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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito do processamento na atividade antioxidante do grão de amaranto (Amaranthus cruentus L. BRS-Alegria)]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo Faculdade de Saúde Pública Departamento de Nutrição]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Amaranth has attracted increasing interest over recent decades because of its nutritional, functional and agricultural characteristics. Amaranth grain can be cooked, popped, toasted, extruded or milled for consumption. This study investigated the effect of these processes on the antioxidant activity of amaranth grain. Total phenolic content and in vitro antioxidant activity were determined according to two methods: inhibition of lipid oxidation using the &#946;-carotene/linoleic acid system and the antioxidant activity index using the Rancimat® apparatus. The processing reduced the mean total phenolics content in amaranth grain from 31.7 to 22.0 mg of gallic acid equivalent/g of dry residue. It was observed that the ethanol extract from toasted grain was the only one that presented a lower antioxidant activity index compared with the raw grain (1.3 versus 1.7). The extrusion, toasting and popping processes did not change the capacity to inhibit amaranth lipid oxidation (55%). However, cooking increased the inhibition of lipid oxidation (79%), perhaps because of the longer time at high temperatures in this process (100°C/10 min). The most common methods for processing amaranth grain caused reductions in the total phenolics content, although the antioxidant activity of popped and extruded grain, evaluated by the two methods, was similar to that of the raw grain. Both raw and processed amaranth grain presents antioxidant potential. Polyphenols, anthocyanins, flavonoids, tocopherols, vitamin C levels and Maillard reaction products may be related to the antioxidant activity of this grain.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p style="line-height: 100%" align="center"><b><font face="Verdana" size="3">Efeito do processamento na atividade antioxidante do grão de amaranto (<i>Amaranthus cruentus</i> L. BRS-Alegria)</font></b>    <p style="line-height: 100%" align="center"><font face="Verdana" size="2">Yara Severino de Queiroz, Rosana Aparecida Manólio Soares, Vanessa Dias Capriles, Elizabeth Aparecida Ferraz da Silva Torres, José Alfredo Gomes Áreas</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Departamento de Nutri&ccedil;&atilde;o. Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica Universidade de S&atilde;o Paulo (USP). Brasil</font></p>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">As caracter&iacute;sticas nutricionais, funcionais e agr&iacute;colas do amaranto s&atilde;o respons&aacute;veis pelo aumento do interesse por este alimento nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas. O gr&atilde;o pode ser cozido, estourado, torrado, extrusado ou mo&iacute;do para ser consumido. Foi avaliado o efeito destes processamentos na atividade antioxidante do gr&atilde;o de amaranto, atrav&eacute;s das determina&ccedil;&otilde;es do teor de fen&oacute;licos totais e da atividade antioxidante <i>in vitro</i> por dois m&eacute;todos: inibi&ccedil;&atilde;o da oxida&ccedil;&atilde;o lip&iacute;dica pelo sistema                     <span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:Verdana;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;;mso-ansi-language:ES;mso-fareast-language:ES;mso-bidi-language: AR-SA">&#946;</span>-caroteno/&aacute;cido linol&eacute;ico e &iacute;ndice de atividade antioxidante pelo aparelho                     Rancimat<sup>®</sup>. Os processamentos reduziram em m&eacute;dia o teor de fen&oacute;licos totais do gr&atilde;o de amaranto de 31,7 para 22,0 mg de equivalentes de &aacute;cido g&aacute;lico/g de res&iacute;duo seco. Observou-se que o extrato obtido por etanol do gr&atilde;o torrado foi o &uacute;nico a apresentar menor &iacute;ndice de atividade antioxidante (IAA) em rela&ccedil;&atilde;o ao gr&atilde;o cru (1,3 v 1,7). Os processos de extrus&atilde;o, torra&ccedil;&atilde;o e explos&atilde;o n&atilde;o alteraram a capacidade de inibi&ccedil;&atilde;o da oxida&ccedil;&atilde;o lip&iacute;dica (IOL) do amaranto (55%). J&aacute; o cozimento aumentou o IOL (79%), o que pode ter ocorrido devido ao maior tempo de processamento sob alta temperatura (100ºC/10min). Os m&eacute;todos mais comuns de  processamento do gr&atilde;o de amaranto ocasionaram redu&ccedil;&atilde;o do teor de fen&oacute;licos totais, no entanto a atividade antioxidante do estourado e do extrusado, avaliada pelos dois m&eacute;todos, foi semelhante ao do gr&atilde;o cru. O gr&atilde;o de amaranto tanto cru como processado apresenta potencial antioxidante. Polifen&oacute;is, antocianinas, flavon&oacute;ides, tocofer&oacute;is, vitamina C e compostos gerados na rea&ccedil;&atilde;o de Maillard podem estar relacionados &agrave; atividade antioxidante deste gr&atilde;o.</font></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2"><b>Palavras chave:</b> <i>Amaranthus cruentus</i>, fen&oacute;licos totais, atividade antioxidante, processamento.</font></span>    <p align="center" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">Effect of processing on the antioxidant activity of amaranth grain.</font></b></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">SUMMARY</font></b></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Amaranth has attracted increasing interest over recent decades because of its nutritional, functional and agricultural characteristics. Amaranth grain can be cooked, popped, toasted, extruded or milled for consumption. This study investigated the effect of these processes on the antioxidant activity of amaranth grain. Total phenolic content and <i>in vitro</i> antioxidant activity were determined according to two methods: inhibition of lipid oxidation using the                     <span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:Verdana;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;;mso-ansi-language:ES;mso-fareast-language:ES;mso-bidi-language: AR-SA">&#946;</span>-carotene/linoleic acid system and the antioxidant activity index using the                     Rancimat<sup>®</sup> apparatus. The processing reduced the mean total phenolics content in amaranth grain from 31.7 to 22.0 mg of gallic acid equivalent/g of dry residue. It was observed that the ethanol extract from toasted grain was the only one that presented a lower antioxidant activity index compared with the raw grain (1.3 versus 1.7). The extrusion, toasting and popping processes did not change the capacity to inhibit amaranth lipid oxidation (55%). However, cooking increased the inhibition of lipid oxidation (79%), perhaps because of the longer time at high temperatures in this process (100°C/10 min). The most common methods for processing amaranth grain caused reductions in the total phenolics content, although the antioxidant activity of popped and extruded grain, evaluated by the two methods, was similar to that of the raw grain. Both raw and processed amaranth grain presents antioxidant potential. Polyphenols, anthocyanins, flavonoids, tocopherols, vitamin C levels and Maillard reaction products may be related to the antioxidant activity of this grain.</font></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2"><b>Key words</b>: <i>Amaranthus cruentus</i>, total phenolics, antioxidant    activity, processing.</font></span>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p style="line-height: 100%" align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">Recibido: 26/08/2008</font></b>    <p style="line-height: 100%" align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">Aceptado: 11/08/2009</font></b></p>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</font></b></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">O gr&atilde;o de amaranto, (<i>Amaranthus sp</i>.), apresenta caracter&iacute;sticas nutricionais, funcionais e agr&iacute;colas respons&aacute;veis pelo aumento do interesse por este alimento nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas (1).</font></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">O <i>Amaranthus cruentus</i> L. possui cerca de 4% de cinzas, 8% de lip&iacute;dios, 15% de prote&iacute;na, 13% de fibra alimentar e 60% de amido (2-4). O teor prot&eacute;ico e o seu perfil de amino&aacute;cidos fazem com que seja uma atrativa fonte prot&eacute;ica, apresentando conte&uacute;do expressivo de amino&aacute;cidos essenciais, especialmente lisina (5%) e amino&aacute;cidos sulfurados (4%), que s&atilde;o limitantes na maioria dos gr&atilde;os utilizados para a alimenta&ccedil;&atilde;o humana (5-8). Tamb&eacute;m, destacam-se na sua composi&ccedil;&atilde;o os teores de vitaminas e minerais (3). E por ser isento de gl&uacute;ten o seu consumo vem sendo recomendado para cel&iacute;acos (9). Outros compostos est&atilde;o presentes em sua composi&ccedil;&atilde;o, como o esqualeno, a fibra alimentar, os tocofer&oacute;is, os tocotrien&oacute;is, os flavon&oacute;ides e os compostos fen&oacute;licos (10-17), os quais podem apresentar a&ccedil;&atilde;o antioxidante.</font></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">A capacidade antioxidante dos alimentos depende da forma como este &eacute; consumido, seja na forma in natura ou processado. Kaur e Kappor (18) consideram que o tratamento t&eacute;rmico &eacute; a principal causa da altera&ccedil;&atilde;o do teor de antioxidantes naturais em alimentos. O processamento e os procedimentos para a preserva&ccedil;&atilde;o dos alimentos podem ser respons&aacute;veis tanto pelo aumento quanto pelo decr&eacute;scimo da a&ccedil;&atilde;o antioxidante, dependendo de muitos fatores, tais como: estrutura qu&iacute;mica, potencial de oxiredu&ccedil;&atilde;o, sua localiza&ccedil;&atilde;o na matriz e poss&iacute;veis intera&ccedil;&otilde;es com outros componentes do alimento (19).</font></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">O gr&atilde;o de amaranto pode ser submetido a v&aacute;rios processamentos para ser consumido (4,20). Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos dos processos de coc&ccedil;&atilde;o, explos&atilde;o, torra&ccedil;&atilde;o e extrus&atilde;o na atividade antioxidante in vitro do gr&atilde;o de amaranto.</font></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">MATERIAIS E METODOS</font></b></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">Preparo das amostras</font></b></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Gr&atilde;os de amaranto (<i>Amaranthus cruentus</i>) foram adquiridos da Embrapa Cerrados (Planaltina-DF). Estes foram processados de quatro formas distintas, de acordo com Bressani (20) com adapta&ccedil;&otilde;es de Capriles e col. (4). Coc&ccedil;&atilde;o: foi realizada pela imers&atilde;o do gr&atilde;o em &aacute;gua em ebuli&ccedil;&atilde;o (100°C) por 10 minutos. Explos&atilde;o: para estourar, o gr&atilde;o foi submetido ao contato com superf&iacute;cie aquecida a 90ºC por 10 a 15 segundos. Torra&ccedil;&atilde;o: foi realizada atrav&eacute;s de contato com superf&iacute;cie aquecida a 120ºC por cerca de 1 minuto. Extrus&atilde;o: utilizou-se farinha desengordurada (1% de lip&iacute;deos base seca) com umidade ajustada para 15%. Foi necess&aacute;rio o desengorduramento pr&eacute;vio para possibilitar a obten&ccedil;&atilde;o de um produto aceito sensorialmente, uma vez que os lip&iacute;deos presentes no gr&atilde;o de amaranto (7,6%) prejudicam a expans&atilde;o, a textura e o sabor do extrusado. O processo foi realizado em extrusora de parafuso &uacute;nico com raz&atilde;o de comprimento/ di&acirc;metro de 20 e quatro zonas de aquecimento (Inbra 200 – INBRAMAQ, Ind&uacute;stria de M&aacute;quinas Ltda, S&atilde;o Paulo, Brazil). As condi&ccedil;&otilde;es foram: velocidade de rota&ccedil;&atilde;o da rosca em 404 rpm e taxa de compress&atilde;o de 1:1. As zonas de alimenta&ccedil;&atilde;o e de transi&ccedil;&atilde;o foram mantidas em 25oC e a zona de alta press&atilde;o e o orif&iacute;cio de sa&iacute;da em 90<sup>o</sup>C.</font></span>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">Obten&ccedil;&atilde;o dos extratos</font></b></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">O processo de extra&ccedil;&atilde;o das subst&acirc;ncias presentes nos alimentos pode ocorrer de diversas maneiras, variando tanto o tipo de solvente, quanto a metodologia. No presente estudo, optou-se por trabalhar com o m&eacute;todo de extra&ccedil;&atilde;o seq&uuml;encial utilizado por Nuutila e col. (21), com modifica&ccedil;&otilde;es, utilizando os solventes hexano e etanol, a fim de se obter a extra&ccedil;&atilde;o de compostos de polaridades diversas.</font></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Foram pesados 3 g do gr&atilde;o de amaranto e de seus produtos e adicionados 20 mL de hexano P.A, em seguida, foi realizada agita&ccedil;&atilde;o por 1 hora (agitador magn&eacute;tico marca Quimis, modelo Q.261.2) e ultrassonifica&ccedil;&atilde;o (marca Elma, modelo Transsonic digital S) por 20 minutos, sendo a amostra posteriormente filtrada (papel filtro qualitativo marca Nalgon, di&acirc;metro 12,5 cm e porosidade 3 µ). O sobrenadante foi armazenado em bal&atilde;o volum&eacute;trico. O res&iacute;duo retido no filtro sofreu nova extra&ccedil;&atilde;o com hexano, sendo que o seu sobrenadante foi direcionado para o mesmo bal&atilde;o do anterior. Foram utilizados 10 mL de hexano para lavagem final do res&iacute;duo. Os sobrenadantes foram completados para o volume de 50 mL com hexano. O res&iacute;duo final da extra&ccedil;&atilde;o com hexano foi ressuspendido em etanol pelo mesmo processo descrito acima, sendo este descartado posteriormente.</font></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Os extratos foram transferidos para frascos &acirc;mbar, sob atmosfera de nitrog&ecirc;nio e armazenados &agrave; -20<sup>o</sup>C at&eacute; o momento das an&aacute;lises.</font></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">Determina&ccedil;&atilde;o do teor de res&iacute;duo seco dos extratos</font></b></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">A quantifica&ccedil;&atilde;o do res&iacute;duo seco dos extratos foi determinada pelo m&eacute;todo gravim&eacute;trico. Para isso, 2 mL do extrato foram transferidos para vidro rel&oacute;gio, previamente tarado, e este foi colocado em estufa &agrave; 105<sup>o</sup>C, por 16 horas, seguido de resfriamento em dessecador e pesagem, sendo a opera&ccedil;&atilde;o repetida at&eacute; peso constante, obtendo ent&atilde;o o res&iacute;duo seco em mg/mL de extrato (22).</font></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">Quantifica&ccedil;&atilde;o de compostos fen&oacute;licos</font></b></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">A determina&ccedil;&atilde;o do teor de compostos fen&oacute;licos presentes nos extratos de amaranto e nos seus produtos foi realizada pelo m&eacute;todo desenvolvido por Genovese e col. (23), com reagente Folin-Ciocalteu. Foram adicionados a cada tubo de ensaio 0,25 mL do extrato, 2 mL de &aacute;gua destilada e 0,25 mL de solu&ccedil;&atilde;o de Folin-Ciocalteau 1:10. Os tubos foram agitados e deixados em repouso por 3 minutos. Foi ent&atilde;o adicionado 0,25 mL de solu&ccedil;&atilde;o saturada de carbonato de s&oacute;dio e o tubo agitado. Os tubos de ensaio foram deixados em repouso em banho-maria a 37oC durante 30 minutos. A absorb&acirc;ncia foi lida a 750 nm em espectrofot&ocirc;metro (marca Shimadzu, modelo TCC-24OA).</font></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">O &aacute;cido g&aacute;lico foi utilizado como padr&atilde;o. Os resultados obtidos foram expressos em mg de equivalentes de &aacute;cido g&aacute;lico por grama de res&iacute;duo seco (mg EAG/g).</font></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">Avalia&ccedil;&atilde;o da atividade antioxidante</font></b></span>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">Inibi&ccedil;&atilde;o da oxida&ccedil;&atilde;o lip&iacute;dica pelo aparelho                     Rancimat<sup>®</sup></font></b></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">A inibi&ccedil;&atilde;o da oxida&ccedil;&atilde;o lip&iacute;dica utilizando o aparelho                     Rancimat<sup>®</sup> requer equipamento simples e pode ser utilizado como um m&eacute;todo para determinar a atividade antioxidante, atrav&eacute;s de diversos substratos como a gordura vegetal hidrogenada e os &oacute;leos comest&iacute;veis. O lip&iacute;dio &eacute; exposto a uma corrente de ar seco ou de oxig&ecirc;nio, a uma temperatura de 100 a 140<sup>o</sup>C, e o progresso das curvas de oxida&ccedil;&atilde;o decorrente pode ser seguido pela determina&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica do &iacute;ndice de per&oacute;xido. Estas curvas compreendem uma fase de indu&ccedil;&atilde;o, onde n&atilde;o se forma praticamente nenhum dos produtos secund&aacute;rios da oxida&ccedil;&atilde;o, e uma fase de oxida&ccedil;&atilde;o, durante a qual h&aacute; uma grande eleva&ccedil;&atilde;o no &iacute;ndice de per&oacute;xido e detec&ccedil;&atilde;o de produtos vol&aacute;teis (principalmente &aacute;cido f&oacute;rmico). A adi&ccedil;&atilde;o de um antioxidante resulta na inibi&ccedil;&atilde;o da oxida&ccedil;&atilde;o (24).</font></span>    <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Para avaliar a capacidade protetora das amostras de amaranto utilizou-se o aparelho                     Rancimat<sup>®</sup> 743, marca Metrohm, conectado ao programa PC: 743 Rancimat 1.0, onde foi medido o per&iacute;odo de indu&ccedil;&atilde;o da oxida&ccedil;&atilde;o lip&iacute;dica da gordura vegetal hidrogenada contendo o extrato obtido por hexano e o obtido por etanol (24). Os extratos (2 mg de res&iacute;duo seco/mL) foram colocados nos tubos do Rancimat® e evaporados sob atmosfera de nitrog&ecirc;nio. Em seguida 3 g de gordura vegetal hidrogenada sem antioxidante foram adicionados em cada tubo e a mistura homogeneizada por 15 minutos em ultrasonificador. Depois, com a programa&ccedil;&atilde;o de temperatura de 110<sup>o</sup>C,                     </font><font size="2" face="Symbol">D</font><font face="Verdana" size="2">T = 1,5<sup>o</sup>C, fluxo de ar de 20 L/h, os tubos foram acoplados ao aparelho                     Rancimat<sup>®</sup>, at&eacute; que a curva de condutividade em rela&ccedil;&atilde;o ao tempo de indu&ccedil;&atilde;o (TI) fosse finalizada para se calcular o &Iacute;ndice de Atividade Antioxidante (IAA). Um controle foi tamb&eacute;m preparado com a gordura vegetal hidrogenada sem antioxidante. Os resultados foram expressos como &Iacute;ndice de Atividade Antioxidante (IAA), calculado pela f&oacute;rmula:</font></span>    <p align="center" style="line-height: 100%"><span>                     <img border="0" src="/img/fbpe/alan/v59n4/art10ec1.gif" width="141" height="53">    
<p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">onde: TI amostra = tempo de indu&ccedil;&atilde;o (h) da gordura vegetal hidrogenada + extrato contendo a amostra. TI controle = tempo de indu&ccedil;&atilde;o (h) da gordura vegetal hidrogenada.</font>    <p style="line-height: 100%" align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">Inibi&ccedil;&atilde;o da oxida&ccedil;&atilde;o lip&iacute;dica pelo sistema                     <span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:Verdana;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;;mso-ansi-language:ES;mso-fareast-language:ES;mso-bidi-language: AR-SA">&#946;</span>-caroteno/&aacute;cido linol&eacute;ico</font></b></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">A determina&ccedil;&atilde;o da atividade antioxidante pelo sistema                     <span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:Verdana;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;;mso-ansi-language:ES;mso-fareast-language:ES;mso-bidi-language: AR-SA">&#946;</span>-caroteno/&aacute;cido linol&eacute;ico foi realizada de acordo com a metodologia descrita por Marco (25) e modificada por Miller (26). Como substrato, foi utilizado a emuls&atilde;o de                     <span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:Verdana;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;;mso-ansi-language:ES;mso-fareast-language:ES;mso-bidi-language: AR-SA">&#946;</span>-caroteno/&aacute;cido linol&eacute;ico. Em 28 µL da solu&ccedil;&atilde;o de                     <span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:Verdana;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;;mso-ansi-language:ES;mso-fareast-language:ES;mso-bidi-language: AR-SA">&#946;</span>-caroteno (concentra&ccedil;&atilde;o de 20 mg de <span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:Verdana;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;;mso-ansi-language:ES;mso-fareast-language:ES;mso-bidi-language: AR-SA">&#946;</span>-caroteno/mL de clorof&oacute;rmio) foram adicionados 28 µL de &aacute;cido linol&eacute;ico e 200 mg de Tween 40 (emulsificante). Em seguida, o clorof&oacute;rmio foi evaporado sob atmosfera de nitrog&ecirc;nio e acrescentados 140 mL de &aacute;gua oxigenada (&aacute;gua destilada tratada com oxig&ecirc;nio por 30 minutos).</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">No tubo de ensaio, 5 mL desta solu&ccedil;&atilde;o foi adicionada a 1 mL dos extratos dilu&iacute;dos (2 mg de res&iacute;duo seco/mL). Ap&oacute;s homogeneiza&ccedil;&atilde;o, a leitura foi feita em espectrofot&ocirc;metro a 470 nm, sendo esta a leitura do tempo zero. Os tubos foram colocados em banho-maria (50<sup>o</sup>C) e a cada 15 minutos foi realizada leitura, at&eacute; atingir o tempo de 2 horas. O controle foi preparado da mesma forma, por&eacute;m para este no lugar da amostra foi adicionado 1 mL de etanol.</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">A oxida&ccedil;&atilde;o do                     <span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:Verdana;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;;mso-ansi-language:ES;mso-fareast-language:ES;mso-bidi-language: AR-SA">&#946;</span>-caroteno, obtida pelas medidas espectrofotom&eacute;tricas, indica a velocidade de transforma&ccedil;&atilde;o desse composto sob condi&ccedil;&otilde;es oxidantes (oxig&ecirc;nio e temperatura). Para o c&aacute;lculo da porcentagem da inibi&ccedil;&atilde;o da oxida&ccedil;&atilde;o lip&iacute;dica (%IOL) foi utilizada a seguinte f&oacute;rmula:</font></p> 					    <p style="line-height: 100%" align="center"> 					<img border="0" src="/img/fbpe/alan/v59n4/art10ec2.gif" width="559" height="61"></p>                         
]]></body>
<body><![CDATA[<p style="line-height: 100%" align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">An&aacute;lise estat&iacute;stica</font></b>    <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Resultados foram expressos como m&eacute;dia e desvio padr&atilde;o de tr&ecirc;s determina&ccedil;&otilde;es. Os dados obtidos foram submetidos &agrave; an&aacute;lise de vari&acirc;ncia de um fator (ANOVA one-way). Diferen&ccedil;as entre as m&eacute;dias foram determinadas pelo teste de Tukey. A an&aacute;lise estat&iacute;stica foi realizada com o aux&iacute;lio do software SPSS 13.0 (SPSS Institute Inc., Cary, NC), adotando-se o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de p < 0,05.</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">RESULTADOS</font></b></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Apenas os extratos obtidos por etanol foram utilizados para a an&aacute;lise de fen&oacute;licos totais, uma vez que solu&ccedil;&otilde;es de polaridade intermedi&aacute;ria – avan&ccedil;ada s&atilde;o mais efetivas para extra&ccedil;&atilde;o destes compostos (27) (<a href="#tab1">Tabela 1</a>).</font></p> 					    <p style="line-height: 100%" align="center"><a name="tab1"> 					<img border="0" src="/img/fbpe/alan/v59n4/art10tab1.gif" width="435" height="319"></a></p>                         
<p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os valores de fen&oacute;licos totais em rela&ccedil;&atilde;o ao res&iacute;duo seco constam na 					<a href="#tab1">tabela 1</a>. Observa-se que o gr&atilde;o (GR) apresenta maior quantidade destas subst&acirc;ncias em rela&ccedil;&atilde;o aos seus produtos (p < 0,05). N&atilde;o foram observadas diferen&ccedil;as entre extrusado (EX), torrado (TO), estourado (ES) e cozido (CZ). No produto estourado, pode-se observar que o solvente etanol extraiu 1,17 mg de subst&acirc;ncias em cada mL de extrato e apresentou 22,73 mg EAG/g de res&iacute;duo seco. Este mesmo solvente extraiu apenas 0,54 mg de subst&acirc;ncias/mL no produto extrusado, no entanto, apresentou o mesmo teor de fen&oacute;licos totais do produto estourado. Foi verificado que nem todas as subst&acirc;ncias extra&iacute;das dos produtos de amaranto s&atilde;o compostos fen&oacute;licos. (<a href="#tab2">Tabela 2</a>).</font>    <p style="line-height: 100%" align="center"> 					<a name="tab2"> 					<img border="0" src="/img/fbpe/alan/v59n4/art10tab2.gif" width="437" height="361"></a>    
<p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Observa-se na 					<a href="#tab2">Tabela 2</a> que os extratos obtidos por hexano n&atilde;o apresentaram atividade antioxidante, uma vez que valores de IAA destas amostras foram iguais ou inferiores a 1,0. J&aacute; os extratos obtidos por etanol foram capazes de inibir a oxida&ccedil;&atilde;o lip&iacute;dica dos substratos. GR, ES, EX, CZ n&atilde;o apresentaram entre si valores estatisticamente diferentes de IAA. (<a href="#tab3">Tabela 3</a>).</font>    <p style="line-height: 100%" align="center"> 					<a name="tab3"> 					<img border="0" src="/img/fbpe/alan/v59n4/art10tab3.gif" width="433" height="327"></a>    
<p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">A inibi&ccedil;&atilde;o da oxida&ccedil;&atilde;o lip&iacute;dica (IOL) foi determinada apenas para o extrato obtido por etanol, uma vez que as amostras apresentaram um alto teor de lip&iacute;dios, impossibilitando a realiza&ccedil;&atilde;o desta an&aacute;lise no extrato obtido por hexano.</font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">De acordo com a  					<a href="#tab3">tabela 3</a> verifica-se que a coc&ccedil;&atilde;o ocasionou aumento da IOL. Os processos de extrus&atilde;o, explos&atilde;o e torra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o ocasionaram altera&ccedil;&atilde;o destes valores.</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">DISCUSS&Atilde;O</font></b></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os resultados de fen&oacute;licos totais representados na 					<a href="#tab1">Tabela 1</a> indicam que os processamentos t&eacute;rmicos utilizados na obten&ccedil;&atilde;o destes produtos alteraram a estrutura do gr&atilde;o de amaranto, o que acarretou em maior susceptibilidade destes compostos &agrave; oxida&ccedil;&atilde;o (28). &Eacute; poss&iacute;vel que alguns produtos de oxida&ccedil;&atilde;o, mesmo permanecendo como compostos fen&oacute;licos, n&atilde;o possam ser detectados por esta metodologia (28).</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Embora este m&eacute;todo seja o mais utilizado para quantifica&ccedil;&atilde;o de compostos fen&oacute;licos em alimentos, o reagente Folin-Ciocalteau &eacute; capaz de interagir com outros compostos n&atilde;o fen&oacute;licos, o que pode resultar em valores superestimados de fen&oacute;licos totais (29). O &aacute;cido asc&oacute;rbico presente no gr&atilde;o de amaranto (cerca de 69 mg/100 g) assim como os fen&oacute;licos, tamb&eacute;m reage com Folin-Ciocalteau (30), e pode da mesma forma ter sua estrutura modificada pelo tratamento t&eacute;rmico (31). Outro composto que pode reagir com o Folin-Ciocalteau &eacute; a prote&iacute;na (32), que representa 15% do gr&atilde;o de amaranto.</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Klimczak e col. (33) encontraram 39,17 mg de fen&oacute;licos totais/100 g no <i>Amaranthus caudatus</i>, enquanto neste estudo foram encontrados 65,93 mg de fen&oacute;licos totais/100 g no <i>Amaranthus cruentus</i>. Provavelmente a diverg&ecirc;ncia observada se deve as diferen&ccedil;as entre as esp&eacute;cies e as condi&ccedil;&otilde;es ambientais. Gamel (34) em estudo sobre a influ&ecirc;ncia do tratamento t&eacute;rmico verificou que o conte&uacute;do de fen&oacute;licos do <i>A. caudatus</i> e do <i>A. cruentus</i> foi reduzido quando comparado ao gr&atilde;o cru, dados que condizem com este estudo. Por&eacute;m encontrou menores valores no cozido comparado ao estourado, sendo que o mesmo n&atilde;o ocorreu no presente estudo. Isso provavelmente se deve ao tempo de cozimento do estudo de Gamel (34), mais de quinze minutos.</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">O teor de fen&oacute;licos totais presentes no gr&atilde;o de amaranto &eacute; superior ao descrito para aveia, trigo e ervilha (35).</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os valores de IAA dos extratos de hexano indicam que provavelmente os compostos antioxidantes n&atilde;o foram extra&iacute;dos por este solvente ou, ainda, estes compostos n&atilde;o agiram de forma eficiente a ponto de evitar a oxida&ccedil;&atilde;o dos lip&iacute;dios do substrato (gordura vegetal hidrogenada) somados aos lip&iacute;dios presentes na amostra.</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Apesar do IAA do extrato de etanol para as amostras GR, ES, EX, CZ n&atilde;o diferirem entre si, o teor de fen&oacute;licos totais (<a href="#tab1">Tabela 1</a>) destas amostras &eacute; diferente. Sugere-se que outras subst&acirc;ncias presentes no gr&atilde;o de amaranto, al&eacute;m dos compostos fen&oacute;licos, contribuiram para a atividade antioxidante observada (13, 14, 33). A redu&ccedil;&atilde;o dos valores de IAA no TO se deve provavelmente &agrave; perda de compostos termol&aacute;beis, uma vez que este processamento a seco exp&otilde;e a amostra a temperaturas elevadas por um per&iacute;odo mais prolongado que o ES e EX.</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o ao IOL observado ap&oacute;s a coc&ccedil;&atilde;o, sup&otilde;e-se que o aumento tenha ocorrido devido a uma maior concentra&ccedil;&atilde;o dos compostos com atividade antioxidante, com a solubiliza&ccedil;&atilde;o em &aacute;gua de compostos com baixa atua&ccedil;&atilde;o antioxidante; ou ainda, pode ter ocorrido a forma&ccedil;&atilde;o ou a libera&ccedil;&atilde;o de compostos n&atilde;o fen&oacute;licos que atuam na inibi&ccedil;&atilde;o da oxida&ccedil;&atilde;o lip&iacute;dica.</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Encontram-se na literatura valores de atividade antioxidante pelo sistema                     <span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:Verdana;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;;mso-ansi-language:ES;mso-fareast-language:ES;mso-bidi-language: AR-SA">&#946;</span>-caroteno/&aacute;cido linol&eacute;ico para o A. hypocondriacus de 26% (13), para o A. cruentus e A. hybridus de 26 e 25%, respectivamente (33). Nsimba e col. (14) observaram prote&ccedil;&atilde;o de 66% e 70% da oxida&ccedil;&atilde;o do                     b-caroteno ocasionada pelas subst&acirc;ncias presentes nos extratos obtidos por etanol de duas variedades de A. cruentus. Estes valores s&atilde;o mais pr&oacute;ximos aos encontrados no presente estudo. A diferen&ccedil;a entre os valores reportados pode ser decorrente dos diferentes m&eacute;todos de extra&ccedil;&atilde;o utilizados, bem como a variedade do gr&atilde;o e as condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas.  O crit&eacute;rio utilizado para escolher o melhor m&eacute;todo e solvente foi aquele que apresentou o maior teor de fen&oacute;licos totais e o melhor resultado de atividade antioxidante (21). Foi constatado neste estudo que a maioria dos compostos que apresentam atividade antioxidante s&atilde;o mais sol&uacute;veis em solventes polares, como o etanol, que em solventes apolares, como o hexano. No trabalho de Ozsoy e col (11) foi constatado que os solventes mais polares (metanol e &aacute;gua) extrairam mais compostos fen&oacute;licos e consequentemente apresentaram melhor atividade antioxidante quando comparado com o extrato menos polar (acetato de etila) de Amaranthus lividus.</font></p>                         ]]></body>
<body><![CDATA[<p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Apesar da redu&ccedil;&atilde;o do teor de fen&oacute;licos ocasionada pelos diferentes processamentos, a atividade antioxidante (IOL) do gr&atilde;o de amaranto praticamente se manteve, assim como ocorreu no IAA. Nsimba e col. (14) observaram que o teor de fen&oacute;licos e atividade antioxidante do gr&atilde;o de amaranto tiveram diferentes valores e foram fracamente correlacionados. Outros constituintes poderiam ser respons&aacute;veis pela atividade antioxidante deste gr&atilde;o. Polifen&oacute;is, antocianinas, flavon&oacute;ides, tocofer&oacute;is, tocotrien&oacute;is e vitamina C t&ecirc;m sido associados &agrave; atividade antioxidante deste gr&atilde;o (13-17); assim como os compostos gerados na rea&ccedil;&atilde;o de Maillard. Novas investiga&ccedil;&otilde;es visando &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o e a quantifica&ccedil;&atilde;o destes componentes, bem como a sua estabilidade frente aos processos utilizados para viabilizar o consumo do gr&atilde;o de amaranto devem ser realizadas.</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Verifica-se que no teste utilizando o aparelho                     Rancimat<sup>®</sup> a atividade antioxidante dos extratos do CZ e do GR foram semelhantes. Estes dois produtos apresentaram os maiores IAA, por&eacute;m todos os extratos etan&oacute;licos demonstraram potencial antioxidante.</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">O produto CZ apresentou os melhores resultados de atividade antioxidante, tanto para o teste                     Rancimat<sup>®</sup>, quanto para o sistema <span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:Verdana;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;;mso-ansi-language:ES;mso-fareast-language:ES;mso-bidi-language: AR-SA">&#946;</span>-caroteno/&aacute;cido linol&eacute;ico. Por&eacute;m, a ordem de grandeza da atividade antioxidante dos demais produtos n&atilde;o foi semelhante comparando-se estes dois testes. Vale ressaltar a import&acirc;ncia de se utilizar v&aacute;rios m&eacute;todos para avaliar a capacidade antioxidante de um alimento, pois cada teste avalia um mecanismo diferente de prote&ccedil;&atilde;o. A atividade antioxidante do gr&atilde;o de amaranto tamb&eacute;m foi constadada atrav&eacute;s do uso de outros m&eacute;todos, como por exemplo, o DPPH (1,1-difenil-2-picrilhidrazil) e o FRAP (poder antioxidante de redu&ccedil;&atilde;o do ferro) (14,17).</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os resultados obtidos neste trabalho em ambos os testes indicam a elevada atividade antioxidante do extrato obtido por etanol do gr&atilde;o de amaranto cru e de seus produtos.</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">CONCLUS&Atilde;O</font></b></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Todos os processamentos reduziram o teor de fen&oacute;licos totais. Por&eacute;m, os processos de explos&atilde;o, torra&ccedil;&atilde;o e extrus&atilde;o do gr&atilde;o de amaranto n&atilde;o reduziram a atividade inibit&oacute;ria da oxida&ccedil;&atilde;o quando comparados ao gr&atilde;o cru atrav&eacute;s do ensaio do                     <span style="font-size:10.0pt;mso-bidi-font-size:12.0pt; font-family:Verdana;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;;mso-ansi-language:ES;mso-fareast-language:ES;mso-bidi-language: AR-SA">&#946;</span>-caroteno/&aacute;cido linol&eacute;ico. No ensaio com aparelho                     Rancimat<sup>®</sup> observou-se que apenas a torra&ccedil;&atilde;o ocasionou menor inibi&ccedil;&atilde;o da oxida&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; mat&eacute;ria-prima.</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">O gr&atilde;o de amaranto tanto cru como processado apresenta potencial antioxidante. Polifen&oacute;is, antocianinas, flavon&oacute;ides, tocofer&oacute;is, vitamina C, assim como os compostos gerados na rea&ccedil;&atilde;o de Maillard podem estar associados &agrave; atividade antioxidante deste gr&atilde;o.</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">REFER&Ecirc;NCIAS</font></b></p>                         <!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">1.                     Ferreira TAPC, Matias ACG, Ar&ecirc;as JAG. Nutritional and functional characteristics of Amaranth (Amaranthus spp.). J Brazilian Soc Food Nutr. 2007; 32(2): 91-116.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499280&pid=S0004-0622200900040001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">2.                     Escudero NL, Arellano MLD, Luco JM, Gim&eacute;nez MS, Mucciarelli SI. Comparison of the chemical composition and nutritional value of Amaranthus cruentus flour and its protein concentrate. Plants Foods for Human Nutr. 2004; 59(1): 15-21.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499281&pid=S0004-0622200900040001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">3.                     Gamel TH, Linssen JP, Mesallam AS, Damir AA, Shekib LA. Effect of seed treatments on the chemical composition of two amaranth species: oil, sugars, fibers, minerals and vitamins. J Sci Food Agric. 2006; 86(1): 82-89.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499282&pid=S0004-0622200900040001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">4.                     Capriles VD, Coelho KD, Guerra-Matias AC, Ar&ecirc;as JAG.     Effects of processing methods on amaranth starch digestibility and predicted glycemic index. J Food Sci. 2008; 73(7): H160-H164.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499283&pid=S0004-0622200900040001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">5.                     Becker R, Wheller LE, Lorenz K, Stafford AE, Grosjean OK, Betschart AA, Saunders RM. A compositional study of amaranth grain. J Food Sci. 1981; 46(4): 1175-1180.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499284&pid=S0004-0622200900040001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">6.                     Betschart AA, Wood ID, Shepherd AD, Saunders RM. Amaranthus cruentus: milling characteristics, distribution of nutrients within seed components, and the effects of temperature on nutritional quality. J Food Sci. 1981; 46(4): 1181-1187.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499285&pid=S0004-0622200900040001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">7.                     Bressani R, Martell ECMD, God&iacute;nez CMD. Protein quality evaluation of amaranth in adult humans. Plants Foods Human Nutr. 1993; 43(2): 123-143.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499286&pid=S0004-0622200900040001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">8.                     Mendon&ccedil;a S, Saldiva PH, Cruz RJ,  Ar&ecirc;as JAG. Amaranth protein presents cholesterol-lowering effect. Food Chem. 2009; 116(3): 738-742.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499287&pid=S0004-0622200900040001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">9.                     Kupper C. Dietary guidelines and implementation for celiac disease. Gastroenter. 2005; 128 (4 supple 1): 121S-127S.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499288&pid=S0004-0622200900040001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">10.                     Qureshi AA, Lehman JW, Peterson DM. Amaranth and its oil inhibit cholesterol biosynthesis in 6-week-old female ckichens. J Nutr. 1996; 126(8): 1972-1978.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499289&pid=S0004-0622200900040001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">11.                     Grajeta H. Effect of amaranth and oat bran on blood serum and liver lipids in rats. Nahrung. 1999; 43(2): 114-117.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499290&pid=S0004-0622200900040001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">12.                     Plate AYA, Ar&ecirc;as JAG. Cholesterol – lowering effects of      extruded amaranth (Amaranthus caudatus L.) in                       hypercholesterolemic rabbits. Food Chem. 2002; 76(1): 1-6.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499291&pid=S0004-0622200900040001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">13.                     Czerwinski J, Bartnikowska E, Leontowicz H, Lange E, Leontowicz M, Katrich E, et al. Oat (Avena sativa L.) and amaranth (Amaranthus hypochondriacus) meals positively affect plasma lipid profile in rats fed cholesterol-containing diets. J Nutr Biochem. 2004; 15(10): 622–629.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499292&pid=S0004-0622200900040001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">14.                     Nsimba RY, Kikuzaki H, Konishi Y. Antioxidant activity of various extracts and fractions of Chenopodium quinoa and Amaranthus spp. seeds. Food Chem. 2008; 106(2): 760–766.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499293&pid=S0004-0622200900040001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">15.                     Kalinova J, Dadakova E. Rutin and total quercetin content in amaranth (Amaranthus spp.). Plant Foods Hum Nutr. 2009; 64(1):68–74.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499294&pid=S0004-0622200900040001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">16.                     Ozsoy N, Yilmaz T, Kurt O, Can A, Yanardag R.  In vitro antioxidant activity of Amaranthus lividus L. Food Chem. 2009; 116(4): 867–872.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499295&pid=S0004-0622200900040001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">17.                     Pasko P, Barton H, Zagrodzki P, Gorinstein S, Folta M, Zachwieja Z. Anthocyanins, total polyphenols and antioxidant activity in amaranth and quinoa seeds and sprouts during their growth. Food Chem. 2009; 115(3): 994–998.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499296&pid=S0004-0622200900040001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">18.                     Kaur C, Kapoor HC. Antioxidants in fruits and vegetables – the millennium’s health. Int J Food Sci Technol. 2001; 36(7): 703-725.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499297&pid=S0004-0622200900040001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">19.                     Nicoli MC, Anese M, Parpinel NT. Influence of processing on the antioxidant properties of fruit and vegetables. Trends Food Sci Techonol. 1999; 10(3): 94-100.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499298&pid=S0004-0622200900040001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">20.                     Bressani R. Amaranth: the nutritive value and potential uses of the grain and by products. Food Nutr Bulletin. 1998; 10(2): 49-59.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499299&pid=S0004-0622200900040001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">21.                     Nuutila AM, Puupponen-Pimia R, Aarni M, Oksman-Caldentey K-M. Comparison of antioxidant activities of onion and garlic extracts by inhibition of lipid peroxidation and radical          scavenging activity. Food Chem. 2003; 81(4): 485-493.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499300&pid=S0004-0622200900040001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">22.                     AOAC - Association of official analytical chemists. Official methods of analysis. 16th ed. Arlington (USA): AOAC; 1995.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499301&pid=S0004-0622200900040001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">23.                     Genovese MI, Santos RJ, Hassimotto NMA, Lajolo FM. Determina&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do de fen&oacute;licos totais em frutas. Braz J Phar Sci. 2003; 39(3): 167-169.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=499302&pid=S0004-0622200900040001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">24.                     Antolovich M, Prenzler PD, Patsalides E, McDonald S, Robards, K. Methods for testing antioxidant activity. 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