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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[ESTIMATIVA DO FATOR "C" DA EUPS PARA COBERTURA MORTADE RESÍDUOS VEGETAIS DE ORIGEM URBANA PARA AS CONDIÇÕES DE SÃO CARLOS (SP, BRASIL)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In this paper the C factor of the Universal Soil Loss Equation was estimated for a mulch of yard debris, disposed on the surface of sandy red yellow latossol (Hapludox - Oxisol). The experiment was conducted at the city of Itirapina, state of São Paulo, Brazil, during the heavy rain period from January 1st to March 31st, 1996. The value of the C factor estimated for that period was 0.075. The material presented satisfactory effectiveness to control soil erosion. Further studies are needed to evaluate the combined effect of this mulch as soil erosion controlling material and organic fertilizer.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[En este trabajo se estimó el valor del factor C de la Ecuación Universal de Perdida de Suelos para una cobertura muerta formada por residuos de podas de plazas y calles, colocados sobre un Oxisol fase arenosa, ubicado en el municipio de Itirapina, Estado de São Paulo, Brasil. El período considerado para el análisis fue del 1o de enero al 31 de marzo de 1996. El valor estimado del factor C para el período estudiado fue 0,075. Se concluyó que el material demostró eficiencia satisfactoria para su uso como material para controlar la erosión. Son necesarios estudios complementarios en el sentido de optimizar el uso de esta cobertura muerta como controladora de la erosión y como abono orgánico, bien como sistematizar el estudio simultáneo con la determinación del factor C.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Resíduos Vegetais Urbanos]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Fator C]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[   <B>    <P ALIGN="CENTER"><font size="3">ESTIMATIVA DO FATOR "C" DA EUPS PARA COBERTURA MORTADE RES&Iacute;DUOS VEGETAIS DE ORIGEM URBANA PARA AS</font> </B>  <B><font size="3">CONDI&Ccedil;&Otilde;ES DE S&Atilde;O CARLOS (SP, BRASIL)</font></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><font size="3">Alexandre Marco Da Silva e Harry Edmar Schulz</font></P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">Alexandre Marco da Silva. <B>Ec&oacute;logo, Instituto de Bioci&ecirc;ncias de Rio Claro, SP, Brasil, UNESP. Mestrado e Doutorado em Ci&ecirc;ncias da Engenharia Ambiental, Escola de Engenharia de S&atilde;o Carlos (EESC, USP). Pesquisador (p&oacute;s-doutorado), Centro de Energia Nuclear para a Agricultura (CENA). Endere&ccedil;o: CENA-USP. Avenida Centenario, 303. Piracicaba – SP, Brasil. e-mail: marcosil@bol.com.br.</P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">Harry Edmar Schulz. <B>Engenheiro Civil, Funda&ccedil;&atilde;o Universidade Regional de Blumenau, SC, Brasil. Mestre, Doutor e Livre-Docente em Hidr&aacute;ulica e Saneamento (EESC, USP). P&oacute;s-doutorado, Universidade de Karlsruhe (Alemanha). Professor Associado e Chefe do Departamento de Hidr&aacute;ulica e Saneamento, EESC, USP.</P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">*Parte da disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado do primeiro autor apresentada ao programa de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o "Ci&ecirc;ncias da Engenharia Ambiental". Escola de Engenharia de S&atilde;o Carlos, Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Carlos – SP, Brasil. Financiada pela CAPES.</P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY">Resumo</P> </B><I>    <P ALIGN="JUSTIFY">Neste trabalho estima-se o valor do fator C da Equa&ccedil;&atilde;o Universal de Perda de Solo para uma cobertura vegetal morta formada de res&iacute;duos de podas de pra&ccedil;as e ruas, dispostos superficialmente sobre um Latossolo Vermelho-Amarelo fase arenosa, localizado no munic&iacute;pio de Itirapina (SP). O per&iacute;odo considerado para an&aacute;lise &eacute; de 1<U>o</U> de janeiro a 31 de mar&ccedil;o de 1996. O valor estimado do fator C para o per&iacute;odo de estudo foi 0,075. Conclui-se que o material demostrou efici&ecirc;ncia satisfat&oacute;ria para uso como material de controle da eros&atilde;o. S&atilde;o necess&aacute;rios estudos complementares para otimizar o uso da cobertura morta como controlador da eros&atilde;o e como adubo org&acirc;nico e sistematiza&ccedil;&atilde;o do estudo conjunto com a determina&ccedil;&atilde;o do fator C.</P> </I><B>    <P ALIGN="JUSTIFY">Summary</P> </B><I>    <P ALIGN="JUSTIFY">In this paper the C factor of the Universal Soil Loss Equation was estimated for a mulch of yard debris, disposed on the surface of sandy red yellow latossol (Hapludox - Oxisol). The experiment was conducted at the city of Itirapina, state of S&atilde;o Paulo, Brazil, during the heavy rain period from January 1<U>st</U> to March 31<U>st</U>, 1996. The value of the C factor estimated for that period was 0.075. The material presented satisfactory effectiveness to control soil erosion. Further studies are needed to evaluate the combined effect of this mulch as soil erosion controlling material and organic fertilizer.</P> </I><B>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY">Resumen</P> </B><I>    <P ALIGN="JUSTIFY">En este trabajo se estim&oacute; el valor del factor C de la Ecuaci&oacute;n Universal de Perdida de Suelos para una cobertura muerta formada por residuos de podas de plazas y calles, colocados sobre un Oxisol fase arenosa, ubicado en el municipio de Itirapina, Estado de S&atilde;o Paulo, Brasil. El per&iacute;odo considerado para el an&aacute;lisis fue del 1o de enero al 31 de marzo de 1996. El valor estimado del factor C para el per&iacute;odo estudiado fue 0,075. Se concluy&oacute; que el material demostr&oacute; eficiencia satisfactoria para su uso como material para controlar la erosi&oacute;n. Son necesarios estudios complementarios en el sentido de optimizar el uso de esta cobertura muerta como controladora de la erosi&oacute;n y como abono org&aacute;nico, bien como sistematizar el estudio simult&aacute;neo con la determinaci&oacute;n del factor C.</P> </I><B>    <P ALIGN="JUSTIFY">PALAVRAS-CHAVE / Res&iacute;duos Vegetais Urbanos / Eros&atilde;o / Cobertura Vegetal Morta / Equa&ccedil;&atilde;o Universal de Perda de Solo / Fator C /</P> </B><FONT SIZE=2>    <P ALIGN="JUSTIFY">Recibido: 17/08/2001. Modificado: 17/10/2001. Aceptado: 30/10/2001</P> </FONT><B>    <P ALIGN="JUSTIFY">Introdu&ccedil;&atilde;o</P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">Eros&atilde;o &eacute; o processo de desprendimento e arraste acelerado das part&iacute;culas do solo causado pela &aacute;gua e pelo vento (Bertoni e Lombardi Neto, 1990). A eros&atilde;o h&iacute;drica &eacute; causada pela chuva e pelo escoamento superficial, sendo afetada por um grande n&uacute;mero de agentes naturais e antropog&ecirc;nicos. A mesma ainda pode ser expressa como a rela&ccedil;&atilde;o existente entre a erosividade da chuva, ou seja, o potencial da chuva de causar eros&atilde;o, e a erodibilidade do solo, que por sua vez &eacute; a susceptibilidade do solo &agrave; eros&atilde;o (Hol&yacute;, 1980).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Sem cobertura vegetal sobre a superf&iacute;cie, h&aacute; total exposi&ccedil;&atilde;o do solo &agrave; eros&atilde;o h&iacute;drica provocada pela &aacute;gua da chuva. Os danos causados pelas gotas de chuva que golpeiam o solo em alta velocidade constituem o primeiro passo no processo da eros&atilde;o (Beasley, 1972; Bertoni e Lombardi Neto, 1990).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Modelos matem&aacute;ticos v&ecirc;m sendo gerados desde os anos 40, procurando quantificar e obter uma melhor compreens&atilde;o do processo erosivo. Alguns desses modelos puderam ser aplicados na pr&aacute;tica em programas de conserva&ccedil;&atilde;o do solo. Dentre as muitas equa&ccedil;&otilde;es que buscam exprimir a a&ccedil;&atilde;o dos principais fatores que exercem influ&ecirc;ncia nas perdas de solo pela eros&atilde;o h&iacute;drica, aquela que trata o assunto de modo mais din&acirc;mico, devido ao fato de superar restri&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas e geogr&aacute;ficas e ter uma aplica&ccedil;&atilde;o generalizada, &eacute; a chamada "Equa&ccedil;&atilde;o Universal de Perda de Solo" (EUPS), desenvolvida por Wischmeier e Smith (1978), cuja express&atilde;o &eacute;:</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">A = R×K×L×S×C×P (1)</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">onde: A: perda de solo calculada por unidade de &aacute;rea; R: fator erosividade da chuva; K: fator erodibilidade do solo; L: fator comprimento de rampa; S: fator grau do declive; C: fator uso e manejo do solo; P: fator pr&aacute;tica conservacionista.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY">Dentre estes fatores, o fator C &eacute; de grande dificuldade de obten&ccedil;&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o da grande possibilidade de combina&ccedil;&otilde;es de pr&aacute;ticas de manejo e instala&ccedil;&otilde;es e rota&ccedil;&otilde;es de culturas, feitas simultaneamente ou separadamente para uma mesma &aacute;rea (DeMaria e Lombardi Neto, 1997). Como o resultado final do fator C &eacute; fun&ccedil;&atilde;o de uma integra&ccedil;&atilde;o de fatores (solo, clima, topografia, caracter&iacute;stica do material ou pr&aacute;tica de manejo adotada), considera-se o valor num&eacute;rico deste fator v&aacute;lido especificamente para a regi&atilde;o onde o mesmo foi determinado. Como exemplo da grande gama de resultados poss&iacute;veis, menciona-se que um manejo que &eacute; muito eficiente para um tipo de solo pode ser totalmente inv&aacute;lido para um outro. Sabe-se tamb&eacute;m que a prote&ccedil;&atilde;o conferida ao solo por uma cobertura viva tende a aumentar at&eacute; estabilizar-se o crescimento das plantas, enquanto que para uma cobertura morta o efeito protetor tende a diminuir conforme avan&ccedil;a o tempo em fun&ccedil;&atilde;o do processo de decomposi&ccedil;&atilde;o e de incorpora&ccedil;&atilde;o do material no pr&oacute;prio solo.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">N&atilde;o obstante as dificuldades de avali&aacute;-lo, o fator C vem chamando a aten&ccedil;&atilde;o dos pesquisadores da &aacute;rea no sentido de explicar a efic&aacute;cia de alguns tipos de pr&aacute;ticas conservacionistas. Dentre estas pr&aacute;ticas, uma das mais simples, eficazes e econ&ocirc;micas para a atividade agr&iacute;cola visando promover a conserva&ccedil;&atilde;o do solo &eacute; a utiliza&ccedil;&atilde;o da cobertura morta sobre o solo (Bertoni e Lombardi Neto, 1990; Galeti, 1972).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">O principal efeito da cobertura morta &eacute; a absor&ccedil;&atilde;o da energia cin&eacute;tica da chuva, induzindo a uma redu&ccedil;&atilde;o da desagrega&ccedil;&atilde;o do solo e consequentemente a uma diminui&ccedil;&atilde;o da quantidade de solo transportado pela &aacute;gua da chuva. &Eacute; importante tamb&eacute;m frisar que quanto mais uniforme for a distribui&ccedil;&atilde;o do res&iacute;duo e maior a porcentagem de cobertura, maior ser&aacute; o controle da eros&atilde;o (Lombardi Neto <I>et al.</I>, 1988).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Lopes <I>et al. </I>(1987), apresentam dados sobre a efic&aacute;cia de controle de eros&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o da quantidade e do tipo de cobertura morta utilizada. Os autores detectaram que, para uma mesma porcentagem de cobertura do solo e com cobertura morta de diferentes esp&eacute;cies vegetais (os res&iacute;duos culturais utilizados na pesquisa foram trigo, milho e soja), foram similarmente eficazes na redu&ccedil;&atilde;o das perdas de solo. Por outro lado, conforme variaram a porcentagem de cobertura morta sobre o solo, detectaram que, independentemente da esp&eacute;cie vegetal que estava sendo utilizada, uma cobertura morta sobre o solo de aproximadamente 20% foi suficiente para reduzir a eros&atilde;o em 40 a 60%, em compara&ccedil;&atilde;o ao controle que foi o solo descoberto.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Apesar da utiliza&ccedil;&atilde;o da cobertura morta ser uma das mais eficientes t&eacute;cnicas de manejo que visa a conserva&ccedil;&atilde;o do solo (Bertoni e Lombardi Neto, 1990; Primavesi, 1987), Galeti (1972) aponta um problema de ordem pr&aacute;tica quanto a ado&ccedil;&atilde;o desta t&eacute;cnica, que &eacute; o da quantidade de res&iacute;duos vegetais que se necessita para ter uma cobertura morta consider&aacute;vel e aponta que, em m&eacute;dia, para cobrir-se um terreno de 1 hectare &eacute; necess&aacute;rio uma quantidade de capim equivalente a 3 hectares de capim plantado.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Em fun&ccedil;&atilde;o desta alta demanda de material vegetal que &eacute; necess&aacute;rio para ter-se efetivamente uma cobertura no solo que confira prote&ccedil;&atilde;o contra a eros&atilde;o, surge o princ&iacute;pio da utiliza&ccedil;&atilde;o do res&iacute;duo originado nas atividades de podas de pra&ccedil;as, jardins e ruas de cidades como op&ccedil;&atilde;o de fonte de material, contanto que este passe por uma m&aacute;quina trituradora para ser reduzido a part&iacute;culas menores. Essa id&eacute;ia permite ainda promover um destino mais racional e adequado para um tipo de material que &eacute; muito comum em qualquer cidade, mas que &eacute; geralmente desprezado e destinado a locais impr&oacute;prios para sua perman&ecirc;ncia. Por outro lado, passa-se a contribuir n&atilde;o s&oacute; para uma atividade de conserva&ccedil;&atilde;o do solo no que diz respeito ao controle da eros&atilde;o, mas tamb&eacute;m de uma poss&iacute;vel alternativa de uso como adubo org&acirc;nico.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">O procedimento de picar o material da cobertura morta sobre o solo &eacute; recomend&aacute;vel, pois, desta maneira, ocorre um aumento na superf&iacute;cie de contato das part&iacute;culas tornando a a&ccedil;&atilde;o dos microrganismos decompositores facilitada (Tibau, 1986). Adicionalmente, h&aacute; o fato de que desta forma ocorre uma cobertura de modo mais uniforme sobre o solo (Lopes <I>et al.</I>, 1987). Kiehl (1985) cita que mesmo para restos de cultura que ficam no campo &eacute; recomend&aacute;vel que se fa&ccedil;a a "quebra" destes materiais (pic&aacute;-los por meio de uma grade de disco), justamente para torn&aacute;-los mais fragmentados e f&aacute;ceis de serem incorporados ao solo, al&eacute;m de proporcionar menores riscos de inc&ecirc;ndio.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Note-se que as informa&ccedil;&otilde;es mencionadas s&atilde;o de ordem pr&aacute;tica, decorrentes da necessidade de resolver problemas imediatos vinculados &agrave; perda de solo, &agrave; melhoria da qualidade dos terrenos de plantio e &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o final de res&iacute;duos s&oacute;lidos nas cidades. Contudo, uma quantifica&ccedil;&atilde;o mais objetiva do efeito da cobertura morta sobre par&acirc;metros &uacute;teis para as equa&ccedil;&otilde;es como a EUPS ainda n&atilde;o &eacute; fornecida na literatura da &aacute;rea.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">As argumenta&ccedil;&otilde;es anteriores tamb&eacute;m permitem inferir que a forma de aplica&ccedil;&atilde;o da cobertura morta produzir&aacute; diferentes resultados para esses par&acirc;metros (tamanho do material picado, espessura da cobertura, por exemplo), por&eacute;m um estudo sistem&aacute;tico ainda &eacute; inexistente.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">O objetivo deste trabalho &eacute; estimar o valor do fator C da Equa&ccedil;&atilde;o Universal de Perda de Solo para uma cobertura vegetal morta formada de res&iacute;duos de podas de pra&ccedil;as e ruas, dispostos sobre um Latossolo Vermelho-Amarelo fase arenosa, localizado no munic&iacute;pio de Itirapina, estado de S&atilde;o Paulo, Brasil. As condi&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas deste experimento s&atilde;o descritas visando permitir compara&ccedil;&otilde;es com trabalhos futuros que visem contribuir na forma&ccedil;&atilde;o de um banco de informa&ccedil;&otilde;es sobre este item.</P> <B>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY">Localiza&ccedil;&atilde;o e Caracter&iacute;sticas Ambientais da &Aacute;rea de Estudo</P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">O local onde foi realizado o experimento &eacute; o Centro de Recursos H&iacute;dricos e Ecologia Aplicada (CRHEA), pertencente &agrave; Escola de Engenharia de S&atilde;o Carlos - USP. O Centro situa-se &agrave;s margens da Represa do Lobo (BROA), que por sua vez localiza-se no munic&iacute;pio de Itirapina, na regi&atilde;o central do Estado de S&atilde;o Paulo, entre os 47o46’ e 47o57’ O e 22o10’ e 22o21’ S (Souza, 1977).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">O clima da regi&atilde;o da Bacia do Lobo apresenta isotermas anuais entre 19 e 21oC. O regime de chuvas na regi&atilde;o caracteriza-se pela exist&ecirc;ncia de uma esta&ccedil;&atilde;o seca e outra chuvosa, bem definidas pelos seus &iacute;ndices pluviom&eacute;tricos, com precipita&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia anual de 1500mm. &Eacute; classificado, segundo classifica&ccedil;&atilde;o de K&ouml;ppen como Cwai-Awai, isto &eacute;, clima tropical com ver&atilde;o &uacute;mido e inverno seco (Tolentino, 1967).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">O solo da &aacute;rea onde foi realizado o experimento &eacute; do tipo Latossolo Vermelho Amarelo - fase arenosa, textura franca. Este tipo de solo engloba solos arenosos a areno-barrentos, de pequena diferencia&ccedil;&atilde;o entre horizontes, colora&ccedil;&atilde;o amarela a vermelha, &aacute;cidos, com satura&ccedil;&atilde;o baixa de bases, baixos teores de &oacute;xidos de ferro e grande pobreza em nutrientes, sendo a vegeta&ccedil;&atilde;o original o Cerrado, e o material de origem aren&iacute;tico (Souza, 1977). A composi&ccedil;&atilde;o granulom&eacute;trica do solo &eacute;: 20% de argila, 50% de areia e 30% de silte e a erodibilidade do horizonte superficial determinada para esse solo &eacute; 0,008 t ha h MJ-1 ha-1 mm-1 (Silva, 1997).</P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY">Metodologia</P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">Para a execu&ccedil;&atilde;o deste experimento foram constru&iacute;das 6 parcelas, cada uma medindo 13,2m de comprimento e 3,3m de largura, distanciadas entre si cerca de 1,5m, com sistemas coletores de terra e &aacute;gua semelhantes &agrave;queles utilizados por Ettlin e Stewart (1993). As parcelas foram instaladas sobre um terreno com 6,85% de declividade.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Em tr&ecirc;s das seis parcelas n&atilde;o se colocou nenhum tipo de cobertura sobre a superf&iacute;cie, sendo as mesmas utilizadas para o necess&aacute;rio controle do experimento (denominadas "condi&ccedil;&atilde;o controle"). Nas outras tr&ecirc;s parcelas ("condi&ccedil;&atilde;o tratamento") foram distribu&iacute;dos uniformemente sobre a superf&iacute;cie do solo de cada parcela 23kg de material vegetal triturado (peso fresco, equivalendo a aproximadamente 5,3 t ha-1).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">O material triturado foi obtido no Horto Municipal de S&atilde;o Carlos, munic&iacute;pio vizinho de Itirapina, que possui um triturador do tipo Sotenco-Vermeer-620. Este material vegetal era constitu&iacute;do de restos de podas realizadas em jardins e pra&ccedil;as p&uacute;blicas da cidade pelo Departamento de Limpeza P&uacute;blica da Prefeitura Municipal de S&atilde;o Carlos e era composto de todas as partes vegetais: tronco, ramos, folhas, ra&iacute;zes, flores e frutos das v&aacute;rias esp&eacute;cies vegetais que s&atilde;o utilizadas na arboriza&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea urbana do munic&iacute;pio. A rela&ccedil;&atilde;o C/N deste material &eacute; 67,88 (Silva,1997).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">O experimento foi desenvolvido durante o per&iacute;odo mais chuvoso do ano, de 1<U>o</U> de janeiro a 31 de mar&ccedil;o de 1996. Os valores da altura de chuva e da erosividade mensais apresentados ao longo do presente trabalho foram extra&iacute;dos de Silva (1997) e o valor da erosividade m&eacute;dia anual para o munic&iacute;pio de Itirapina (R=7.095,0 MJ mm ha-1 h-1) foi extra&iacute;do de Santos (1993).</P> <I>    <P ALIGN="JUSTIFY">Raz&atilde;o de perdas de solo e fator C da EUPS</P> </I>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY">A raz&atilde;o de perdas de solo foi calculada utilizando-se a equa&ccedil;&atilde;o descrita em DeMaria e Lombardi Neto (1997) para as perdas acumuladas (mensais) durante o per&iacute;odo de noventa dias de experimento. A equa&ccedil;&atilde;o utilizada foi:</P>     <P ALIGN="center"><IMG SRC="/img/fbpe/inci/v26n12/art7eq2.jpg" WIDTH=176 HEIGHT=97></P>     
<P ALIGN="JUSTIFY">onde RPSm: raz&atilde;o de perdas de solo no est&aacute;dio m; psT: perda de solo (t ha-1) para a condi&ccedil;&atilde;o tratamento; PsC: perda de solo (t ha-1) para a condi&ccedil;&atilde;o controle.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">No presente caso o somat&oacute;rio se restringe a "m" variando de 1 a 3 pelo fato de se ter considerado a contribui&ccedil;&atilde;o mensal no per&iacute;odo de 90 dias, utilizando meses de 30 dias.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">O fator C para os res&iacute;duos vegetais foi determinado utilizando-se a equa&ccedil;&atilde;o descrita em DeMaria e Lombardi Neto (1997):</P>     <P ALIGN="center"><IMG SRC="/img/fbpe/inci/v26n12/art7eq3.jpg" WIDTH=177 HEIGHT=97></P>     
<P ALIGN="JUSTIFY">onde C: fator C da EUPS; Ri: erosividade no m&ecirc;s ou per&iacute;odo "m", em MJ mm ha-1 h-1; Rt: erosividade anual, em MJ mm ha-1 h-1.</P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY">Resultados e Discuss&atilde;o</P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">Conforme mostra a <a href="#tab1">Tabela I</a> verifica-se que foram carreados, durante o per&iacute;odo total do experimento, 2,213 t ha-1 de terra para o solo coberto (m&eacute;dia aritm&eacute;tica entre as tr&ecirc;s parcelas) e 20,028 t ha-1 de terra para as parcelas da condi&ccedil;&atilde;o controle.</P>     <P ALIGN="center"><img border="0" src="/img/fbpe/inci/v26n12/art7tab1.jpg" width="410" height="259"></P>     
]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY">Observou-se redu&ccedil;&atilde;o intensa de perda de solo para as parcelas que receberam cobertura vegetal morta (condi&ccedil;&atilde;o tratamento). Neste sentido Wischmeier e Smith (1978) mencionam que este tipo de cobertura tem efeito principalmente sobre a redu&ccedil;&atilde;o do salpicamento (destacamento de part&iacute;culas pelo impacto das gotas de chuvas sobre o solo) por atuar como cobertura atenuadora e tamb&eacute;m por atuar no aumento do teor de mat&eacute;ria org&acirc;nica no solo, o que ir&aacute; conferir maior resist&ecirc;ncia aos agregados.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Os valores mensais de perdas de solo para ambas condi&ccedil;&otilde;es experimentais n&atilde;o seguiram a tend&ecirc;ncia dos valores da erosividade. Fato tamb&eacute;m observado por DeMaria e Lombardi Neto (1997) para a cultura do milho, ainda que estes autores tenham trabalhado com dados levantados ao longo de v&aacute;rios anos e o presente trabalho se restringe ao per&iacute;odo de tr&ecirc;s meses.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Conforme se verifica na <a href="#tab2">Tabela II</a> a Raz&atilde;o de Perda de Solo (RPS) sofreu um aumento ao longo do tempo e &eacute; uma conseq&uuml;&ecirc;ncia do estado de decomposi&ccedil;&atilde;o do material sobre o solo e diminui&ccedil;&atilde;o da cobertura morta. Em um campo agr&iacute;cola esse efeito poder&aacute; ser neutralizado pelo desenvolvimento das plantas que protegem a superf&iacute;cie do solo a partir dos 40 dias de plantio, no caso de milho (DeMaria e Lombardi Neto, 1997). Como o problema maior da eros&atilde;o ocorre com o solo totalmente descoberto por plantas, quando o efeito da cobertura morta necessita ser maior, o RPS pode ser mantido em n&iacute;veis aceit&aacute;veis.</P>     <P ALIGN="center"><IMG SRC="/img/fbpe/inci/v26n12/art7tab2.jpg" WIDTH=410 HEIGHT=219></P>     
<P ALIGN="JUSTIFY">O valor de C cresceu &agrave; medida que a cobertura morta se tornou mais ineficiente. Esta caracter&iacute;stica din&acirc;mica para o par&acirc;metro C mostra que a forma de manejo da prote&ccedil;&atilde;o do solo deve ser considerada no estabelecimento do valor a usar em c&aacute;lculos de eros&atilde;o. Como exemplo, caso houvesse constante reposi&ccedil;&atilde;o de cobertura morta sobre o solo estudado ao longo dos meses, o valor de C seria menor, aproximando-se do valor 0,008 indicado no primeiro m&ecirc;s.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Observa-se assim a necessidade de um amplo estudo da varia&ccedil;&atilde;o do fator C, em um determinado local com suas caracter&iacute;sticas clim&aacute;ticas e erosividade das chuvas, para diferentes condi&ccedil;&otilde;es de manejo do solo, durante o per&iacute;odo chuvoso, visando o uso mais adequado nos modelos de estudo da eros&atilde;o.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">O fator C observado para este tipo de material na situa&ccedil;&atilde;o estudada (&eacute;poca do ano, valor da erosividade da chuva e tempo de investiga&ccedil;&atilde;o) resultou num valor igual a 0,075. Apesar da especificidade do valor encontrado do fator C para o material estudado, nas condi&ccedil;&otilde;es experimentais impostas, verificou-se que Wischmeier e Smith (1978) mencionam que uma quantidade semelhante de palha disposta de igual forma num terreno sem nenhuma vegeta&ccedil;&atilde;o viva e de declividade semelhante produziu o valor do fator C de 0,060. DeMaria e Lombardi Neto (1997) encontraram para a cultura do milho, em diferentes tipos de solo, os valores do fator C variando de 0,025 a 0,156.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Como se trata de um tipo de material que n&atilde;o possui ader&ecirc;ncia na superf&iacute;cie do solo (tal como uma planta viva), sup&otilde;e-se que mesmo havendo a cobertura sobre o solo, ap&oacute;s alguns metros morro abaixo h&aacute; o in&iacute;cio do escoamento superficial. Neste caso, Wischmeier e Smith (1978) apontam que, para se ter maior seguran&ccedil;a de sucesso de controle da eros&atilde;o, o comprimento m&aacute;ximo da rampa que este tipo de material suporta sem ser carreado &eacute; aproximadamente 60 metros. Talvez em casos onde os terrenos ultrapassem este comprimento, dependendo da taxa de infiltra&ccedil;&atilde;o no solo, seria recomend&aacute;vel o uso conjugado de algum outro tipo de pr&aacute;tica conservacionista.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Para uso em &aacute;reas agr&iacute;colas, menciona-se a necessidade de realiza&ccedil;&atilde;o de estudos onde seriam analisados simultaneamente a efici&ecirc;ncia do material como controlador da eros&atilde;o e tamb&eacute;m como estimulador do crescimento vegetal. Neste sentido Grobe (1995) cita que pomares de algumas regi&otilde;es dos Estados Unidos v&ecirc;m recebendo altas dosagens deste tipo de material e vem sendo resolvidos, simultaneamente, problemas de umidade e desgate do solo, diminui&ccedil;&atilde;o de aplica&ccedil;&atilde;o de herbicidas e melhora nas condi&ccedil;&otilde;es fitossanit&aacute;rias das plantas das culturas instaladas (abacate, am&ecirc;ndoa e laranja).</P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY">Conclus&otilde;es</P> </B>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY">O material vegetal oriundo de &aacute;reas urbanas mostrou efic&aacute;cia satisfat&oacute;ria quando utilizado para fins de cobertura morta, visando a conserva&ccedil;&atilde;o do solo e redu&ccedil;&atilde;o de perdas de solo por eros&atilde;o.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">O fator C da EUPS obtido para este material foi 0,075 numa primeira aproxima&ccedil;&atilde;o.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">O material mostrou decaimento de efici&ecirc;ncia protetora conforme avan&ccedil;ou o tempo, devido ao processo de decomposi&ccedil;&atilde;o e incorpora&ccedil;&atilde;o deste ao solo.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">H&aacute; a necessidade de realiza&ccedil;&atilde;o de outros estudos contemplando varia&ccedil;&otilde;es de quantidade de material por unidade de &aacute;rea, varia&ccedil;&atilde;o da declividade e comprimento das parcelas, tempo de experimento e repeti&ccedil;&otilde;es, entre outras.</P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY">AGRADECIMENTOS</P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">Os autores agradecem ao Centro de Recursos H&iacute;dricos e Ecologia Aplicada (CRHEA- EESC-USP) por ceder a &aacute;rea f&iacute;sica para realiza&ccedil;&atilde;o do experimento, os dados pluviogr&aacute;ficos e os laborat&oacute;rios; &agrave; CAPES por ter concedido a bolsa de mestrado para o primeiro autor, &agrave; prefeitura municipal de S&atilde;o Carlos-SP, por ter cedido o material vegetal j&aacute; triturado para a realiza&ccedil;&atilde;o do experimento e tamb&eacute;m a Manuel Enrique Gamero Guandique, pesquisador do Centro de Energia Nuclear para a Agricultura (CENA-USP), pela tradu&ccedil;&atilde;o do resumo para o idioma espanhol.</P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY">REFER&Ecirc;NCIAS</P> </B>    <!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">1. Beasley RP (1972) <I>Erosion and Sediment Pollution Control</I>. 1<U>st</U> edition. The Iowa State University Press. 320 pp.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936444&pid=S0378-1844200100120000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">2. Bertoni J, Lombardi Neto F (1990) <I>Conserva&ccedil;&atilde;o do Solo</I>. &Iacute;cone Editora. S&atilde;o Paulo. 355 pp.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936445&pid=S0378-1844200100120000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">3. DeMaria IC, Lombardi Neto F (1997) Raz&atilde;o de perdas de solo e fator C para sistemas de manejo da cultura do milho. <I>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo 21</I>: 263-270.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936446&pid=S0378-1844200100120000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">4. Ettlin L, Stewart B (1993) Yard debris compost for erosion control. <I>Biocycle</I> (December): 46-47.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936447&pid=S0378-1844200100120000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">5. Galeti PA (1972) <I>Conserva&ccedil;&atilde;o do solo: Reflorestamento - Clima</I>. IMPRES - Instituto Campineiro de Ensino Agr&iacute;cola. Campinas, SP. 279 pp.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936448&pid=S0378-1844200100120000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">6. Grobe K (1995) Mulching in California Orchards. <I>Biocycle</I> (December): 74-75.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936449&pid=S0378-1844200100120000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">7. Hol&yacute; M (1980) <I>Erosion and Environment - Environmental Sciences and Applications</I>. Vol. 9. Pergamon Press. 225 pp.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936450&pid=S0378-1844200100120000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">8. Kiehl EJ (1985) <I>Fertilizantes Org&acirc;nicos</I>. 1<U>a</U> edi&ccedil;&atilde;o. Editora Agron&ocirc;mica Ceres. 492 pp.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936451&pid=S0378-1844200100120000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">9. Lombardi Neto F, DeMaria IC, Castro OM, Dechen SCF, Vieira SR (1988) Efeito da quantidade de res&iacute;duos culturais de milho nas perdas de solo e &aacute;gua. <I>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</I> <I>12</I>: 71-75.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936452&pid=S0378-1844200100120000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">10. Lopes PR, Cogo NP, Levien R (1987) Efic&aacute;cia relativa de tipo e quantidade de res&iacute;duos culturais espalhados uniformemente sobre o solo na redu&ccedil;&atilde;o da eros&atilde;o h&iacute;drica. <I>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</I> <I>11</I>: 71-75.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936453&pid=S0378-1844200100120000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">11. Primavesi AM (1987) <I>Manejo ecol&oacute;gico do solo: A agricultura em regi&otilde;es tropicais</I>. 9<U>a</U> edi&ccedil;&atilde;o. Editora Nobel. S&atilde;o Paulo. 549 pp.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936454&pid=S0378-1844200100120000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">12. Santos MF (1993) <I>Subs&iacute;dios para o planejamento conservacionista da bacia hidrogr&aacute;fica do Ribeir&atilde;o do Feij&atilde;o (S&atilde;o Carlos, Itirapina e Anal&acirc;ndia-SP).</I> Disserta&ccedil;&atilde;o, Mestrado em Ci&ecirc;ncias da Engenharia Ambiental. EESC-USP. S&atilde;o Carlos, SP. 223 pp.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936455&pid=S0378-1844200100120000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">13. Silva AM (1997) <I>Efic&aacute;cia de res&iacute;duos vegetais de podas de pra&ccedil;as e ruas usados como cobertura morta no controle da eros&atilde;o h&iacute;drica.</I> Disserta&ccedil;&atilde;o, Mestrado em Ci&ecirc;ncias da Engenharia Ambiental. EESC-USP-S&atilde;o Carlos, SP. 183 pp.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936456&pid=S0378-1844200100120000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">14. Souza MHAO (1977) <I>Alguns aspectos ecol&oacute;gicos da vegeta&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o perimetral da represa do Lobo (Brotas - Itirapina -SP)</I>. Tese, Doutorado em Ci&ecirc;ncias (Bot&acirc;nica). Universidade Federal de S&atilde;o Carlos, S&atilde;o Carlos, SP. 369 pp.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936457&pid=S0378-1844200100120000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">15. Tibau AO (1986) <I>Mat&eacute;ria org&acirc;nica e fertilidade do solo</I>. 3<U>a</U> edi&ccedil;&atilde;o. Biblioteca Rural – Livraria Nobel. 220 pp.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936458&pid=S0378-1844200100120000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">16. Tolentino M (1967) <I>Estudo cr&iacute;tico sobre o clima da regi&atilde;o de S&atilde;o Carlos-SP</I>. Concurso de Monografias Municipais. S&atilde;o Carlos, SP. 78 pp.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936459&pid=S0378-1844200100120000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY">17. Wischmeier WH, Smith DD (1978) <I>Predicting rainfall erosion losses - a guide to conservation planning</I>. Department of Agriculture. Washington, U.S.D.A., U.S. Agricultural Handbook N<U>o</U> 537. 58 pp.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=936460&pid=S0378-1844200100120000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body>
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