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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fatores associados à adiposidade em adolescentes do sexo feminino eutróficas com adequado e elevado percentual de gordura corporal: elaboração de um modelo de risco]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study was carried out to evaluate the factors associated with adiposity in normal weight adolescents presenting appropriate or high percent body fat, who attended the public schools in Viçosa county- Minas Gerais/Brazil. A total of 118 female adolescents at age range from 14 to 19 years and have already presented the menarche were evaluated. The adolescents were divided into 2 groups: G1 with high percent body fat and G2 with appropriate percent body fat. The following variables were evaluated: anthropometric, body composition, lifestyle and the family history of non-communicable chronic diseases. In subsample, the basal energy consumption was determined by indirect calorimetry. The G1-grouped adolescents showed higher values for most anthropometric and body composition variables (p<0.001). No differences were observed (p>0.05) for basal metabolism and metabolism of lean body mass, smoking habit, total energy consumption and protein and lipid as well between groups. When comparing the physical activity level, the G1 adolescents spent more time with 1-level sedentary activities whereas the G2 ones showed higher total caloric consumption with daily activities (p <0.001). According to risk factors under analysis, the variables related to lifestyle, as distinguishing the use of sweeteners (OR=13.47), provided higher contribution to excessive adiposity in the normal weight adolescents. The detailed analysis of the body composition as well as the risk factors associated with excessive body fat makes possible the early diagnosis and the development of more appropriate intervention means.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p style="line-height: 100%" align="center"><b><font face="Verdana" size="3">Fatores associados à adiposidade em adolescentes do sexo feminino eutróficas com adequado e elevado percentual de gordura corporal: elaboração de um modelo de risco</font></b>                         <p style="line-height: 100%" align="center"><font size="2" face="Verdana">Poliana Ribeiro Vieira, Eliane de Faria, Franciane de Faria, Naiara Sperandio, Cristiana Araújo, Roberta Stofeles, Daniela Alves, Sylvia do Carmo Castro, Josefina Bressan, Silvia Eloiza.</font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font size="2" face="Verdana">Departamento de Nutri&ccedil;&atilde;o e Sa&uacute;de, Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, Vi&ccedil;osa/MG, Brasil</font></p>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font>                     </b>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" SIZE="2">O                     objetivo deste estudo foi avaliar os fatores associados com                     adiposidade em adolescentes eutróficas com adequado e                     elevado percentual de gordura corporal. Foram avaliadas 118                     adolescentes do sexo feminino, de 1419 anos, estudantes de                     escolas públicas do município de Viçosa (Minas                     Gerais)/Brazil, que já haviam apresentado menarca. As                     adolescentes foram divididas em 2 grupos: G1 com elevado                     percentual de gordura corporal e G2 com adequado percentual                     de gordura corporal. Avaliou-se variáveis antropométricas                     e de composição corporal, de estilo de vida e história                     familiar de doenças crônicas não transmissíveis. Em                     subamostra determinou-se o gasto energético basal por                     calorimetria indireta. As adolescentes do G1 apresentaram                     maiores valores da maioria das variáveis antropométricas e                     de composição corporal (p&lt;0,001). Não se observou                     diferença (p&gt;0,05) do metabolismo basal e metabolismo de                     massa magra, hábito de fumar, consumo energético total, de                     proteínas e de lipídeos entre os grupos. Ao comparar o nível                     de atividade física, verificou-se que adolescentes do G1                     gastaram mais tempo com atividades sedentárias de nível 1                     e as do G2 apresentaram maior gasto calórico total com                     atividades diárias (p&lt;0,001). De acordo com os fatores                     de risco analisados, as variáveis relacionadas ao estilo de                     vida, com destaque para uso de adoçantes (OR=13,47), foram                     as que mais contribuíram para o excesso de adiposidade nas                     adolescentes eutróficas. A análise detalhada da composição                     corporal assim como dos fatores de risco envolvidos com                     excesso de adiposidade, possibilita diagnóstico precoce e                     elaboração de medidas de intervenção mais adequadas.</font>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana"><b><font size="2">Palavras chaves:</font>                     </b> <font size="2"> adolesc&ecirc;ncia; composi&ccedil;&atilde;o corporal; adiposidade; modelo de risco; percentual de gordura corporal.</font>                     </font>                     </span>                         <p align="center" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">Factors associated with adiposity in normal weight female adolescents with adequate and high percent body fat: elaborating a risk model</font>                     </b>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">SUMMARY</font>                     </b>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" SIZE="2">This                     study was carried out to evaluate the factors associated                     with adiposity in normal weight adolescents presenting                     appropriate or high percent body fat, who attended the                     public schools in Viçosa county- Minas Gerais/Brazil. A                     total of 118 female adolescents at age range from 14 to 19                     years and have already presented the menarche were                     evaluated. The adolescents were divided into 2 groups: G1                     with high percent body fat and G2 with appropriate percent                     body fat. The following variables were evaluated:                     anthropometric, body composition, lifestyle and the family                     history of non-communicable chronic diseases. In subsample,                     the basal energy consumption was determined by indirect                     calorimetry. The G1-grouped adolescents showed higher values                     for most anthropometric and body composition variables                     (p&lt;0.001). No differences were observed (p&gt;0.05) for                     basal metabolism and metabolism of lean body mass, smoking                     habit, total energy consumption and protein and lipid as                     well between groups. When comparing the physical activity                     level, the G1 adolescents spent more time with 1-level                     sedentary activities whereas the G2 ones showed higher total                     caloric consumption with daily activities (p &lt;0.001).                     According to risk factors under analysis, the variables                     related to lifestyle, as distinguishing the use of                     sweeteners (OR=13.47), provided higher contribution to                     excessive adiposity in the normal weight adolescents. The                     detailed analysis of the body composition as well as the                     risk factors associated with excessive body fat makes                     possible the early diagnosis and the development of more                     appropriate intervention means.</font>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana"><b><font size="2">Key words:</font>                     </b> <font size="2"> adolescence; body composition, adiposity, risk model, body fat percentage.</font>                     </font>                     </span>                         ]]></body>
<body><![CDATA[<p style="line-height: 100%" align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">Recibido: 23/05/2011</font>                     </b>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">Aceptado: 28/09/2011</font>                     </b></p>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</font>                     </b>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">A adolesc&ecirc;ncia caracteriza-se por ser uma fase de intensas transforma&ccedil;&otilde;es, que marca a transi&ccedil;&atilde;o entre a inf&acirc;ncia e a vida adulta, &eacute; cronologicamente definida como o per&iacute;odo que vai dos 10 aos 19 anos. Eventos importantes como estir&atilde;o do crescimento e a matura&ccedil;&atilde;o sexual destacam-se neste momento (1).</font>                     </span>     <P style="line-height: 100%" align="justify"> <font face="Verdana" size="2"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >A classificação do estado nutricional do adolescente é complexa vista as alterações que ocorrem durante este estágio da vida. Sendo assim, diferentes indicadores, como antropometria, exame clínico, bioquímico e avaliação da composição corporal devem ser utilizados para se obter diagnóstico mais preciso (2,3).</SPAN ></font></P>     <P style="line-height: 100%" align="justify"> <font face="Verdana" size="2"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >Alguns fatores estão associados ao excesso de adiposidade na adolescência, como hábitos alimentares inadequados, sedentarismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas. A menarca em adolescentes com idade inferior a 12 anos também está relacionada com maior quantidade de tecido adiposo, aumento da pressão arterial, dos lipídeos sanguíneos, insulina e glicose (4,2).</SPAN ></font></P>     <P style="line-height: 100%; margin-bottom: 0px" align="justify"> <font face="Verdana" size="2"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >A obesidade na adolescência vem aumentando durante os últimos anos e tem sido associada ao aparecimento precoce de doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial, dentre outras. Nos 34 anos decorridos de 1974-1975 a 2008-2009 no Brasil, a prevalência de excesso de peso aumentou em seis vezes nos adolescentes do sexo masculino (de 3,7 para 21,7%) e em quase três vezes no sexo feminino (de 7,6 para 19,4%) (5).</SPAN ></font></P>     <P style="line-height: 100%; margin-bottom: 0px" align="justify"> <font face="Verdana" size="2"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >A deposição excessiva de tecido adiposo principalmente na região abdominal agrava essa situação. Por isso deve-se prestar atenção ao adolescente que apresenta Índice de Massa Corporal (IMC) adequado, uma vez que este pode apresentar percentual de gordura elevado e também vir a apresentar riscos de morbimortalidade semelhantes aos com IMC elevado. Logo, torna-se evidente a importância de se avaliar a composição corporal nesta fase para prevenção das doenças crônicas não transmissíveis na vida adulta (2, 4).</SPAN ></font></P>     <P style="line-height: 100%; margin-bottom: 17px" align="justify"> <font face="Verdana" size="2"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >Este artigo objetivou avaliar os fatores associados com adiposidade em adolescentes eutróficas com adequado e elevado percentual de gordura corporal.</SPAN ></font></P>     <p style="line-height: 100%" align="justify"> <b><font size="2" face="Verdana"> <SPAN style="color: #221E1F" >MATERIAIS E MÉTODOS </SPAN ></font></b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P style="line-height: 100%; margin-bottom: 0px" align="justify"> <font size="2" face="Verdana"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >Estudo transversal, com 118 adolescentes do sexo feminino, de 14 a 19 anos, do município de Viçosa (MG), tendo como critérios de inclusão: ser estudante da rede pública de ensino, eutrófica com adequado ou elevado percentual de gordura corporal, com menarca há pelo menos um ano, sem uso de medicamentos, não portadora de enfermidade crônica e não ter engravidado ou estar grávida.</SPAN ></font></P>     <P style="line-height: 100%; margin-bottom: 0px" align="justify"> <font size="2" face="Verdana"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >Com o intuito de obter um grupo mais homogêneo, escolheu-se estudar adolescentes do sexo feminino um ano pós-menarca, pois, espera-se que elas se encontrem em fase semelhante de desenvolvimento puberal. </SPAN ></font></P>     <P style="line-height: 100%; margin-bottom: 0px" align="justify"> <font size="2" face="Verdana"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >As participantes foram agrupadas em grupos diferentes: grupo 1 (G1): eutróficas pelo IMC para idade e sexo (IMC/I) (6), porém, com sobrepeso segundo a classificação da percentual de gordura corporal (&#8805;30%) (7) e grupo 2 (G2): eutróficas pelo IMC/I (6) com percentual de gordura corporal normal (&gt; 20% e &lt; 25%) (7).</SPAN ></font></P>     <P style="line-height: 100%; margin-bottom: 0px" align="justify"> <font size="2" face="Verdana"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >O cálculo amostral foi realizado utilizando-se o software Epi Info 6.04, para estudos transversais, considerando-se a população do município de 4.507 indivíduos na faixa etária e sexo, do estudo (8), prevalência de excesso de gordura corporal estimada em 25% (9), com variabilidade de 10% e 95% de nível de confiança, resultando tamanho amostral mínimo de 55 indivíduos. Entretanto, chegou-se a 59 em cada grupo, totalizando amostra de 118 adolescentes.</SPAN ></font></P>     <P style="line-height: 100%; margin-bottom: 0px" align="justify"> <font size="2" face="Verdana"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >Para a seleção amostral foram escolhidas ao acaso quatro escolas públicas localizadas na região urbana do município. Realizou-se triagem com aferição de peso, estatura e percentual de gordura corporal em 560 adolescentes. Dessas, todas que atenderam aos critérios de inclusão participaram da seleção por meio de sorteio.</SPAN ></font></P>     <P style="line-height: 100%; margin-bottom: 17px" align="justify"> <font size="2" face="Verdana"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >As adolescentes sorteadas de ambos os grupos foram submetidas à avaliação antropométrica, registro de atividades físicas e aplicação do inquérito sobre fatores de risco para o excesso de gordura corporal. Sorteou-se uma subamostra (n=24), correspondente a 20% de cada grupo, para estimativa do metabolismo basal.</SPAN ></font></P>     <p style="line-height: 100%" align="justify"> <b><font face="Verdana" size="2"> <SPAN style="color: #221E1F" >Avaliação Antropométrica </SPAN ></font></b></p>     <P style="line-height: 100%" align="justify"> <font face="Verdana" size="2"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >O peso foi obtido em balança eletrônica, com capacidade de até 150 kg e subdivisão em 100 g. Para a aferição da estatura foi utilizado antropômetro portátil, com extensão de 2 m e escala de 0,1 cm. O peso e a estatura foram aferidos segundo as técnicas preconizadas por Jellife (10).</SPAN ></font></P>     <P style="line-height: 100%" align="justify"> <font face="Verdana" size="2"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >A avaliação do estado nutricional foi realizada através do IMC para idade e sexo, utilizando-se os pontos de corte e a referência antropométrica preconizados pela World Health Organization (6).</SPAN ></font></P>     <P style="line-height: 100%" align="justify"> <font face="Verdana" size="2"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >O percentual de gordura corporal foi estimado por bioimpedância elétrica bipolar (Tanita) e por pregas cutâneas bicipital, tricipital, subescapular, suprailíaca, utilizando-se o equipamento Lange Skinfold Caliper©, segundo as técnicas propostas por Cameron (11). </SPAN ></font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P style="line-height: 100%; margin-bottom: 0px" align="justify"> <font face="Verdana" size="2"><span style="color: #221E1F">O percentual de gordura corporal, de ambos os mé<SPAN style="font-family:'serif', 'Times New Roman PSMT', serif; font-size:11pt; font-weight:normal; color:#221E1F" >todos, foi analisado segundo a classificação proposta por Lohman (7). Para a adolescente ser incluída no estudo, o percentual de gordura corporal deveria coincidir com a faixa de classificação pelos dois métodos.</SPAN ></span></font></P>     <P style="line-height: 100%; margin-bottom: 0px" align="justify"> <font face="Verdana" size="2"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >Para localização da gordura corporal utilizou-se o somatório das pregas cutâneas bicipital, tricipital (gordura periférica – GP) e subescapular, suprailíaca (gordura central – GC).</SPAN ></font></P>     <P style="line-height: 100%; margin-bottom: 0px" align="justify"> <font face="Verdana" size="2"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >Calculou-se a relação entre a gordura central/periférica (GC/GP) e os índices derivados do IMC, índice de massa corporal de gordura (IMCG) e livre de gordura (IMCLG).</SPAN ></font></P>     <P style="line-height: 100%; margin-bottom: 0px" align="justify"> <font face="Verdana" size="2"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >A gordura corporal em quilogramas (Gord kg) foi calculada a partir do percentual de gordura obtido pela bioimpedância vertical e do peso da adolescente. A massa magra em quilogramas (MM kg) foi obtida subtraindo-se do peso total a gordura em quilogramas.</SPAN ></font></P>     <P style="line-height: 100%; margin-bottom: 17px" align="justify"> <font face="Verdana" size="2"> <SPAN style="font-weight: normal; color: #221E1F" >As circunferências da cintura (CC) e do quadril (CQ) foram aferidas com fita métrica, com extensão de 2 metros, flexível e inelástica, dividida em centímetros e subdivida em milímetros, tomando-se cuidado para não comprimir as partes moles. A medida da CC foi aferida na menor circunferência e a CQ na maior proeminência da região glútea. Calculou-se a Relação Cintura/Quadril (RCQ) e Relação Cintura/Estatura (RCE).</SPAN ></font></P>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">Avalia&ccedil;&atilde;o da Atividade f&iacute;sica</font>                     </b>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Para a determina&ccedil;&atilde;o da atividade f&iacute;sica foi realizado o registro de 24 horas, sendo convertido em gasto cal&oacute;rico total com atividades, custo energ&eacute;tico por grupo de atividades e tempo de gasto por grupo de atividades (12).</font>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">Inqu&eacute;rito sobre os fatores de risco</font>                     </b>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Avaliou-se o consumo de cigarros e de bebidas alco&oacute;licas (frequ&ecirc;ncia e tipo), h&aacute;bito alimentar, n&uacute;mero e tipo de refei&ccedil;&otilde;es realizadas e uso de produtos diet/light ou desnatados. Analisou-se a hist&oacute;ria familiar de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas n&atilde;o transmiss&iacute;veis como obesidade, diabetes, hipertens&atilde;o e altera&ccedil;&otilde;es na tire&oacute;ide.</font>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">A composi&ccedil;&atilde;o da dieta foi analisada atrav&eacute;s de um recordat&oacute;rio de 24 horas. Calculou-se o valor energ&eacute;tico total (VET) ingerido, a quantidade de prote&iacute;na (g), carboidratos (g), lip&iacute;dios (g). A adequa&ccedil;&atilde;o da contribui&ccedil;&atilde;o dos macronutrientes em porcentagem do valor energ&eacute;tico total foi calculada com base na Faixa de Distribui&ccedil;&atilde;o Aceit&aacute;vel de Macronutrientes (ADMR) do Institute of Medicine/ Food and Nutrition Board (13).</font>                     </span>                         ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">Estimativa do Metabolismo basal</font>                     </b>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">A determina&ccedil;&atilde;o do gasto energ&eacute;tico basal foi realizada por calorimetria indireta, por meio do monitor metab&oacute;lico Deltatrac II® (14). O metabolismo basal foi posteriormente corrigido pelo peso corporal e denominado taxa metab&oacute;lica basal. Foi tamb&eacute;m corrigido pela gordura em quilogramas (Metabolismo MG) e pela massa magra em quilogramas (Metabolismo MM).</font>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">Software’s e an&aacute;lise estat&iacute;stica</font>                     </b>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">A an&aacute;lise dos dados foi feita utilizando-se o software Epi Info, vers&atilde;o 6.04 e o Sigma Statistic for Windows vers&atilde;o 3.5. Para c&aacute;lculo da composi&ccedil;&atilde;o da dieta utilizou-se o software Diet Pro 3.0. Os testes utilizados foram o Teste t de Student ou Mann Whitney, Qui-quadrado ou teste exato de Fischer, dependendo da caracter&iacute;stica das vari&aacute;veis. Elaborou-se um modelo de risco a partir das vari&aacute;veis que apresentaram diferen&ccedil;as significantes entre os grupos, sendo analisadas a Raz&atilde;o de Chances ou Odds Ratio (OR) e seus Intervalos de Confian&ccedil;a. O n&iacute;vel de rejei&ccedil;&atilde;o da hip&oacute;tese de nulidade foi <0,05.</font>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Utilizou-se regress&atilde;o log&iacute;stica simples para avaliar a associa&ccedil;&atilde;o entre o excesso de gordura corporal (vari&aacute;vel dependente) e os fatores de risco avaliados neste estudo (vari&aacute;veis independentes). As associa&ccedil;&otilde;es significantes (p < 0,20) na an&aacute;lise bivariada foram utilizadas na regress&atilde;o log&iacute;stica m&uacute;ltipla. Para an&aacute;lise do ajuste dos modelos, avaliou-se a multicolinearidade entre as vari&aacute;veis independentes e o poder de predi&ccedil;&atilde;o do modelo.</font>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">Considera&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas</font>                     </b>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">O projeto foi aprovado em 09 de abril de 2003, pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa com Seres Humanos da Universidade Federal de Vi&ccedil;osa. Os participantes maiores de 18 anos ou os respons&aacute;veis pelos menores assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.</font>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <b><font face="Verdana" size="2">RESULTADOS</font>                     </b>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Participaram do estudo 118 adolescentes com idade m&eacute;dia de 16,4 ± 1,4 anos. A idade m&eacute;dia da menarca foi menor no G1 (12,2 ± 1,0 anos) quando comparado com o G2 (12,8 ± 1,2 anos) (p = 0,003).</font>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Ao comparar os par&acirc;metros antropom&eacute;tricos e de composi&ccedil;&atilde;o corporal, encontrou-se que as adolescentes do G1 apresentaram maiores valores de peso, IMC, IMCG, circunfer&ecirc;ncias da cintura e do quadril, rela&ccedil;&atilde;o cintura-quadril e cintura-estatura, gordura subcut&acirc;nea central e perif&eacute;rica (p < 0,001)                     (<a href="#TABELA 1">Tabela 1</a>).</font>                     </span>                     <span>   <font face="Verdana" size="1">                                 ]]></body>
<body><![CDATA[<p style="line-height: 100%" align="center"><b><font size="2" face="Verdana"><a name="TABELA 1">TABELA 1</a></font></b></p>                     </font>                     </span>                               <p style="line-height: 100%" align="center"><b><font size="2" face="Verdana">Média, desvio padrão e mediana das variáveis antropométricas e de composição corporal de adolescentes eutróficas de 14 a 19 anos, segundo grupos de estudo. Viçosa, MG/Brasil.</font></b></p>                     <span>   <font face="Verdana" size="1">                                     <p style="line-height: 100%" align="center"><img border="0" src="/img/fbpe/alan/v61n3/art07tab1.gif" width="576" height="386">                           </p>                     </font>                     </span>                         
<p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao metabolismo basal e ao metabolismo basal de massa magra, n&atilde;o se encontrou diferen&ccedil;a entre os grupos (p=0,75 e p=0,84, respectivamente). Entretanto, as medianas do metabolismo basal corrigido pelo peso (Taxa Metab&oacute;lica Basal – TMB) e o corrigido pela massa de gordura (TMBG) foram maiores no G2 (TMB=30,5 kcal/kg peso/dia e TMBG=131,5 kcal/kg de gordura/dia) quando comparados com o G1 (TMB=26,5 kcal/kg peso/dia e TMBG=83,6 kcal/kg de gordura/dia) (p < 0,001).</font>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">N&atilde;o se obteve diferen&ccedil;a entre os grupos (p = 0,69) quanto ao h&aacute;bito de fumar, sendo este presente em 3,3% da amostra total. Por outro lado, verificou-se que 31,4% das meninas consumiam bebida alco&oacute;lica, sendo que a maioria (62,2%) pertencia ao G1 (p = 0,07). As bebidas mais consumidas foram cerveja e vinho, sendo este mais consumido no primeiro grupo (p = 0,001). Do total, 46,6% realizavam cinco refei&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias e 34,7% substitu&iacute;am o jantar por lanche, sem diferen&ccedil;a entre os grupos (p > 0,05). Entretanto, verificou-se que maior n&uacute;mero de meninas do G1(11,9%) omitia o desjejum (p = 0,03). O consumo de produto diet/light ou desnatado foram mais frequentes no G1 quando comparado com o G2, sendo o ado&ccedil;ante o de maior consumo (p = 0,006).</font>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Conforme os dados apresentados na                     <a href="#TABELA 2"> Tabela 2</a>, n&atilde;o se encontrou diferen&ccedil;a (p > 0,05) no consumo energ&eacute;tico total, de prote&iacute;nas (em gramas) e de lip&iacute;dios entre os grupos. Por&eacute;m, verificou-se que o G1 ingeriu menor quantidade e propor&ccedil;&atilde;o do VET de carboidratos, bem como maior propor&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;nas quando comparado com o G2 (p<0,05).</font>                     </span>                     <span>   <font face="Verdana" size="1">                                 <p style="line-height: 100%" align="center"><b><font size="2" face="Verdana"><a name="TABELA 2">TABELA 2</a></font></b></p>                     </font>                     </span>                               <p style="line-height: 100%" align="center"><b><font size="2" face="Verdana"> Média, desvio padrão, mediana das quantidades de macronutrientes (g) e do percentual do valor energético total do recordatório alimentar de adolescentes eutróficas de 14 a 19 anos, segundo grupos de estudo. Viçosa, MG/Brasil.</font></b></p>                         <p align="center" style="line-height: 100%"><img border="0" src="/img/fbpe/alan/v61n3/art07tab2.gif" width="576" height="238">                         
<p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o cal&oacute;rica dos macronutrientes, n&atilde;o se encontrou diferen&ccedil;a no percentual de inadequa&ccedil;&atilde;o pela AMDR (13) no consumo de carboidratos (<45% ou >65% do VET), de prote&iacute;nas (<10% ou >35% do VET) e de lip&iacute;dios (>35% do VET) entre os grupos.</font>                     </span>                         ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Ao comparar o n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica, verificouse que as adolescentes do G1 gastaram mais tempo com atividades sedent&aacute;rias de n&iacute;vel 1, que, em geral, s&atilde;o caracterizadas por “dormir” ou “estar deitado” totalizando 9 horas por dia, enquanto que as do G2 gastaram 8 horas e 27 minutos por dia com essas atividades (p < 0,05)                     (<a href="#TABELA 3">Tabela 3</a>).</font>                     </span>                     <span>   <font face="Verdana" size="1">                                 <p style="line-height: 100%" align="center"><b><font size="2" face="Verdana"><a name="TABELA 3">TABELA 3</a></font></b></p>                     </font>                     </span>                               <p style="line-height: 100%" align="center"><b><font size="2" face="Verdana"> Média, desvio padrão, mediana do tempo gasto em minutos por dia nos níveis de atividade física pelas adolescentes eutróficas de 14 a 19 anos, segundo grupos de estudo. Viçosa, MG/Brasil.</font></b></p>                         <p align="center" style="line-height: 100%"><img border="0" src="/img/fbpe/alan/v61n3/art07tab3.gif" width="575" height="326">                         
<p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Ao agrupar as atividades em sedent&aacute;rias (ATF1 a 3) e n&atilde;o sedent&aacute;rias (ATF4 a 9) n&atilde;o se encontrou diferen&ccedil;as entre os grupos (p > 0,05). Entretanto, o G2 apresentou m&eacute;dia de 40 minutos a mais em atividades n&atilde;o sedent&aacute;rias realizadas diariamente                     (<a href="#TABELA 3">Tabela 3</a>).</font>                     </span>                         <p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">O gasto cal&oacute;rico com atividades sedent&aacute;rias (ATF1, ATF2, ATF3) foi maior no G1 comparado com o G2 (p < 0,05). Tamb&eacute;m houve diferen&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o ao gasto cal&oacute;rico total despendido com atividades realizadas diariamente pelas adolescentes, sendo este maior no G2 (p < 0,001)                     (<a href="#TABELA 4">Tabela 4</a>).</font>                     </span>                     <span>   <font face="Verdana" size="1">                                 <p style="line-height: 100%" align="center"><b><font size="2" face="Verdana"><a name="TABELA 4">TABELA 4</a></font></b></p>                     </font>                     </span>                               <p style="line-height: 100%" align="center"><b><font size="2" face="Verdana"> Média, desvio padrão, mediana do gasto calórico por níveis de atividade física e gasto calórico total por dia de adolescentes eutróficas de 14 a 19 anos, segundo grupos de estudo. Viçosa, MG/Brasil.</font></b></p>                         <p align="center" style="line-height: 100%"><img border="0" src="/img/fbpe/alan/v61n3/art07tab4.gif" width="573" height="336">                         
<p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">Verificou-se que 77,1% apresentavam hist&oacute;ria familiar de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas n&atilde;o transmiss&iacute;veis, sendo a hipertens&atilde;o arterial mais frequente no G1 (p = 0,04).</font>                     </span>                         ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" style="line-height: 100%"><span>                     <font face="Verdana" size="2">De acordo com os fatores de risco analisados neste estudo, encontrou-se que o modelo de risco para o excesso de adiposidade em adolescentes eutr&oacute;ficas, apresenta maior contribui&ccedil;&atilde;o de vari&aacute;veis relacionadas ao estilo de vida, com destaque para o uso de ado&ccedil;antes                     (<a href="#fig1">Figura 1</a>).</font>                     </span>                     <span>                               <p style="line-height: 100%" align="center"><a name="fig1"><img border="0" src="/img/fbpe/alan/v61n3/art07fig1.gif" width="475" height="342"></a>                           </p>                               
<p style="line-height: 100%" align="center"><font face="Verdana" size="2"><b>FIGURA 1</b></font></p>                               <p style="line-height: 100%" align="center"><font face="Verdana" size="2"><b>Modelo de risco para o excesso de adiposidade em adolescentes eutróficas de 14 a 19 anos. Viçosa, MG/Brasil. (adaptado de 15).</b></font></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">DISCUSS&Atilde;O</font>                     </b></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">O IMC &eacute; utilizado para classifica&ccedil;&atilde;o do estado nutricional que diferencia indiv&iacute;duos em baixo peso, eutr&oacute;ficos, sobrepesos ou com obesidade. Por&eacute;m, a literatura mostra que nem sempre aqueles considerados baixo peso e eutr&oacute;ficos possuem percentual de gordura corporal adequado, o que torna indispens&aacute;vel o uso de mais instrumentos para tal avalia&ccedil;&atilde;o. Em estudo realizado com adolescentes rec&eacute;m ingressos em universidade p&uacute;blica brasileira, dos 93% considerados eutr&oacute;ficos segundo o IMC, 58,7% apresentaram percentual de gordura acima do esperado, o que refor&ccedil;a a necessidade da avalia&ccedil;&atilde;o desse par&acirc;metro como forma de identificar poss&iacute;veis fatores de risco &agrave; sa&uacute;de (9).</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">As adolescentes do G1 podem ser denominadas como metabolicamente obesas de peso normal uma vez que possuem alto percentual de gordura corporal, podendo se comportar de modo semelhante a indiv&iacute;duos com excesso de peso. Apesar do presente estudo n&atilde;o ter avaliado par&acirc;metros bioqu&iacute;micos e cl&iacute;nico, a literatura mostra que o excesso de gordura corporal pode aumentar os riscos de altera&ccedil;&otilde;es metab&oacute;licas como dislipidemias, resist&ecirc;ncia &agrave; insulina, toler&acirc;ncia diminu&iacute;da &agrave; glicose e hipertens&atilde;o arterial, fatores estes que quando presentes simultaneamente em um indiv&iacute;duo determinam o diagn&oacute;stico da s&iacute;ndrome metab&oacute;lica (16).</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os maiores valores das medidas antropom&eacute;tricas, assim como a localiza&ccedil;&atilde;o central da gordura corporal, encontradas para o G1 confirmam a rela&ccedil;&atilde;o destas com o excesso de adiposidade                     (<a href="#TABELA 1">Tabela 1</a>). Serrano et al. (3) tamb&eacute;m encontraram correla&ccedil;&atilde;o forte (r > 0,67) desta vari&aacute;vel com peso, IMC, CC e CQ, al&eacute;m de similaridade de altera&ccedil;&otilde;es de press&atilde;o arterial, HDL e glicemia entre as adolescentes eutr&oacute;ficas com alto percentual de gordura corporal e as com excesso de peso.</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">A diferen&ccedil;a dos valores de IMC encontrada entre os grupos de estudo                     (<a href="#TABELA 1">Tabela 1</a>) pode ser atribu&iacute;da &agrave; ampla faixa desse &iacute;ndice utilizada para a classifica&ccedil;&atilde;o de eutrofia, que compreende os valores entre os percentis 3 e 85 (6), o que torna uma limita&ccedil;&atilde;o do estudo, visto que o G1 apresentou maior mediana de IMC e intervalos maiores. Desta forma, sugere-se para a realiza&ccedil;&atilde;o de outros estudos, a utiliza&ccedil;&atilde;o de uma faixa menor de normalidade, por exemplo, entre o percentil 25-75 para maior homogeneiza&ccedil;&atilde;o da amostra.</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Uma caracter&iacute;stica dessa fase de crescimento e desenvolvimento &eacute; a matura&ccedil;&atilde;o sexual, cujo marcador no sexo feminino &eacute; a menarca. No grupo de estudo a ocorr&ecirc;ncia da menarca em idades menores foi evidenciada para as meninas do G1, achado semelhante ao estudo de Terres et al. (17). Isso pode ser explicado pela necessidade de atingir um peso cr&iacute;tico para iniciar o estir&atilde;o de crescimento e as modifica&ccedil;&otilde;es inerentes &agrave; puberdade, sendo que o peso deve ser constitu&iacute;do por no m&iacute;nimo 17% de gordura para as meninas atingirem a menarca (18, 19).</font>                     </p>                         ]]></body>
<body><![CDATA[<p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Foram verificadas maiores inadequa&ccedil;&otilde;es diet&eacute;ticas no G1 representadas por omiss&atilde;o do desjejum e o uso de produtos diet/light, al&eacute;m de maior percentual de inadequa&ccedil;&atilde;o na ingest&atilde;o de carboidratos e prote&iacute;nas                     (<a href="#TABELA 2">Tabela 2</a>). Vale ressaltar que para avalia&ccedil;&atilde;o diet&eacute;tica foi aplicado apenas um recordat&oacute;rio 24 horas, o que pode limitar os resultados referentes &agrave; mesma.</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">A ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas que objetivam redu&ccedil;&atilde;o de peso &eacute; comum neste grupo, cabendo destacar a restri&ccedil;&atilde;o da ingest&atilde;o de carboidratos e o uso de produtos como ado&ccedil;antes. No entanto, para compensar essa restri&ccedil;&atilde;o, h&aacute; aumento na participa&ccedil;&atilde;o de lip&iacute;dios na dieta, contribuindo assim para altera&ccedil;&otilde;es na composi&ccedil;&atilde;o corporal, como aumento da adiposidade (20). Comportamento semelhante ocorre com a omiss&atilde;o de refei&ccedil;&otilde;es, que pode alterar o metabolismo de carboidratos e lip&iacute;dios e favorecer o aumento de gordura corporal em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; massa magra (9). Portanto, verifica-se que altera&ccedil;&otilde;es diet&eacute;ticas podem, notadamente, influenciar a regula&ccedil;&atilde;o do peso corporal.</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">O consumo de bebidas alco&oacute;licas como a cerveja e o vinho tamb&eacute;m foi maior no G1. De acordo com Ferreira et al. (21) a cerveja parece ser a bebida alco&oacute;lica que apresenta maior associa&ccedil;&atilde;o com a gordura corporal central. Essa associa&ccedil;&atilde;o tem origem no fato de que o tipo, a dose e o tempo de consumo das bebidas levam a altera&ccedil;&atilde;o dos marcadores antropom&eacute;tricos de localiza&ccedil;&atilde;o de gordura.</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Fatores gen&eacute;ticos e ambientais podem influenciar a resposta da TMB, entre eles: ra&ccedil;a; g&ecirc;nero; clima e regi&atilde;o; matura&ccedil;&atilde;o sexual; idade; pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica e a rela&ccedil;&atilde;o do tamanho corporal (22).</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">As meninas do G1 gastaram maior tempo com atividades sedent&aacute;rias                     (<a href="#TABELA 3">Tabela 3</a>) e o gasto energ&eacute;tico com atividade f&iacute;sica foi maior no G2                     (<a href="#TABELA 4">Tabela 4</a>). O fato de o G2 ter dispendido mais tempo com atividades de gasto energ&eacute;tico moderado e pesado e em m&eacute;dia 40 minutos a mais em atividades n&atilde;o sedent&aacute;rias, pode ter influenciado no aumento da TMB. Al&eacute;m disso, a massa magra, que apesar de ter apresentado valores de medianas semelhantes nos dois grupos, representou percentual diferente em rela&ccedil;&atilde;o ao peso corporal                     (<a href="#TABELA 1">Tabela 1</a>), contribuindo para a varia&ccedil;&atilde;o da TMB (22, 23).</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Vale ressaltar tamb&eacute;m que na avalia&ccedil;&atilde;o do risco para sa&uacute;de desses adolescentes deve-se levar em considera&ccedil;&atilde;o o hist&oacute;rico familiar para doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas n&atilde;o transmiss&iacute;veis (DCNT). Este esteve presente na maioria das avaliadas (76,2%) com associa&ccedil;&atilde;o entre a hist&oacute;ria familiar de hipertens&atilde;o e adiposidade. Gontijo et al. (24) encontraram grande parte dos adolescentes estudados com algum hist&oacute;rico familiar para DCNT, destacando a hipertens&atilde;o arterial (70,4%), hipercolesterolemia (57,3%), diabetes (52,3%) e obesidade (49,2%), embora sem associa&ccedil;&atilde;o de nenhum deles com a s&iacute;ndrome metab&oacute;lica.</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">O modelo de risco para o excesso de adiposidade constru&iacute;do agrupa os fatores citados anteriormente e confirma a contribui&ccedil;&atilde;o de vari&aacute;veis modific&aacute;veis (ambientais) e n&atilde;o modific&aacute;veis (gen&eacute;ticas), tendo como base aquelas relacionadas ao estilo de vida                     (<a href="#fig1">Figura 1</a>).</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">A identifica&ccedil;&atilde;o desses fatores na adolesc&ecirc;ncia favorece o diagn&oacute;stico precoce e o planejamento de orienta&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas para corre&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos inadequados. Assim, a educa&ccedil;&atilde;o alimentar e nutricional e a pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica &eacute; essencial para a redu&ccedil;&atilde;o dos riscos de desenvolvimento de altera&ccedil;&otilde;es metab&oacute;licas na adolesc&ecirc;ncia e para manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de na vida adulta.</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">CONCLUS&Atilde;O</font>                     </b></p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os achados do presente estudo refor&ccedil;am a import&acirc;ncia da an&aacute;lise da composi&ccedil;&atilde;o corporal na avalia&ccedil;&atilde;o do estado nutricional, uma vez que adolescentes eutr&oacute;ficos pelo IMC/idade podem apresentar excesso de adiposidade, sendo metabolicamente semelhantes aqueles com sobrepeso e obesidade.</font>                     </p>                         ]]></body>
<body><![CDATA[<p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os fatores de risco para elevado percentual de gordura corporal encontrados no estudo mostram a influ&ecirc;ncia de fatores gen&eacute;ticos, ambientais e metab&oacute;licos como hist&oacute;ria familiar de hipertens&atilde;o arterial e obesidade na inf&acirc;ncia, por&eacute;m destaca-se que os maiores riscos foram relacionados aos fatores comportamentais, no que se refere a h&aacute;bitos alimentares inadequados como o uso de ado&ccedil;antes e omiss&atilde;o do desjejum.</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Diante disto, ressalta-se a import&acirc;ncia de se avaliar a composi&ccedil;&atilde;o corporal detalhada e n&atilde;o apenas a utiliza&ccedil;&atilde;o do IMC para classifica&ccedil;&atilde;o do estado nutricional, bem como conhecer os fatores biol&oacute;gicos, sociais e comportamentais que possam estar associados ao elevado percentual de gordura corporal, possibilitando desta forma a realiza&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico precoce e de interven&ccedil;&otilde;es que promovam o desenvolvimento de estilo de vida saud&aacute;veis na adolesc&ecirc;ncia.</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">Financiamento: FAPEMIG</font>                     </p>                         <p style="line-height: 100%" align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">REFER&Ecirc;NCIAS</font>                     </b></p>                         <!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">1.                     Garcia GCB, Gambardella AMD, Frutuoso MFP. Estado nutricional e consumo alimentar de adolescentes de um centro de juventude da cidade de S&atilde;o Paulo. Rev Nutr 2003; 16 (1): 41-50.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515006&pid=S0004-0622201100030000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">2.                     Fernandes RA, Casonatto J, Christofaro DGD, Ronque ERV, OR, Freitas J&uacute;nior IF. Riscos para o excesso de peso entre adolescentes de diferentes classes socioecon&ocirc;micas. Rev Assoc Med Bras 2008; 54(4): 334-338.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515007&pid=S0004-0622201100030000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">3.                     Serrano HMS, Carvalho GQ, Pereira PF, Peluzio MCG, Franceschini SCC, Priore SE. Composi&ccedil;&atilde;o corp&oacute;rea, altera&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas e cl&iacute;nicas de adolescentes com excesso de adiposidade. Arq Bras Cardiol 2010; 13 (1): 1-9.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515008&pid=S0004-0622201100030000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">4.                     Remsberg KE, Demerath EW, Schubert CM, Chumlea WC, Sun SS, Siervogel RM. Early menarche and the development of cardiovascular disease risk factors in adolescent girls: The fels longitudinal study. J Clin Endocrinol Metab 2005; 90: 2718-24.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515009&pid=S0004-0622201100030000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">5.                     Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). Pesquisa de Or&ccedil;amentos Familiares 2008-2009. Antropometria e estado nutricional de crian&ccedil;as, adolescentes e adultos no Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 2010.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515010&pid=S0004-0622201100030000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">6.                     World Health Organization. de Onis M, Onyango AW, Borghi E, Siyam A, Nishida C, Siekmann J. Development of a WHO growth reference for school-aged children and adolescents. Bulletin of the World Health Organization 2007; 85: 660-667.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515011&pid=S0004-0622201100030000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">7.                     Lohman TG. Assessing fat distribuition. In: Advances in body composition assessment: current issues in exercise science. Illinois, Human Kinetics. Champaign 1992: 57-63.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515012&pid=S0004-0622201100030000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">8.                     Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). Censo demogr&aacute;fico 2000: Caracter&iacute;sticas Gerais da Popula&ccedil;&atilde;o. Brasil, 2000.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515013&pid=S0004-0622201100030000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">9.                     Vieira PCR, Priore SE, Franceschini SCC, Monteiro JBR. Composi&ccedil;&atilde;o corporal de adolescentes ap&oacute;s menarca. Rev Min Educ F&iacute;s 2002; 10 (1): 237-486.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515014&pid=S0004-0622201100030000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">10.                     Jellife DB. Evaluaci&oacute;n del estado de nutrici&oacute;n de la comunidad. Ginebra, OMS, 1968. (series monografias, 53).</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515015&pid=S0004-0622201100030000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">11.                     Cameron N. The measurement of human growth. Australia, Croom-Helm, 1984.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515016&pid=S0004-0622201100030000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">12.                     Bouchard C, Tremblay A, Leblanc C, Lortie G, Savard R, Theriault GAA. Method to assess energy expenditure in children and adults. Int J Obes 1983; 37: 461-467.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515017&pid=S0004-0622201100030000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">13.                     Institute of Medicine (IOM), Dietary reference intakes for energy, carbohydrate, fiber, fat, fatty acids, cholesterol, protein anda mino acids (macronutrients), Food and Nutrition Board (FNB),                     Institute of Medicine, 2002.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515018&pid=S0004-0622201100030000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">14.                     Wahrlich V, Anjos LA. Valida&ccedil;&atilde;o de equa&ccedil;&otilde;es de predi&ccedil;&atilde;o da taxa metab&oacute;lica basal em mulheres residentes em Porto Alegre, RS, Brasil. Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica 2001; 35 (1): 39-45.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515019&pid=S0004-0622201100030000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">15.                     Neutzling MB. Fatores de risco para sobrepeso/obesidade em adolescentes escolares de pelotas/RS/Brasil: Um estudo de caso-controle [tese]. S&atilde;o Paulo: UNIFESP – Escola Paulista de Medicina; 2002.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515020&pid=S0004-0622201100030000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">16.                     Faria ER, Franceschini SCC, Peluzio MCG, Sant’Ana LFR, Priore SE. Correla&ccedil;&atilde;o entre vari&aacute;veis de composi&ccedil;&atilde;o corporal e metab&oacute;lica em adolescentes do sexo feminino. Arq Bras Cardiol 2009; 93 (2): 119-127.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515021&pid=S0004-0622201100030000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">17.                     Terres NG, Pinheiro RT, Horta BL, Pinheiro KAT, Horta LL. Preval&ecirc;ncia e fatores associados ao sobrepeso e &agrave; obesidade em adolescentes. Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica 2006; 40(4): 627-633.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515022&pid=S0004-0622201100030000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">18.                     Frish RE, Revelle R. The height and weight of girls and boys t the time of initiation of the adolescents growth spurt in height and weight and the relationship to menarche. Hum Biol 1971; 43 (1): 140-159.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515023&pid=S0004-0622201100030000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">19.                     Vieira VCR, Priore SE, Ribeiro SMR, Franceschini SCC. Altera&ccedil;&otilde;es no padr&atilde;o alimentar de adolescentes com adequa&ccedil;&atilde;o p&ocirc;ndero-estatural e elevado percentual de gordura corporal. Rev Bras Sa&uacute;de Matern Infant 2005; 5 (1): 93-102.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515024&pid=S0004-0622201100030000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">20.                     Rosado EL, Monteiro JBR. Obesidade e substitui&ccedil;&atilde;o de macronutrientes da dieta. Rev Nutr 2001; 14 (2): 145-152.</font>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=515025&pid=S0004-0622201100030000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p style="line-height: 100%" align="justify"><font face="Verdana" size="2">21.                     Ferreira MG, Valente JG, Gon&ccedil;alves-Silva RMV, Sichieri R. Consumo de bebida alco&oacute;lica e adiposidade abdominal em doadores de sangue. 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