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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Niveis de lisina para suinos dos 25 aos 45 kg alimentados com rações contendo subprodutos de arroz]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this research was to evaluate the effects of levels of digestible lysine on performance of swine growth initial of swine fed with rice byproducts diets. 40 crossover piglets Landrace x Large White x Pietrain of 25,00 ± 5,66 kg body weight were used. Swine were allotted in randomized blocks with four levels of lysine supplemented HCl (0,00; 0,191; 0,382 e 0,573%) for experimental diets 0,717; 0,867; 1, 017 e 1,167% of digestible lysine. The treatments were constituted for isoproteic and isoenergetics supplemented of L-lysine. The experimental phase was of 28 days. The daily gain weight for treatments with 0,717; 0,867; 1, 017 e 1,167% of digestible lysine was 0,710; 0,746; 0,784 e 0,750 kg respectively. The lysine levels had a quadratic effects on average gain weight and feed conversion and lineal effects on feed intake, lysine intake and energy intake. For maximum daily gain it was determined a digestible lysine requirement of 1,009 for swine from 25 to 45 kg of body weight fed rice byproducts]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[Este trabajo fue realizado con el objetivo de evaluar el efecto de diferentes niveles de lisina digestible sobre el rendimiento de cerdos en la fase inicial de crecimiento, alimentados con raciones conteniendo subproductos de arroz. Para ello, fueron utilizados 40 lechones mestizos Landrace x Large White x Pietrain de 25,00 ± 5,66 kg de peso vivo, distribuidos en un diseño experimental de boques completos al azar, con 4 tratamientos, 5 repeticiones y 2 cerdos por unidad experimental. Los tratamientos estaban constituidos por ración basal isoproteica e isocalórica y suplementada con 4 niveles de L-lisina HCl (0,00; 0,191; 0,382 y 0,573%) resultando en raciones con 0,717; 0,867; 1,017 y 1,167 % de lisina digestible. La fase experimental tuvo una duración de 28 días. La ganancia diaria media de peso para los tratamientos con 0,717; 0,867; 1,017 y 1,167% de lisina digestible fue 0,710; 0,746; 0,784 y 0,750 de kg, respectivamente. Los niveles de lisina influyeron de forma cuadrática sobre la ganancia de peso, conversión alimenticia y de forma linear sobre el consumo diario de ración, de lisina y energía. Para máxima ganancia de peso diario se estimó el requerimiento de lisina digestible en 1,009% para cerdos de 25 a 45 kg de peso vivo alimentados con raciones conteniendo subproductos de arroz]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><b><font face="Verdana">Niveis de lisina para suinos dos 25  aos 45 kg alimentados com rações contendo subprodutos de arroz</font></b></p>     <p align="center"><b><font face="Verdana" size="2">Víctor Libardo Hurtado Nery <sup>1</sup>, Rita da Trindade Ribeiro Nobre Soares <sup>2</sup> e Julien  Chiquieri <sup>3</sup></font></b></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">1 Universidad de los Llanos, Km  12, Vía Apiay, Villavicencio, Colombia.*Correo electronico: <a href="mailto:johnnie182@hotmail.com">johnnie182@hotmail.com</a>.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">2 Universidade Estadal do Norte  Fluminense, Av. Alberto Lamego, 2000, Parque Califórnia, Campos/RJ, Brasil.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">3 Universidade Federal de  Espiritu Santo, Br 101 Norte, Km 60, São Mateus/ES.</font></p>     <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Com objetivo de avaliar o  efeito dos níveis de lisina digestível sobre o desempenho de suínos na fase  inicial de crescimento, alimentados com rações contendo subprodutos de arroz foi  realizado esta pesquisa. Foram utilizados 40 leitões mestiços Landrace x Large  White x Pietrain, de 25,00 ± 5,66 kg de peso vivo, distribuídos em um  delineamento experimental de blocos casualizados com quatro tratamentos, cinco  repetições e dois suínos por unidade experimental. Os tratamentos foram  constituídos por ração basal isoproteica e isocalórica e suplementada com quatro  níveis de L-lisina. HCl (0,00; 0,191; 0,382 e 0,573%) resultado em rações com  0,717; 0,867; 1,017 e 1,167% de lisina digestível. A fase experimental teve  duração de 28 dias. O ganho médio de peso diário para os tratamentos com 0,717;  0,867; 1,017 e 1,167% de lisina digestível foi de 0,710; 0,746; 0,784 e 0,750 kg  respectivamente. Os níveis de lisina apresentaram efeito quadrático sobre o  ganho de peso e a conversão alimentar, e efeito linear sobre o consumo de ração,  consumo diário de lisina e consumo diário de energia. Para máximo ganho de peso  diário se estimou a exigência de lisina digestível em 1,009% para suínos dos 25  aos 45 kg de peso vivo alimentados com rações contendo subprodutos de arroz.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras chave: </b> crescimento, exigências nutricionais, subprodutos de arroz, suínos.</font></p>     <p align="center"><b><font face="Verdana" size="2">Lysine levels for swine of 25  to 45 kg feed rice byproducts</font></b></p>     <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">ABSTRACT</font></b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">The objective of this research  was to evaluate the effects of levels of digestible lysine on performance of  swine growth initial of swine fed with rice byproducts diets. 40 crossover  piglets Landrace x Large White x Pietrain of 25,00 ± 5,66 kg body weight were  used. Swine were allotted in randomized blocks with four levels of lysine  supplemented HCl (0,00; 0,191; 0,382 e 0,573%) for experimental diets 0,717;  0,867; 1, 017 e 1,167% of digestible lysine. The treatments were constituted for  isoproteic and isoenergetics supplemented of L-lysine. The experimental phase  was of 28 days. The daily gain weight for treatments with 0,717; 0,867; 1, 017 e  1,167% of digestible lysine was 0,710; 0,746; 0,784 e 0,750 kg respectively. The  lysine levels had a quadratic effects on average gain weight and feed conversion  and lineal effects on feed intake, lysine intake and energy intake. For maximum  daily gain it was determined a digestible lysine requirement of 1,009 for swine  from 25 to 45 kg of body weight fed rice byproducts.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Keywords:</b> growth,  nutritional requirements, rice byproducts, swine.</font></p>     <p align="center"><b><font face="Verdana" size="2">Niveles de lisina para cerdos  de 25 a 45 kg alimentados con raciones conteniendo subproductos de arroz</font></b></p>     <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">RESUMEN</font></b></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Este trabajo fue realizado con  el objetivo de evaluar el efecto de diferentes niveles de lisina digestible  sobre el rendimiento de cerdos en la fase inicial de crecimiento, alimentados  con raciones conteniendo subproductos de arroz. Para ello, fueron utilizados 40  lechones mestizos Landrace x Large White x Pietrain de 25,00 ± 5,66 kg de peso  vivo, distribuidos en un diseño experimental de boques completos al azar, con 4  tratamientos, 5 repeticiones y 2 cerdos por unidad experimental. Los  tratamientos estaban constituidos por ración basal isoproteica e isocalórica y  suplementada con 4 niveles de L-lisina HCl (0,00; 0,191; 0,382 y 0,573%)  resultando en raciones con 0,717; 0,867; 1,017 y 1,167 % de lisina digestible.  La fase experimental tuvo una duración de 28 días. La ganancia diaria media de  peso para los tratamientos con 0,717; 0,867; 1,017 y 1,167% de lisina digestible  fue 0,710; 0,746; 0,784 y 0,750 de kg, respectivamente. Los niveles de lisina  influyeron de forma cuadrática sobre la ganancia de peso, conversión alimenticia  y de forma linear sobre el consumo diario de ración, de lisina y energía. Para  máxima ganancia de peso diario se estimó el requerimiento de lisina digestible  en 1,009% para cerdos de 25 a 45 kg de peso vivo alimentados con raciones  conteniendo subproductos de arroz.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Palabras clave:</b> cerdos,  crecimiento, requerimientos nutricionales, subproductos de arroz.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2"><b>Recibido: </b>22/02/11 <b> Aceptado: </b>12/07/11</font></p>     <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">INTRODUÇÃO</font></b></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A exigência de lisina  digestível nas diferentes fases de produção dos suínos tem sido estimada com  rações elaboradas com milho, farelo de soja e suplementadas com vitaminas e  minerais (Fontes et al., 2000; Neto et al., 2000; Oliveira et al., 2006), e  alguns trabalhos com rações contendo sorgo (Carranza et al., 2005).</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A lisina é o primeiro  aminoácido limitante na nutrição dos suínos, e é utilizada como referência para  as estimativas das exigências nutricionais dos outros aminoácidos, as quais são  estabelecidas utilizandose a metodologia de dose-resposta com suínos de  diferentes idades (Rostagno et al., 2005).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">As exigências de lisina, assim  como as dos outros nutrientes estão influenciadas pela raça, linhagem, sexo,  fase de desenvolvimento dos suínos, consumo, entre outros fatores (Rostagno et  al., 2005). A eficiência na utilização da lisina é atribuído ao inevitável  catabolismo do aminoácido absorvido (Möhn et al., 2000), para formação de tecido  magro, ou excretado quando fornecidos em excesso, como aminoácido quimicamente  no disponível usado para a sínteses de compostos não protéicos.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Na determinação das exigências  dos aminoácidos tem sido aplicado o conceito de proteína ideal considerando como  base a digestibilidade verdadeira e total dos mesmos, procurando um perfeito  manejo de alimentação protéica para suprir a exigência do aminoácido e reduzir a  produção de amônia e nitratos (Moreira et al., 2002).</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">No Brasil, as exigências de  lisina digestível para suínos de alto potencial genético são recomendadas como  0,829% para as fases de crescimento dos 30 – 50 kg (Rostagno et al., 2005). O  NRC (1998) nos Estados Unidos estimou os requerimentos de lisina digestível em  0,77% para suínos dos 20 aos 50 kg de peso. Nos dois casos anteriores as  exigências de lisina digestível foram estimadas utilizando rações baseadas em  farelo de soja e milho.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A estimação das exigências de  lisina com alimentos alternativos visam reduzir o custo de produção, sem afetar  o desempenho dos animais nem a qualidade do produto final.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">No beneficiamento de arroz  branco polido são produzidos 14% de grãos quebrados, este subproduto é  classificado como quirera que segundo a legislação, e o fragmento de grão que  passar em peneira de furos circulares de 1,6 mm de diâmetro, em termos gerais o  custo da quirera é equivalente a 20% do grão inteiro, o destino deste subproduto  é o a alimentação animal ou a indústria cervejeira (Limberger, 2005).</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A quirera de arroz tem 8.47 de  proteína bruta, 0,23% de lisina digestível, 1,22% de gordura e 3491 kcalEM/kg (Rostagno  et al., 2005). O farelo de arroz integral é o produto originado do polimento  realizado no beneficiamento do grão, de arroz sem casca e que não sofre extração  do óleo, consiste de pericarpo, gérmen, fragmentos de arroz e pequenas  quantidades de casca.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">O Farelo de arroz tem 13,24% de  proteína bruta, 0,48% de lisina digestível, 14.81% de gordura e 3111 kcalEM/kg (Rostagno  et al., 2005).</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">O objetivo deste trabalho foi  estimar as exigências de lisina digestível para leitões dos 25 aos 45 kg de peso  alimentados com rações contendo subprodutos de arroz em substituição ao milho.</font></p>     <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">MATERIAL E MÉTODOS</font></b></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">O trabalho foi conduzido na  Unidade de Apoio à Pesquisa em Zootecnia (UAPZ) do Laboratório de Zootecnia e  Nutrição Animal, da Universidade Estadual do Norte Fluminense, UENF, localizada  no Município de Campos dos Goytacazes, a 21° 45’ 14” de latitude sul e 41° 19’  26” oeste e 14 metros de altitude no litoral norte de Rio de Janeiro.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Foram utilizados 40 leitões  mestiços Landrace x Large White x Pietrain, com peso inicial de 25,00 ± 5,66 kg  e 63 dias de idade, distribuídos em um delineamento experimental de blocos  casualizados com quatro tratamentos, cinco repetições e dois animais por unidade  experimental, sendo um macho e uma fêmea, o critério de casualização foi o peso  inicial.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">As rações experimentais foram  preparadas com farelo de soja, macro minerais, suplementos minerais y de  vitaminas, sal, quirera e farelo de arroz integral em substituição total ao  milho, a apresentação da ração foi na forma farelada.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os tratamentos foram  constituídos por uma ração basal isoproteica e isocalórica e suplementada com  quatro níveis de L-lisina.HCl® (0,00; 0,191; 0,382; e 0,573) resultando em  rações com 0,717; 0,867; 1,017; e 1,167% de lisina digestível.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A ração basal foi formulada  para atender as exigências nutricionais dos suínos (Rostagno et al., 2005) nesta  fase, exceto para lisina (<a href="#tab1">Tabela 1</a>). La lisina foi  substituída no ingrediente inerte.</font></p>     <p align="center"><font face="Verdana" size="2"><b>Tabela 1. </b>Composição  centesimal das rações para leitões dos 25 aos 45 kg.</font></p>     <p align="center"><a name="tab1"><img border="0" src="/img/fbpe/zt/v29n2/art07cuad1.gif" align="center" width="558" height="479"></a></p>     
<p style="word-spacing: 0; margin-top: 0; margin-bottom: 0"><font face="Verdana" size="2">1 Níveis de garantia por kg do  produto: Biotina 16,56 mg; Vit. E 10.500 mg; Piridoxina 700 mg; Vit. K3 2.800 mg; Colina 126 g; Niacina 13.650 mg; Acido Pantotênico 7.350 mg; Vit. A 2.800 UI;  Tiamina 700 mg; Vit. B12 11.550 mcg; Vitamina D3 1.050 UI; Acido Fólico 420 mg; Riboflavina 2.100 mg;  Antioxidante 1.500 mg; Selênio 136 mg.</font></p>     <p style="word-spacing: 0; margin-top: 0; margin-bottom: 0"><font face="Verdana" size="2"><sup>2</sup> Níveis de garantia por kg do produto: Cálcio 98.800 mg; Cobalto 185  mg; Cobre 15.750 mg; Ferro 26.250 mg; Iodo 1.470 mg; Manganês 41.850 mg; Zinco 35.000 mg.</font></p>     <p style="word-spacing: 0; margin-top: 0; margin-bottom: 0"><font face="Verdana" size="2"><sup>3</sup> Garantia do produto: Monocloridrato de lisina 99% de pureza e  lisina base de mínimo 78% e 1,5 de umidade máxima.</font></p>     <p style="word-spacing: 0; margin-top: 0; margin-bottom: 0"><font face="Verdana" size="2"><sup>4</sup> Areia lavada.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p style="word-spacing: 0; margin-top: 0; margin-bottom: 0"><font face="Verdana" size="2"><sup>5</sup> Butil Hidroxitolueno, antioxidante sintético.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os suínos foram alojados em um  galpão de alvenaria contendo baias com piso de cimento, providas de bebedouros  automáticos tipo chupeta e comedouros convencionais.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os suínos foram pesados ao  inicio e final do experimento, ração e água foram fornecidas a vontade. A fase  experimental teve uma duração de 28 dias. Com termômetro de mínima e máxima foi  monitorada a temperatura durante o período experimental.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">As variáveis avaliadas foram:  ganho médio diário de peso, consumo médio diário de ração, e conversão  alimentar, consumo médio diário de lisina y consumo médio diário de energia. Os  dados foram submetidos a analise de variância e de regressão polinomial e  processados no programa computacional SAEG, da Universidade Federal de Viçosa  (2001).</font></p>     <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">RESULTADOS E DISCUSSÃO</font></b></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Durante a fase experimental a  temperatura máxima e mínima foi 28,5±0,70 e 19,2±0,98 °C., respectivamente.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os resultados de desempenho de  suínos em fase inicial de crescimento, alimentados com rações contendo  subprodutos de arroz e diferentes níveis de lisina digestível são apresentados  na <a href="#tab2">Tabela 2</a>.</font></p>     <p align="center"><font face="Verdana" size="2"><b>Tabela 2.</b> Desempenho de  leitões dos 25 aos 45 kg de peso alimentados com rações contendo subprodutos de  arroz e diferentes níveis de lisina digestível.</font></p>     <p align="center"><a name="tab2"><img border="0" src="/img/fbpe/zt/v29n2/art07cuad2.gif" width="575" height="331" align="center"></a></p>     
<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os níveis de lisina  apresentaram efeito quadrático sobre o ganho médio diário de peso e a conversão  alimentar de suínos em crescimento dos 25 aos 45 kg de peso (<a href="#tab2">Tabela  2</a>). O ganho médio diário de peso aumentou até o nível de 1,017% de lisina  digestível na ração, após esse nível houve decréscimo no ganho de peso.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">O consumo médio diário de ração  teve efeito linear positivo segundo a equação apresentada na <a href="#tab2"> Tabela 2</a>, o que explica o maior consumo de lisina e energia à medida que se  aumentou o nível de lisina digestível na ração.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">O comportamento linear do  consumo médio de ração pelo efeito dos níveis de lisina digestível é diferente  dos resultados de Gasparotto et al. (2001), que trabalhando com suínos em  crescimento machos castrados de dois grupos genéticos alimentados com rações  baseadas em soja e milho, não constataram efeitos dos níveis de lisina sobre o  consumo médio de ração (1,585 – 1628 g).</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Rossoni et al. (2009),  trabalhando com fêmeas suínas selecionadas para deposição de carne magra na  carcaça dos 15 aos 30 kg de peso não encontraram diferença significativa no  consumo diário de ração, atribuindo este resultado ao fato de utilizar o  conceito de proteína ideal na formulação da ração nos diferentes tratamentos.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A resposta quadrática (<a href="#fig1">Figura  1</a>) do desempenho aos níveis de lisina na variável ganho diário de peso permite  estimar a exigência de lisina em 1,009% na ração, que segundo a equação &#374;=-  0,00349651+0,0203433x de efeito linear equivale a um consumo diário de lisina  digestível de 17 g.</font></p>     <p align="center"><a name="fig1"><img border="0" src="/img/fbpe/zt/v29n2/art07fig1.gif" width="575" height="332" align="center"></a></p>     
<p align="center"><font face="Verdana" size="2"><b>Figura 1.</b> Ganho médio  diário de peso de suínos alimentados com rações contendo subprodutos de arroz e  diferentes níveis de lisina digestível.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">O nível de lisina digestível  obtido para máximo ganho de peso é superior ao estimado por López et al. (2010)  de 0,75% para suínos em crescimento dos 22,34 aos 45,24 kg de peso vivo  utilizando rações baseadas em sorgo e soja.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os resultados obtidos neste  intervalo de suplementação de lisina digestível na ração concordam com a  exigência constada para suínos machos castrados de grupos genéticos comuns e  melhorado de 24 a 45 kg de peso vivo (Gasparotto et al., 2001) de 1,0%, porém,  discorda da exigência de lisina digestível para a faixa dos 20 aos 50 kg de  0,75% dos mesmos autores. A resposta quadrática (<a href="#fig2">Figura 2</a>) de a conversão  alimentar aos níveis de lisina permite estimar a exigência de lisina para esta  variável em 0,93%, valor inferior á exigência de lisina digestível para máximo  ganho diário de peso. A resposta linear no consumo diário de lisina digestível e  de energia metabolizável esta relacionada com o incremento no consumo diário de  ração pelo efeito dos níveis de lisina digestível na ração.</font></p>     <p align="center"><a name="fig2"><img border="0" src="/img/fbpe/zt/v29n2/art07fig2.gif" align="center" width="577" height="322"></a></p>     
<p align="center"><font face="Verdana" size="2"><b>Figura 2.</b> Conversão  alimentar de suínos alimentados com rações contendo subprodutos de arroz e  diferentes níveis de lisina digestível.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><font face="Verdana" size="2">O consumo diário de lisina é  superior ao requerimento recomendado pelo NRC (1998), de 14,2 gramas/dia para  suínos de 20 a 50 kg de peso, e inferior ao consumo estimado por Carranza et al.  (2005) de 18 gramas/dia para suínos de 35 a 50 kg de peso.</font></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A estimação das exigências de  lisina digestível com ingredientes diferentes ao milho permite acrescentar as  matérias primas com o intuito de formular rações para suínos com os ingredientes  disponíveis localmente, que em épocas de safra tem menor preço, reduzindo os  custos de produção e melhorando a renda do empresário rural.</font></p>     <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">CONCLUSÕES</font></b></p>     <p align="justify"><font face="Verdana" size="2">A exigência de lisina  digestível para obter o máximo ganho diário de peso em suínos dos 25 aos 45 kg  de peso, alimentados com rações contendo subprodutos de arroz foi estimada em  1,009%.</font></p>     <p align="justify"><b><font face="Verdana" size="2">LITERATURA CITADA</font></b></p>     <!-- ref --><p><span style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana">1. Carranza, B.M., S.G. Rosales y J.A.C. Ibargüengoytiab. 2005. Requerimientos de lisina digestible de cerdos de 14 a 50 kg de peso corporal sujetos a diferentes condiciones de manejo y alojamiento. R Téc Pecu Méx., 43(2):139-153.</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2679611&pid=S0798-7269201100020000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><span style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana">2. Fontes, D.O., J.L. Donzele, R.F.M. Oliveira, G.S., Conhalato e M.A. Pereira. 2000. Níveis de lisina para leitoas selecionadas geneticamente para deposição de carne magra dos 30 aos 60 kg, mantendo constante a relação entre lisina e metionina + cistina, treonina, triptofano, isoleucina e valina. R. Bras. Zootec., 29(3):776- 783.</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2679612&pid=S0798-7269201100020000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana;mso-ansi-language: EN-US">3. Gasparotto, L.F., I. Moreira, A.C. Furlan, E.N. Martins e M.M. Junior. </span><span style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana">2001. Exigência de lisina, com base no conceito de proteína ideal, para suínos machos castrados de dois grupos genéticos, na fase de crescimento. R. Bras. Zootec., 30(6):1742-1749.</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2679613&pid=S0798-7269201100020000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><span style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana">4. Neto, M.A.T., R.N. Kronka, H.P. Barbosa, I.M.P. Sordi e E.A. Schammass. 2000. Níveis de lisina para suínos na fase inicial - I do crescimento, desempenho e retenção de nitrogênio. </span><span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana; mso-ansi-language:EN-US">Boletim Ind. 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Sci. 78:1510-1519.</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2679615&pid=S0798-7269201100020000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><span style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana">6. López, M., J.L. Figueroa, M.J. González, L.A. Miranda, V. Zamora y J.L. Cordero. 2010. Niveles de lisina y treonina digestible en dietas Sorgo-pasta de soya para cerdos en crecimiento. R. Bras. Zootec., 59(226):205-216.</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2679616&pid=S0798-7269201100020000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><span style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana">7. Moreira, I., L.F. Gasparotto, A.C. Furlan, V.M. Patricio e G.C. Oliveira. 2002. Exigência de lisina para machos castrados de dois grupos genéticos de suínos na fase de terminação com base no conceito de proteína ideal. R. Bras. Zootec., 31(1):96-103.</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2679617&pid=S0798-7269201100020000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana;mso-ansi-language: EN-US">8. National Research Council, NRC. 1998. Nutrients requirements of swine. 9. ed. Washington, D.C.: National Academic of Science. p 93.</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2679618&pid=S0798-7269201100020000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana;mso-ansi-language: EN-US">9. Oliveira, A.L.S., D.J. Donzele, R.F.M. Oliveira, M.L.T. Abreu, A.S. Ferreira, F.C.O. Silva e D. Haese. </span><span style="font-size:10.0pt; font-family:Verdana">2006. Exigência de lisina digestível para suínos machos castrados de alto potencial genético para deposição de carne magra na carcaça dos 15 aos 30 kg. R. Bras. Zootec. 35(6):2338-2343.</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2679619&pid=S0798-7269201100020000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><span style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana">10. Rossoni, M., J.L. Donzele, F.C.O. Silva, R.F.M. Oliveira, M.L.T. Abrel, F.A. Santos, J.L. Kill e C.M.C. Pereira. 2009. Exigência de lisina digestível de fêmeas suínas selecionadas para deposição de carne magra, na carcaça dos 15 aos 30 kg. R. Bras. Saúde Prod. Anim., 10(3):586- 595.</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2679620&pid=S0798-7269201100020000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><span style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana">11. Rostagno, H.S., L.F.T. Albino, J.L. Donzele, P.C.Gomes, R.F.,Oliveira, D.C. Lopes, A.S. Ferreira e S.L.T. Barreto. 2005. Tabelas Brasileiras para aves e suínos. Composição de alimentos e exigências nutricionais. 2 ed. Viçosa:UFV, Universidade Federal de Viçosa, p.186</span>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2679621&pid=S0798-7269201100020000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref -->12. Universidade Federal de Viçosa - UFV. 2001. SAEG - Sistema de Análises Estatísticas e Genéticas. Versão 8.0. </span><span lang="EN-US" style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana;mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;;mso-bidi-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;mso-ansi-language: EN-US;mso-fareast-language:ES;mso-bidi-language:AR-SA">Viçosa, MG. p 142.</span>    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2679622&pid=S0798-7269201100020000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body>
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