<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0004-0622</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Archivos Latinoamericanos de Nutrición]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[ALAN]]></abbrev-journal-title>
<issn>0004-0622</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Sociedad Latinoamericana de Nutrición]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0004-06222006000300014</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Composição de alimentos: um pouco de história]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bistriche Giuntini]]></surname>
<given-names><![CDATA[Eliana]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lajolo]]></surname>
<given-names><![CDATA[Franco M]]></given-names>
</name>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wenzel de Menezes]]></surname>
<given-names><![CDATA[Elizabete]]></given-names>
</name>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>2006</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>09</month>
<year>2006</year>
</pub-date>
<volume>56</volume>
<numero>3</numero>
<fpage>295</fpage>
<lpage>303</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0004-06222006000300014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0004-06222006000300014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0004-06222006000300014&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Dados sobre nutrientes e outros componentes presentes nos alimentos, in natura e processados, são necessários em inúmeros campos de atividades, tais como nutrição, saúde, agricultura, comércio, marketing. Pode-se considerar que, a partir do século XVII, é que se fundamentou o que viria a ser o estudo sistemático em relação à composição de alimentos. O século XIX apresentou inúmeros avanços, com o esclarecimento sobre a produção de energia a partir dos alimentos, a identificação de vários nutrientes e seu papel fisiológico. Começaram a surgir, também, as primeiras tabelas com dados de composição, finalizando o século com a publicação do The Chemical Composition of American Food Material do United States Departamento de Agricultura (USDA) de Atwater e Wood, em 1896. No século XX houve um refinamento em relação aos métodos de análise utilizados e a elaboração de tabelas de composição de alimentos por muitos países. Em 1984 foi criada a rede INFOODS (International Network of Food Data Systems), ligada à Universidade das Nações Unidas (UNU) e Food and Agriculture Administration (FAO), que propôs diretrizes e criou ferramentas que implicaram em grande avanço nas tabelas de composição. Atualmente a consciência relativa à biodiversidade de alimentos existentes vem ampliando o enfoque das tabelas e bancos de dados de composição química de alimentos. No Brasil a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA-USP), da Rede Brasileira de Dados de Composição de Alimentos (BRASILFOODS), desde sua criação em 1998, vem adotando esses padrões internacionais e encontra-se disponível da Internet (http://www.fcf.usp.br/ tabela), atualmente na versão 4.1.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Data on nutrients and other food components are necessary in several sectors, such as nutrition, health, agriculture, trading and marketing. From the 17th century on, the systematic study of food composition started to be established. During the 19th century, there were many advances, such as the clarification of food energy production, the identification of nutrients and their physiologic role. Also, the first food composition tables began to emerge, finishing the century with the publication of Atwater and Wood´s "The Chemical Composition of American Food Material" of the United States Department of Agriculture (USDA), in 1896. In the 20th century, the methods of analysis and the elaboration of food composition tables were improved in many countries. In 1984, INFOODS (International Network of Food Data Systems) was created. This network, linked to United Nations University (UNU) and Food and Agriculture Administration (FAO), proposed rules and created tools that brought great advances in food composition tables. Nowadays, the conscious related to food biodiversity has been amplifying the focus of food composition tables and databases. In Brazil, the Brazilian Food Composition Table (TBCA-USP), of the Brazilian Network for Food Composition Data (BRASILFOODS), since its creation in 1998, has been adopting these international patterns and is available on the Internet (http://www.fcf.usp.br/tabela), currently on the version 4.1.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Alimentos]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[composição química,]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[métodos analíticos]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[tabelas de composição]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Food]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[chemical composition]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[analytical methods]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[composition tables]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[   <B>    <P ALIGN="CENTER"><font face="Verdana" size="3">Composi&ccedil;&atilde;o de alimentos: um pouco de hist&oacute;ria</font></P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2></FONT> </B>    <P ALIGN="CENTER"><FONT face="Verdana" size=2><b>Eliana Bistriche Giuntini, Franco M. Lajolo, Elizabete Wenzel de Menezes&nbsp;</b></FONT></P>     <P ALIGN="CENTER"><FONT face="Verdana" size=2>Departamento de Alimentos e Nutri&ccedil;&atilde;o Experimental da Faculdade de Ci&ecirc;ncias Farmac&ecirc;uticas da Universidade de S&atilde;o Paulo&nbsp;</FONT></P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">Resumo</font> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"> </B><font face="Verdana" size="2">Dados sobre nutrientes e outros componentes presentes nos alimentos, <I>in natura</I> e processados, s&atilde;o necess&aacute;rios em in&uacute;meros campos de atividades, tais como nutri&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de, agricultura, com&eacute;rcio, marketing. Pode-se considerar que, a partir do s&eacute;culo XVII, &eacute; que se fundamentou o que viria a ser o estudo sistem&aacute;tico em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; composi&ccedil;&atilde;o de alimentos. O s&eacute;culo XIX apresentou in&uacute;meros avan&ccedil;os, com o esclarecimento sobre a produ&ccedil;&atilde;o de energia a partir dos alimentos, a identifica&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios nutrientes e seu papel fisiol&oacute;gico. Come&ccedil;aram a surgir, tamb&eacute;m, as primeiras tabelas com dados de composi&ccedil;&atilde;o, finalizando o s&eacute;culo com a publica&ccedil;&atilde;o do <I>The Chemical Composition of American Food Material </I>do <I>United States Departamento de Agricultura </I>(USDA) de Atwater e Wood, em 1896. No s&eacute;culo XX houve um refinamento em rela&ccedil;&atilde;o aos m&eacute;todos de an&aacute;lise utilizados e a elabora&ccedil;&atilde;o de tabelas de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos por muitos pa&iacute;ses. Em 1984 foi criada a rede INFOODS (<I>International Network of Food Data Systems</I>), ligada &agrave; Universidade das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (UNU) e Food and Agriculture Administration (FAO), que prop&ocirc;s diretrizes e criou ferramentas que implicaram em grande avan&ccedil;o nas tabelas de composi&ccedil;&atilde;o. Atualmente a consci&ecirc;ncia relativa &agrave; biodiversidade de alimentos existentes vem ampliando o enfoque das tabelas e bancos de dados de composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica de alimentos. No Brasil a Tabela Brasileira de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos (TBCA-USP), da Rede Brasileira de Dados de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos (BRASILFOODS), desde sua cria&ccedil;&atilde;o em 1998, vem adotando esses padr&otilde;es internacionais e encontra-se dispon&iacute;vel da <I>Internet</I> (http://www.fcf.usp.br/ tabela), atualmente na vers&atilde;o 4.1.</font> </P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2> Palavras-chave:</FONT></B> <FONT face="Verdana" size=2> Alimentos, composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica, m&eacute;todos anal&iacute;ticos, tabelas de composi&ccedil;&atilde;o.</FONT></P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">Summary&nbsp;&nbsp; </font> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"> </B><font face="Verdana" size="2">Data on nutrients and other food components are necessary in several sectors, such as nutrition, health, agriculture, trading and marketing. From the 17<SUP>th</SUP> century on, the systematic study of food composition started to be established.  During the 19<SUP>th</SUP> century, there were many advances, such as the clarification of food energy production, the identification of nutrients and their physiologic role. Also, the first food composition tables began to emerge, finishing the century with the publication of Atwater and Wood´s<I> </I>&quot;The Chemical Composition of American Food Material&quot; of the United States Department of Agriculture (USDA), in 1896. In the 20<SUP>th</SUP> century, the methods of analysis and the elaboration of food composition tables were improved in many countries. In 1984, INFOODS (<I>International Network of Food Data Systems</I>) was created. This network, linked to United Nations University (UNU) and Food and Agriculture Administration (FAO), proposed rules and created tools that brought great advances in food composition tables. Nowadays, the conscious related to food biodiversity has been amplifying the focus of food composition tables and databases. In Brazil, the Brazilian Food Composition Table (TBCA-USP), of the Brazilian Network for Food Composition Data (BRASILFOODS), since its creation in 1998, has been adopting these international patterns and is available on the Internet (http://www.fcf.usp.br/tabela),  currently on the version 4.1.</font></P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Keywords: </FONT></B> <FONT face="Verdana" size=2> Food, chemical composition, analytical methods, composition tables. </FONT></P> <B><FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="center"><font face="Verdana" size="2"> Food Composition: a little bit of History</font></P> </FONT>     <P ALIGN="left"><font face="Verdana" size="2">RECIBIDO: 02-08-2006</font></P>     <P ALIGN="left"><font face="Verdana" size="2">ACEPTADO: 12-09-2006</font></P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><b><FONT face="Verdana" SIZE=2>Introdução </FONT> </b></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>A informa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao conte&uacute;do de nutrientes e de outros componentes de alimentos, <I>in natura</I> e processados, &eacute; necess&aacute;ria para a elabora&ccedil;&atilde;o de programas nos campos da nutri&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de agricultura, ind&uacute;stria e marketing de alimentos (1). De acordo com Sevenhuysen (2), &quot;os benef&iacute;cios econ&ocirc;micos de dados de composi&ccedil;&atilde;o de boa qualidade para a ind&uacute;stria e pol&iacute;ticas governamentais s&atilde;o de fundamental import&acirc;ncia&quot;; tanto na padroniza&ccedil;&atilde;o e regulamenta&ccedil;&atilde;o de alimentos, como no favorecimento do com&eacute;rcio internacional, atrav&eacute;s da rotulagem. Segundo Southgate (3) bancos de dados de alimentos s&atilde;o usados para in&uacute;meras atividades, por&eacute;m todos os usu&aacute;rios t&ecirc;m algumas expectativas comuns. Eles esperam que os dados representem os alimentos de sua regi&atilde;o, que tenham sido obtidos por m&eacute;todos de an&aacute;lise apropriados, de maneira criteriosa, e que reflitam a composi&ccedil;&atilde;o real do alimento. </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Dados de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos, utilizados para determinar a ingest&atilde;o de nutrientes, devem representar alimentos consumidos na atualidade, a fim de que seja poss&iacute;vel relacionar a ingest&atilde;o alimentar e a fun&ccedil;&atilde;o metab&oacute;lica (4). Durante a d&eacute;cada de 90 in&uacute;meros avan&ccedil;os baseados em dados epidemiol&oacute;gicos esclareceram o papel das dietas na preven&ccedil;&atilde;o e controle da morbidade e da mortalidade prematura resultante de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas n&atilde;o-transmiss&iacute;veis como obesidade, diabetes, doen&ccedil;as cardiovasculares, hipertens&atilde;o e alguns tipos de c&acirc;ncer (5). Esses avan&ccedil;os s&oacute; foram poss&iacute;veis gra&ccedil;as &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos anal&iacute;ticos que, cada vez mais, s&atilde;o capazes de fornecer informa&ccedil;&otilde;es fidedignas sobre a composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica dos alimentos. </FONT></P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>O in&iacute;cio do estudo da composi&ccedil;&atilde;o de alimentos </FONT></P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Durante s&eacute;culos, estudos qu&iacute;micos come&ccedil;aram a fundamentar o que seria o estudo sistem&aacute;tico sobre composi&ccedil;&atilde;o de alimentos. Robert Hooke publicou, em 1665, uma teoria sobre combust&atilde;o; Scheele, na Su&eacute;cia e Priestley, na Inglaterra, descobriram, independentemente, o oxig&ecirc;nio; Cavendish identificou o hidrog&ecirc;nio em 1766, e Black, da <I>University of Glasgow</I>, descobriu a forma&ccedil;&atilde;o de g&aacute;s carb&ocirc;nico na respira&ccedil;&atilde;o em 1757. Essas descobertas, n&atilde;o diretamente ligadas &agrave; nutri&ccedil;&atilde;o, &eacute; que permitiram a Lavoisier, em 1780, demonstrar a natureza da combust&atilde;o e entender o processo de produ&ccedil;&atilde;o de energia em rela&ccedil;&atilde;o ao alimento (6,7). </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Ainda no s&eacute;culo XVIII, Rouel sugeriu uma identifica&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica de v&aacute;rios componentes em material animal e vegetal por aplica&ccedil;&otilde;es sucessivas de solventes org&acirc;nicos; Friederich John, da <I>University of Nuremberg, </I>tamb&eacute;m desenvolveu m&eacute;todos para an&aacute;lise qu&iacute;mica para vegetais e compilou resultados seus e de outros pesquisadores sobre cinzas em 135 vegetais (6). De acordo com McMasters (6) a primeira an&aacute;lise quantitativa em alimentos foi feita em batatas por Pearson, na Inglaterra, em 1795. Ele estimou a propor&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua, amido, material fibroso, cinzas e outras eventuais subst&acirc;ncias, e tamb&eacute;m reconheceu a exist&ecirc;ncia de lip&iacute;dios, &aacute;cidos e a&ccedil;&uacute;car. </FONT></P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>A import&acirc;ncia do s&eacute;culo XIX </FONT></P> </B>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>No in&iacute;cio deste s&eacute;culo os cientistas franceses Gay-Lussac e Thenard publicaram, em 1811, resultados de an&aacute;lises quantitativas de carbono, hidrog&ecirc;nio e nitrog&ecirc;nio; e os cientistas Berzelius (sueco), Scottish (escoc&ecirc;s) e o alem&atilde;o Liebig identificaram esses elementos em compostos carb&ocirc;nicos (7). </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Em 1816, Magendie distinguiu as diferen&ccedil;as entre carboidratos, gorduras e prote&iacute;nas nos alimentos e, em 1844, mostrou que os nutrientes entram no f&iacute;gado pela circula&ccedil;&atilde;o portal (8). Mulder, em 1838, introduziu o termo prote&iacute;na em estudos sobre albumina. Magendie mostrou que as prote&iacute;nas podem ter diferentes constitui&ccedil;&otilde;es e publicou, em 1841, um trabalho comparando a prote&iacute;na da gelatina e da carne (6,8); mas s&oacute; em 1909  Thomas introduziu o conceito de qualidade prot&eacute;ica e o m&eacute;todo para identificar o valor biol&oacute;gico das prote&iacute;nas (8). Liebig dividiu os alimentos em nitrogenados ou pl&aacute;sticos, como carne, sangue e case&iacute;na, e alimentos n&atilde;o nitrogenados como gorduras, carboidratos e bebidas alco&oacute;licas, que respondem pelo crescimento e produ&ccedil;&atilde;o de energia no homem. Posteriormente, em 1851, compilou uma tabela com o teor nutritivo de uma lista de alimentos, baseada neste conceito (6,7). </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>A nutri&ccedil;&atilde;o animal, com objetivo de promover o desenvolvimento econ&ocirc;mico, foi a base da experimenta&ccedil;&atilde;o durante o s&eacute;culo XIX; e junto com estudos em humanos avan&ccedil;aram no conhecimento fisiol&oacute;gico, relacionando inclusive a composi&ccedil;&atilde;o dos alimentos e nutri&ccedil;&atilde;o. Em 1844 o franc&ecirc;s Boussingault publicou uma tabela sobre o valor nutricional da ra&ccedil;&atilde;o animal (6). </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Outros pesquisadores foram modificando a vis&atilde;o de Mulder e Liebig sobre as prote&iacute;nas e o processo de nutri&ccedil;&atilde;o, assegurando que o trabalho muscular dependia da energia proveniente da oxigena&ccedil;&atilde;o de compostos n&atilde;o nitrogenados, ou seja, de gordura e carboidratos. O ingl&ecirc;s Frankland foi o primeiro pesquisador a estudar a quantidade de energia produzida na combust&atilde;o dos alimentos e, usando um calor&iacute;metro, obteve a energia de 29 alimentos comumente consumidos em seu pa&iacute;s; esses dados foram publicados em 1866 (6). </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Os estudos sobre respira&ccedil;&atilde;o e calorimetria permitiram o estudo sobre a necessidade energ&eacute;tica do homem. Von Voit, professor de fisiologia da <I>University of Munich, </I>foi o principal pesquisador dessa linha; junto com Pettenkofer eles conduziram muitos estudos sobre metabolismo e influenciaram Henneberger, considerado o pai da composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica (6). </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Em 1850 um grupo alem&atilde;o de pesquisa, comandado por Henneberger e Stohmann, iniciou a an&aacute;lise de composi&ccedil;&atilde;o centesimal de alimentos, em ra&ccedil;&atilde;o animal. Essa proposta foi chamada de m&eacute;todo Weende e tornou-se um procedimento comum em alimentos, utilizado ainda hoje, embora com algumas adapta&ccedil;&otilde;es: determina&ccedil;&atilde;o da umidade atrav&eacute;s de secagem por aquecimento (<I>heat</I>-<I>drying); </I>dos lip&iacute;dios por meio de extra&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua com &eacute;ter; teor de prote&iacute;na obtido pela aplica&ccedil;&atilde;o do fator 6,25 ao conte&uacute;do de nitrog&ecirc;nio; fibra bruta determinada pela fra&ccedil;&atilde;o insol&uacute;vel ap&oacute;s tratamento com &aacute;cido e &aacute;lcali em res&iacute;duo sem minerais e gordura; carboidratos calculados por diferen&ccedil;a. A utiliza&ccedil;&atilde;o do fator 6,25 para a convers&atilde;o de nitrog&ecirc;nio em prote&iacute;na baseou-se no conte&uacute;do de 16% desse componente em prote&iacute;na animal isolada, considerando que toda prote&iacute;na cont&eacute;m a mesma quantidade de nitrog&ecirc;nio e que todo o nitrog&ecirc;nio &eacute; produto da prote&iacute;na; mas, soube-se mais tarde que ambas as hip&oacute;teses n&atilde;o eram verdadeiras (7,9). A aplica&ccedil;&atilde;o desses conceitos na ci&ecirc;ncia da nutri&ccedil;&atilde;o foi feita por Max Rubner, m&eacute;dico e fisiologista alem&atilde;o, que, com sua equipe em 1894, conseguiu demonstrar, com um c&atilde;o, o resultado da combust&atilde;o de alimentos pela excre&ccedil;&atilde;o da ur&eacute;ia e das trocas gasosas ao mesmo tempo (10). </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>A investiga&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica do conte&uacute;do de energia bruta dos alimentos pode ser atribu&iacute;da a Rubner, na Alemanha, e a Atwater (que estudou com Rubner) nos Estados Unidos, usando bombas calorim&eacute;tricas. Rubner, al&eacute;m de determinar a densidade energ&eacute;tica de v&aacute;rios alimentos, demonstrou que o corpo humano n&atilde;o consegue aproveitar toda energia proveniente da combust&atilde;o dos alimentos. Atwater e Bryant aprofundaram esses estudos e determinaram coeficientes de disponibilidade energ&eacute;tica (<a href="#t1">Tabela 1</a>) para os macronutrientes (11), atrav&eacute;s da determina&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do de lip&iacute;dios e nitrog&ecirc;nio de alimentos consumidos em dietas mistas e da urina e fezes de indiv&iacute;duos que consumiram essas dietas; os carboidratos resultaram da diferen&ccedil;a entre a quantidade total de material org&acirc;nico e a soma de prote&iacute;na e gordura. </FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Atwater e Woods (9) lan&ccedil;aram o Boletim 28 em 1986, com dados de uma extensa lista de alimentos, <I>The Chemical Composition of American Food Materials. </I>Esse Boletim, revisado alguns anos depois, serviu de refer&ecirc;ncia por quatro d&eacute;cadas e foi utilizado em todo o mundo; tendo sido a base para a determina&ccedil;&atilde;o das necessidades nutricionais dos aliados durante a I Guerra Mundial (6). </FONT></P>     <P ALIGN="center"><a name="t1"><img border="0" src="/img/fbpe/Alan/v56n3/art14%20tab1.jpg" width="420" height="260"></a></P>     
<P ALIGN="left"> <B><FONT face="Verdana" size=2>Avan&ccedil;os no s&eacute;culo XX</FONT></P> </B>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Os estudos de Thomas sobre as prote&iacute;nas foram aprimorados por Mitchell, em 1924, e a qualidade prot&eacute;ica foi determinada medindo o balan&ccedil;o nitrogenado em animais (8). Rose e sua equipe, em 1930, iniciaram uma s&eacute;rie de experimentos sobre as prote&iacute;nas e seu conte&uacute;do de amino&aacute;cidos, purificando dietas e avaliando o balan&ccedil;o nitrogenado em animais com e sem cada amino&aacute;cido. Em 1957 conseguiram definir os amino&aacute;cidos essenciais, ou seja, aqueles que n&atilde;o podem ser sintetizados pelo organismo, mas s&atilde;o necess&aacute;rios ao desenvolvimento normal (8).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Em 1941, Jones sugeriu que o fator de convers&atilde;o 6,25 para c&aacute;lculo de prote&iacute;na fosse substitu&iacute;do por fatores espec&iacute;ficos, baseado no conhecimento que o nitrog&ecirc;nio pode estar presente em outros compostos, como amino&aacute;cidos livres, nucleot&iacute;dios, creatina e colina, cujo nitrog&ecirc;nio n&atilde;o prote&iacute;co (NPN) est&aacute; dispon&iacute;vel apenas em parte para a s&iacute;ntese de amino&aacute;cidos n&atilde;o-essenciais; e que o conte&uacute;do de nitrog&ecirc;nio varia de acordo com o peso molecular dos amino&aacute;cidos; desse modo o percentual de nitrog&ecirc;nio pode variar de 13 a 19%, dependendo da composi&ccedil;&atilde;o de amino&aacute;cidos. Estes fatores espec&iacute;ficos, chamados fatores espec&iacute;ficos de Jones, apresentam fatores que variam de 5,18 para nozes e sementes a 3,68 para leite (12).</FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Em 1955, Merrill e Watt refinaram os fatores do sistema de Atwater, criando fatores espec&iacute;ficos, baseados na varia&ccedil;&atilde;o do calor de combust&atilde;o e no coeficiente de digestibilidade de diferentes prote&iacute;nas, lip&iacute;dios e carboidratos (13). Estes fatores, com poucas modifica&ccedil;&otilde;es, foram republicados em 1973 (13,14). Paralelamente, Southgate e Durnin (15) testaram novamente os fatores gerais de Atwater em 1970 e conclu&iacute;ram pela sua validade, exceto quando h&aacute; grande consumo de carboidratos n&atilde;o dispon&iacute;veis, pois h&aacute; um aumento de excre&ccedil;&atilde;o de lip&iacute;dios, nitrog&ecirc;nio fecal e, conseq&uuml;entemente, da energia derivada destes nutrientes. Durante o in&iacute;cio do s&eacute;culo XX ocorreram grandes progressos na identifica&ccedil;&atilde;o de vitaminas e do papel dos minerais na nutri&ccedil;&atilde;o e come&ccedil;aram a surgir tabelas complementares. Em 1936, Waller do <I>University of Michigan Hospital</I>, publicou <I>Nutritive Values of Foods</I>, com dados sobre vitaminas (6).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Depois da II Guerra Mundial os estudos sobre composi&ccedil;&atilde;o de alimentos foram se acentuando e a FAO promoveu, atrav&eacute;s de processo de coopera&ccedil;&atilde;o internacional, condi&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o de tabelas regionais. Discord&acirc;ncias tamb&eacute;m surgiram, como no caso dos carboidratos, que nos Estados Unidos eram calculados por diferen&ccedil;a, e na Gr&atilde;-Bretanha, os carboidratos dispon&iacute;veis eram determinados separadamente por a&ccedil;&uacute;cares, amido e dextrinas. Na Gr&atilde;-Bretanha tamb&eacute;m se utilizavam fatores de convers&atilde;o de energia propostos por Rubner: 4,1kcal para prote&iacute;na; 9,3 para lip&iacute;dios e 3,75 para carboidratos (6,7).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Durante as d&eacute;cadas de 70 e 80 houve um grande avan&ccedil;o na &aacute;rea de an&aacute;lise qu&iacute;mica de alimentos, quando foram desenvolvidos m&eacute;todos mais precisos e confi&aacute;veis, sendo poss&iacute;vel a identifica&ccedil;&atilde;o de vitaminas e seus is&ocirc;meros por HPLC (<I>High Pressure Liquid Chromatography</I>) bem como outros componentes, que ainda n&atilde;o haviam sido considerados importantes anteriormente; ao mesmo tempo, foram ficando mais evidentes as rela&ccedil;&otilde;es entre alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e doen&ccedil;as (16,17).</FONT></P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>As primeiras tabelas de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos</FONT></P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1844 – o franc&ecirc;s Boussingault publicou tabela sobre o valor nutricional da ra&ccedil;&atilde;o animal (6).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1851 – O alem&atilde;o Liebig publicou uma tabela com o valor nutritivo de alimentos baseado no conceito de alimentos pl&aacute;sticos ou nitrogenados e n&atilde;o nitrogenados (6,7).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1878 – Konig publicou a primeira tabela europ&eacute;ia na Alemanha, <I>Chemie der menschlichen nahrungs uns genussmittel </I>(18).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1891 – Jenkins e Winton publicaram <I>A Compilation of Analyses of American Feeding Stuffs</I>, com dados de an&aacute;lise de gr&atilde;os e hortali&ccedil;as (6).</FONT></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1894 – Atwater lan&ccedil;ou uma primeira tabela oficial americana de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos – <I>Foods: nutritive value and cost</I>. (19).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1896 – Atwater e Wood (9) publicaram o Boletim 28 do <I>United States Departamento de Agricultura </I>(USDA) com <I>The Chemical Composition of American Food Materials. </I></FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1906 – Atwater e colaboradores editaram uma revis&atilde;o do Boletim 28 (6).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1916 – McKillop publicou na Gr&atilde;-Bretanha tabela com muitos dados de alimentos americanos (6).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1921 – Plimmer publicou <I>Analyses and energy valuers of foods</I> em Londres (18).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1925 – McKillop publicou a terceira edi&ccedil;&atilde;o da tabela, j&aacute; com dados de alimentos brit&acirc;nicos, mas com influ&ecirc;ncia de Atwater (McMASTERS, 1963).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1933 – McCance e Shipp publicam em Londres <I>The chemie of flesh foods and their losses on cooking </I>(18).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1936 – Waller do <I>University of Michigan Hospital</I>, publicou <I>Nutritive Values of Foods</I>, com dados sobre vitaminas (6).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1937 – o <I>United State Department of Agriculture </I>(USDA) publicou <I>Vitamin Content of Foods, </I>com dados sobre vitaminas A, B, D, G e &aacute;cido asc&oacute;rbico, compilados por Daniel e Munsell. N&atilde;o havia dados sobre vitamina E, e os autores explicaram que se sabia que a vitamina G (riboflavina) era essencial para algumas esp&eacute;cies, embora fosse desconhecido seu papel para o homem (6).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1940 – Chatfield e Adams publicaram pelo USDA, uma atualiza&ccedil;&atilde;o da tabela de 1906, <I>Proximate Composition of</I> <I>American Food Materials. </I>O termo proximal foi utilizado em reconhecimento de que cada componente &eacute; feito por subst&acirc;ncias que tem propriedades em comum, mas que tamb&eacute;m pode conter pequenas quantidades de outras subst&acirc;ncias ainda n&atilde;o conhecidas do ponto de vista qu&iacute;mico. N&atilde;o havia dados de vitaminas (6).</FONT></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1940 – McMance e Winddwson publicaram <I>The Chemical Composition of Foods</I>, na Inglaterra, j&aacute; apresentando maior diverg&ecirc;ncia com rela&ccedil;&atilde;o aos dados americanos, principalmente em fun&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos aplicados (6, 18).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1942 – Booher, Hartzler e Hewston publicaram <I>Vitamin Values of Foods in Relation to Processing and Other Variants, </I>onde s&atilde;o relacionados os fatores que afetam o teor de vitaminas, como variedade, m&eacute;todo de cultivo, local de produ&ccedil;&atilde;o, processamento, estocagem, grau de matura&ccedil;&atilde;o e m&eacute;todos de an&aacute;lise (6).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1942 – <I>Vitamin Values of Foods in Terms of Common Measures </I>foi publicada por Hewston and Marsh; esses dados foram utilizados na publica&ccedil;&atilde;o <I>Table of Food Values Recommended for Use in Canada, </I>no mesmo ano (6).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1945 – <I>Tables of Food Composition in Terms of Eleven Nutrients, </I>foi publicada pelo USDA com dados de energia, prote&iacute;na, lip&iacute;dios, carboidratos, c&aacute;lcio, f&oacute;sforo, ferro, vitamina A, tiamina, riboflavina, niacina e &aacute;cido asc&oacute;rbico (6).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1944 a 1959 – V&aacute;rios pa&iacute;ses lan&ccedil;aram suas primeiras tabelas: Vietn&atilde;, Fran&ccedil;a, Alemanha, Noruega, It&aacute;lia, Groenl&acirc;ndia, Holanda, Gr&eacute;cia, &Aacute;frica do Sul, Austr&aacute;lia, Jap&atilde;o, Filipinas, &Iacute;ndia, Cor&eacute;ia, Egito, Hava&iacute; (6).</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1949 – A FAO<I> (Food and Agriculture Organization of the United Nations</I>) publicou pela primeira vez uma tabela de composi&ccedil;&atilde;o, <I>Food Composition Tables for International Use, </I>de Chatfield,<I> </I>onde h&aacute; uma refer&ecirc;ncia datada de 1948 sobre dados de alimentos brasileiros (19)<I>. </I></FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">1954 – A FAO lan&ccedil;a, do mesmo autor,<FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2 COLOR="#ff0000"> </FONT><I>Food Composition Tables – Minerals and Vitamins - for International Use, </I>a fim de complementar a tabela anterior (6).</font><I> </P> </I>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Com o progresso da ci&ecirc;ncia da nutri&ccedil;&atilde;o, referente &agrave;s necessidades nutricionais, e ao entendimento sobre a variabilidade do conte&uacute;do dos nutrientes tornou-se evidente a import&acirc;ncia de aprimorar o conhecimento sobre os alimentos t&iacute;picos de cada regi&atilde;o; assim, a partir de 1958 a FAO iniciou um programa de cria&ccedil;&atilde;o e publica&ccedil;&atilde;o de tabelas de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos regionais (2). </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1961 – Foi lan&ccedil;ada a primeira para a Am&eacute;rica Latina - <I>Food Composition Table for use in Latin America</I>, de Leung e Flores, cujos dados foram utilizados em programas de pol&iacute;ticas governamentais em nutri&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de; mas muitos pa&iacute;ses na Am&eacute;rica Latina j&aacute; tinham suas pr&oacute;prias tabelas (<a href="#t2">Tabela 2</a>) (1). </FONT></P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>     <P ALIGN="center"><a name="t2"><img border="0" src="/img/fbpe/Alan/v56n3/art14%20tab2.jpg" width="350" height="345"></a>&nbsp;</P> </FONT> <B>    
]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Atua&ccedil;&atilde;o da fao e unu ap&oacute;s a d&eacute;cada de 80</FONT></P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Depois de colaborar na elabora&ccedil;&atilde;o das tabelas regionais de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos, a <I>Food and Agriculture Organization of United Nations</I> (FAO) reduziu suas atividades nessa &aacute;rea na d&eacute;cada de 70, quando completou sua s&eacute;rie de tabelas (20).</FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">Anos mais tarde, baseada na recomenda&ccedil;&atilde;o de um grupo internacional coordenado pela <I>United Nations University</I> (<A HREF="http://www.unu.edu/">UNU</A>), em 1984, foi criada a <I>International Network of Food Data Systems</I> (INFOODS), com o objetivo de estimular e coordenar esfor&ccedil;os para melhorar a qualidade e disponibilidade de dados anal&iacute;ticos de alimentos atrav&eacute;s do mundo (21).</font></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Na Am&eacute;rica Latina, em 1986, ocorreu a primeira Confer&ecirc;ncia sobre Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos no <I>Instituto de Nutrici&oacute;n de Centroam&eacute;rica y Panam&aacute;</I> (INCAP), que visava avaliar o grau de desenvolvimento das tabelas de composi&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses individualmente e por regi&atilde;o, propor programas para atingir os objetivos propostos pelo INFOODS e ainda desenvolver uma rede de trabalho de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos na Am&eacute;rica Latina – o LATINFOODS (1). </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Ap&oacute;s a <I>International Conference on Nutrition</I> em 1992, a FAO, por meio do INFOODS, vem propondo novas diretrizes e crit&eacute;rios para a &aacute;rea de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos, publicando guias e manuais com protocolos a serem usados na gera&ccedil;&atilde;o e compila&ccedil;&atilde;o de dados, e ampliando a comunica&ccedil;&atilde;o e o interc&acirc;mbio entre laborat&oacute;rios. Outra proposta surgida, nesta d&eacute;cada, foi a de incentivar a coopera&ccedil;&atilde;o entre governos e ind&uacute;stria de alimentos, para o uso de dados de composi&ccedil;&atilde;o na informa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e promo&ccedil;&atilde;o do com&eacute;rcio (2). Institui&ccedil;&otilde;es governamentais devem usar dados de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos na formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas de sa&uacute;de, alimenta&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a alimentar de acordo com a necessidade de grupos populacionais. </FONT>  </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>A estrat&eacute;gia da FAO &eacute; a aplica&ccedil;&atilde;o de um modelo regional de atua&ccedil;&atilde;o, baseado na comunica&ccedil;&atilde;o e controle de qualidade, e tem como meta a gera&ccedil;&atilde;o, a dissemina&ccedil;&atilde;o e a promo&ccedil;&atilde;o do uso da informa&ccedil;&atilde;o de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos de alta qualidade e em larga escala por profissionais, pesquisadores e institui&ccedil;&otilde;es governamentais. O modelo fornece bases para a gera&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o dos dados atrav&eacute;s de padr&otilde;es e crit&eacute;rios continuamente revisados, e d&aacute; suporte a comit&ecirc;s governamentais e institui&ccedil;&otilde;es representativas para a supervis&atilde;o de procedimentos e atividades relacionadas (20). </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Em &acirc;mbito internacional, a coordena&ccedil;&atilde;o e a padroniza&ccedil;&atilde;o s&atilde;o necess&aacute;rias para aumentar a difus&atilde;o e interc&acirc;mbio de dados. Os bancos de dados devem ser compat&iacute;veis e padronizados, dessa forma, o trabalho harmonizado promove a redu&ccedil;&atilde;o de gastos associados com a gera&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de dados de composi&ccedil;&atilde;o numa base global, e conseq&uuml;entemente diminui custos de produ&ccedil;&atilde;o de dados em pa&iacute;ses em desenvolvimento (20). </FONT>  </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Uma das propostas de padroniza&ccedil;&atilde;o &eacute; a ado&ccedil;&atilde;o de identificadores para os nutrientes (21-24). Esses identificadores do INFOODS (<I>tagnames</I>) representam o nutriente/componente de forma inequ&iacute;voca, de acordo com o m&eacute;todo utilizado na an&aacute;lise, unidade, e sua utiliza&ccedil;&atilde;o em diferentes tabelas (<a href="#t3">Tabela 3</a>). </FONT> </P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>     <P ALIGN="center"><a name="t3"><img border="0" src="/img/fbpe/Alan/v56n3/art14%20tab3.jpg" width="484" height="691"></a></P> </FONT>     
<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>O modelo regional de atua&ccedil;&atilde;o funciona por meio de redes como OCEANFOODS, EUROPAFOODS, AMERICANFOODS, ASIAFOODS, AFRICANFOODS e LATINFOODS. Dessa &uacute;ltima rede participam pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina; que por sua vez tem suas redes nacionais; assim, o BRASILFOODS (Rede Brasileira de Dados de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos) est&aacute; ligado ao LATINFOODS (<I>Red Latino-americana de Dados de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos</I>) e ao INFOODS (<I>International Network Food Data Systems).</I> O BRASILFOODS vem<I> </I>cooperando com a<I> Tabla de Composici&oacute;n de Alimentos de Am&eacute;rica Latina</I> (28) e participando de atividades que visam melhorar a qualidade de dados de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos da regi&atilde;o como as confer&ecirc;ncias eletr&ocirc;nicas promovidas pelo LATINFOODS (29,30)<I> . </I></FONT></P> <B>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Uma nova perspectiva para os bancos de dados</FONT></P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Os bancos de dados, em sua maioria, t&ecirc;m sido elaborados para a avalia&ccedil;&atilde;o da ingest&atilde;o nutricional; dessa forma, apresentam principalmente resultados de alimentos produzidos ao longo de todo o ano, valores m&eacute;dios de diversas regi&otilde;es do pa&iacute;s, valores de resultados de amostras compostas ou calculados de amostras individuais. Entretanto, dados de alta qualidade anal&iacute;tica, como de lotes experimentais e de cultivares espec&iacute;ficos, t&ecirc;m sido considerados n&atilde;o representativos e s&atilde;o descartados, quando poderiam compor bancos de dados especializados nos campos da sa&uacute;de, agricultura, com&eacute;rcio, entre outros (31,32).</FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">Desde o in&iacute;cio dos anos 60, tradicionalmente, a FAO vem se empenhando na promo&ccedil;&atilde;o do uso sustent&aacute;vel da biodiversidade em programas de seguran&ccedil;a alimentar e nutri&ccedil;&atilde;o humana. Alguns aspectos<FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2 COLOR="#ff0000"> </FONT>devem ser considerados nesse contexto e esses mostram a import&acirc;ncia dos dados de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos como elo entre nutri&ccedil;&atilde;o e biodiversidade (33):&nbsp;</font> </P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2> </FONT>      <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>- a biodiversidade de esp&eacute;cies selvagens e intra-esp&eacute;cies participam da seguran&ccedil;a alimentar global;</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>- diferentes cultivares t&ecirc;m estatisticamente diferentes conte&uacute;dos de nutrientes;</FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>- dados de nutrientes sobre a biodiversidade de alimentos existentes devem ser disponibilizados antes de se iniciar trabalhos com organismos geneticamente modificados (OGM);</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>- o conte&uacute;do dos nutrientes precisa estar entre os crit&eacute;rios para a promo&ccedil;&atilde;o de determinado cultivar;</FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>- os dados de nutrientes de alimentos e cultivares selvagens devem ser sistematicamente gerados, compilados e amplamente disseminados;</FONT> </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>- perguntas relativas &agrave; biodiversidade precisam ser inclu&iacute;das nos inqu&eacute;ritos alimentares;</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>- a disponibiliza&ccedil;&atilde;o de dados de nutrientes e de ingest&atilde;o de determinados cultivares &eacute; essencial para se compreender o impacto da biodiversidade sobre os alimentos.</FONT> </P>      ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Diante desse novo cen&aacute;rio, os bancos de dados de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos devem ter seu enfoque ampliado. Por exemplo, at&eacute; um passado recente, o nome gen&eacute;rico do alimento era considerado suficiente para muitos prop&oacute;sitos, mas agora &eacute; necess&aacute;rio o amplo conhecimento da composi&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica de diferentes cultivares. Em vista da nova perspectiva relacionada &agrave; biodiversidade, toda informa&ccedil;&atilde;o com qualidade sobre composi&ccedil;&atilde;o de alimentos deve ser utilizada e disseminada (31,32).</FONT></P> <B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Composi&ccedil;&atilde;o de alimentos brasileiros e os padr&otilde;es internacionais</FONT></P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>Uma primeira iniciativa de compila&ccedil;&atilde;o de dados nacionais no in&iacute;cio da d&eacute;cada de 90 detectou a reduzida qualidade dos dados de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos (34). Muitos dados de alimentos, basicamente de origem vegetal, n&atilde;o apresentavam a descri&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos anal&iacute;ticos utilizados ou haviam sido analisados por m&eacute;todos inadequados, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; fibra alimentar (FA). In&uacute;meros dados foram descartados, outros foram utilizados ap&oacute;s a complementa&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o com a realiza&ccedil;&atilde;o de an&aacute;lise da FA por m&eacute;todos adequados pela Faculdade de Ci&ecirc;ncias Farmac&ecirc;uticas da Universidade de S&atilde;o Paulo (FCF/USP) (35). Dessa forma, reiterou-se a necessidade de uniformizar procedimentos anal&iacute;ticos.</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>O Projeto Integrado de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos, criado pelo BRASILFOODS, tem como objetivo principal a elabora&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o de uma tabela nacional de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos, atrav&eacute;s da an&aacute;lise de novos alimentos, da compila&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de dados de composi&ccedil;&atilde;o (36,37). Para tanto, foi criado um banco de dados de alimentos brasileiros baseado nas diretrizes preconizadas pelo INFOODS, e adotadas pelo LATINFOODS, relativas &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o de nutrientes e alimentos (25, 38,39), que visam facilitar a troca de informa&ccedil;&otilde;es entre pesquisadores da &aacute;rea e bancos de dados de diferentes regi&otilde;es do mundo.</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>A Tabela Brasileira de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos (TBCA-USP) (40), que se tornou realidade em 1998 (http://www.fcf.usp.br/tabela), &eacute; o resultado da soma de esfor&ccedil;os de mais de 27 laborat&oacute;rios participantes do Projeto Integrado de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos. &Eacute; coordenada pela Rede Brasileira de Dados de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos (BRASILFOODS), com sede no Departamento de Alimentos e Nutri&ccedil;&atilde;o Experimental da FCF/USP, e visa disponibilizar informa&ccedil;&otilde;es de qualidade sobre composi&ccedil;&atilde;o de alimentos. Desde sua cria&ccedil;&atilde;o, a TBCA-USP sofreu uma s&eacute;rie de atualiza&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao de n&uacute;mero de alimentos e/ou estrutural, que est&atilde;o resumidas no <a href="#t4"> Tabela  4.</a></FONT> </P> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>     <P ALIGN="center"><a name="t4"><img border="0" src="/img/fbpe/Alan/v56n3/art14%20tab4.jpg" width="422" height="422"></a></P> </FONT>     
<P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font> <B><FONT face="Verdana" size=2>Perfil das principais tabelas utilizadas no Brasil </FONT></P> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1948 – Tabela de Alimentos Brasileiros, do Servi&ccedil;o de Alimenta&ccedil;&atilde;o da Previd&ecirc;ncia Social (19). Essa tabela foi citada pela FAO em 1949 na publica&ccedil;&atilde;o <I>Food composition tables for international use</I>, mas n&atilde;o se t&ecirc;m informa&ccedil;&otilde;es sobre a origem dos dados. </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1951 – Tabela de Composi&ccedil;&atilde;o Qu&iacute;mica de Alimentos, de Guilherme Franco do Servi&ccedil;o de Alimenta&ccedil;&atilde;o da Previd&ecirc;ncia Social (41). Esta tabela foi reeditada in&uacute;meras vezes e &eacute; utilizada at&eacute; hoje, embora n&atilde;o apresente informa&ccedil;&otilde;es sobre a forma de obten&ccedil;&atilde;o dos dados e nunca tenha sido atualizada. </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1977 – Tabelas de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos – Estudo Nacional de Despesas Familiares do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (42). Adaptada aos objetivos do ENDEF, essa tabela &eacute; uma compila&ccedil;&atilde;o de dados nacionais e internacionais, quando foram escolhidos os dados mais representativos, considerando-se n&uacute;meros de amostras e m&eacute;todos anal&iacute;ticos utilizados na &eacute;poca. Essas informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o mencionados na parte introdut&oacute;ria da publica&ccedil;&atilde;o, bem como &eacute; identificada sua origem. As publica&ccedil;&otilde;es e metodologias utilizadas s&atilde;o das d&eacute;cadas de 1960 e 1970, em fun&ccedil;&atilde;o disso os dados de fibra apresentados referem-se &agrave; fibra bruta e no caso de vitaminas e minerais s&atilde;o pouco precisos. Apresenta o nome cient&iacute;fico dos alimentos e informa&ccedil;&otilde;es de alimentos crus e preparados. </FONT> </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>1995 – Tabela de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos, de Mendez e colaboradores, editada pela Universidade Federal Fluminense (43). Essa tabela apresenta informa&ccedil;&otilde;es sobre preparo das amostras; nome cient&iacute;fico, nome em espanhol e ingl&ecirc;s dos alimentos e metodologia utilizada na an&aacute;lise. Por&eacute;m a fibra insol&uacute;vel foi obtida com solu&ccedil;&atilde;o detergente (&aacute;cido e neutro) e a sol&uacute;vel por m&eacute;todo que determina parte da pectina, dessa forma, os dados de fibra podem estar subestimados. </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">1998 – Tabela Brasileira de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos – USP, (TBCA-USP), BRASILFOODS, Faculdade de Ci&ecirc;ncias Farmac&ecirc;uticas da Universidade de S&atilde;o Paulo. Dispon&iacute;vel em <A HREF="http://www.fcf.usp.br/tabela">http://www.fcf.usp.br/tabela</A> (40). Trata-se da primeira tabela da Am&eacute;rica Latina a ser disponibilizada na Internet e vem sendo constantemente atualizada. Adota padr&otilde;es internacionais (INFOODS/LATINFOODS) no que se refere aos m&eacute;todos anal&iacute;ticos, identifica&ccedil;&atilde;o de alimentos e nutrientes; apresenta os alimentos de maneira detalhada (nome cient&iacute;fico, parte do alimento, processamento, grau de matura&ccedil;&atilde;o, etc.) e os dados por 100g e tamb&eacute;m por medidas caseiras mais utilizadas ao respectivo alimento, na vers&atilde;o 4.1, de 2005. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o encontradas atrav&eacute;s do sistema de busca por alimento, que contabiliza 1800 dados entre composi&ccedil;&atilde;o centesimal, fibra alimentar, amido resistente, vitamina A e caroten&oacute;ides, &aacute;cidos graxos e colesterol. Os dados de fibra alimentar foram obtidos por m&eacute;todo enz&iacute;mico-gravim&eacute;trico; h&aacute; informa&ccedil;&otilde;es sobre carboidratos totais e &quot;dispon&iacute;veis&quot;; os dados sobre energia s&atilde;o apresentados em quilocaloria (kcal) e quilojoule (kJ) calculado sobre o teor de carboidratos &quot;dispon&iacute;veis&quot;, ou seja, n&atilde;o inclui a fibra alimentar. Oferece, ainda, informa&ccedil;&otilde;es sobre por&ccedil;&otilde;es recomendadas pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria e sobre a origem dos dados (44). O resumo das vers&otilde;es da TBCA-USP est&atilde;o descritas no <a href="#t4"> Tabela 4</a>.</font>  </P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2> 2001 – Tabela de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos: suporte para decis&atilde;o nutricional de Phillipi (45). Tem por base o banco de dados utilizado no Virtual Nutri, um programa de nutri&ccedil;&atilde;o e c&aacute;lculo de dietas, da Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Universidade de S&atilde;o Paulo (46), que traz dados de v&aacute;rias tabelas, nacionais e internacionais, e dados de r&oacute;tulos de produtos industrializados. </FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">2004 – Tabela Brasileira de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos – TACO, do N&uacute;cleo de Estudos e Pesquisa em Alimenta&ccedil;&atilde;o da Universidade Estadual de Campinas (NEPA/UNICAMP). Dispon&iacute;vel em <A HREF="http://www.unicamp.br/nepa/taco/">http://www.unicamp.br/nepa/taco/</A> (47). &Eacute; uma tabela com dados de energia, macronutrientes, vitaminas e minerais de 198 alimentos, e 112 dados de fra&ccedil;&otilde;es de &aacute;cidos graxos, considerados como representativos do h&aacute;bito alimentar brasileiro. Os dados de vegetais referem-se apenas a alimentos crus, sendo necess&aacute;rio aplicar fatores de convers&atilde;o. O teor energ&eacute;tico foi obtido utilizando dados de carboidratos totais, o que inclui a fra&ccedil;&atilde;o fibra alimentar.</font></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2> &Eacute; importante destacar a elabora&ccedil;&atilde;o de manuscritos internos (compilados e traduzidos de dados internacionais) para seu emprego em Unidades e Institui&ccedil;&otilde;es, como os utilizados na Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica, no Curso de Gradua&ccedil;&atilde;o de Nutricionistas, durante as d&eacute;cadas de 70 e 80.</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><b> <FONT face="Verdana" SIZE=2>  Conclusão&nbsp; </FONT> </b></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2> De acordo com Dwyer (17) os estudos sobre composi&ccedil;&atilde;o de alimentos passaram por quatro revolu&ccedil;&otilde;es. A primeira, com Atwater, que descreveu a energia advinda dos alimentos, a segunda com a caracteriza&ccedil;&atilde;o de vitaminas e minerais que se mostraram importantes para evitar as doen&ccedil;as decorrentes de sua defici&ecirc;ncia. Na terceira revolu&ccedil;&atilde;o, conhecendo-se melhor a composi&ccedil;&atilde;o dos alimentos, foram feitas associa&ccedil;&otilde;es entre dieta e doen&ccedil;as, incluindo as relacionadas com m&aacute; nutri&ccedil;&atilde;o e as doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas n&atilde;o-transmiss&iacute;veis. A quarta relaciona-se com a descoberta de outras subst&acirc;ncias nos alimentos que tamb&eacute;m podem afetar a sa&uacute;de humana, como os compostos bioativos e fatores antinutricionais, que vem sendo estudados e evidenciam que h&aacute; um amplo campo de atua&ccedil;&atilde;o a ser explorado.</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2> Possivelmente a quinta revolu&ccedil;&atilde;o dever&aacute; estar relacionada com a biodiversidade. Segundo a FAO, o amplo conhecimento das informa&ccedil;&otilde;es de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos de diferentes cultivares das diversas regi&otilde;es e pa&iacute;ses &eacute; importante para garantir a preserva&ccedil;&atilde;o e uso sustent&aacute;vel da biodiversidade em programas de seguran&ccedil;a alimentar e nutri&ccedil;&atilde;o humana.</FONT></P>     <P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2"><b>Agradecimentos&nbsp;</b></font></P> <B> <FONT FACE="Times,Times New Roman" SIZE=2>  </FONT> </B>    <P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2> CAPES pela concess&atilde;o de bolsa e CNPq pelo financiamento de pesquisa.</FONT></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P ALIGN="JUSTIFY"> <b> <FONT face="Verdana" SIZE=2>  Referências</FONT> </P> </b>    <!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">1. Bressani R. <STRONG>Report on LATINFOODS. </STRONG>The United Nations University Press. Food and Nutrition Bulletin, vol.12, n.2, 1990. T&oacute;quio [out 2004]. Se consigue en: URL: <A HREF="http://www.unu.edu/unupress/food/8F122e/">http://www.unu.edu/unupress/food/8F122e/</A>8F122E0a.htm.</font> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470642&pid=S0004-0622200600030001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">2. Sevenhuysen GP. FAO's food composition activities. En: FAO celebrates 50 years. 1995 [out 2004]. Se consigue en: URL: <A HREF="http://www.fao.org/docrep/">http://www.fao.org/docrep/</A>V7700T/ v7700t07.htm.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470643&pid=S0004-0622200600030001400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>3. Southgate DA. Data quality in sampling, analysis and compilation. J Food Compos Anal 2002;15(4):507-13. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470644&pid=S0004-0622200600030001400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>4. Holden JM. Expert systems for the evaluation of data quality for establishing the recommended dietary allowances. <I>J Nutr 1996; </I>126 Suppl:2329-36. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470645&pid=S0004-0622200600030001400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>5. World Health Organization/ Food and Agricultural Organization (WHO/FAO). <I>Diet, nutrition and prevention of chronic diseases</I>. WHO technical report series; 916.  Geneva, 2003 [set. 2005]. Se consigue en: URL: http://www.who.int/hpr/NPH/docs/ who_fao_expert_ report.pdf&gt;. </FONT> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470646&pid=S0004-0622200600030001400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>6. McMasters V. History of food composition tables of the word. <I>J Am Diet Ass</I>oc 1963; 43:442-50. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470647&pid=S0004-0622200600030001400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>7. Koivistoinen PE. Introduction: the early history of food composition analysis – source of artifacts until now<I>. </I>Food Chem 1996;57(1):5-6. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470648&pid=S0004-0622200600030001400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>8. Savage, G. Experimental chemists: the founders of nutrition. Nutr Today 1992 Sept/oct:24-9. </FONT> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470649&pid=S0004-0622200600030001400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>9. Atwater WO, Woods CD. The chemical composition of american food materials. Farmers' Bulletin No. 28.  U.S. Department of Agriculture. Washington, 1896. </FONT> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470650&pid=S0004-0622200600030001400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>10. Carpenter KJ. A short history of nutritional science: Part 1 (1785–1885). J Nutr<I> </I>2003;133:638–45. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470651&pid=S0004-0622200600030001400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>11. Buchholz AC, Schoeller DA. Is a calorie a calorie? Am J Clin Nut 2004;79 Suppl:899-906. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470652&pid=S0004-0622200600030001400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">12. Jones DB. Factors for converting percentages of nitrogen in foods and feeds into percentages of protein. U. S. Department of Agriculture, Circular 183, 1941. 22p. Se consigue en: RL: <A HREF="http://www.nal.usda.gov/fnic/foodcomp/ Data/ Classics/cir183.pdf">http://www.nal.usda.gov/fnic/foodcomp/Data/Classics/cir183.pdf</A>&gt;.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470653&pid=S0004-0622200600030001400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">13. Food and Agriculture Organization (FAO). Food energy: methods of analysis and conversion factors. Report of a technical worshop. FAO, Food and Nutrition Paper, 77, Rome, 2003. Se consigue en: URL: <A HREF="ftp://ftp.fao.org/docrep/fao/ 006/y5022e/y5022e00.pdf">ftp://ftp.fao.org/docrep/fao/006/y5022e/ y5022e00.pdf</A>.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470654&pid=S0004-0622200600030001400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">14. Merril AL, Watt BK. Energy value of foods, basis and derivation (revision). Agric. Handbook n.94, US Department of Agriculture, Washington. 1973. 105p. [jun 2005].  Se consigue en: URL: <A HREF="http://www.nal.usda.gov/">http://www.nal.usda.gov/</A>fnic/foodcomp/Data/ Classics/ah74.pdf.</font> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470655&pid=S0004-0622200600030001400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>15. Southgate DAT, Durnin JV. Calorie conversion factors. An experimental reassessment of the factors used in the calculation of the energy value of human diets. Br J Nutr 1970;24(2):517-35. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470656&pid=S0004-0622200600030001400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>16. Augustin J. Vitamin analysis. En: Nielsen SS. Introduction to the chemical analysis of foods. New York: Chapman &amp; Hall, 1994. p.249-60. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470657&pid=S0004-0622200600030001400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>17. Dwyer JT. Future directions in food composition studies. J. Nutr 1994; 124, Suppl: 1783-88S. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470658&pid=S0004-0622200600030001400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>18. Church SM. The history of food composition databases. Nutr Bull 2006;31:15-20. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470659&pid=S0004-0622200600030001400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>19. Food and Agriculture Organization (FAO). Food composition tables for international use. Roma, 1949. Se consigue en: URL: http://www.fao.org/ docrep/x5557E/ X5557E00.htm. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470660&pid=S0004-0622200600030001400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>20. Lupien JR. The FAO/UNU food composition initiative. Food Chem 1996; 57(1):171-3. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470661&pid=S0004-0622200600030001400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>21. Klensin JC. <I>INFOODS </I>Food composition data interchange handbook. Tokyo: United Nations University Press, 1992. 165p. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470662&pid=S0004-0622200600030001400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">22. Burlingame B. Proximate methods and modes of expression: variability as a harmonization issue. En: National Nutrient 21st Databank Conference, June 20–22, 1996, Baton Rouge, Louisiana [jul 2004]. Se consigue en: URL: <A HREF="http://www.nal.usda.gov/">http://www.nal.usda.gov</A>.fnic/foodcomp/conf/NDBC21/p6-1.pdf.</font> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470663&pid=S0004-0622200600030001400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">23. INFOODS - The International Network of Food Data Systems. [nov 2005]. Se consigue en: URL: <A HREF="http://www.fao.org/infoods">http://www.fao.org/infoods</A>.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470664&pid=S0004-0622200600030001400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>24. Klensin JC, Feskanich D, Lin V, Truswell AS, Southgate DAT. Identification of food components for INFOODS data interchange. United Nations: University Press, 1989, 106p. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470665&pid=S0004-0622200600030001400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>25. Greenfield H, Southgate DAT. Food composition data: production, management and use. London: Chapman &amp; Hall, 1992. 243p. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470666&pid=S0004-0622200600030001400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>26. Cho S, Devries JW, Prosky L. Dietary fiber analysis and applications<I>. </I>Maryland: AOAC International, 1997. 202p. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470667&pid=S0004-0622200600030001400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>27. Li BW, Cardozo MS. Nonenzymaticgravimetric determination of total fiber in fruits and vegetables. J AOAC Int 1992;75(2):372-4. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470668&pid=S0004-0622200600030001400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>28. Food and Agriculture Organization/ Rede Latino Americana de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos (FAO/LATINFOODS). Tabla de composici&oacute;n de alimentos de Am&eacute;rica Latina. No ar desde 2000 [fev 2006]. Se consigue en: URL: http://www.rlc.fao.org/ bases/alimento. </FONT> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470669&pid=S0004-0622200600030001400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">29. Food and Agriculture Organization/ Rede Latino Americana de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos (FAO/LATINFOODS). Confer&ecirc;ncia electr&oacute;nica &quot;Compilaci&oacute;n de datos para bases de datos y tabla de composici&oacute;n qu&iacute;mica de alimentos&quot;. 6 a 24 de maio de 2002 [fev 2006]. Se consigue en: URL: <A HREF="http://www.rlc.fao.org/foro/latfoods/">http://www.rlc.fao.org/ foro/latfoods/</A>.</font>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470670&pid=S0004-0622200600030001400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">30. Food and Agriculture Organization/ Rede Latino Americana de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos (FAO/LATINFOODS). Segunda confer&ecirc;ncia eletr&ocirc;nica &quot;Avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade dos dados para bases de dados e tabelas de composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica de alimentos&quot;<I>.</I> 11 a 29 de novembro de 2004 [fev 2006]. Se consigue en: URL: <A HREF="http://www.rlc.fao.org/foro/latinfoods/">http://www.rlc.fao.org/foro/latinfoods/</A>.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470671&pid=S0004-0622200600030001400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>31. Burlingame B. Fostering quality data in food composition databases: visions for the future. J Food Compos  Anal 2004;17:251-8. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470672&pid=S0004-0622200600030001400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>32. Biodiversity and nutrition: a common path. J Food Compos Anal 2006;19 (6-7). </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470673&pid=S0004-0622200600030001400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>33. Toledo A, Burlingame B. Biodiversity and nutrition: A common path toward global food security and sustainable development. J Food Compos Anal 2006;19:477–83. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470674&pid=S0004-0622200600030001400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>34. Lajolo FM, Menezes EW. Atividades nacionais sobre composic&atilde;o de alimentos no Brasil,1995–1997, Simposio FAO/SLAN/LATINFOODS sobre Composici&oacute;n de Alimentos. XI Congresso da Sociedad Latinoamericana de Nutrici&oacute;n. SLAN 97, Guatemala. 1997. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470675&pid=S0004-0622200600030001400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>35. Menezes EW, Gon&ccedil;alves FAR, Giuntini EB, Lajolo FM. Brazilian food composition database: Internet dissemination and others recent developments. J Food Compos Anal 2002;15(4):453-64. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470676&pid=S0004-0622200600030001400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>36. Lajolo FM. Grupo de trabalho: composi&ccedil;&atilde;o de alimentos. Bol SBCTA 1995;29:57–69. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470677&pid=S0004-0622200600030001400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>37. Lajolo FM, Menezes EW. Uma an&aacute;lise retrospectiva e contextualiza&ccedil;&atilde;o da quest&atilde;o. Grupo de trabalho de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos. Bol SBCTA 1997;31(2):90-2. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470678&pid=S0004-0622200600030001400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>38. Greenfield H, Southgate DAT. Food composition data: production, management and use. 2ed. Food and Agriculture Organization of United Nations (FAO), Rome. 2003. 288p. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470679&pid=S0004-0622200600030001400038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>39. Mor&oacute;n C, Zacar&iacute;as I, Pablo S. Producci&oacute;n y manejo de datos de composici&oacute;n qu&iacute;mica de alimentos en nutrici&oacute;n. Organizaci&oacute;n de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentaci&oacute;n, Santiago. 1997. 356p. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470680&pid=S0004-0622200600030001400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>40. Universidade de S&atilde;o Paulo (USP). Faculdade de Ci&ecirc;ncias Farmac&ecirc;uticas. Departamento de Alimentos e Nutri&ccedil;&atilde;o Experimental. Tabela Brasileira de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos-USP.<I> </I>Vers&atilde;o 4.1. No ar desde 1998 [fev 2006]. Se consigue en: URL: http://www.fcf.usp.br/tabela. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470681&pid=S0004-0622200600030001400040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>41. Franco G. Tabela de composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica de alimentos. Rio de Janeiro: Servi&ccedil;o de Alimenta&ccedil;&atilde;o da Previd&ecirc;ncia Social, 1951. 130p. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470682&pid=S0004-0622200600030001400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>42. Estudo Nacional de Despesas Familiares. Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (ENDEF – IBGE). Tabela de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos. 1977. 220p. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470683&pid=S0004-0622200600030001400042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>43. Mendez MHM, Derivi SCN, Rodriguez MCR, Fernandes ML. Tabela de composi&ccedil;&atilde;o de alimentos. Rio de Janeiro: EDUFF, 1995. 41p. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470684&pid=S0004-0622200600030001400043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>44. Giuntini EB. Tabela Brasileira de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos TBCA-USP: 2001-2004 [Tese de doutorado]. S&atilde;o Paulo: Programa Interunidades de Nutri&ccedil;&atilde;o Humana Aplicada – PRONUT FCF/FEA/FSP – USP, 2005. 140p. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470685&pid=S0004-0622200600030001400044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>45. Philippi ST. Tabela de Composi&ccedil;&atilde;o Centesimal: suporte para decis&atilde;o nutricional. Bras&iacute;lia: ANVISA, FINATEC/NUT-Unb. 2001. 133p. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470686&pid=S0004-0622200600030001400045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><FONT face="Verdana" size=2>46. Philippi ST, Szarfarc SC, Latterza AR. Virtual Nutri: sistema de an&aacute;lise nutricional – vers&atilde;o 1.0. S&atilde;o Paulo: Departamento de Nutri&ccedil;&atilde;o, Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica – Universidade de S&atilde;o Paulo (FSP/USP), 1996. </FONT>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470687&pid=S0004-0622200600030001400046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P ALIGN="JUSTIFY"><font face="Verdana" size="2">47. Tabela Brasileira de Composi&ccedil;&atilde;o de Alimentos (TACO) / Nepa - Unicamp. Campinas: Nepa-Unicamp, 2004 [out 2004]. 42p. Se consigue en: URL: <A HREF="http://www.unicamp.br/nepa/taco">http://www.unicamp.br/nepa/taco</A>.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=470688&pid=S0004-0622200600030001400047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body>
<back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bressani]]></surname>
<given-names><![CDATA[R]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Report on LATINFOODS.]]></source>
<year>1990</year>
<volume>12</volume>
<publisher-name><![CDATA[The United Nations University Press. Food and Nutrition Bulletin]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sevenhuysen]]></surname>
<given-names><![CDATA[GP]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[FAO's food composition activities. En: FAO celebrates 50 years. 1995 [out 2004].]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Southgate]]></surname>
<given-names><![CDATA[DA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Data quality in sampling, analysis and compilation]]></article-title>
<source><![CDATA[J Food Compos Anal]]></source>
<year>2002</year>
<volume>15(4)</volume>
<page-range>507-13</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Holden]]></surname>
<given-names><![CDATA[JM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Expert systems for the evaluation of data quality for establishing the recommended dietary allowances]]></article-title>
<source><![CDATA[J Nutr]]></source>
<year>1996</year>
<volume>126 Suppl</volume>
<page-range>2329-36</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="">
<source><![CDATA[World Health Organization/ Food and Agricultural Organization (WHO/FAO). Diet, nutrition and prevention of chronic diseases]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[McMasters]]></surname>
<given-names><![CDATA[V]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[History of food composition tables of the word. J Am Diet Assoc]]></source>
<year>1963</year>
<volume>43</volume>
<page-range>442-50</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Koivistoinen]]></surname>
<given-names><![CDATA[PE]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Introduction: the early history of food composition analysis - source of artifacts until now]]></article-title>
<source><![CDATA[Food Chem]]></source>
<year>1996</year>
<volume>57(1)</volume>
<page-range>5-6</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Savage]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Experimental chemists: the founders of nutrition. Nutr Today]]></source>
<year>1992</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Atwater]]></surname>
<given-names><![CDATA[WO]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Woods]]></surname>
<given-names><![CDATA[CD]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The chemical composition of american food materials. Farmers' Bulletin No. 28. U.S. Department of Agriculture]]></source>
<year>1896</year>
<publisher-loc><![CDATA[Washington ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carpenter]]></surname>
<given-names><![CDATA[KJ]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A short history of nutritional science: Part 1 (1785-1885)]]></article-title>
<source><![CDATA[J Nutr]]></source>
<year>2003</year>
<volume>133</volume>
<page-range>638-45</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Buchholz]]></surname>
<given-names><![CDATA[AC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Schoeller]]></surname>
<given-names><![CDATA[DA]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Is a calorie a calorie? Am J Clin Nut]]></source>
<year>2004</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Jones]]></surname>
<given-names><![CDATA[DB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Factors for converting percentages of nitrogen in foods and feeds into percentages of protein. U. S. Department of Agriculture, Circular]]></source>
<year></year>
<volume>183</volume>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<label>13</label><nlm-citation citation-type="">
<source><![CDATA[Food and Agriculture Organization (FAO). Food energy: methods of analysis and conversion factors. Report of a technical worshop. FAO, Food and Nutrition Paper]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<label>14</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Merril]]></surname>
<given-names><![CDATA[AL,]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Watt]]></surname>
<given-names><![CDATA[BK]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Energy value of foods, basis and derivation (revision). Agric. Handbook n.94, US Department of Agriculture, Washington]]></source>
<year>1973</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<label>15</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Southgate]]></surname>
<given-names><![CDATA[DAT]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Durnin]]></surname>
<given-names><![CDATA[JV]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Calorie conversion factors]]></article-title>
<source><![CDATA[An experimental reassessment of the factors used in the calculation of the energy value of human diets. Br J Nutr]]></source>
<year>1970</year>
<volume>24(2)</volume>
<page-range>517-35</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<label>16</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Augustin]]></surname>
<given-names><![CDATA[J]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Vitamin analysis. En: Nielsen SS. Introduction to the chemical analysis of foods.]]></source>
<year>1994</year>
<page-range>249-60</page-range><publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Chapman & Hall]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<label>17</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dwyer]]></surname>
<given-names><![CDATA[JT]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Future directions in food composition studies. J. Nutr]]></source>
<year>1994</year>
<page-range>124</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<label>18</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Church]]></surname>
<given-names><![CDATA[SM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The history of food composition databases]]></article-title>
<source><![CDATA[Nutr Bull]]></source>
<year>2006</year>
<volume>31</volume>
<page-range>15-20</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<label>19.</label><nlm-citation citation-type="">
<source><![CDATA[Food and Agriculture Organization (FAO). Food composition tables for international use.]]></source>
<year>1949</year>
<publisher-loc><![CDATA[Roma ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<label>20</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lupien]]></surname>
<given-names><![CDATA[JR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The FAO/UNU food composition initiative]]></article-title>
<source><![CDATA[Food Chem]]></source>
<year>1996</year>
<volume>57(1)</volume>
<page-range>171-3</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<label>21</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Klensin]]></surname>
<given-names><![CDATA[JC]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[INFOODS Food composition data interchange handbook.]]></source>
<year>1992</year>
<page-range>165</page-range><publisher-loc><![CDATA[Tokyo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[United Nations University Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<label>22</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Burlingame]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Proximate methods and modes of expression: variability as a harmonization issue]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<label>23</label><nlm-citation citation-type="">
<source><![CDATA[INFOODS - The International Network of Food Data Systems. [nov 2005].]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<label>24</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Klensin]]></surname>
<given-names><![CDATA[JC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Feskanich]]></surname>
<given-names><![CDATA[D]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Identification of food components for INFOODS data interchange.]]></source>
<year>1989</year>
<page-range>106</page-range><publisher-name><![CDATA[United Nations: University Press]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<label>25</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Greenfield]]></surname>
<given-names><![CDATA[H]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Southgate DAT. Food composition data: production, management and use]]></source>
<year>1992</year>
<page-range>243</page-range><publisher-loc><![CDATA[London ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Chapman & Hall]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<label>26</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cho]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Devries]]></surname>
<given-names><![CDATA[JW]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Prosky]]></surname>
<given-names><![CDATA[L]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Dietary fiber analysis and applications. Maryland]]></source>
<year>1997</year>
<page-range>202</page-range><publisher-name><![CDATA[AOAC International,]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<label>27</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Li]]></surname>
<given-names><![CDATA[BW]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cardozo]]></surname>
<given-names><![CDATA[MS]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Nonenzymaticgravimetric determination of total fiber in fruits and vegetables]]></article-title>
<source><![CDATA[J AOAC Int]]></source>
<year>1992</year>
<volume>75(2)</volume>
<page-range>372-4</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<label>28</label><nlm-citation citation-type="">
<source><![CDATA[Food and Agriculture Organization/ Rede Latino Americana de Composição de Alimentos (FAO/LATINFOODS). Tabla de composición de alimentos de América Latina. No ar desde 2000 [fev 2006].]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<label>29</label><nlm-citation citation-type="">
<source><![CDATA[Food and Agriculture Organization/ Rede Latino Americana de Composição de Alimentos (FAO/LATINFOODS). Conferência electrónica "Compilación de datos para bases de datos y tabla de composición química de alimentos". 6 a 24 de maio de 2002 [fev 2006].]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<label>30</label><nlm-citation citation-type="">
<source><![CDATA[Food and Agriculture Organization/ Rede Latino Americana de Composição de Alimentos (FAO/LATINFOODS). Segunda conferência eletrônica "Avaliação da qualidade dos dados para bases de dados e tabelas de composição química de alimentos". 11 a 29 de novembro de 2004 [fev 2006].]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<label>31</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Burlingame]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Fostering quality data in food composition databases: visions for the future]]></article-title>
<source><![CDATA[J Food Compos Anal]]></source>
<year>2004</year>
<volume>17</volume>
<page-range>251-8</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<label>32</label><nlm-citation citation-type="">
<source><![CDATA[Biodiversity and nutrition: a common path. J Food Compos Anal]]></source>
<year>2006</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<label>33</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Toledo]]></surname>
<given-names><![CDATA[A]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Burlingame]]></surname>
<given-names><![CDATA[B]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Biodiversity and nutrition: A common path toward global food security and sustainable development]]></article-title>
<source><![CDATA[J Food Compos Anal]]></source>
<year>2006</year>
<volume>19</volume>
<page-range>477-83</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<label>34</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lajolo]]></surname>
<given-names><![CDATA[FM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Menezes]]></surname>
<given-names><![CDATA[EW]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Atividades nacionais sobre composicão de alimentos no Brasil,1995-1997, Simposio FAO/SLAN/LATINFOODS sobre Composición de Alimentos. XI Congresso da Sociedad Latinoamericana de Nutrición.]]></source>
<year>1997</year>
<publisher-name><![CDATA[SLAN]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<label>35</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Menezes]]></surname>
<given-names><![CDATA[EW]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gonçalves]]></surname>
<given-names><![CDATA[FAR]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Giuntini]]></surname>
<given-names><![CDATA[EB]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lajolo]]></surname>
<given-names><![CDATA[FM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Brazilian food composition database: Internet dissemination and others recent developments]]></article-title>
<source><![CDATA[J Food Compos Anal]]></source>
<year>2002</year>
<volume>15(4)</volume>
<page-range>453-64</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<label>36</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lajolo]]></surname>
<given-names><![CDATA[FM]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Grupo de trabalho: composição de alimentos]]></article-title>
<source><![CDATA[Bol SBCTA]]></source>
<year>1995</year>
<volume>29</volume>
<page-range>57-69</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<label>37</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lajolo]]></surname>
<given-names><![CDATA[FM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Menezes]]></surname>
<given-names><![CDATA[EW]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Uma análise retrospectiva e contextualização da questão]]></article-title>
<source><![CDATA[Grupo de trabalho de composição de alimentos. Bol SBCTA]]></source>
<year>1997</year>
<volume>31(2)</volume>
<page-range>90-2</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<label>38</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Greenfield]]></surname>
<given-names><![CDATA[H]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Southgate]]></surname>
<given-names><![CDATA[DAT]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Food composition data: production, management and use. 2ed. Food and Agriculture Organization of United Nations (FAO),]]></source>
<year>2003</year>
<month>.</month>
<page-range>288</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rome ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<label>39</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Morón]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zacarías]]></surname>
<given-names><![CDATA[I]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pablo]]></surname>
<given-names><![CDATA[S]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Producción y manejo de datos de composición química de alimentos en nutrición.]]></source>
<year>1997</year>
<page-range>356</page-range><publisher-loc><![CDATA[Santiago ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación,]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<label>40</label><nlm-citation citation-type="">
<source><![CDATA[Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Ciências Farmacêuticas. Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental. Tabela Brasileira de Composição de Alimentos-USP. Versão 4.1. No ar desde 1998 [fev 2006].]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<label>41</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Franco]]></surname>
<given-names><![CDATA[G]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Tabela de composição química de alimentos.]]></source>
<year>1951</year>
<page-range>130</page-range><publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Serviço de Alimentação da Previdência Social]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<label>42</label><nlm-citation citation-type="book">
<source><![CDATA[Estudo Nacional de Despesas Familiares]]></source>
<year>1977</year>
<page-range>220</page-range><publisher-name><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (ENDEF - IBGE). Tabela de composição de alimentos.]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<label>43</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mendez]]></surname>
<given-names><![CDATA[MHM]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Derivi]]></surname>
<given-names><![CDATA[SCN]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rodriguez]]></surname>
<given-names><![CDATA[MCR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<label>44</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Giuntini]]></surname>
<given-names><![CDATA[EB]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Tabela Brasileira de Composição de Alimentos TBCA-USP: 2001-2004 [Tese de doutorado].]]></source>
<year>2005</year>
<page-range>140</page-range><publisher-name><![CDATA[São PauloPrograma Interunidades de Nutrição Humana Aplicada - PRONUT FCF/FEA/FSP - USP]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<label>45</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Philippi]]></surname>
<given-names><![CDATA[ST]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Tabela de Composição Centesimal: suporte para decisão nutricional.]]></source>
<year>2001</year>
<page-range>133</page-range><publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[ANVISA, FINATEC/NUT-Unb]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<label>46</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Philippi]]></surname>
<given-names><![CDATA[ST]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Szarfarc]]></surname>
<given-names><![CDATA[SC]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Latterza]]></surname>
<given-names><![CDATA[AR]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Virtual Nutri: sistema de análise nutricional - versão 1.0. São Paulo: Departamento de Nutrição]]></source>
<year>1996</year>
<publisher-name><![CDATA[Faculdade de Saúde Pública - Universidade de São Paulo (FSP/USP),]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B47">
<label>47</label><nlm-citation citation-type="">
<source><![CDATA[Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO) / Nepa - Unicamp. Campinas: Nepa-Unicamp, 2004 [out 2004]]]></source>
<year></year>
<page-range>42</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
