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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Produção e composição bromatologica da forragem hidropônica de milho, Zea mays L., com diferentes densidades de semeadura e datas de colheita]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The experiment was conducted inside a protected environment (tunnel) at Fitotecnia Department of the Universidade Federal of Santa Maria, RS, Brazil. This work aimed to evaluate the effect of different harvest dates and sowing densities in growth and bromatological composition of hydroponic corn fodder. It was utilized the randomized experimental design. Treatments consisted of four sowing densities (0.5, 1.0, 1.5 e 2.0 kg seed/m²) and two dates of harvests (10 and 20 days after germination) distributed in 4x2 factorial scheme. It was not observed interaction (P>0.05) between sowing densities and harvest date for all variables analyzed. Increment of sowing densities increased the values of crude protein and decreased the values of neutral and acid detergent fiber and lignin. The results indicates that the harvest at 10 days showed highest values (P<0.05) of crude protein and fresh biomass and lowest values of plant height, dry biomass, neutral detergent fiber and lignin. The best characteristics of hydroponic corn fodder were verified in 2.0 kg seed/m² and harvest at 10 days after sowing.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <P ALIGN="CENTER"><B><FONT FACE="Verdana"></P>     <P ALIGN="CENTER">&nbsp;</P>     <P ALIGN="CENTER">Produ&ccedil;&atilde;o e composi&ccedil;&atilde;o bromatologica da forragem hidrop&ocirc;nica de milho, <I>Zea mays</I> L., com diferentes densidades de semeadura e datas de colheita</P> </FONT> </B><FONT FACE="Verdana">    <P ALIGN="CENTER">&nbsp;</P>     <p ALIGN="CENTER"><font face="Verdana" size="2">Liziany Müller<sup>1*</sup>, Paulo A. Manfron<sup>2</sup>, Osmar S. Santos<sup>2</sup>,<sup> </sup>Sandro L. P. Medeiros<sup>2</sup>, Valdecir Haut<sup>1</sup>, Durval Dourado Neto<sup>3</sup>, Evandro Binotto Fagan<sup>4</sup> e Andrieli H. Bandeira<sup>5</sup></font></p>     <p ALIGN="CENTER"><font face="Verdana" size="2"><sup>________________________________________________</sup></font></p> <sup>     <p ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="1">1 </font></sup><font size="2">Programa de Pós Graduação em Agronomia, Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). CEP 97105-900, Santa Maria, RS. Brasil. *E-mail: lizianym@yahoo.com.br</font></p> <sup>     <p ALIGN="JUSTIFY"><font size="2">2 </font></sup><font size="2">Departamento de Fitotecnia, UFSM, Santa Maria, RS. Brasil.</font></p> <sup>     <p><font size="2">3 </font></sup><font size="2">Departamento de Produção Vegetal. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de Estadual São Paulo, Piracicaba, SP. Brasil.</font></p> <sup>     <p ALIGN="JUSTIFY"><font size="2">4 </font></sup><font size="2">Programa de Pós Graduação em Agronomia.Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de Estadual São Paulo, Piracicaba, SP. Brasil.</font></p> <sup>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">5 </font></sup><font size="2">UFSM, Santa Maria,RS. Brasil</font></p> </FONT><FONT FACE="Verdana" SIZE=2> <B>    <P>RESUMO</P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">Foi realizado um experimento em ambiente protegido (t&uacute;nel alto), no Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil, com objetivo de avaliar a produ&ccedil;&atilde;o e a composi&ccedil;&atilde;o bromatol&oacute;gica da forragem de milho produzida em hidroponia, identificando a densidade adequada de sementes e a data ideal de colheita. Adotou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado e os tratamentos foram distribu&iacute;dos em esquema fatorial 4x2, constitu&iacute;dos por quatro densidades de semeadura (0,5 1,0 1,5 e 2,0 kg m<SUP>-</SUP>²) e duas colheitas (10 e 20 dias). N&atilde;o foi observada signific&acirc;ncia (P&gt;0,05) &agrave; intera&ccedil;&atilde;o densidade de semeadura x data de colheita para todas as vari&aacute;veis analisadas. O aumento da densidade de semeadura promoveu incremento no teor de prote&iacute;na bruta e redu&ccedil;&atilde;o nos teores de fibra em detergente neutro, fibra em detergente &aacute;cido e lignina. A colheita aos 10 dias permitiu maiores valores (P&lt;0,05) de fitomassa fresca e prote&iacute;na bruta, e menores valores de estatura, fitomassa seca, fibra em detergente neutro e lignina. A forragem hidrop&ocirc;nica de milho pode ser cultivada com densidade de semeadura de 2 kg m<SUP>-</SUP>² e sua colheita podem ser realizadas aos 10 dias.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Palavras-chave: ambiente protegido, hidroponia, <I>Zea mays.</P> </I><B>    <P ALIGN="CENTER">Growth and bromatologic composition of hydroponic corn fodder in differents dates of harvest and sowing densities</P>     <P>SUMMARY</P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">The experiment was conducted inside a protected environment (tunnel) at Fitotecnia Department of the Universidade Federal of Santa Maria, RS, Brazil. This work aimed to evaluate the effect of different harvest dates and sowing densities in growth and bromatological composition of hydroponic corn fodder. It was utilized the randomized experimental design. Treatments consisted of four sowing densities (0.5, 1.0, 1.5 e 2.0 kg seed/m<SUP>2</SUP>) and two dates of harvests (10 and 20 days after germination) distributed in 4x2 factorial scheme. It was not observed interaction (P&gt;0.05) between sowing densities and harvest date for all variables analyzed. Increment of sowing densities increased the values of crude protein and decreased the values of neutral and acid detergent fiber and lignin. The results indicates that the harvest at 10 days showed highest values (P&lt;0.05) of crude protein and fresh biomass and lowest values of plant height, dry biomass, neutral detergent fiber and lignin. The best characteristics of hydroponic corn fodder were verified in 2.0 kg seed/m<SUP>2</SUP> and harvest at 10 days after sowing.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Key words: protected environment, hydroponic system, <I>Zea mays</P> </I><B>    <P>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;A pecu&aacute;ria brasileira est&aacute; baseada na alimenta&ccedil;&atilde;o a pasto, assim, em decorr&ecirc;ncia da falta de chuvas em 2004/2005, registraram-se grandes preju&iacute;zos, provocando, em alguns Estados, a morte de centenas de animais por falta de alimenta&ccedil;&atilde;o. Portanto, faz-se necess&aacute;ria a ado&ccedil;&atilde;o de alternativas que visem minimizar poss&iacute;veis fatores clim&aacute;ticos adversos. O estudo de novas tecnologias de suplementa&ccedil;&atilde;o alimentar se torna importante para que a produ&ccedil;&atilde;o animal n&atilde;o sofra redu&ccedil;&atilde;o nos seus &iacute;ndices de produtividade.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY">&#9;O cultivo de forragem hidrop&ocirc;nica &eacute; uma tecnologia de produ&ccedil;&atilde;o de biomassa vegetal, obtida atrav&eacute;s da germina&ccedil;&atilde;o e crescimento inicial de plantas a partir de sementes vi&aacute;veis (FAO, 2001). Seu objetivo &eacute; suprir as necessidades nutricionais dos animais, principalmente durante &eacute;pocas secas ou frias do ano, em que a baixa produ&ccedil;&atilde;o e a redu&ccedil;&atilde;o na qualidade da forragem das esp&eacute;cies nativas ficam aqu&eacute;m das exig&ecirc;ncias nutricionais. </P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;O uso da forragem hidrop&ocirc;nica como fonte suplementar pode aumentar a produ&ccedil;&atilde;o animal, pois suas exig&ecirc;ncias nutricionais estar&atilde;o sendo atendidas, al&eacute;m da melhor utiliza&ccedil;&atilde;o da pastagem, permitindo taxas mais alta de lota&ccedil;&atilde;o animal, elevando a produ&ccedil;&atilde;o por &aacute;rea. </P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;A forragem hidrop&ocirc;nica se destaca por ser constitu&iacute;do de plantas de crescimento acelerado, com ciclo curto de produ&ccedil;&atilde;o, e elevado rendimento de fitomassa fresca, possuindo pouco conte&uacute;do de fibras, alto teor prot&eacute;ico e bom digestibilidade, por se encontrar em fase inicial de forma&ccedil;&atilde;o, contendo grande quantidade de amino&aacute;cidos livres que ser&atilde;o facilmente aproveitados pelos animais (FAO, 2001; Sandia, 2003, Santos <I>et al</I>., 2004). Em v&aacute;rios pa&iacute;ses, inclusive no Brasil, principalmente nas regi&otilde;es nordeste e centro-oeste, as produ&ccedil;&otilde;es de forragem em hidroponia v&ecirc;m sendo utilizadas para suplementa&ccedil;&atilde;o animal (Henriques, 2000; Santos, 2000; FAO, 2001). Na Venezuela o uso de forragem hidrop&ocirc;nica de milho se apresenta como uma alternativa vi&aacute;vel, econ&ocirc;mica, segura e palat&aacute;vel que pode ser utilizado na nutri&ccedil;&atilde;o de ruminantes e n&atilde;o ruminantes (Flores <I>et al</I>., 2004).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;Experimentos t&ecirc;m sido realizados com fornecimento de forragem hidrop&ocirc;nica para animais, demonstrando que esta &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o eficiente na alimenta&ccedil;&atilde;o animal. Em cordeiros desmamados alimentados com forragem hidrop&ocirc;nica de aveia, obteve-se 0,240 kg de ganho m&eacute;dio di&aacute;rio de peso e convers&atilde;o alimentar de 4,68 kg alimento/ kg de peso vivo. Em vacas leiteiras o uso suplementar de forragem hidrop&ocirc;nica permitiu incremento de 18% na produ&ccedil;&atilde;o leiteira (FAO, 2001). Espinoza <I>et al</I>. (2004) observaram maior ganho de peso em bovinos alimentados com pastagem (70%) mais forragem hidrop&ocirc;nica de milho (30%), 1,107 kg/animal/dia, em rela&ccedil;&atilde;o aqueles alimentados s&oacute; com pastagem, 0,696 kg/animal/dia.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;Conforme FAO (2001), para o cultivo de forragem hidrop&ocirc;nica, a densidade de semeadura &oacute;tima est&aacute; entre 2,2 a 3,4 kg m<SUP>-²</SUP>. Entretanto, Pilau <I>et al</I>. (2004) ao avaliarem as densidades de semeadura 2 e 3 kg m<SUP>-²</SUP> na produ&ccedil;&atilde;o de forragem hidrop&ocirc;nica de milho n&atilde;o observaram diferen&ccedil;a significativa na produ&ccedil;&atilde;o de fitomassa seca, teor de prote&iacute;na bruta e fibra bruta. Amorim <I>et al</I>. (2001) observaram, na produ&ccedil;&atilde;o de forragem hidrop&ocirc;nica de milho com densidades de semeadura de 1,0 e 2,0 kg m<SUP>-²</SUP>, maior produ&ccedil;&atilde;o de fitomassa seca e prote&iacute;na bruta para densidade de 2,0 kg m<SUP>-²</SUP>.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;Henriques (2000) relata que, na produ&ccedil;&atilde;o de forragem hidrop&ocirc;nica, colheitas precoces podem resultar em baixo rendimento por &aacute;rea, entretanto colheitas tardias podem acarretar grande competi&ccedil;&atilde;o entre plantas e perda de qualidade nutricional, e que sob condi&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis esta dever&aacute; ser feita entre 16 e 20 dias. J&aacute; Sandia (2003) menciona que o per&iacute;odo de crescimento da forragem hidrop&ocirc;nica deve compreender entre 8 a 12 dias. FAO (2001) cita que a colheita da forragem hidrop&ocirc;nica deve ser realizada entre os 10 e 12 dias, pois a partir desse per&iacute;odo se inicia intenso processo de perda de qualidade nutricional, mas, em certos casos, por estrat&eacute;gia, pode ser realizada aos 14-15 dias. </P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;Os objetivos deste trabalho foram avaliar a produ&ccedil;&atilde;o e a composi&ccedil;&atilde;o bromatol&oacute;gica da forragem de milho produzida em sistema hidrop&ocirc;nico, identificando a densidade adequada de sementes e a data ideal de colheita.</P> <B>    <P>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">O experimento foi conduzido em fevereiro de 2002, no N&uacute;cleo de Pesquisa em Ecofisiologia e Hidroponia no Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil, (S 29°42’ W 53°42’, altitude: 95m). O clima da regi&atilde;o, segundo a classifica&ccedil;&atilde;o de K&ouml;ppen &eacute; subtropical &uacute;mido com ver&otilde;es quentes (Moreno, 1961).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;A forragem hidrop&ocirc;nico de milho foi cultivada em t&uacute;nel alta modelo "Hermano" com 6 m de largura e 27 m de comprimento (162 m²), disposto no sentido norte-sul, coberto com polietileno de baixa densidade (PEBD) com espessura de 150 micra, aditivado contra raios ultravioleta. No interior do t&uacute;nel, utilizou-se 48 canteiros de 1 m² (cada canteiro constitui-se uma unidade experimental) recobertos com filme pl&aacute;stico preto, estendido sobre o solo nivelado, sendo as bordas limitadas por guias de madeira com 6 cm de altura, estaqueadas no solo. Diariamente, realizou a abertura das laterais &agrave;s 8:00 h e seu fechamento &agrave;s 18:00 h, exceto em dias chuvosos ou com muito vento, ocasi&otilde;es em que t&uacute;nel permaneceu fechado.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY">&#9;Adotou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado com seis repeti&ccedil;&otilde;es para as avalia&ccedil;&otilde;es de estatura, fitomassa fresca e seca de plantas, e tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es para as vari&aacute;veis bromatol&oacute;gicas: prote&iacute;na bruta, fibra em detergente neutro e &aacute;cido, hemicelulose, celulose e lignina, distribu&iacute;das em esquema fatorial 4x2, constitu&iacute;dos por quatro densidades de semeadura (0,5 1,0 1,5 e 2 kg m<SUP>-</SUP>²) e duas colheitas (10 e 20 dias).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;A fim de analisar a qualidade da semente de milho adquirida no mercado local, foram enviadas amostras para o Laborat&oacute;rio de An&aacute;lise de Sementes do N&uacute;cleo de Sementes/UFSM, onde foi determinado o grau da pureza (99,4%), a germina&ccedil;&atilde;o (87%) e o peso de mil sementes (303,5 g). Posteriormente, estas foram acondicionadas em baldes pl&aacute;sticos para o processo de pr&eacute;-germina&ccedil;&atilde;o, constitu&iacute;do de submers&atilde;o em &aacute;gua por 24 horas, ap&oacute;s escorrimento da &aacute;gua e repouso por mais 48 horas. </P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;A semeadura foi realizada manualmente e o mais uniforme poss&iacute;vel, no per&iacute;odo vespertino, com sementes de milho (<I>Zea mays</I> L.) n&atilde;o selecionadas, sem tratamento qu&iacute;mico, sobre uma camada de 2 cm de substrato composto de capim-elefante seco triturado.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;O sistema hidrop&ocirc;nico adotado foi o aberto, sem reaproveitamento de solu&ccedil;&atilde;o aplicada. A solu&ccedil;&atilde;o nutritiva foi estocada em tanque de fibra de vidro com capacidade de 2000 L. Tanto a aplica&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&atilde;o nutritiva quanto a irriga&ccedil;&atilde;o com &aacute;gua foram feitas atrav&eacute;s de rede de canos de PVC e mangueira preta de uma polegada, automatizada por temporizador (timer), conectado a moto-bomba com 1,0 cv de pot&ecirc;ncia e sistema de irriga&ccedil;&atilde;o por nebuliza&ccedil;&atilde;o, com irriga&ccedil;&otilde;es a cada 5 h, nos per&iacute;odos mais frescos e dias nublados, e a cada 1 h nos per&iacute;odos mais quentes, sempre com dura&ccedil;&atilde;o de dois minutos, perfazendo em m&eacute;dia 3-4 Lm<SUP>-²</SUP> ao dia.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;Logo ap&oacute;s a semeadura, iniciou-se a irriga&ccedil;&atilde;o com &aacute;gua pura durante os tr&ecirc;s primeiros dias e, posteriormente, com solu&ccedil;&atilde;o nutritiva, a qual foi composta de (mg L<SUP>-1</SUP>): Ca=69,7 N=105,9 P=18,9 K=129,6 Mg=15,0 S=19,5. Os micronutrientes seguiram a recomenda&ccedil;&atilde;o de Neves (2001). O ferro foi quelatizado com EDTA e utilizado na dose de 1L 1000 L<SUP>-1</SUP> (Furlani e Furlani, 1988).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;A estatura das plantas foi mensurada com auxilio de r&eacute;gua milimetrada. As an&aacute;lises de fitomassa seca, prote&iacute;na bruta, fibra em detergente neutro e &aacute;cido, celulose, hemicelulose e lignina foram realizadas no N&uacute;cleo Integrado de Desenvolvimento em An&aacute;lises Laboratoriais / UFSM, segundo as metodologias descritas por Silva (1991) a partir de amostras colhidas em cada unidade experimental no tamanho de 0,33 m x 0,66 m, as quais continham a planta inteira com raiz e inclusive sementes n&atilde;o germinadas e o substrato utilizado na semeadura (capim elefante).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;Os dados obtidos foram submetidos &agrave; an&aacute;lise da vari&acirc;ncia, sendo as densidades de semeaduras avaliadas atrav&eacute;s da an&aacute;lise de regress&atilde;o e as m&eacute;dias das colheitas comparadas entre si pelo teste F.</P> <B>    <P>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;N&atilde;o foi observada signific&acirc;ncia (P&gt;0,05) &agrave; intera&ccedil;&atilde;o densidades de semeadura x data de colheita para todas as vari&aacute;veis analisadas. </P>     <P ALIGN="JUSTIFY">A estatura, fitomassa fresca, fitomassa seca e a hemicelulose n&atilde;o foram influenciadas pela densidade de semeadura (P&gt;0,05), entretanto, as diferentes densidades interferiram nos valores das demais vari&aacute;veis estudadas (P&lt;0,05) como observa-se na </FONT><a HREF="/img/fbpe/zt/v23n2/art02f1.htm"><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>Figura 1</FONT></a><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>.</P>     
]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY">Observou-se aumento linear para o teor de prote&iacute;na bruta com o aumento da densidade (</FONT><a HREF="/img/fbpe/zt/v23n2/art02f1.htm"><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>Figura 1</FONT></a><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>). Conforme Isepon <I>et al</I>. (2002), o aumento da densidade de semeadura determina acr&eacute;scimo significativo (P&lt;0,05) no teor prot&eacute;ico da forragem hidrop&ocirc;nica de milho, em fun&ccedil;&atilde;o do teor existente nas sementes, uma vez que est&atilde;o presentes em maior quantidade. Com base nos resultados, pode-se supor que densidades de semeadura superiores a 2,0 kg m<SUP>-2</SUP> s&atilde;o favor&aacute;veis ao aumento do teor prot&eacute;ico da forragem hidrop&ocirc;nica; no entanto, devem ser considerados os maiores custos com a aquisi&ccedil;&atilde;o de sementes. Pilau <I>et al</I>. (2004) n&atilde;o obtiveram diferen&ccedil;as significativas no teor de fitomassa seca (20,6%) e prote&iacute;na bruta (15,5%) quando trabalharam com densidades de semeadura de 2,0 e 3,0 kg m<SUP>-2</SUP>. </P>     
<P ALIGN="JUSTIFY">Observou-se redu&ccedil;&atilde;o linear para as vari&aacute;veis: FDN, FDA, celulose e lignina, com o aumento da densidade (</FONT><a HREF="/img/fbpe/zt/v23n2/art02f1.htm"><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>Figura 1</FONT></a><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>). Isepon <I>et al</I>. (2002) ao avaliarem os teores de FDN e FDA em forragem hidrop&ocirc;nica de milho, tamb&eacute;m observaram redu&ccedil;&atilde;o nesses teores com aumento da densidade, sendo que para as densidades de 0,5 1,5 e 3,0 kg m<SUP>-2</SUP>, obtiveram 81,6 77,3 e 64,9% de FDN e 56,7 49,7 e 42,5% de FDA, respectivamente. Esses resultados se devem ao fato que a maior densidade de semeadura promove maior quantidade de plantas por &aacute;rea, ou seja, maior adensamento, acarretando menor di&acirc;metro de caule das plantas nessas condi&ccedil;&otilde;es devido a maior competi&ccedil;&atilde;o, resultando, assim, em menor espessamento da parede celular o que diminui os teores de FDN, FDA, celulose e lignina. </P>     
<P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="f1"></A></P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Figura 1. Equa&ccedil;&otilde;es de regress&atilde;o ajustadas e coeficientes de determina&ccedil;&atilde;o para densidades de semeadura em cultivo de forragem hidrop&ocirc;nica de milho.</P> </FONT>    <P ALIGN="CENTER"><a HREF="/img/fbpe/zt/v23n2/art02f1.htm"><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>Figura 1</FONT></a></P> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    
<P ALIGN="JUSTIFY">A colheita aos 20 dias possibilitou maior (P&lt;0,01) crescimento das plantas de milho, em rela&ccedil;&atilde;o aos 10 dias (</FONT><A HREF="#t1"><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>Tabela 1</FONT></A><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>). O valor m&eacute;dio encontrado aos 20 dias (33 cm) foi similar ao observado por Roversi (2004), a qual, trabalhando com forragem hidrop&ocirc;nica de milho produzido em t&uacute;nel alto, observou estatura m&eacute;dia de plantas de 27, 32 e 34 cm aos 9, 12 e 14 dias. Entretanto, Pereira <I>et al</I>. (2003) observaram estatura de 21 cm para o milho fertirrigado, aos 22 dias, produzido sobre substrato de casca de arroz, valor similar ao encontrado na colheita aos 10 dias (20 cm). </P>     <P ALIGN="JUSTIFY">A produ&ccedil;&atilde;o de fitomassa fresca (FF) mostrou-se superior (P&lt;0,01) aos 10 dias (</FONT><A HREF="#t1"><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>Tabela 1</FONT></A><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>). Aos 20 dias as plantas j&aacute; estavam entrando em senesc&ecirc;ncia devido ao esgotamento das reservas da semente e, principalmente, &agrave; competitividade entre plantas de maior porte, o que explicaria, em parte, o menor rendimento de fitomassa fresca neste per&iacute;odo de colheita. Em rela&ccedil;&atilde;o aos valores de FF aos 10 dias, verificou-se semelhan&ccedil;a aos encontrados por Roversi (2004) e Santos <I>et al</I>. (2004), os quais obtiveram valores de 14,6 e 14,0 kg m<SUP>-2</SUP>, respectivamente, para milho hidrop&ocirc;nico aos 14 dias ap&oacute;s a semeadura.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="t1"></A></P></FONT>     <P ALIGN="CENTER">    <CENTER><TABLE BORDER CELLSPACING=2 CELLPADDING=4 WIDTH=440> <TR><TD VALIGN="MIDDLE" COLSPAN=7 HEIGHT=37> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="CENTER">Tabela 1. Estatura de planta, fitomassa fresca (FF), fitomassa seca (FS), prote&iacute;na bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente &aacute;cido (FDA) para forragem hidrop&ocirc;nica de milho. </FONT></TD> </TR> <TR><TD WIDTH="17%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P>Colheita</FONT></TD> <TD WIDTH="17%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">Estatura</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">FF</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">FS</FONT></TD> <TD WIDTH="15%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">PB</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">FDN</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">FDA</FONT></TD> </TR> <TR><TD WIDTH="17%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=13>    <P></P></TD> <TD WIDTH="17%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=13> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">cm</FONT></TD> <TD WIDTH="26%" VALIGN="MIDDLE" COLSPAN=2 HEIGHT=13> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="CENTER">----- kg m<SUP>-2 </SUP>-----</FONT></TD> <TD WIDTH="41%" VALIGN="MIDDLE" COLSPAN=3 HEIGHT=13> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">--------------- % ---------------</FONT></TD> </TR> <TR><TD WIDTH="17%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=24> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P>10 dias</FONT></TD> <TD WIDTH="17%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=24> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">20</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=24> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">13,60</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=24> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">2,82</FONT></TD> <TD WIDTH="15%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=24> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">18,25</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=24> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">68,06</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=24> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">43,02</FONT></TD> </TR> <TR><TD WIDTH="17%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=20> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P>20 dias</FONT></TD> <TD WIDTH="17%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=20> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="CENTER">33</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=20> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">9,05</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=20> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">2,20</FONT></TD> <TD WIDTH="15%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=20> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">10,33</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=20> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">72,76</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=20> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">44,85</FONT></TD> </TR> <TR><TD WIDTH="17%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P>F</FONT></TD> <TD WIDTH="17%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">99,85</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">34,35</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">5,50</FONT></TD> <TD WIDTH="15%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="CENTER">341,52</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">10,04</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">4,25</FONT></TD> </TR> <TR><TD WIDTH="17%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P>Pr&gt;F</FONT></TD> <TD WIDTH="17%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">0,000</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">0,000</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">0,024</FONT></TD> <TD WIDTH="15%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">0,000</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">0,006</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=12> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">0,056</FONT></TD> </TR> <TR><TD WIDTH="17%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=13> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P>CV (%)</FONT></TD> <TD WIDTH="17%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=13> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">17,84</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=13> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">23,73</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=13> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">24,00</FONT></TD> <TD WIDTH="15%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=13> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">7,34</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=13> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">5,17</FONT></TD> <TD WIDTH="13%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=13> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">7,73</FONT></TD> </TR> </TABLE> </CENTER>  <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Analisando os dados de fitomassa seca (FS), verifica-se que a colheita aos 10 dias apresenta produ&ccedil;&atilde;o superior (P&lt;0,02) em rela&ccedil;&atilde;o aos 20 dias (</FONT><A HREF="#t1"><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>Tabela 1</FONT></A><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>). Esse decr&eacute;scimo na FS deve-se tamb&eacute;m ao esgotamento das reservas da semente, aliada a maior exig&ecirc;ncia de nutrientes. Como o objetivo &eacute; cultivar forragens em est&aacute;gio vegetativo inicial, n&atilde;o h&aacute; adi&ccedil;&atilde;o de maior quantidade de nutrientes na solu&ccedil;&atilde;o nutritiva, o que ocasiona a senesc&ecirc;ncia da forragem, e, portanto, a redu&ccedil;&atilde;o da FS. Esse resultado corrobora com FAO (2001) que relata que idades de colheita maiores que 10 dias seriam inconvenientes em sistema de produ&ccedil;&atilde;o de forragem hidrop&ocirc;nica, devido &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o de fitomassa seca, pois se verificou no cultivo de forragem hidrop&ocirc;nica de aveia aos 7, 11 e 15 dias, valores decrescentes 3,26 2,95 e 2,27 kg m<SUP>-2</SUP> FS, respectivamente. </P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; prote&iacute;na bruta (PB), o milho apresentou maior teor (P&lt;0,01) na colheita aos 10 dias (</FONT><A HREF="#t1"><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>Tabela 1</FONT></A><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>). Esse resultado se deve ao fato das plantas serem jovens e terem seu crescimento relacionado, principalmente, ao aumento da superf&iacute;cie das folhas, que s&atilde;o &oacute;rg&atilde;os ricos em nitrog&ecirc;nio. Com o aumento da idade as partes estruturais (caule, pec&iacute;olos) e de acumula&ccedil;&atilde;o, mais pobres em nitrog&ecirc;nio, tornam-se preponderantes, assim as necessidades desse elemento para a s&iacute;ntese da biomassa s&atilde;o menores. Nessas condi&ccedil;&otilde;es o nitrog&ecirc;nio das folhas &eacute; remobilizado para as partes jovens, a fra&ccedil;&atilde;o de biomassa ativa diminui, o que acentua a dilui&ccedil;&atilde;o do nitrog&ecirc;nio na planta (Andriolo, 1999; Taiz e Zeiger, 2004). </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY">&#9;Corroborando com os resultados deste estudo, Sandia (2003) relata haver, tamb&eacute;m, decr&eacute;scimo no teor de PB em rela&ccedil;&atilde;o ao aumento da idade da colheita, aos 12 dias a forragem hidrop&ocirc;nica apresenta 17,4% e aos 14 dias possui 13,4% de PB. Balieiro <I>et al</I>. (2000) e Pereira <I>et al</I>. (2003) na produ&ccedil;&atilde;o de forragem hidrop&ocirc;nica de milho sobre substrato de capim elefante, obtiveram teores de 11,7% PB aos 16 dias e 13,1% PB aos 22 dias, respectivamente, valores pr&oacute;ximos ao encontrado nesse estudo aos 20 dias, cujo substrato utilizado tamb&eacute;m foi capim elefante, mas bem inferior aos valores determinados aos 10 dias (18,3%).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;Na formula&ccedil;&atilde;o de dietas alimentares, a import&acirc;ncia do teor de prote&iacute;na decorre de sua essencialidade direta para o organismo animal, para fins de manten&ccedil;a e produ&ccedil;&atilde;o de carne, leite e l&atilde;, assim como de forma indireta, via atividade da microbiota ruminal (Paulino, 1999). Embora seja exigido o m&iacute;nimo de 7% de PB para garantir a fermenta&ccedil;&atilde;o dos carboidratos estruturais no r&uacute;men, um valor mais alto &eacute; necess&aacute;rio para o atendimento das exig&ecirc;ncias prot&eacute;icas do organismo animal (Van Soest, 1994). Os requerimentos de prote&iacute;na bruta para cordeiros rec&eacute;m desmamados, com 10 e 20 kg de peso vivo s&atilde;o de 26,2% e 16,9% de PB, novilhos em engorda 11% PB e vacas de 500 kg PV produzindo leite at&eacute; 17 kg, diariamente, com 4% de gordura, s&atilde;o de 14% de PB (NRC, 1985 1989 1996).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Entretanto, ao se avaliar pastagem nativa, silagem de milho e sorgo, alimentos volumosos comumente utilizados na nutri&ccedil;&atilde;o de animais, verificam-se baixos teores PB. Soares (2002), em pastagem nativa, na cidade de Eldorado do Sul - RS, no m&ecirc;s de mar&ccedil;o e maio, obteve teor prot&eacute;ico de 7,3 e 7,7% PB, respectivamente. Melo <I>et al</I>. (1999) ao avaliarem o teor de PB da silagem de 30 cultivares de milho, observaram varia&ccedil;&atilde;o de 5,9 a 8,9%. Faturi (2002) obteve 5,5 e 8,0% de PB em silagem de sorgo e milho, respectivamente, e Vargas J&uacute;nior (2000) encontrou 5,2% de PB em silagem de sorgo. Assim, os teores de prote&iacute;na bruta referidos n&atilde;o atender&atilde;o as necessidades da dieta, portanto, a suplementa&ccedil;&atilde;o com forragem hidrop&ocirc;nica, que possui alto valor PB (18,25% aos 10 dias), pode ser considerada excelente op&ccedil;&atilde;o para complementar a alimenta&ccedil;&atilde;o de animais. </P>     <P ALIGN="JUSTIFY">Menores valores de fibra em detergente neutro (FDN) (P&lt;0,01) foram encontrados no milho (68,06%) aos 10 dias de colheita, em rela&ccedil;&atilde;o aos 20 dias (72,76%) (</FONT><A HREF="#t1"><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>Tabela 1</FONT></A><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>). Este fato decorre em conseq&uuml;&ecirc;ncia da maturidade das plantas, pois com o avan&ccedil;o do ciclo ocorre aumento no teor de lignina, espessamento e aumento da parede celular (FDN) nos tecidos da planta devido, principalmente, &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o folha/colmo. Por sua vez o aumento do FDN diminui a digestibilidade, aumenta o tempo de reten&ccedil;&atilde;o dos s&oacute;lidos no r&uacute;men e, em conseq&uuml;&ecirc;ncia, leva a menor consumo de fitomassa seca pelo animal (Wilson, 1994). </P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;O conte&uacute;do da fibra em detergente neutro se relaciona com a ingest&atilde;o de fitomassa seca e a energia de volumosos e concentrados pelos ruminantes (Conrad <I>et al</I>. 1966). Ra&ccedil;&otilde;es contendo alto teor de FDN promovem redu&ccedil;&atilde;o na ingest&atilde;o de FS total, em fun&ccedil;&atilde;o da limita&ccedil;&atilde;o provocada pelo enchimento do ret&iacute;culo-r&uacute;men do animal. Entretanto, ra&ccedil;&otilde;es contendo alto teor de concentrado, com baixo n&iacute;vel de fibra, tamb&eacute;m podem resultar em menor ingest&atilde;o total de FS, uma vez que as exig&ecirc;ncias energ&eacute;ticas do animal podem ser atingidas em n&iacute;veis mais baixos de ingest&atilde;o, al&eacute;m de causarem ao animal incapacidade de regular o pH e o meio ambiente ruminal (Van Soest e Mertens, 1984; Mertens, 1988).</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;Segundo Carvalho (2001), a redu&ccedil;&atilde;o do desempenho animal devido &agrave; menor quantidade de fibra na dieta &eacute; descrita atrav&eacute;s de uma s&eacute;rie de eventos que se iniciam pela redu&ccedil;&atilde;o da atividade mastigat&oacute;ria, o que leva a menor secre&ccedil;&atilde;o de saliva, que favorece a redu&ccedil;&atilde;o do pH ruminal, altera&ccedil;&atilde;o do padr&atilde;o de fermenta&ccedil;&atilde;o, redu&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o acetato:proprionato, que, em &uacute;ltima an&aacute;lise, altera o metabolismo animal, com redu&ccedil;&atilde;o do teor de gordura do leite. De acordo com o NRC (1989), as dietas de vacas em lacta&ccedil;&atilde;o devem conter, no m&iacute;nimo, 25 a 28% de FDN, com 75% deste total sendo suprido por forragens. Considerando, que os concentrados mais utilizados na alimenta&ccedil;&atilde;o animal, como milho e farelo de soja possuem 11,40 e 14,20% de FDN, a utiliza&ccedil;&atilde;o da forragem hidrop&ocirc;nica seria adequada para a dieta dessa categoria animal. </P>     <P ALIGN="JUSTIFY">N&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa (P&gt;0,05) para o teor de fibra em detergente &aacute;cido (FDA) (</FONT><A HREF="#t1"><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>Tabela 1</FONT></A><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>). Segundo Mertens (1994) a FDA indica a quantidade de fibra que n&atilde;o &eacute; digest&iacute;vel, pois cont&eacute;m maior propor&ccedil;&atilde;o de lignina, e quanto menor seu teor (em torno de 30% ou menos) favorece o aumento no consumo de fitomassa seca pelo animal. O valor observado neste trabalho, 43,93%, apresenta-se um pouco acima do recomendado. Valores inferiores ao do presente trabalho foram observados por Amorim <I>et al.</I> (2001), os quais verificaram 35,4 39,6 e 34,6% FDA na forragem hidrop&ocirc;nica de milho produzida sobre substrato de baga&ccedil;o de cana de a&ccedil;&uacute;car hidrolisado, grama e cama de frango, respectivamente. </P>     <P ALIGN="JUSTIFY">De acordo com a </FONT><A HREF="#t2"><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>Tabela 2</FONT></A><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>, n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa (P&gt;0,05) para teores de hemicelulose (26,9%) e celulose (26,6%) para as diferentes datas de colheita, no entanto, foi verificado maior (P&lt;0,01) teor de lignina na colheita aos 20 dias. Esse &uacute;ltimo resultado &eacute; corroborado pela FAO (2001), onde relata, na forragem hidrop&ocirc;nica de aveia, incremento no teor de lignina dos 7 dias (7,0%) para os 11 dias (8,1%). Amorim <I>et al</I>. (2001) observaram valores superiores de hemicelulose e celulose na forragem hidrop&ocirc;nica de milho produzida sobre substrato de baga&ccedil;o de cana de a&ccedil;&uacute;car hidrolisado (32,1 e 31,3%), grama (29,4 e 31,4%) e cama de frango (28,6 e 31,6%), respectivamente. </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><A NAME="t2"></A></P></FONT>     <P ALIGN="CENTER">    ]]></body>
<body><![CDATA[<CENTER><TABLE BORDER CELLSPACING=2 CELLPADDING=4 WIDTH=300> <TR><TD VALIGN="MIDDLE" COLSPAN=4 HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">Tabela 2. Hemicelulose (HEM), celulose (CEL) e lignina (LIG) encontrados em forragem hidrop&ocirc;nica de milho com colheita aos 10 e 20 dias. </FONT></TD> </TR> <TR><TD WIDTH="24%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P>Colheita</FONT></TD> <TD WIDTH="27%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">HEM</FONT></TD> <TD WIDTH="25%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">CEL</FONT></TD> <TD WIDTH="24%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">LIG</FONT></TD> </TR> <TR><TD WIDTH="24%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1>    <P></P></TD> <TD WIDTH="76%" VALIGN="MIDDLE" COLSPAN=3 HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">-------------------- % --------------------</FONT></TD> </TR> <TR><TD WIDTH="24%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P>10 dias</FONT></TD> <TD WIDTH="27%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">26,04</FONT></TD> <TD WIDTH="25%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="CENTER">26,32</FONT></TD> <TD WIDTH="24%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">7,87</FONT></TD> </TR> <TR><TD WIDTH="24%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P>20 dias</FONT></TD> <TD WIDTH="27%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">27,87</FONT></TD> <TD WIDTH="25%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">26,86</FONT></TD> <TD WIDTH="24%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">11,11</FONT></TD> </TR> <TR><TD WIDTH="24%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P>F</FONT></TD> <TD WIDTH="27%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">2,37</FONT></TD> <TD WIDTH="25%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">0,22</FONT></TD> <TD WIDTH="24%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">31,72</FONT></TD> </TR> <TR><TD WIDTH="24%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Pr&gt;F</FONT></TD> <TD WIDTH="27%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">0,1430</FONT></TD> <TD WIDTH="25%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">0,6440</FONT></TD> <TD WIDTH="24%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">0,000</FONT></TD> </TR> <TR><TD WIDTH="24%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P>CV (%)</FONT></TD> <TD WIDTH="27%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">10,82</FONT></TD> <TD WIDTH="25%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">10,54</FONT></TD> <TD WIDTH="24%" VALIGN="MIDDLE" HEIGHT=1> <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="CENTER">14,83</FONT></TD> </TR> </TABLE> </CENTER>  <FONT FACE="Verdana" SIZE=2>    <P ALIGN="JUSTIFY">&nbsp;</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;Os ruminantes s&atilde;o melhores conversores dos principais constituintes da FDN, celulose e hemicelulose em energia digest&iacute;vel, sendo a maior parte da celulose digerida no r&uacute;men enquanto consider&aacute;vel por&ccedil;&atilde;o da hemicelulose escapa sendo fermentada nos intestinos. A digestibilidade da hemicelulose est&aacute; diretamente relacionada com a celulose e inversamente com a lignina. A lignina tamb&eacute;m &eacute; um componente da FDN considerada indiger&iacute;vel e inibidora da digestibilidade das plantas forrageiras; seu teor aumenta com a maturidade fisiol&oacute;gica das plantas e, dependendo do grau de lignifica&ccedil;&atilde;o, dificulta o aproveitamento da celulose e hemicelulose (Van Soest, 1994).</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY">&#9;Soares (2002) ao avaliar a pastagem nativa no RS, no meses de mar&ccedil;o e maio, obteve teores de hemicelulose (31,82 e 28,40%) e celulose (39,69 e 39,13%), respectivamente, valores superiores aos deste estudo, e teor de lignina 7,26 e 7,13%, respectivamente, valores similares aos da colheita aos 10 dias. Vargas J&uacute;nior (2000) em silagem de sorgo obteve teores de 24,1, 26,7 e 9,1% para hemicelulose, celulose e lignina, respectivamente, valores esses intermedi&aacute;rios aos observados entre as colheitas deste estudo.</P> <B>    <P>CONCLUS&Otilde;ES</P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;Densidade de semeadura de 2 kg m<SUP>-2</SUP> proporciona aumento no teor de prote&iacute;na bruta e redu&ccedil;&atilde;o na fibra em detergente neutro e &aacute;cido e lignina.</P>     <P ALIGN="JUSTIFY">&#9;A colheita aos 10 dias apresenta maior rendimento de fitomassa seca e teor de prote&iacute;na bruta e menor teor de fibra em detergente neutro e lignina. </P> <B>    <P>BIBLIOGRAFIA </P> <OL>  </B>    <P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Amorim A.C., K.T. Resende, A.N. Medeiros, S.D. Ribeiro e J. A. C. Ara&uacute;jo.<I> </I>2001. Composi&ccedil;&atilde;o bromatol&oacute;gica e degradabilidade in situ da planta de milho (<I>Zea mays</I>) produzida por hidroponia. Anais 38º Reuni&atilde;o Anual da Sociedade Brasileira da Zootecnia. Piracicaba, SBZ, CD ROM.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626817&pid=S0798-7269200500020000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Andriolo J.L. 1999. Fisiologia das Culturas Protegidas. UFSM, Santa Maria. p. 142.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626819&pid=S0798-7269200500020000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><LI>Balieiro G., J.J. Ferreira, A.C. Viana, M.M. Resende e J.C. Cruz. 2000. Produ&ccedil;&atilde;o de forragem hidrop&ocirc;nica de milho com diferentes substratos. 37º Reuni&atilde;o Anual da Anais Sociedade Brasileira de Zootecnia. Vi&ccedil;osa: SBZ, CD ROM.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626821&pid=S0798-7269200500020000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Carvalho S. 2002. Desempenho e comportamento ingestivo de cabras em lacta&ccedil;&atilde;o alimentadas com dietas contendo diferentes n&iacute;veis de fibra. Tese<I> </I>Doutorado em Zooctenia Universidade Federal de Vi&ccedil;osa.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626823&pid=S0798-7269200500020000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Conrad H.R., A.D. Pratt e J.W. Hibbs. 1966. Regulation of feed intake in dairy cows. J. Dairy Sci., 47: 54-62.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626825&pid=S0798-7269200500020000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Espinoza F., P. Argenti, G. Urdaneta, C. Araque, A. Fuentes, J. Palma. e C. Bello. 2004. Uso del forraje de ma&iacute;z (<I>Zea mays</I>) hidrop&oacute;nico en la alimentaci&oacute;n de toretes mestizos. Zooctenia Trop.,<B> </B>22 ( 4): 303-315.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626827&pid=S0798-7269200500020000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>FAO. (Organizaci&oacute;n de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentaci&oacute;n). 2001. Manual t&eacute;cnico forraje verde hidrop&oacute;nico. Santiago, Chile.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626829&pid=S0798-7269200500020000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><LI>Faturi C. 2002. Gr&atilde;o de aveia preta em substitui&ccedil;&atilde;o ao gr&atilde;o de sorgo para alimenta&ccedil;&atilde;o de novilhos na fase de termina&ccedil;&atilde;o.<B> </B>Disserta&ccedil;&atilde;o Mestrado em Zootecnia. Universidade Federal de Santa Maria, Brasil.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626831&pid=S0798-7269200500020000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Flores Z., G. Urdaneta e J. Montes. 2004. Densidad de siembra de ma&iacute;z (<I>Zea mays</I>) para producci&oacute;n de forraje verde hidrop&oacute;nico. Memorias 12º Congreso Venezolano de Producci&oacute;n e Industria Animal. Maracay, Venezuela.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626833&pid=S0798-7269200500020000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Furlani A.M.C. e P.R. Furlani. 1988. Composi&ccedil;&atilde;o e pH de solu&ccedil;&otilde;es nutritivas para estudos fisiol&oacute;gicos e sele&ccedil;&atilde;o de plantas em condi&ccedil;&otilde;es nutricionais adversas. Instituto Agron&ocirc;mico. Campinas, Brasil.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626835&pid=S0798-7269200500020000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Henriques E.R. 2000. Manual de Produ&ccedil;&atilde;o-Forragem Hidrop&ocirc;nica de Milho. Uberaba: FAZU.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626837&pid=S0798-7269200500020000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Isepon O.J., A.C.M. Silva, E. Matsumoto e Z.R. Campos.</FONT><FONT FACE="Verdana" SIZE=2 COLOR="#ff0000"> </FONT><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>2002. Produ&ccedil;&atilde;o e composi&ccedil;&atilde;o bromatol&oacute;gica de milho, sorgo e milheto, em diferentes densidades de semeadura. Anais 29º Reuni&atilde;o Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia. Recife, SBZ. CD ROM.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626839&pid=S0798-7269200500020000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><LI>Melo W.M.C., R.G. Von Pinho, M.L.M. Carvalho e E.V.R. Von Pinho. 1999. Avalia&ccedil;&atilde;o de cultivares de milho para a produ&ccedil;&atilde;o de silagem na regi&atilde;o de Lavras-MG. Ci&ecirc;ncia e Agrotecnologia, 23 ( 1): 31-39.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626841&pid=S0798-7269200500020000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Mertens D.R. 1988. Balancing carbohydrates in dairy rations. Proc. Large Herd Dairy Management Conference. Department of Animal Science, Cornell University, Ithaca.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626843&pid=S0798-7269200500020000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Mertens D.R. 1994. Regulation of forage intake. <I>In </I>Fahey Jr., G.C. (Ed.).<B> </B>Forage quality, evaluation and utilization.<B> </B>American Society of Agronomy. pp. 450-493.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626845&pid=S0798-7269200500020000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Moreno J.A. 1961. Clima do Rio Grande do Sul. Porto Alegre. Secretaria da Agricultura, Diretoria de Terras e Coloniza&ccedil;&atilde;o, Sec&ccedil;&atilde;o de Geografia.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626847&pid=S0798-7269200500020000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Neves A.L.R.A. 2001. Cultivo de milho hidrop&ocirc;nico para alimenta&ccedil;&atilde;o animal. CPT, Vinosa.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626849&pid=S0798-7269200500020000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><LI>NRC (National Research Council). 1985. Ruminant Nitrogen Usage.<B> </B>National Academy of Sciences. Washington, D.C.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626851&pid=S0798-7269200500020000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>NRC (National Research Council). 1989. Nutrient Requirements of Dairy Cattle. National Academy of Sciences. Washington, D.C.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626853&pid=S0798-7269200500020000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>NRC (National Research Council). 1996. Nutrient Requirements of Beef Cattle. National Academy of Sciences. Washington, D.C.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626855&pid=S0798-7269200500020000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Paulino M.F. 1999. Estrat&eacute;gias de suplementa&ccedil;&atilde;o para bovinos em pastejo. Anais I Simp&oacute;sio de Produ&ccedil;&atilde;o de Gado de Corte.<B> </B>UFV<B>. </B>Vi&ccedil;osa, Brasil. pp. 137-156.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626857&pid=S0798-7269200500020000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Pereira R.C., V.L. Banys, R.G. Costa e A.O. Manoel.</FONT><B><I><FONT FACE="Verdana" SIZE=2 COLOR="#ff0000"> </B></I></FONT><FONT FACE="Verdana" SIZE=2>2003. Produ&ccedil;&atilde;o de milho fertirrigado em diferentes tipos de substratos. Anais 40º Reuni&atilde;o Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia. Santa Maria, RS. Brasil. CD-ROM.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626859&pid=S0798-7269200500020000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><LI>Pilau F.G., A.C. Bonnecarr&egrave;re, D. Schmidt, P.A. Manfron, O.S. Santos, S.L. P. Medeiros e D. Neto. 2004. Produ&ccedil;&atilde;o hidrop&ocirc;nica de forragem em t&uacute;nel pl&aacute;stico. Revista Norte, Rolim de Moura, 7: 111-119.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626861&pid=S0798-7269200500020000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Roversi T. 2004. Efeito do condicionamento fisiol&oacute;gico sobre o desempenho de sementes para a produ&ccedil;&atilde;o de forragem hidrop&ocirc;nica. Tese Doutorado em Agronomia. Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. Brasil.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626863&pid=S0798-7269200500020000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Sandia. Sandia Nacional Laboratorios para New M&eacute;xico y el Caribe. Producci&oacute;n de forraje verde hidrop&oacute;nico. Disponible: www.sandia.gov/water/USMBpress/gallegosagricultura.pdf Acesso: 06/09/2003.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626865&pid=S0798-7269200500020000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Santos O.S. 2000. Cultivos sem solo: hidroponia. Caderno Did&aacute;tico 01. UFSM/CCR, Santa Maria.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626867&pid=S0798-7269200500020000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Santos O.S., L. M&uuml;ller, C.C. Pires, C.J. Tonetto, S.L.P. Medeiros, R.B.M. Frescura e V. Haut. 2004. Produ&ccedil;&atilde;o de forragem hidrop&ocirc;nica de cevada e milho e seu uso na alimenta&ccedil;&atilde;o de cordeiros. Informe T&eacute;cnico. UFSM/CCR, Santa Maria.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626869&pid=S0798-7269200500020000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><LI>Silva D.J. 1991. An&aacute;lise de Alimentos. M&eacute;todos Qu&iacute;micos e Biol&oacute;gicos. UFV. Vi&ccedil;osa, MG.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626871&pid=S0798-7269200500020000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Soares A.B. 2002. Efeito da oferta de mat&eacute;ria seca de uma pastagem natural sobre a produ&ccedil;&atilde;o animal e a din&acirc;mica da vegeta&ccedil;&atilde;o. Tese Doutorado em Zootecnia. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS. 180 pp.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626873&pid=S0798-7269200500020000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Taiz L. e E. Zeiger. 2004. Fisiologia Vegetal. 3<SUP>ra</SUP> Ed. Artemed, Porto Alegre.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626875&pid=S0798-7269200500020000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Van Soest P.J. 1994. Nutritional Ecology of the Ruminant. Cornell University Press. New York.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626877&pid=S0798-7269200500020000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Van Soest P.J. e D.R. Mertens. 1984. The use of neutral detergent fiber versus acid detergent fiber in balancing dairy rations. Proc. Technical Symposium Monsanto. Nutrition Chemicals Division. pp. 75-92.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626879&pid=S0798-7269200500020000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><LI>Vargas J&uacute;nior F.M. 2000. Consumo, digestibilidade, desempenho e par&acirc;metros ruminais em terneiros alimentados contendo gr&atilde;o de milho inteiro, mo&iacute;do ou tratado com ur&eacute;ia. Disserta&ccedil;&atilde;o Mestrado em Zootecnia. Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. Brasil.</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626881&pid=S0798-7269200500020000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><P ALIGN="JUSTIFY">    <!-- ref --><LI>Wilson J.R. 1994. Cell wall characteristics in relation to forage digestion by ruminants. J. Agric. Sci., 122: 173-182</LI>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2626883&pid=S0798-7269200500020000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></OL> </FONT>     ]]></body>
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