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<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Bebida mista à base de goiaba (Psidium guajava L.) e palma forrageira (Opuntia fícus-indica): desenvolvimento e aceitabilidade]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Mixed drink consisting of guava (Psidium guajava. L) and forrageira palm (Opuntia fícus-indica): development and acceptability]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Nowadays, in the beverage industry, the mixture of products became an alternative to increase the nutritional value or even to develop new flavors in the formulation of mixed drinks. The objective of this work was to develop a mixed drink of forrageira palm with guava. Four formulations with different palm concentrations and soluble solids were evaluated, keeping the concentration of guava stable. The products were submitted to chemical characterization (pH, soluble solids, titratable acidity, vitamin C) sensory evaluation (flavor, color, body and global acceptance) and microbiological analysis (total coliforms and thermotolerants, Salmonella and Estaphylococcus aureus). All the samples were well accepted in the sensory aspect and did not present any significant difference (p<0,5) among them. And the level of acceptance ranged from "I liked it slightly." to "I liked it moderately." for all the evaluated features. The formulated mixed drink was according to the chemical and microbiological patterns set by Brazilian laws, except for the pH that was above the ideal level for industrialized products. In respect of the microbiological analysis, none of the formulations presented microorganisms. The results showed that the elaborated product is in accordance with the identity and quality standards established for beverages. It also has a good sensory acceptance, which makes it a product with high potential for industrialization.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Suco]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><font face="Verdana"><b>Bebida mista à base de goiaba (<i>Psidium  guajava</i> L.) e palma forrageira (Opuntia fícus-indica): desenvolvimento e  aceitabilidade</b></font></p>     <p align="center"><b><font face="Verdana" size="2">Rita Débora de Sá Rodrigues  Batista, Robson Alves da Silva, Tatiane Menezes Brandão, Teresinha Rodrigues  Veloso, Josyanne Araújo Neves, Débora Nascimento e Santos</font></b></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Faculdade de Ciências Agrárias  de Araripina – FACIAGRA, Departamento de Tecnologia em Alimentos, Instituto  Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí – IFPI. Universidade Federal  do Piauí – UFPI. Brasil</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Atualmente, na indústria de  bebidas, uma alternativa para aumentar o valor nutritivo ou mesmo desenvolver  novos sabores tem sido a mistura de produtos na formulação de bebidas mistas.  Este trabalho teve como objetivo o desenvolvimento de uma bebida mista de palma  forrageira e goiaba. Foram avaliadas quatro formulações com diferentes  concentrações de palma e de sólidos solúveis, mantendo-se constante a  concentração de goiaba. As formulações foram submetidas à caracterização química  (pH, sólidos solúveis, acidez titulável, vitamina C), avaliação sensorial  (sabor, cor, corpo e aceitação global) e análises microbiológicas (coliformes  totais e termotolerantes, <i>Salmonella</i> e <i>Estaphylococcus aureus</i>).  Todas as formulações foram bem aceitas sensorialmente e não apresentaram  diferença significativa (p&lt;0,5) entre elas, estando o nível de aceitação entre &quot;gostei  ligeiramente&quot; e &quot;gostei moderadamente&quot; para todos os atributos avaliados. A  bebida mista formulada apresentou-se dentro dos parâmetros químicos e  microbiológicos fixados pela legislação brasileira, exceto para o pH, o qual se  apresentou acima do ideal para produtos industrializados. Em relação às análises  microbiológicas, nenhuma das formulações apresentou presença de microrganismos.  Os resultados mostraram que o produto elaborado encontra-se de acordo com os  padrões de identidade e qualidade para bebidas e com uma boa aceitação  sensorial, tornando-se um produto com potencial para industrialização.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras chave: </b>Suco,  análise química, análise sensorial, fruta.</font></p>     <p align="center"><font face="Verdana" size="2"><b>Mixed drink consisting of  guava (<i>Psidium guajava</i>. L) and forrageira palm (Opuntia fícus-indica):  development and acceptability.</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>SUMMARY</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Nowadays, in the beverage  industry, the mixture of products became an alternative to increase the  nutritional value or even to develop new flavors in the formulation of mixed  drinks. The objective of this work was to develop a mixed drink of <i>forrageira</i>  palm with guava. Four formulations with different palm concentrations and  soluble solids were evaluated, keeping the concentration of guava stable. The  products were submitted to chemical characterization (pH, soluble solids,  titratable acidity, vitamin C) sensory evaluation (flavor, color, body and  global acceptance) and microbiological analysis (total coliforms and  thermotolerants, <i>Salmonella</i> and <i>Estaphylococcus aureus</i>). All the  samples were well accepted in the sensory aspect and did not present any  significant difference (p&lt;0,5) among them. And the level of acceptance ranged  from &quot;I liked it slightly.&quot; to &quot;I liked it moderately.&quot; for all the evaluated  features. The formulated mixed drink was according to the chemical and  microbiological patterns set by Brazilian laws, except for the pH that was above  the ideal level for industrialized products. In respect of the microbiological  analysis, none of the formulations presented microorganisms. The results showed  that the elaborated product is in accordance with the identity and quality  standards established for beverages. It also has a good sensory acceptance,  which makes it a product with high potential for industrialization.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Key words:</b> Juice,  chemical analysis, sensory analysis, fruit.</font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><b>Recibido: 25/05/2010 Aceptado: 08/08/2010</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">O hábito do consumo de sucos de  frutas processadas tem aumentado, motivado pela falta de tempo da população em  preparar suco de frutas in natura, pela praticidade oferecida pelos produtos,  pela substituição do consumo de bebidas carbonatadas, devido ao seu valor  nutritivo e à preocupação com o consumo de alimentos mais saudáveis (1).</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os vegetais consistem em fonte  nutricional de vitaminas, minerais e carboidratos solúveis, sendo que alguns  possuem teor mais elevado de um ou de outro nutriente. Devido à isso, a  formulação de bebidas mistas prontas para beber pode ser utilizada com intuito  de melhorar as características nutricionais de determinados produtos (2), pela  complementação de nutrientes fornecidos por vegetais diferentes, como por  exemplo, goiaba e palma forrageira. Além disso, a obtenção de novos produtos é  uma forma de estimular o desenvolvimento de agroindústrias já existentes,  melhorando o aproveitamento da infra-estrutura disponível (3).</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A goiaba é um dos frutos  tropicais e subtropicais de maior valor nutricional. Possui conteúdos de  açúcares, ferro, cálcio, fósforo e vitaminas A, B e C superiores à maioria das  frutas (4). Algumas variedades nacionais apresentam em média um teor de ácido  ascórbico de 80 miligramas por 100 gramas. A goiaba branca e a amarela são mais  ricas em vitamina C que a vermelha (5).</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A palma forrageira (<i>Opuntia  ficus-indic</i>a Mill), uma cactácea cultivada na região semi-árida do Nordeste  brasileiro, possui grande quantidade de água e é rica em minerais. As raquetes  dessa forrageira apresentam elevado teor de carboidratos solúveis, alto  coeficiente de digestibilidade da matéria seca e elevada produtividade (6). </font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Sua utilização como forragem,  como verdura para consumo humano, e como matéria-prima para processamento é  diversificada. No mundo, o uso de broto de palma, basicamente, é restrito ao  México e outros países com influência mexicana (7), onde existem mais de 200  receitas de comidas à base de palma forrageira. Nos EUA e alguns países europeus  e asiáticos, a palma participa de receitas culinárias, consumidas  esporadicamente como alimento exótico.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">No Brasil, especificamente em  alguns municípios do Sertão baiano e da Chapada Diamantina, o broto de palma  participa da dieta da população local, e é vendida comercialmente em feiras  livres (8).</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Resultados experimentais  demonstraram que a palma forrageira tem propriedades medicinais e pode ser  eficiente em tratamentos contra diabetes, gastrite e obesidade (9). Além disso,  Neto et al. (10) demonstrou através do teste de micronúcleos em medula óssea de  ratos que a palma não têm efeito mutagênico, inclusive quando ministrada junto  com a ciclofosfamida apresentou efeito antimutagênico.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Diante do exposto, os objetivos  deste trabalho foram desenvolver uma bebida à base de goiaba e palma forrageira,  na forma de &quot;pronto para beber&quot; e estudar suas características químicas,  microbiológicas e sensoriais.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>MATERIAIS E MÉTODOS</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Materiais</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Foram utilizadas polpas de  goiaba vermelha congelada (Polpa Rio Grande, Teresina-PI), comercializadas nos  supermercados de Teresina-PI e a palma <i>in natura</i> colhida na cidade de  Araripina-PE.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os outros ingredientes  utilizados na formulação da bebida mista foram: água mineral (Manaíra, Dom  Expedito Lopes-PI) e açúcar cristal (Caeté, Maceió-AL), ambos adquiridos no  comércio varejista da cidade de Teresina-PI.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Formulação da polpa de palma</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">As raquetes ou brotos da palma  foram colhidos pesando entre 80 e 120 gramas e medindo de 15 a 20 cm de  comprimento, no período da manhã, acondicionadas em caixas isotérmicas e  transportadas para o Laboratório de Tecnologia em Alimentos na cidade de  Teresina-PI.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Após a recepção, as raquetes  foram lavadas com solução de hipoclorito de sódio a 50 ppm e selecionadas,  descartando-se aquelas com injúrias.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Foi realizado descasque manual  e superficial da palma, seguido de corte em cubos. Após a desintegração, em  liquidificador industrial, a polpa foi refinada em peneira e acondicionada em  embalagem plástica de 100 gramas. As embalagens foram seladas, congelada e  armazenada a – 20°C.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Formulação da bebida</b></font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Foram elaboradas quatro  formulações fixando a concentração de polpa de goiaba em 30% e variando os  percentuais de polpa de palma e sólidos solúveis (<a href="#tab1">Tabela 1</a>), visando á seleção  através de testes de aceitação das formulações. As quantidades de polpa e  sólidos solúveis foram baseadas na legislação vigente para suco de goiaba (11),  respeitando-se os critérios estabelecidos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"> <a name="tab1"> <img border="0" src="/img/fbpe/alan/v60n3/art11tab1.gif" width="379" height="223"></a></p> <font face="Verdana" size="2">     
<p align="justify">Cada formulação (A, B, C e D) foi produzida em três lotes, de  acordo com o fluxograma de processamento (<a href="#fig1">Figura 1</a>). As formulações foram  submetidas ao tratamento térmico de 90 °C por 1 minuto em tanque aberto de aço  inoxidável e enchimento a quente (<i>hot fill</i>), utilizando-se enchedora semi-automática  em garrafas de vidro de 250 mL fechadas com tampas plásticas com lacre, sendo  posteriormente resfriadas por aspersão de água clorada até temperatura de 35°C.</p>     <p align="center"> <a name="fig1"> <img border="0" src="/img/fbpe/alan/v60n3/art11fig1.gif" width="387" height="305"></a></p> </font><font face="Verdana" size="1"><font face="Verdana" size="2">     
<p align="justify">Após tratamento térmico as amostras foram mantidas à  temperatura ambiente (28 °C ± 2°C) até realização das análises. </p>     <p align="justify"><b>Análises químicas </b></p>     <p align="justify">As análises químicas foram realizadas em triplicata em todas  as formulações para caracterização de cada amostra.</p>     <p align="justify">Foram realizadas as análises de pH, determinado através de  leitura direta, em potenciômetro de marca WTW, modelo NT pH2; acidez total  titulável com resultados expressos em volume de ácido cítrico por 100 mL da  bebida; açúcares redutores, não redutores e totais pelo método de Lane-Eynon;  vitamina C, determinada pelo método titulométrico com 2,6-dicloroindofenol (DFI)  com resultados expressos em mg/100 mL de ácido ascórbico e sólidos solúveis (°Brix)  por refratometria em refratômetro ATAGO, todos conforme as normas descritas pelo  Instituto Adolfo Lutz (12).</p>     <p align="justify"><b>Análises microbiológicas</b></p>     <p align="justify">As análises microbiológicas envolveram a determinação de  termotolerantes (coliformes a 35°C e a 45°C), determinação de <i>Salmonella</i>  sp e <i>Staphylococcus aureus</i>. Foram realizadas no Laboratório Central de  Saúde Pública (LACEN- PI), conforme a RDC nº12 de 02/01/2001 (13).</p>     <p align="justify">Para análise dos microrganismos termotolerantes as amostras  foram preparadas transferindo-se 25 mL da bebida para um balão contendo 225mL de  água peptonada tamponada 0,1% (APT), sendo esta considerada a diluição 10-¹. A  partir desta diluição procederam-se as demais diluições seriadas 10-² e 10-³.  Inoculou-se as diluições 10-¹, 10-² e 10-³ em séries de três tubos com caldo  Lauril Sulfato Triptose e incubou-se em estufa bacteriológica a 35-37ºC por 24 e  48hs. Logo após este período os tubos positivos foram semeados em Caldo Lactose  Bile Verde Brilhante (CLBVB) para análise de Coliformes Totais, sendo mantidos a  35°C por 48hs, onde os tubos positivos foram repicados em tubos com o Caldo EC  que foram mantidos a 45,5°C em estufa bacteriológica por 48hs.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">Para a análise de <i>Salmonella</i>, foi realizado o pré-enriquecimento  em caldo não seletivo Água Dipeptonada Tamponada (ADPT) a temperatura de 35ºC  por 12-24 horas a partir de 25 mL de amostra; após esta etapa foi feito um  enriquecimento em caldo seletivo (caldo Tetrationato e Rappaport-Vassilians),  incubados a 42ºC por 24 horas. A partir destes, semeou-se uma alíquota em placas  com ágar <i>Salmonella-Shigella</i> (SS), ágar Entérico de Hectoen (HE).</p>     <p align="justify">A partir da diluição 10-¹ do balão utilizado para análise de  coliformes, preparou-se diluições sucessivas de 10-² e 10-³ utilizando tubos com  9 mL de água peptonada (AP) 0,1 %, para a determinação de <i>Staphylococcus  aureus</i>. Em seguida, semeou-se 0,1 mL de cada diluição (10-¹,10-² e 10-³) em  doze placas contendo ágar Baird Parker (BP), sendo incubadas a 35°C por 48h.</p>     <p align="justify"><b>Avaliação sensorial das formulações</b></p>     <p align="justify">As quatro formulações testadas tiveram suas características  de sabor, cor, corpo e aceitação global avaliadas utilizando-se escala hedônica  estruturada de nove pontos, na qual 9 representa “gostei muitíssimo”; 8, “gostei  muito”; 7, “gostei moderadamente”; 6, “gostei ligeiramente”; 5, “nem gostei, nem  desgostei”; 4, “desgostei ligeiramente”; 3, “desgostei moderadamente”; 2,  “desgostei muito”e 1, “desgostei muitíssimo” e também foi avaliado a intenção de  compra através de escala estruturada de cinco pontos, na qual 5 representa  “certamente compraria”; 4, “provavelmente compraria”; 3, “tenho dúvidas se  compraria”; 2, “provavelmente não compraria” e 1, certamente não “compraria”(14),  aplicadas a 60 provadores não treinados. </p>     <p align="justify">As amostras foram apresentadas aos provadores de forma  monádica, à temperatura de 9°C ± 1°C, em copos descartáveis codificados com  números de três dígitos escolhidos de forma aleatória. Os provadores  posicionados em cabines individuais foram orientados a observar as  características globais e ao preenchimento das fichas de respostas.</p>     <p align="justify"><b>Análise estatística </b></p>     <p align="justify">A análise estatística dos dados foi realizada através do  ”Statistical Analisys System” (15). O teste de comparação de média na análise  sensorial foi feito pelo teste SNK (5% de significância). O delineamento  experimental utilizado foi o de blocos completos inteiramente casualizados. Na  avaliação química, para realizar o teste de comparação de médias, foi utilizado  o teste de Tukey a 5% de significância.</p>     <p align="justify"><b>RESULTADOS</b></p>     <p align="justify"><b>Teste sensorial</b></p>     <p align="justify">O grau de aceitação e intenção de compra das amostras da  bebida mista de goiaba e palma com diferentes teores de palma e de sólidos  solúveis pode ser observado na <a href="#tab2">Tabela 2</a>, através dos valores hedônicos médios  atribuídos a cada amostra.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="tab2"> <img border="0" src="/img/fbpe/alan/v60n3/art11tab2.gif" width="395" height="295"></a></p>     
<p align="justify">Observa-se que todas as formulações foram bem aceitas  sensorialmente, com médias das respostas situando-se entre “gostei  moderadamente” e “gostei muito” para todos os atributos avaliados e, em relação  a intenção de compra observou-se que os provadores provavelmente comprariam o  produto. As médias não diferiram estatisticamente entre si ao nível de 5% de  significância.</p>     <p align="justify"><b>Análises químicas das formulações</b></p>     <p align="justify">A caracterização química dos sucos mistos encontra-se na <a href="#tab3">Tabela 3</a>. O parâmetro acidez em ácido cítrico revelou diferenças estatísticas  entre os tratamentos, variando de 0,19% para a formulação A até 0,23% de ácido  cítrico para a formulação D. Ainda sim, considerando os padrões de identidade e  qualidade para néctar de goiaba, todas as formulações encontram-se dentro dos  padrões estabelecidos pela Legislação vigente.</p>     <p align="center"><a name="tab3"> <img border="0" src="/img/fbpe/alan/v60n3/art11tab3.gif" width="387" height="278"></a></p> </font> <font face="Verdana" size="2">    
<p align="justify">O pH dos sucos mistos  também mostrou diferenças significativas, cujos valores ficaram entre 4,92 e  5,05. A determinação de ácido ascórbico evidenciou diferenças significativas  entre as amostras, destacando a presença duas vezes maior de vitamina C nas  formulações C e D (132,09 mg ácido ascórbico/100 mL) em relação à amostra do  suco misto A (88,06 mg ácido ascórbico/100 mL). Para este parâmetro, todas as  formulações atendem aos padrões de identidade e qualidade para néctar de goiaba.</p>     <p align="justify">Em relação aos açúcares totais, redutores e não redutores,  foi observado diferenças significativas, de modo que a formulação C apresentou  os menores teores de açúcares, a formulação D obteve maior teor de açúcares  redutores e a formulação B deteve maiores índices de açúcares não redutores e  totais.</p>     <p align="center"> <img border="0" src="/img/fbpe/alan/v60n3/art11tab4.gif" width="379" height="223"></p>     
<p align="justify"><b>DISCUSSÃO</b></p>     <p align="justify">A utilização de mistura de frutas e/ou outros vegetais na  elaboração de bebidas tem sido testada por outros autores com resultados  positivos. A utilização da mistura de goiaba e palma na elaboração da bebida  pode ser utilizada como um recurso para tornar a palma mais conhecida pelos  consumidores, deixando de ter um consumo apenas de natureza étnica ou cunho  regional (16), além de agregar ao produto as características funcionais,  organolépticas e nutricionais deste cacto.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">Observou-se que os valores de vitamina C encontrados nas  formulações foram maiores nas amostras C e D, que possuem maior percentual de  palma. Logo, pode-se afirmar que a palma promoveu um enriquecimento nutricional  em relação à vitamina C quando misturada à goiaba.</p>     <p align="justify">Os dados demonstraram que essa mistura de palma é viável no  incremento nutricional da vitamina C em bebidas, uma vez que os teores  encontrados na bebida (88,06 – 176,12 mg/100mL) foram maiores que os valores  encontrados na polpa de goiaba (67,86 mg/100mL) (17) e no suco de laranja (34,34  mg/100mL) (18), ambos já considerados boa fonte de vitamina C. </p>     <p align="justify">Tendo em vista que o resultado sensorial dos atributos  avaliados não apresentou diferença significativa entre as quatro formulações, o  parâmetro vitamina C torna-se um importante requisito para seleção da bebida com  maior potencial para industrialização devido à sua importância para a saúde. </p>     <p align="justify">O painel sensorial desse experimento, composto de 60  provadores não treinados, mostrou-se mais significativo quando comparado aos  estudos de Gouveia et al (19), e de Prati, Moretti e Cardello (20), nos quais  pesquisou-se a aceitação sensorial de formulações de misturas de sucos de frutas  utilizando-se 35 provadores.</p>     <p align="justify">Embora as formulações C e D apresentem as mesmas  concentrações de vitamina C (176,12 mg /100mL), a formulação C é a que apresenta  um menor teor de sólidos, o que a torna a bebida com melhor potencial para  industrialização levando-se em consideração que o custo de grandes quantidades  de açúcar poderia tornar o produto oneroso do ponto de vista de processamento  industrial.</p>     <p align="justify">A variação significativa na acidez (p&gt;0,05) demonstra que o  aumento na concentração de polpa de palma proporciona um aumento na acidez das  bebidas. De acordo com Asenjo (21) e Oliveira et al (22), a acidez varia  proporcionalmente ao conteúdo de vitamina C, e portanto, quanto maior a  quantidade de vitamina C, maior a acidez.</p>     <p align="justify">Os resultados de pH encontrados para a mistura de palma e  goiaba variaram de 4,92 a 5,05, valores estes diferentes daqueles encontrados  para o suco de goiaba, em média 3,63 (23). A palma possui pH neutro ou próximo  de 7 (24) sendo, portanto, responsável pelo pH pouco ácido da bebida (25).</p>     <p align="justify">Em relação aos açúcares, observou-se uma variação entre os  açúcares redutores. Segundo Bobbio e Bobbio (26), a sacarose é um dissacarídeo  não-redutor, que em solução aquosa e em meio ácido é facilmente hidrolisado em  monossacarídeos redutores, D-glicose e D-frutose. Esse mecanismo químico  justifica a variação dos teores de açúcares redutores entre as formulações, uma  vez que as bebidas foram acrescidas de açúcar (sacarose) e a acidez do meio  propicia a hidrólise da sacarose. Além disso, o tempo e a temperatura do  tratamento térmico também podem ter influenciado, visto que altas temperaturas  influenciam no processo de hidrólise da sacarose (27).</p>     <p align="justify">A ausência de microrganismos na bebida indica que as  condições higiênico-sanitárias durante o processamento foram adequadas e que o  tratamento térmico empregado foi eficiente.</p>     <p align="justify"><b>CONCLUSÕES</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">A mistura de goiaba com palma é viável na elaboração de  bebidas mistas, dentro do processamento utilizado.</p>     <p align="justify">Todas as formulações testadas foram bem aceitas pelos  provadores, não havendo diferença significativa entre as formulações ao nível de  5%. A formulação C além de boa aceitação, apresentou um aumento de vitamina C e  utilizou uma menor concentração de açúcar, sendo por isso considerada como mais  viável para elaboração da bebida. </p>     <p align="justify">As formulações testadas apresentaram padrões químicos e  microbiológicos aceitáveis de acordo com as legislações vigentes, estando  adequadas para consumo.</p>     <p align="justify"><b>REFERÊNCIAS</b></p>     <!-- ref --><p align="justify">1. Matsuura FCAU, Rolim RB. Avaliação da adição de suco  	de acerola em suco de abacaxi visando a produção de um blend com alto teor  	de vitamina C. Rev Bras Frutic. 2002; 24 (1):138-141.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503832&pid=S0004-0622201000030001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">2. Jain SK, Khurdiya DS. Vitamin C enrichment of fruit  	juice based ready-to-serve beverages through blending of Indian gooseberry (Emblica  	officinalis Gaertn.) juice. Plant Foods Hum Nutr. 2004;59(2):63-66.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503833&pid=S0004-0622201000030001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">3. Carvalho JM, Maia GA, Figueiredo RW, Brito ES, Garruti  	DS. Bebida mista com propriedade estimulante à base de água de coco e suco  	de caju clarificado. Ciênc Tecnol Aliment. 2005; 25(4):813-818.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503834&pid=S0004-0622201000030001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: Verdana">4.  Pereira FM, Martinez JRM. Goiabas para industrialização. Jaboticabal, Legis  Summa; 1986. p. 142.</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503835&pid=S0004-0622201000030001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">5. Neto LG, Soares JM. Goiaba para exportação. Aspecto  	técnico da Produção. Brasília: Embrapa – SPI; 1996.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503836&pid=S0004-0622201000030001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">6. Amorim BC, Mota MMA, Simões VS, Silva FLH, Oliveira  	LSC. Estudo do enriquecimento protéico da mistura raquete e bagaço da fruta  	da palma forrageira. Disponível em: &lt;<a target="_blank" href="http://www.feq.unicamp.br/~cobeqic/resaceito/BT08.pdf">http://www.feq.unicamp.br/~cobeqic/resaceito/BT08.pdf</a>&gt;  	Acesso em: 10 fev. 2005.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503837&pid=S0004-0622201000030001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">7. Flores-Flores V, Tekelenburg A. Produção de coranti  	dacti (Dacylopius coccus Costa). In: BARBERA, G.; INGLESE, P. (Eds.).  	Agroecologia, cultivos e usos da palma forrageira. Paraíba: SEBRAE/PB; 2001.  	p.169-186.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503838&pid=S0004-0622201000030001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">8. Guedes CC. Culinária com broto de palma. João Pessoa, Universitária;  2002. p.53.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503839&pid=S0004-0622201000030001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">9. Suassuna P. O Projeto Palma no trópico brasileiro. In:  	Seminário de tropicologia. 2004, Recife. Anais... [prelo].&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503840&pid=S0004-0622201000030001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">10. Neto JXA, Medeiros FPM, Melo AJM, Dantas JP.  	Avaliação do efeito mutagênico da palma forrageira (Opuntia fícus-indica  	Mill) através do teste de micronúcleos em medula óssea de ratos (Rattus  	novergicus, linhagem Wistar) in vivo. Revista de Biologia e Ciências da  	Terra; 2005; 5 (2).&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503841&pid=S0004-0622201000030001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">11. Brasil. Ministério da Agricultura. Instrução  	Normativa n.12 de 04 de setembro de 2003. Anexo III: Padrões de identidade e  	qualidade dos néctares de abacaxi, acerola, caju, goiaba, graviola, mamão,  	manga, maracujá, pêssego e pitanga. D. O. U. – Diário Oficial da União,  	Brasília (DF); 09 de setembro de 2003. Disponível em: &lt;<a target="_blank" href="http://www.agricultura.gov.br">www.agricultura.gov.br</a>&gt;.  	Acesso em: 05 fev. 2007.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503842&pid=S0004-0622201000030001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">12. Instituto Adolfo Lutz. Normas analíticas do IAL:  	Métodos químicos e físicos para análise de Alimentos. 3. ed: São Paulo,  	1985.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503843&pid=S0004-0622201000030001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">13. Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).  	Resolução RDC nº 12, de 02 de janeiro de 2001: Aprova o Regulamento Técnico  	sobre padrões microbiológicos para alimentos. D. O. U. – Diário Oficial da  	União, Brasília (DF); 10 de Janeiro de 2001. Disponível em: &lt;<a target="_blank" href="http://e-legis.bvs.br/leisref/public/showAct.php?id=144">http://e-legis.bvs.br/leisref/public/showAct.php?id=144</a>&gt;.  	Acesso em: 15 maio 2007.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503844&pid=S0004-0622201000030001100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">14. Meilgaard M, Civille GV, Carr BT. Sensory Evaluation  	Techniques. Boca Raton: CRC Press; 1987. p.159. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503845&pid=S0004-0622201000030001100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">15. SAS Institute INC. SAS/STAT; user’s guide: version 6, 4.  ed. Cary; 1989: 2. 846p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503846&pid=S0004-0622201000030001100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">16. SEBRAE. Agroecologia, cultivo e usos da palma forrageira.  	Sebrae-PB; 2001.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503847&pid=S0004-0622201000030001100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">17. Brunini MA, Oliveira AL, Varanda DB. Avaliação da  	qualidade de polpa de goiaba ‘Paluma’ armazenada a -20ºC. Rev Bras Frutic.  	2003;25(3):394-396.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503848&pid=S0004-0622201000030001100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">18. Tavares JTQ, Silva CL, Carvalho LA, Silva M, Santos CMG.  	Estabilidade do ácido ascórbico em suco de laranja submetido a diferentes  	tratamentos. Rev Magistra 2000;12(1-2):1-4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503849&pid=S0004-0622201000030001100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">19. Gouveia DS, Mata MERMC, Duarte MEM, Ugulino SMP.  	Avaliação físico-química e teste de aceitação sensorial do suco de pinha e  	do blend pinha-leite. Revista Brasileira de Produtos Agropecuários  	2006;8(2):127-133.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503850&pid=S0004-0622201000030001100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">20.&nbsp;Prati P, Moretti RH, Cardello HMAB. Elaboração de bebida  	composta por mistura de garapa parcialmente clarificada-estabilizada e sucos  	de frutas ácidas. Ciência e Tecnologia de Alimentos 2005;25(1):147-152.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503851&pid=S0004-0622201000030001100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><span style="font-size: 10.0pt; font-family: Verdana">21.  Asenjo CF. La ciência moderna: aspectos químicos para nutritivos de la acerola <i>(Malpighia punicifolia L</i>) Ciência. &nbsp;Revista Hispano Americana de Ciências  Punas y Aplicadas, México 1959;19(6-7):109-119.</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503852&pid=S0004-0622201000030001100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">22. Oliveira MEB, Bastos MSR, Feitosa T, Branco MAAC, Silva  	MGG. Avaliação de parâmetros de qualidade físico-químicos de polpas  	congeladas de acerola, cajá e caju. Ciênc Tecnol Aliment.  	1999;19(3):326-332.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503853&pid=S0004-0622201000030001100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">23. Pinheiro AM, Fernades AG, Sousa PHM, Fai AEC, Maia GA.  	Estudos dos padrões de identidade e qualidade de suco não adoçado de goiaba  	(Psidium guajava) de cinco marcas comerciais. In: XVIII Congresso Brasileiro  	de Ciência e Tecnologia de Alimentos, 2004, Recife. Anais. Campinas, SBCTA,  	2004.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503854&pid=S0004-0622201000030001100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">24. Chiacchio FPB, Mesquita AS, Santos JR. Palma forrageira:  	uma oportunidade econômica ainda desperdiçada para o Semi-árido baiano.  	Bahia Agrícola 2006; 7(3):39-49.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503855&pid=S0004-0622201000030001100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">25. Evangelista J. Tecnologia de alimentos. São Paulo, Atheneu, 2003.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503856&pid=S0004-0622201000030001100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">26. Bobbio FO, Bobbio FO. Introdução à química de  	alimentos. São Paulo, Varela, 1992.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503857&pid=S0004-0622201000030001100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">27. Silva RA. Desenvolvimento e estabilidade de néctar de  	caju adoçado com mel de abelha Apis mellifera. (Dissertação). Fortaleza:  	Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Ceará, 2006.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=503858&pid=S0004-0622201000030001100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body>
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