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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Larva de mosca doméstica como alternativa na alimentação de lambari bocarra (Oligusarcus argenteus)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of the present study was to evaluate the lambari’s performance (Oligusarcus argenteus) using fly worms (Musca domesticus) as a feeding source in substitution to ration. Six hundred fingerlings of lambari bocarra were used with initial mean weight of 0.88 ± 0.14 g and an average length of 3.62 ± 0.30 cm. A complete randomized experimental design was used with five treatments, T1: 100% of ration, T2: 25% of fly worms and 75% of ration, T3: 50% of fly worms and 50% of ration, T4: 75% of fly worms and 25% of ration, and T5; 100% of fly worms with four repetitions and 30 fingerlings in each aquarium. Fingerlings were kept in an aquarium of 1.000 L volume. T1 treatment showed no significant differences (P>0.05) for final weight, weight gain, daily weight gain, and total length compared to the other treatments, obtaining the worst results. For the standard length, treatments T2, T3, and T5 obtained the best results (P<0.05). There was no significant difference (P>0.05) for specific growth rate for all treatments. For the carcass yield the best results were observed in treatments T2 and T4. Treatment T1 obtained the worst result for viscer somatic index (P<0.05). For the production of lambari, it could be used 75% of fly worms instead of 32% PB ration, which provides better results for carcass yield. For final weight, weight gain, daily weight gain and total length it could be used up to 100% of fly worms in substitution to 32% crude protein ration.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[   <b><font COLOR="#221e1f" face="Verdana">     <p ALIGN="center">Larva de mosca doméstica como alternativa na alimentação de  lambari bocarra (<i>Oligusarcus argenteus</i>)</p> </font></b><font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">     <p ALIGN="center"><b>Rodrigo Fortes da Silva*, Oswaldo Pinto Ribeiro Filho,  Rodrigo D. Navarro, Rafael Bastos Teixeira, Samuel Galvão de Freitas, Marcelo  Maia Pereira, Eriton E. Lisboa Valente e Luiz C. dos Santos</b></p>     <p ALIGN="JUSTIFY">Dept. Biologia Animal, Ranário experimental, Universidade  Federal de Viçosa, Av P.H. Rolfs, CEP: 36571-000. Viçosa, Minas Gerais. Brasil.  *Coréu eletrônico: <a href="mailto:fortesrs@yahoo.com.br">fortesrs@yahoo.com.br</a></p> <b>     <p ALIGN="justify">Resumo</p> </b>     <p ALIGN="JUSTIFY">Objetivou-se com este estudo avaliar o desempenho do lambari  bocarra (<i>Oligusarcus argenteus</i>) utilizando larva de mosca (<i>Musca  domesticus</i>) como alimento em substituição à ração. Foram utilizados 600  alevinos de lambari bocarra com peso inicial de 0,88 ± 0,14 g e comprimento  médio de 3,62 ± 0,30 cm em um experimento inteiramente casualizado, com cinco  tratamentos, T1: 100% de ração, T2: 25% larva + 75% ração, T3: 50% larva + 50%  ração, T4: 75% larva + 25% ração e T5: 100% larva, com 4 repetições e 30  alevinos por caixa com capacidade para 1.000 L. O tratamento T1 não apresentou  diferenças significativa (P&gt;0,05) para peso final, ganho de peso, ganho de peso  diário e comprimento total entre os demais, obtendo os piores resultados. Para o  comprimento padrão os tratamentos T2, T3 e T5 obtiveram resultados superiores  (P&lt;0,05). Não houve diferença significativa (P&gt;0,05) na taxa de crescimento  específico para todos os tratamentos. Para o rendimento de carcaça os melhores  resultados foram obtidos nos tratamentos T2 e T4. O tratamento T1 obteve o pior  resultado para o índice vicero somático (P&lt;0,05), devido ao baixo conteúdo de  gordura visceral. Para a produção de lambari, pode-se utilizar 75% de larva em  substituição a ração de 32% PB, proporcionando melhor desempenho em relação ao  rendimento de carcaça. Já para peso final, ganho de peso, ganho de peso diário e  comprimento total pode-se utilizar até 100% de larva de mosca em substituição a  ração de 32% proteína bruta.</p>     <p ALIGN="JUSTIFY"><b>Palavras chave</b>: larva de Mosca, alimento, <i> Oligusarcus argenteus</p> </i></font><b><font SIZE="2" COLOR="#221e1f" face="Verdana">     <p ALIGN="center">Fly worm as alternative to feed lambari bocarra (<i>Oligusarcus  argenteus</i></font><font COLOR="#221e1f" size="2"><font face="Verdana">)</font></p>     <p ALIGN="justify"><font face="Verdana">ABSTRACT</font></p> </font></b><font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">     <p ALIGN="JUSTIFY">The objective of the present study was to evaluate the  lambari’s performance (<i>Oligusarcus argenteus</i>) using fly worms (<i>Musca  domesticus</i>) as a feeding source in substitution to ration. Six hundred  fingerlings of lambari bocarra were used with initial mean weight of 0.88 ± 0.14  g and an average length of 3.62 ± 0.30 cm. A complete randomized experimental  design was used with five treatments, T1: 100% of ration, T2: 25% of fly worms  and 75% of ration, T3: 50% of fly worms and 50% of ration, T4: 75% of fly worms  and 25% of ration, and T5; 100% of fly worms with four repetitions and 30  fingerlings in each aquarium. Fingerlings were kept in an aquarium of 1.000 L  volume. T1 treatment showed no significant differences (P&gt;0.05) for final weight,  weight gain, daily weight gain, and total length compared to the other  treatments, obtaining the worst results. For the standard length, treatments T2,  T3, and T5 obtained the best results (P&lt;0.05). There was no significant  difference (P&gt;0.05) for specific growth rate for all treatments. For the carcass  yield the best results were observed in treatments T2 and T4. Treatment T1  obtained the worst result for viscer somatic index (P&lt;0.05). For the production  of lambari, it could be used 75% of fly worms instead of 32% PB ration, which  provides better results for carcass yield. For final weight, weight gain, daily  weight gain and total length it could be used up to 100% of fly worms in  substitution to 32% crude protein ration.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><b>Keywords</b>: </font> <font FACE="Verdana" SIZE="2">  fly</font><font FACE="Verdana" COLOR="#221e1f" size="2">  worms, feeding, <i>Oligusarcus argenteus</p> </i></font><font SIZE="2" COLOR="#221e1f">     <p align="justify"><font face="Verdana">Recibido: 23/11/07 Aceptado: 14/04/09</font></p> <b>     <p ALIGN="justify"><font face="Verdana">Introdução</font></p> </b></font><font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">     <p ALIGN="JUSTIFY">Dentre as diversas espécies nativas cultivadas no Brasil, o  lambari bocarra (<i>Oligosarcus argenteus</i>) oriundo da bacia do São Francisco  é um peixe que vem ganhando destaque nas pisciculturas brasileiras, graças ao  seu bom potencial zootécnico e a boa aceitação de sua carne no mercado Navarro <i>et al. </i>(2003). O bocarra é uma espécie que apresenta características  zootécnicas consideráveis para seu aproveitamento na aqüicultura e tem sido  utilizado em consórcio com espécies prolíferas a fim de controlar super  populações Rezende <i>et al. </i>(2005). </p>     <p ALIGN="JUSTIFY">Na aqüicultura intensiva o custo da alimentação corresponde  mais que 50% do custo total de produção por causa do alto custo da proteína  utilizada na elaboração das rações (Dalsgaard <i>et al</i>., 2009). A  alimentação dos peixes carnívoros possui elevado nível protéico, sendo esta a  fração mais onerosa na ração. Assim, é necessário buscar fontes alternativas que  contenham ingredientes de menor custo, a fim de tornar a criação mais rentável (Furuya <i>et al</i>., 1996; Galdioli <i>et al</i>., 2000; Navarro <i>et al</i>., 2007).  Outros trabalhos têm evidenciado alternativas de proteína de origem animal e  vegetal para alimentação de peixe carnívoro como farelo de soja (El-Sayed,  1992), farelo de canola (Furuya <i>et al</i>., 2001), farelo de coco (Pezzato <i> et al</i>., 2000), levedura desidratada de álcool (Baccarin e Pezzato, 2001) e  farinha de minhoca (Rotta <i>et al</i>., 2003).</p>     <p ALIGN="JUSTIFY">Uma fonte alternativa de proteína de origem animal que vem  sendo empregada na ranicultura como estimulador da alimentação de rãs, porém  pouco explorada na piscicultura comercial é a larva de mosca (<i>Musca  domesticus</i>). A obtenção das larvas através de criação em moscários é  relativamente fácil e não ocasiona maiores custos de produção. De acordo com  Pedrosa de Paiva (2001), a larva de mosca domestica é uma excelente fonte de  nutrientes comparada com farinha de soja, carne e ate mesmo de peixe e possui  grande potencial para a utilização em alimentação animal. </p>     <p ALIGN="JUSTIFY">Esta larva também já foi utilizada para engorda de frango de  corte onde foi observado o alto conteúdo de energia metabolizável das larvas  secas, (energia metabolizável aparente = 4.071 kcal/kg), podendo ser explicado  por seu alto conteúdo de óleo (22%) e pela alta proporção de ácidos graxos  insaturados (aproximadamente 49% do total), o que melhora a absorção dos ácidos  graxos saturados (Pro <i>et al</i>., 1999; Weigert <i>et al</i>., 2002). Contudo,  a criação de larvas de moscas para alimentação animal deve ser feita com  resíduos livres de contaminação por agentes patogênicos (microrganismos que  causam doenças) de forma a garantir a qualidade final do alimento e a aceitação  deste produto no mercado (Pedrosa de Paiva, 2001).</p>     <p ALIGN="JUSTIFY">Neste contexto é preciso buscar alimentos alternativos a fim  de reduzir custos na atividade piscícola, para que o pescado chegue aos  consumidores com preço mais acessível. Nesse sentido, objetivou-se avaliar o  desempenho do lambari bocarra (<i>Oligusarcus argenteus</i>) utilizando larva de  mosca (<i>Musca domesticus) </i>como alternativa alimentar.</p> <b>     <p ALIGN="justify">Materiales e Métodos</p> </b>     <p ALIGN="JUSTIFY">O experimento foi realizado no ranário experimental do  Departamento de Biologia Animal da Universidade Federal de Viçosa, no período de  maio a julho de 2005.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p ALIGN="JUSTIFY">Foram utilizados 600 alevinos de lambari bocarra, produzidos  naturalmente, na Estação de Piscicultura e Hidrobiologia da UFV, os quais foram  coletados pôr rede de arrasto. O peso médio inicial dos animais foi de 0,88 ±  0,14 g e comprimento médio de 3,62 ± 0,30 cm. Os animais foram alojados na  densidade de 30 alevinos por caixa em 20 caixas de amianto com volume de 1.000  L. A renovação de água foi feita pela manhã e as caixas foram sifonadas, a cada  dois dias, para retirar sobras de ração e fezes. A renovação foi de 100%  diariamente, não sendo utilizado sistema de aeração. </p>     <p align="justify">O experimento foi inteiramente casualizado, com cinco  tratamentos, T1: 100% de ração, T2: 25% larva + 75% ração, T3: 50% larva + 50%  ração, T4: 75% larva + 25% ração e T5: 100 % larva, com quatro repetições por  tratamento, sendo 30 animais por repetição. Os animais foram alimentados duas  vezes ao dia, nos horários de 9:00 e 16:00 h. Foi utilizada uma ração comercial  para alevinos, extrusada com peletes de 4 mm e com 32,0% proteína bruta (PB),  extrato etéreo (EE) 3,0%, matéria fibrosa (MF) 8,0%, matéria mineral (MM) 11,0%,  cálcio 1,8% e fósforo 0,6%. O teor de PB foi baseado em dieta para alevinos da  espécie segundo Andrade e Vidal Jr. (1994). O alimento fornecido aos animais era  calculado de acordo com a biomassa em 7% do peso vivo ate o vigésimo dia e  5% até o final do experimento.</p>     <p ALIGN="JUSTIFY">A larva de mosca foi obtida no moscário do ranário  experimental - UFV. As moscas que deram origem às larvas utilizadas no  experimento foram tratadas a base de leite de vaca, e açúcar, e o manejo das  moscas e larvas eram feitos assepticamente dentro dos padrões de higiene. Para a  cria das moscas se utilizaron gaiolas de armação de madeira com 1 m³ de volume e  cercada por tela de 1 mm. As larvas foram alimentadas com ração comercial para  aves de postura, esterco de aves e farelo de trigo, utilizando-se aquecedores de  ambiente para maximizar o crescimento das mesmas. A idade das larvas para o  fornecimento como alimento no experimento foi de três dias. A larva de mosca foi  produzida no moscário instalado nas dependências do Ranário Experimental  utilizando a técnica descrita por Aleixo <i>et al</i></font><font COLOR="#221e1f" size="2"><font face="Verdana">.  (1984). Após a postura ocorria o nascimento das larvas em 12 a 24 h. Essas  levaram 3 a 6 dias alimentando-se e realizando trocas da epiderme. Após esse  período, com as larvas totalmente desenvolvidas, as mesmas eram capturadas no  fundo do recipiente onde estavam e levadas a alimentação dos peixes.</font></p>     <p ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana">A temperatura da água foi aferida  diariamente, às 08 h: 00 min, 12 h: 30 min e 17 h: 00 min horas, com um  termômetro digital. O pH, oxigênio dissolvido e a condutividade elétrica foram  monitorados a cada sete dias. A cada 15 dias foram realizadas biometrias, onde  50% dos animais foram capturados aleatoriamente com o auxilio de um puçá de 3 cm  de malha entre nós. Os animais foram colocados sobre </font></font> <font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">uma bancada e medidos com um  paquímetro de precisão 0,005 cm. Para verificação do peso utilizou-se balança de  precisão 0,001 g. A quantidade de alimento fornecida as peixes foi calculado em  2% do peso vivo. Ao final do experimento todos os animais </font> <font COLOR="#221e1f" size="2"><font face="Verdana">foram insensibilizados em  água com gelo e após a medição de peso e comprimento, foram abatidos peso de  carcaça e vísceras.</font></p>     <p ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana">Foi calculado o índice viscero somático  (IVS), </font></font><font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">como IVS = (WV/Wt)  x100, onde WV = peso da víscera e Wt = peso total do animal. O ganho de peso dos  peixes (GP) foi calculado pela diferença do peso final e inicial e taxa de  crescimento específico (TCE) que foi determinada pela fórmula TCE = ((ln) PTF –  (ln) PTI)/TE, onde PTF = peso total final, PTI = peso </font> <font COLOR="#221e1f" size="2"><font face="Verdana">total inicial e TE = tempo  total do experimento. </font></p>     <p ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana">Os resultados foram analisados pelo  teste de média Duncan a 5% de probabilidade pelo programa estatístico SAEG  (2000).</font></p> </font><font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f"><b>     <p ALIGN="justify">ResultadoSe Discussão</p> </b>     <p ALIGN="JUSTIFY">Os parâmetros de qualidade da água avaliados permaneceram  normais e dentro das condições ótimas para o crescimento da espécie em todos os  tratamentos de acordo a Castagnolli (1992). Os valores médios observados para os  parâmetros monitorados foram pH 7,3 ± 0,14, oxigênio dissolvido 6,66 ± 0,20 mg/L,  condutividade elétrica 79,16 ± 13,53 &#956;s/L, a temperatura média da manha ficou em  24,0 ± 3°C e da tarde ficou em 30,0 ± 0,6ºC.</p>     <p ALIGN="JUSTIFY">Com relação ao comprimento padrão os tratamentos T2, T3 e T5  obtiveram os melhores resultados (P&lt;0,05). O tratamento T1, apesar de ter 100%  do alimento concentrado, não apresentou diferenças significativas (P&gt;0,05) para  peso final, ganho de peso, ganho de peso diário e comprimento total, mostrando  resultado inferior aos demais. Apesar do resultado não diferir entre os  tratamentos T2, T3, T4 e T5, para os parâmetros citadas anteriormente, o  tratamento T4 apresentou peso final, ganho de peso e </font> <font COLOR="#221e1f" size="2"><font face="Verdana">ganho de peso diário mais  elevado (<a href="#tab1">Tabela 1</a>).</font></font></p> <font SIZE="2" COLOR="#221e1f" face="Verdana">     <p ALIGN="center"><a name="tab1">Tabela 1</a>. Peso final (PF), ganho de peso (GP), ganho de peso  diário (GPD), comprimento total (CT), comprimento padrão (CP) em 60 dias de  experimento com lambari bocarra (<i>Oligosarcus argenteus</i>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<div align="center"> 	<table CELLSPACING="1" WIDTH="580" DIR="ltr" border="1"> 		<tr> 			<td WIDTH="100%" VALIGN="TOP" HEIGHT="38" colspan="6"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f"> 			    <p ALIGN="CENTER">Parâmetros</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">Tratamento</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">PF</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">GP</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">GPD</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">CT</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">CP</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="68%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19" colspan="4" align="center"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">------------------- g  			--------------------</font></td> 			<td WIDTH="34%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19" colspan="2"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">---------- cm  			----------</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">T1</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">2,61b†</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">1,72b</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">0,02b</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">6,27b</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">5,29b</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">T2</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">3,14a</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">2,23a</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">0,03a</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">6,88a</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">5,70a</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">T3</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">3,11a</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">2,22a</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">0,03a</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">6,65a</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">5,52ab</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">T4</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">3,33a</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">2,44a</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">0,04a</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">6,85a</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">5,25b</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">T5</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">2,97ab</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">2,08ab</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">0,03ab</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">6,60ab</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">5,55ab</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">C.V.</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">36,33</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">51,53</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">51,93</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">12,52</font></td> 			<td WIDTH="17%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">16,76</font></td> 		</tr> 	</table> </div>     <p ALIGN="JUSTIFY"><font SIZE="2" COLOR="#221e1f" face="Verdana">† Letras  distintas indicam diferença significativa (P&lt;0,05) pelo teste de Duncan.</font></p> <font COLOR="#221e1f" size="2">     <p ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana">Segundo Stafford e Tacon (1984)  trabalhando com truta arco-íris (</font></font><font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f"><i>Oncorhynchus  mykiss</i>), os peixes que foram alimentados com ração com nível de substituição  de 10% da farinha de peixe pela farinha de minhoca (<i>Denrodrilus subrubicundus</i>)  apresentaram pesos mais elevados, quando comparados aos alimentados com rações  com níveis de substituição de 0, 50 e 100%. Já Rotta <i>et al</i>. (2003)  observaram que houve melhor desempenho para tilápia nilótica em substituição da  farinha de peixe por farinha de minhoca em 20%. Em outro trabalho, Hilton (1983)  utilizando farinha de minhoca (<i>Eudrilus eugeniae</i>) como fonte protéica  para truta arco íris observou que o nível de 50% apresentou os melhores  resultados de desempenho.</p>     <p align="justify">Quanto à taxa de crescimento especifico não se observou  diferença significativa (P&gt;0,05). Apesar do resultado não significativo, os  tratamentos 3, 4 e 5 apresentaram valores mais elevados (<a href="#tab2">Tabela 2</a>). Já Rotta <i> et al</i>. (2003) observaram que a substituição de 20% da farinha de peixe pela  farinha de minhoca proporcionou melhor taxa de crescimento específico para  tilápia do Nilo. Na analise do rendimento de <font COLOR="#221e1f">carcaça não  foi observada diferença significativa entre os tratamentos 2, 4 e 5, apesar dos  tratamentos 2 e 4 apresentaram melhores resultados. Já o tratamento T1 obteve  resultado inferior para o índice vicero somático (P&lt;0,05) (<a href="#tab2">Tabela 2</a>). </font> </p>     <p ALIGN="center"><a name="tab2">Tabela 2</a>. Taxa de crescimento específico (TCE), rendimento de  carcaça (RC), índice vicero somático (IVS) em 60 dias de experimento com lambari  bocarra (Oligosarcus argenteus).</p> </font>     <div align="center"> 	<table CELLSPACING="1" WIDTH="520" DIR="ltr" border="1"> 		<tr> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19">&nbsp;</td> 			<td WIDTH="75%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19" colspan="3"> 			    <p align="center"><font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f"> 			Parâmetros</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">Tratamento</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f"> 			    <p ALIGN="CENTER">TCE</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f"> 			    <p ALIGN="CENTER">RC</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f"> 			    ]]></body>
<body><![CDATA[<p ALIGN="CENTER">IVS</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="100%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19" colspan="4"> 			    <p align="right"><font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f"> 			-------------------------- % ---------------------------</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">T1</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">0,018a†</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">87,27c</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">14,82a</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">T2</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">0,020a</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">90,50a</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">9,96c</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">T3</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">0,021a</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">88,56bc</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">13,29ab</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">T4</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">0,021a</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">90,97a</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">10,57c</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">T5</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">0,021a</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">89,56ab</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">11,94bc</font></td> 		</tr> 		<tr> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">C.V. (%)</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">13,13</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">4,30</font></td> 			<td WIDTH="25%" VALIGN="TOP" HEIGHT="19"> 			<font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">72,23</font></td> 		</tr> 	</table> </div>     <p ALIGN="JUSTIFY"><font SIZE="2" COLOR="#221e1f" face="Verdana">† Letras  distintas indicam diferença significativa (P&lt;0,05) pelo teste de Duncan.</font></p> <font SIZE="2" COLOR="#221e1f" face="Verdana">     <p ALIGN="JUSTIFY">Os resultados alcançados entre os tratamentos possivelmente  tem a ver com a qualidade da proteína da larva de mosca devido não só ao seu  valor nutricional, mas também por ser uma proteína fresca. Esmail (1996),  trabalhando com pintos da raça Leghorn Branca, observaram que 28% de  suplementação das necessidades protéicas das aves com polpas de mosca doméstica  proporcionaram semelhante ganho de peso e conversão alimentar comparado com os  grupos controle suplementados com farinha de peixe, soja e carne e osso. Baseado  nessas pesquisas, o autor concluiu que as pupas de mosca doméstica podem </font> <font COLOR="#221e1f" size="2"><font face="Verdana">servir como fonte de  suplementação de proteínas para esses animais.</font></p>     <p ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana">Outra hipótese para os resultados entre  os </font></font><font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">tratamentos  poderia se que a ração utilizada neste trabalho não supre as exigências  protéicas da espécie ou pelo menos não supriria a exigência na faze de  crescimento uma vez que são peixes carnívoros. Mesmo os níveis de nutrientes da  dieta estando de acordo com Andrade e Vidal Jr. (1994) as rações elaboradas para  peixes carnívoros geralmente possui valores acima da recomendação dos autores.  Nogueira <i>et al</i>. (2005), trabalharam com dois níveis de exigência de  proteína, 28 e 42% PB para o trairão do Amazonas (<i>Hoplias lacerdae</i>) e  chegaram a conclusão de que a dieta com maior conteúdo protéico atenderia melhor  as exigências de juvenis desta espécie. Vários autores confirmam a necessidade  de altos nível de proteína na ração para peixes carnívoros. Lee <i>et al</i>.  (2001), trabalhando com juvenis de corvina gigante (<i>Nibea japonica</i>),  observaram melhores ganhos de peso com reações contendo 45% PB, valor muito  acima do utilizado neste trabalho. Catacutan <i>et al</i>. (2001) constataram  que 44% PB foram considerados ideais para o ganho de peso e conversão alimentar  em <i>Lutjanos argentimaculatos</i>. Duan <i>et al</i>. (2001) observaram  melhores ganhos de pesos e conversão alimentar com ração contendo 47% PB para <i> Pseudosciaena crocea</i>.</p> <b>     <p align="justify">Conclusões</p> </b>     <p align="justify">Os resultados obtidos neste estudo permitem concluir que a  substituição de 75% de larva de mosca na ração proporciona melhor rendimento de  carcaça. Já para peso final, ganho de peso, ganho de peso diário e </font> <font SIZE="2" COLOR="#221e1f"><font face="Verdana">comprimento total pode-se  utilizar até 100% de larva de mosca em substituição a dietas de 32% PB para o  lambari bocarra. De acordo com os dados obtidos, é possível a utilização de  larva de mosca domestica como fonte alternativa de alimento em substituição a  fontes protéicas mais onerosas.</font></p> <b>     <p align="justify"><font face="Verdana">Literatura citada</font></p> </b></font><font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">     <!-- ref --><p align="justify">1. Aleixo R.C., S.L. Lima e C.A. Agostinho. 1984. Criação da  mosca doméstica para suplementação alimentar de rãs<i>. </i>Informe Técnico, 46.  Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. Brasil. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668896&pid=S0798-7269200900030001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">2. Andrade Dr. e M.V. Vidal Jr. 1994. Criação de Peixe: Lambari  Bocarra (<i>Oligosarcus argenteus</i>). Universidade Federal de Viçosa, 15(71):  7-11. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668897&pid=S0798-7269200900030001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">3. Baccarin A.E. e L.E. Pezzato. 2001. Efeito da utilização da  levedura desidratada de álcool em dietas para a tilápia do Nilo (<i>Oreochromis  niloticus</i>). Pesq. Agrop. Brás., 36(3): 549-556.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668898&pid=S0798-7269200900030001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">4. Catacutan M.R., G.E. Pagador e S. Teshima. 2001. Effect of  dietary protein and lipid levels and protein to energy ration on growth,  survival and body composition of the mangrove red snapper, <i>Lutjanus  argentimaculatos </i>(Forsskal 1775). Aquacul. Res., 32: 811-819.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668899&pid=S0798-7269200900030001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">5. Dalsgaard J., K.S. Ekmann, P.B. Pedersen e V. Verlhac. 2009.  Effect of supplemented fungal phytase on performance and phosphorus availability  by phosphorus-depleted juvenile rainbow trout (<i>Oncorhynchus mykiss</i>), and  on the magnitude and composition of phosphorus waste output. Aquaculture,  286(3): 105-112.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668900&pid=S0798-7269200900030001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">6. Duan Q., K. Mai, H. Zhong, L. Si e X. Wang. 2001. Studies on  the nutrition of the large yellow croaker, <i>Pseudosciaena crocea </i>R.I.  growth response to graded levels of dietary protein and lipid. Aquacul. Res.,32:  46-52.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668901&pid=S0798-7269200900030001200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">7. Furuya W.M., C. Hayashi e V.R. Furuya. 1996. Exigência de  proteína para machos revertidos de tilápia do Nilo (<i>Oreochromis niloticus</i>),  na fase juvenil. Unimar, 18(2): 307-319. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668902&pid=S0798-7269200900030001200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">8. Furuya W.M., L.E. Pezzato, V.R. Furuya e E.C. Miranda. 2001.  Digestibilidade aparente da proteína e aminoácidos do farelo de canola para  tilápia do Nilo (<i>Oreochromis nilóticus</i>). Rev. Bra. Zootecnia, 30(4):  1143-1149. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668903&pid=S0798-7269200900030001200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">9. El-Sayed A.M. e S. Teshima. 1992. Protein and energy  requirements of Nile tilapia, <i>Oreochromis niloticus</i>. Aquaculture, 103(1):  55-63.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668904&pid=S0798-7269200900030001200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">10. Esmail S.H.M. 1996. Fly pupae as a protein source. World  Poultry, 12(10): 69-70.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668905&pid=S0798-7269200900030001200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">11. Castagnolli N. 1992. Piscicultura de Água Doce. Funep.  Jaboticabal, Brasil. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668906&pid=S0798-7269200900030001200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">12. Galdioli E.M., C. Hayashi, C.M. Soares, W.M. Furuya e M.Y.  Nagae. 2000. Diferentes fontes protéicas na alimentação de alevinos de curimba (<i>Phochilodus  lineatus </i>V.). Acta Scien., 22(2): 471-477. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668907&pid=S0798-7269200900030001200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">13. Hilton J.W. 1983. Potential of freeze-dried worm meal as a  replacement for fish meal in trout diets formulations. Aquaculture, 32: 277-283.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668908&pid=S0798-7269200900030001200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">14. Lee H.W., K. Cho, J.E. Lee e S.G. Yang. 2001. Dietary protein  requeriment of juvenile giant croacker, <i>Nibea japonica</i>. Aquacul. Res.,  32: 12-18. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668909&pid=S0798-7269200900030001200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">15. Navarro R.D., O.P. Ribeiro Filho, R.F. Silva, L.L. Calado,  F.P. Rezende, C.S. Silva e L.C. Santos. 2003. Influência do sexo no desempenho  de lambari prata (<i>Astyanax scabripinnis </i>Jenyns, 1842). Zootecnia Trop.,  21(4): 359-369. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668910&pid=S0798-7269200900030001200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">16. Navarro R.D., R.F. Silva, O.P. Ribeiro Filho, L.L. Calado,  F.P. Rezende, C.S. Silva e L.C. Santos. 2006. Comparação morfometrica e índices  somáticos de machos e fêmeas do lambari prata (<i>Astayanax scabripinnis </i> Jenyns, 1842) em diferente sistema de cultivo. Zootecnia Trop., 24: 22-33. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668911&pid=S0798-7269200900030001200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">17. Navarro R.D., E.A. Lanna, J.L. Donzele, S.L. Matta e M.A.  Souza. 2007. Níveis de energia digestível da dieta sobre o desempenho de piauçu  (<i>Leporinus macrocephalus</i>) em fase pós-larval. Acta Scien. Zootec., 29(1):  109-114.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668912&pid=S0798-7269200900030001200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">18. Nogueira G.C., A.L. Salaro, R.K. Luz, J.A. Zuanon, D.M.  Lambertucci, R.A. Salerno, R. Sakabe e W.A. Araújo. 2005. Desempenho produtivo  de alevinos de trairão (<i>Hoplias lacerdae</i>) alimentados com rações  comerciais. Ceres, 52(302): 491-497. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668913&pid=S0798-7269200900030001200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">19. Pedroso de Paiva D. 2001. Produção de larvas de moscas para  alimentação de galinhas e pássaros. Embrapa Suínos e Aves, 3(1): 1-4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668914&pid=S0798-7269200900030001200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">20. Pezzato L.E., E.C. Miranda, M.M. Barros, L.G. Quintero, A.C.  Pezzato e W.M. Furuya. 2000. Valor nutritivo do farelo de coco para tilápia do  Nilo (<i>Oreochromis niloticus</i>). Acta Scien., 22(13): 695-699. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668915&pid=S0798-7269200900030001200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">21. Pro A.M., M.G. Cuca e C.P. Becerril. 1999. Estimación de la  energía metabolizable y utilización de larva de mosca (<i>Musca domestica </i> L.) en la alimentación de pollos de engorda. Arch. Latin. Prod. Anim., 7(1):  39-51. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668916&pid=S0798-7269200900030001200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">22. Rezende F.P., O.P. Ribeiro Filho, M.M. Pereira, E.Y.  Takabatake, R.D. Navarro, L.C. Santos, R.F. Silva e C.B. Camargo Filho. 2005.  Eficiência de diferentes substratos na desova de lambari tambiú <i>Astyanax  bimaculatus </i>L, 1758. Ceres, 52(302): 527-533. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668917&pid=S0798-7269200900030001200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">23. Rotta M.A., L.O. Afonso, A.M. Penz Jr. e G.J. Wassermann.  2003. Uso da farinha de minhoca como alimento para pós-larvas de tilápia. Bol.  Pesquisa e Desenvolvimento, V. 3. Embrapa Pantanal, Corumbá. Brasil. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668918&pid=S0798-7269200900030001200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">24. Saeg. 2000. Manual de utilização do programa SAEG.  Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. Brasil.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668919&pid=S0798-7269200900030001200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify">25. Stafford E.A e A.G. Tacon. 1984. Nutritive value of the  earthworm, <i>Dendrodrilus subrubicundus</i>, growth on domestic sewage, in  trout diets. </font><font COLOR="#221e1f" size="2"><font face="Verdana">Agric.  Wastes, 9: 249-266. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668920&pid=S0798-7269200900030001200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify"><font face="Verdana">26. Weigert S.C., M.R. Figueiredo, D.  Loebmann, J.A. Nunes e A.L. Santos. 2002. Influência da </font></font> <font FACE="Verdana" SIZE="2" COLOR="#221e1f">temperatura e do tipo de substrato  na produção de larvas de <i>Musca domestica </i>L, 1758 (Diptera, Muscidae).  Rev. Bras. Zootec., 31(5): 1886-1889.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2668921&pid=S0798-7269200900030001200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body>
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