da população 2007. Rio de Janeiro: IBGE, 2007. Disponível em: &lt; <a target="_blank" href="http://www.ibge.gov.br./home/estatistica/populacao/contagem2007/contagem.pdf">http://www.ibge.gov.br./home/estatistica/populacao/contagem2007/contagem.pdf</a>.&gt;  	Acessado em: 19 out. 2008.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490112&pid=S0004-0622200800040000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">14. HiperDia. Disponível em: &lt;<a target="_blank" href="http://HIPERDIA.datasus.gov.br/">http://HIPERDIA.datasus.gov.br/</a>&gt;  	Acessado em: 19 de out. 2008.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490113&pid=S0004-0622200800040000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">15. The Expert Committee on The Diagnosis and Classification  	of Diabetes Mellitus. Report of the Expert Committee on the Diagnosis and  	Classification of Diabetes Mellitus. Diabetes Care. 2006 jan; 26 Suppl 1:  	S5-20.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490114&pid=S0004-0622200800040000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">16. Ministério da Saúde. VIGITEL Brasil 2007. Vigilância de  	fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico:  	estimativas sobre freqüência e distribuição sócio-demográfica de fatores de  	risco e proteção para doenças crônicas nas capitais dos 26 estados  	brasileiros e no Distrito Federal em 2007. Brasília: Ministério da Saúde.  	2007.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490115&pid=S0004-0622200800040000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">17. Frisancho AR. New standards of weight and body  	composition by frame size and height for assessment of nutritional status of  	adults and the elderly. Am J Clin Nutr 1984; 40:808-19.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490116&pid=S0004-0622200800040000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">18. Callaway WC, Chumlea WC, Bouchard C, Himes JH, Lohman TG,  	Martin AD, et al. Circumferences. In: Lohman TG, Roche AF, Martorell R,  	editors. Anthropometric Standardization Reference Manual. Champaign: Human  	Kinetics; 1988. p. 39-54.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490117&pid=S0004-0622200800040000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">19. De Groot LC, Sette S, Zajkas G, Carbajal A, Amorim JA.  	Euronut SENECA investigators. Nutritional status: anthropometry. Eur J Clin  	Nutr. 1991; 45(45s3): 31-42.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490118&pid=S0004-0622200800040000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">20. Lean MEJ, Han TS, Morrison CE. Waist circumference as a  	measure for indicating need for weight management. BMJ. 1995; 311: 158-61.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490119&pid=S0004-0622200800040000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">21. Han TS, Van Leer EM, Seidell JC, Lean ME. Waist  	circumference action levels in the identification of cardiovascular risk  	factors: prevalence study in a random sample. BMJ. 1995, 311: 1401-1405.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490120&pid=S0004-0622200800040000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">22. Sociedade Brasileira de Cardiologia. III Diretrizes  	brasileiras sobre dislipidemias e diretriz de prevenção da aterosclerose do  	Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arq  	Bras Cardiol. 2001; 77, Suppl III: 1-48.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490121&pid=S0004-0622200800040000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">23. Cabrera MAS, Jacob Filho W. Obesidade em idosos:  	prevalência, distribuição e associação com hábitos e co-morbidades. Arq Bras  	Endocrinol Metab &nbsp;2001 out; 45(5):494-501.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490122&pid=S0004-0622200800040000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">24. Passos VM de A, Assis TD, Barreto SM. Hipertensão  	arterial no Brasil: estimativa de prevalência a partir de estudos de base  	populacional. Epidemiol. Serv. Saúde, 2006 mar, 15(1): 35-45.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490123&pid=S0004-0622200800040000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: Verdana">25.  Siqueira Fernando-V, Facchini LA, Piccini Roberto-X, Tomasi E, Thumé E, Silveira  Denise-S, et al. Atividade física em adultos e idosos residentes em áreas de  abrangência de unidades básicas de saúde de municípios das regiões Sul e  Nordeste do Brasil. Cad Saúde Pública.&nbsp; 2008&nbsp; Jan;&nbsp; 24(1): 39-54.</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490124&pid=S0004-0622200800040000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">26. Martins IS, Marinho SP. O potencial diagnóstico dos  	indicadores da obesidade centralizada. Rev. Saúde Pública. 2003 Dez;&nbsp;37(6): 760-767.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490125&pid=S0004-0622200800040000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">27. Tardido AP, Falcão MC. O impacto da modernização na  	transição nutricional e obesidade. Rev Bras Nutr Clin. 2006; 21(2): 117-24.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490126&pid=S0004-0622200800040000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">28. Coitinho DC, Leão MM, Recine E, Sichieri R. Condições  	nutricionais da população brasileira: adultos e idosos. Brasília, Ministério  	da Saúde, Brasília: INAN. 1991: 1-39.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490127&pid=S0004-0622200800040000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">29. Santarém JM. Treinamento de Força e Potência. In:  	Ghorayeb N, Barros T. O Exercício: preparação fisiológica, avaliação médica,  	aspectos especiais e preventivos. São Paulo: Atheneu. 1999; 4. p. 35-50.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490128&pid=S0004-0622200800040000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">30. Polanczyk CA. Fatores de Risco Cardiovascular os Próximos  	50 Anos! Arq Bras Cardiol. 2005, 84(3):199-201.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490129&pid=S0004-0622200800040000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">31. Abrantes MM, Lamounier JA, Colosimo EA. Prevalência de  	sobrepeso e obesidade nas regiões Nordeste e Sudeste do Brasil. Rev Assoc  	Méd Brás. 2003;&nbsp;49: 2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490130&pid=S0004-0622200800040000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">32. Veiga GVD, Camacho P, Anjos LA. A comparison of  	distribution curves of body mass index from Brazil and the United States for  	assessing overweight and obesity in Brazilian adolescents. Rev Panam Salud  	Publica. 2001 Aug; 10(2):79-85.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490131&pid=S0004-0622200800040000500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">33. Seidell JC, Visscher TLS. Body weigth and weigth change  	and their health implications for the elderly. Eur J Clin Nutr. 2000; 54  	Suppl 3: S33-9.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490132&pid=S0004-0622200800040000500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"> <span lang="EN-GB" style="font-size: 10.0pt; font-family: Verdana">34. Navarro  AM, Stedille MS, Unamuno M do RDL, Marchini JS. Body fat distribution in  patients with and without chronic-degenerative diseases: use of the waist to hip  relationship and arm fat index. </span> <span style="font-size: 10.0pt; font-family: Verdana">Rev Nutr. 2001 Apr; 14(1):  37-41.</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490133&pid=S0004-0622200800040000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: Verdana">35.  Rezende F, Rosado L, Franceschinni S, Rosado G, Ribeiro R, Bouzas JC. Revisão  crítica dos métodos disponíveis para avaliar a composição corporal em grandes  estudos populacionais e clínicos. Arch Latinoamer Nutr. 2007; 57(4): 327-334.</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=490134&pid=S0004-0622200800040000500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body>
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