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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Tendência secular do crescimento em adolescentes do sexo masculino: ganho estatural e ponderal, estado nutricional e sua relação com a escolaridade]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Viçosa. Departamento de Nutrição e Saúde ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This work aimed at characterizing the modifications in adolescentsnutritional status, growth evolution and education along time and the correlation with the height, weight and body mass index. Data came from 2616 male adolescents soldiers between 17 and 19 years old enlisted for Armed Services in the city of Viçosa-Minas Gerais, Brazil, between 1995 and 2004. There was a positive secular trend for height and weight, with a 4cm and 3kg median increment, respectively, along time. There was a reduction from 28.0% to 11.6% on the prevalence of short stature in the period. It was estimated positive correlation (p<0,05) between education and stature, weight and BMI. The prevalence of weight excess (risk of overweight and overweight) increased from 7.1% (1995) to 9.1% (2004). Although it was observed positive secular trend for stature and weight, it was not sufficient to reach the median of the National Center for Health Statistics/Center for Disease Control and Prevention. Weight excess and short stature prevalence must be monitored, being necessary the implementation of measures that focus to prevent these disturbance and aim at reaching or maintaining an adequate nutritional state for future generations.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p ALIGN="center" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font size="3" face="Verdana"><b>Tendência secular do crescimento em adolescentes do sexo masculino: ganho estatural e ponderal, estado nutricional e sua relação com a escolaridade</b></font></p>     <p ALIGN="center" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2"><b>Salvador Bianka Caliman, Sylvia do Carmo Castro Franceschini, Silvia Eloiza Priore</b></font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Departamento de Nutrição e Saúde. Campus da Universidade Federal de Viçosa. Viçosa-MG. Brasil</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2"><b>RESUMO.</b> </font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Objetivou-se caracterizar as modificações do estado</font> <font face="Verdana" size="2">nutricional dos adolescentes ao longo do tempo, a evolução do seu</font> <font face="Verdana" size="2">crescimento, a escolaridade e sua correlação com a estatura, o peso e</font> <font face="Verdana" size="2">o índice de massa corporal. Avaliou-se dados de 2616 adolescentes</font> <font face="Verdana" size="2">do sexo masculino com idade entre 17 e 19 anos, que se alistaram no</font> <font face="Verdana" size="2">Tiro de Guerra do município de Viçosa-Minas Gerais - Brasil, no</font> <font face="Verdana" size="2">decênio 1995-2004. Foi encontrada tendência secular positiva para</font> <font face="Verdana" size="2">estatura e peso com incremento mediano de 4 cm e 3 kg,</font> <font face="Verdana" size="2">respectivamente, ao longo dos anos. Houve redução nas prevalências</font> <font face="Verdana" size="2">de baixa estatura de 28,0% para 11,6% entre os anos de 1995 e 2004.</font> <font face="Verdana" size="2">Constatou-se correlação positiva (p&lt;0,05) entre escolaridade e</font> <font face="Verdana" size="2">estatura, peso e IMC. A prevalência de excesso de peso (risco de</font> <font face="Verdana" size="2">sobrepeso e sobrepeso) aumentou de 7,1% (1995) para 9,1% (2004).</font> <font face="Verdana" size="2">Apesar da ocorrência de tendência secular positiva para estatura e</font> <font face="Verdana" size="2">peso, essa não foi suficiente para alcançar a mediana do NationalCenter for Health Statistics/Center for Disease Control and</font> <font face="Verdana" size="2">Prevention. O aumento da prevalência de excesso de peso e a alta</font> <font face="Verdana" size="2">prevalência de baixa estatura devem ser monitorados, sendo necessária</font> <font face="Verdana" size="2">a implementação de medidas que visem prevenir a ocorrência desses</font> <font face="Verdana" size="2">distúrbios e objetivem o alcance ou a manutenção de um adequado</font> <font face="Verdana" size="2">estado nutricional para as gerações futuras.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2"><b>Palavras chave: </b>Adolescente, estatura, crescimento, estado</font> <font face="Verdana" size="2">nutricional.</font></p>     <p ALIGN="center" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2"><b>Secular trends in growth male adolescents: height</b></font> <font face="Verdana" size="2"><b>and ponderal gains, nutritional state and relation with the education.</b></font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2"><b>SUMMARY.</b> </font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">This work aimed at characterizing the modifications in adolescentsnutritional status, growth evolution and education along time</font> <font face="Verdana" size="2">and the correlation with the height, weight and body mass index.</font> <font face="Verdana" size="2">Data came from 2616 male adolescents soldiers between 17 and 19</font> <font face="Verdana" size="2">years old enlisted for Armed Services in the city of Viçosa-Minas</font> <font face="Verdana" size="2">Gerais, Brazil, between 1995 and 2004. There was a positive secular</font> <font face="Verdana" size="2">trend for height and weight, with a 4cm and 3kg median increment,</font> <font face="Verdana" size="2">respectively, along time. There was a reduction from 28.0% to 11.6%</font> <font face="Verdana" size="2">on the prevalence of short stature in the period. It was estimated</font> <font face="Verdana" size="2">positive correlation (p&lt;0,05) between education and stature, weight</font> <font face="Verdana" size="2">and BMI. The prevalence of weight excess (risk of overweight and</font> <font face="Verdana" size="2">overweight) increased from 7.1% (1995) to 9.1% (2004). Although</font> <font face="Verdana" size="2">it was observed positive secular trend for stature and weight, it was</font> <font face="Verdana" size="2">not sufficient to reach the median of the National Center for Health</font> <font face="Verdana" size="2">Statistics/Center for Disease Control and Prevention. Weight excess</font> <font face="Verdana" size="2">and short stature prevalence must be monitored, being necessary the</font> <font face="Verdana" size="2">implementation of measures that focus to prevent these disturbance</font> <font face="Verdana" size="2">and aim at reaching or maintaining an adequate nutritional state for</font> <font face="Verdana" size="2">future generations.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2"><b>Key words: </b>Adolescents, height, growth, nutritional status.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2"><b>Recibido: </b>27-07-2006&nbsp;&nbsp;</font> <font face="Verdana" size="2"><b>Aceptado:</b> 18-12-2006</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Segundo a Organização Mundial de Saúde, a adolescência</font> <font face="Verdana" size="2">compreende a faixa etária que vai dos 10 aos 20 anos. É uma</font> <font face="Verdana" size="2">fase de transição entre a infância e o estado adulto e as</font> <font face="Verdana" size="2">modificações referentes a essa etapa da vida ocorrem em</font> <font face="Verdana" size="2">diversos segmentos do organismo, porém, algumas se tornam</font> <font face="Verdana" size="2">mais evidentes, como a maturação sexual, o crescimento</font> <font face="Verdana" size="2">estatural e as mudanças na composição corporal (1).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Para que o crescimento e o desenvolvimento se dêem de</font> <font face="Verdana" size="2">forma positiva, é necessária a interação de fatores ambientais</font> <font face="Verdana" size="2">e genéticos. O alcance do potencial genético depende da</font> <font face="Verdana" size="2">existência de adequado estado nutricional, de saúde e de</font> <font face="Verdana" size="2">condições de vida em geral (2).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">As mudanças que ocorrem no crescimento, avaliadas pela</font> <font face="Verdana" size="2">antropometria, proporcionam estimativas do estado de saúde,</font> <font face="Verdana" size="2">relativo ao crescimento, ao desenvolvimento, à nutrição e às</font> <font face="Verdana" size="2">seqüelas mórbidas, individuais ou de grupo, evidenciando</font> <font face="Verdana" size="2">processos fisiológicos que envolvem alterações no peso e na</font> <font face="Verdana" size="2">altura. Essas mudanças que ocorrem durante período</font> <font face="Verdana" size="2">prolongado de tempo, denominadas tendências seculares,</font> <font face="Verdana" size="2">podem ser usadas para a vigilância nutricional (3).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">O termo tendência secular do crescimento é definido a</font> <font face="Verdana" size="2">partir do padrão populacional de crescimento e</font> <font face="Verdana" size="2">desenvolvimento somático de crianças e adolescentes, ou seja,</font> <font face="Verdana" size="2">reflete a sensibilidade dos processos de crescimento e</font> <font face="Verdana" size="2">maturação às condições ambientais em que o indivíduo está</font> <font face="Verdana" size="2">inserido, não sendo estática; podendo ser positiva, negativa</font> <font face="Verdana" size="2">ou nula (4).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Van Wieringen (5) relata a importância dos estudos sobre</font> <font face="Verdana" size="2">tendência secular do crescimento, visto que estes servem como</font> <font face="Verdana" size="2">indicadores de saúde, pois alterações nos padrões de</font> <font face="Verdana" size="2">crescimento refletem mudanças na mortalidade e na</font> <font face="Verdana" size="2">morbidade; de base para a determinação de valores de</font> <font face="Verdana" size="2">referência, permitindo diferenciar o processo do crescimento</font> <font face="Verdana" size="2">normal de quaisquer outros distúrbios do crescimento; e</font> <font face="Verdana" size="2">evidenciam o impacto social a partir da determinação das</font> <font face="Verdana" size="2">mudanças no crescimento (tamanho de vestuário, mobília,</font> <font face="Verdana" size="2">instrumentos, arquitetura das casas, dos locais públicos, etc).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Estudos demonstram tendência secular positiva para</font> <font face="Verdana" size="2">estatura (6-12), peso (12 e 13) e índice de massa corporal (12-</font> <font face="Verdana" size="2">16), assim como redução nas prevalências de desnutrição (17)</font> <font face="Verdana" size="2">e baixa estatura (17 e 18). Essas mudanças têm sido atribuídas</font> <font face="Verdana" size="2">a melhores condições de vida como nutrição, controle de</font> <font face="Verdana" size="2">enfermidades, habitação, saneamento e lazer, permitindo assim</font> <font face="Verdana" size="2">condições para o desenvolvimento do potencial genético (5,</font> <font face="Verdana" size="2">19, 20).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Kac (19) relata que Villermé sugeriu que modificações na</font> <font face="Verdana" size="2">estatura média de uma nação eram sensíveis a condições</font> <font face="Verdana" size="2">nutricionais e ambientais, sendo essas transformações</font> <font face="Verdana" size="2">utilizadas em análises da conjuntura econômica e social.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Baseando-se no fato de que os estudos de tendência secular</font> <font face="Verdana" size="2">do crescimento são considerados instrumentos para avaliação</font> <font face="Verdana" size="2">da trajetória física de populações, bem como da existência de</font> <font face="Verdana" size="2">desigualdades sociais entre diferentes grupos humanos; avaliar</font> <font face="Verdana" size="2">os dados de todos os homens da cidade de Viçosa, estado de</font> <font face="Verdana" size="2">Minas Gerais, no últimos dez anos, torna-se extremamente</font> <font face="Verdana" size="2">importante, uma vez que se poderá analisar como os homens</font> <font face="Verdana" size="2">que se encontram na fase final da adolescência, estão</font> <font face="Verdana" size="2">alcançando a vida adulta, em relação ao estado nutricional.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">A partir desses dados, que representam a situação da</font> <font face="Verdana" size="2">totalidade dos indivíduos do sexo masculino que se encontram</font> <font face="Verdana" size="2">no final da adolescência, objetivou-se caracterizar</font> <font face="Verdana" size="2">modificações do estado nutricional da população em questão</font> <font face="Verdana" size="2">ao longo do tempo, a evolução do seu crescimento em relação</font> <font face="Verdana" size="2">à presença ou não de ganho estatural e ponderal, assim como,</font> <font face="Verdana" size="2">correlacionar a escolaridade com a estatura, o peso e o índice</font> <font face="Verdana" size="2">de massa corporal desses adolescentes.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><b><span style="font-size:10.0pt;font-family:Verdana">Casuística e método</span></b></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">O estudo compreendeu dados secundários de 2616</font> <font face="Verdana" size="2">adolescentes, que representa basicamente 100% da população</font> <font face="Verdana" size="2">masculina do município de Viçosa, estado de Minas Gerais -</font> <font face="Verdana" size="2">Brasil, na faixa etária de 17 a 19 anos, no decênio 1995-2004;</font> <font face="Verdana" size="2">adolescentes estes que se apresentaram no Tiro de Guerra, visto</font> <font face="Verdana" size="2">que no Brasil todo homem, nesta faixa etária é obrigado a se</font> <font face="Verdana" size="2">alistar às Forças Armadas Brasileiras. No momento do</font> <font face="Verdana" size="2">alistamento, é realizado, por profissionais especializados,</font> <font face="Verdana" size="2">vários exames físicos, entre eles são verificadas as medidas de</font> <font face="Verdana" size="2">peso e de estatura.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Não foi possível a obtenção dos dados referentes ao ano</font> <font face="Verdana" size="2">de 1998, uma vez que esses não se encontravam armazenados</font> <font face="Verdana" size="2">no banco de dados do Tiro de Guerra de Viçosa e não foi</font> <font face="Verdana" size="2">possível recuperá-los.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">A partir dos bancos de dados, selecionou-se informações</font> <font face="Verdana" size="2">referentes ao: nome, data de nascimento, ano de alistamento,</font> <font face="Verdana" size="2">peso, altura e escolaridade dos alistados.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Com os dados de altura e de peso, verificou-se o</font> <font face="Verdana" size="2">incremento estatural e ponderal, respectivamente, entre cada</font> <font face="Verdana" size="2">um dos anos e entre os dez anos de estudo. Com os dados de</font> <font face="Verdana" size="2">peso e de estatura, calculou-se o Índice de Massa Corporal</font> <font face="Verdana" size="2">(IMC). A classificação do estado nutricional (baixo peso, baixa</font> <font face="Verdana" size="2">estatura, risco de sobrepeso e sobrepeso), bem como a</font> <font face="Verdana" size="2">referência antropométrica adotada foi a do National Center</font> <font face="Verdana" size="2">for Helath Statistics/Center for Disease Control and</font> <font face="Verdana" size="2">Prevention (CDC) (21).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Para avaliar a escolaridade dividiu-se em cinco níveis:</font> <font face="Verdana" size="2">ensino fundamental incompleto (EFI) e completo (EFC),</font> <font face="Verdana" size="2">ensino médio incompleto (EMI) e completo (EMC) e ensino</font> <font face="Verdana" size="2">superior incompleto (ESI).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Os dados foram analisados através dos softwares Sigma</font> <font face="Verdana" size="2">Stat for Window e EPI INFO versão 6.04, considerando-se</font> <font face="Verdana" size="2">estatisticamente significante p&lt;0,05 ou 5%.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Foram utilizados o teste t – Student e Análise de Variância,</font> <font face="Verdana" size="2">complementada com Tukey, para variáveis com distribuição</font> <font face="Verdana" size="2">normal. Para as demais utilizou-se Mann-Whitney e Kruskal-</font> <font face="Verdana" size="2">Wallis, complementado com Dunn´s. para verificar associação</font> <font face="Verdana" size="2">entre variáveis categóricas, utilizou-se o teste do Qui-quadrado</font> <font face="Verdana" size="2">(÷2).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Apesar dos dados serem secundários, o projeto foi</font> <font face="Verdana" size="2">aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres</font> <font face="Verdana" size="2">Humanos da Universidade Federal de Viçosa .</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><b><font face="Verdana" size="2">Resultados</font></b></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">A mediana e a média estatural corresponderam a 173,0 e</font> <font face="Verdana" size="2">173,06 cm, respectivamente, no decênio analisado. Encontrouse</font> <font face="Verdana" size="2">diferença estatisticamente significante entre as alturas,</font> <font face="Verdana" size="2">havendo ganho estatural entre os anos (<a href="#tab1">Tabela 1</a>). O</font> <font face="Verdana" size="2">incremento de estatura mediano e médio foi de 4,0 cm e de</font> <font face="Verdana" size="2">3,4 cm, respectivamente. O comportamento da tendência</font> <font face="Verdana" size="2">secular não foi linear no período de estudo, pois houveram</font> <font face="Verdana" size="2">oscilações positivas e negativas quando analisadas ano a ano.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Para o peso, a mediana e a média foram, 63,0 kg e 64,73</font> <font face="Verdana" size="2">kg, respectivamente. A variação de peso para os dez anos</font> <font face="Verdana" size="2">estudados, levando em consideração a mediana, foi de 3 kg.</font> <font face="Verdana" size="2">Observou-se aumento no decorrer dos anos, com diferença</font> <font face="Verdana" size="2">estatisticamente significante (<a href="#tab1">Tabela 1</a>). A tendência positiva</font> <font face="Verdana" size="2">para o peso ocorreu de forma constante somente entre os anos</font> <font face="Verdana" size="2">extremos do estudo (1995 e 2004), sofrendo oscilações ao</font> <font face="Verdana" size="2">longo dos anos analisados.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><a name="tab1"></a></p>     <p ALIGN="center" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><img border="0" src="/img/fbpe/alan/v56n4/art02tab1.jpg" align="center" width="375" height="915"></p>     
<p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">A mediana e a média para o IMC, encontradas nestes dez</font> <font face="Verdana" size="2">anos foram de 21,2 kg/m2 e 21,6kg/m2, respectivamente. No</font> <font face="Verdana" size="2">decorrer dos anos observou-se oscilações nos valores</font> <font face="Verdana" size="2">referentes a esse índice, sendo constatada diferença</font> <font face="Verdana" size="2">estatisticamente significante de 1996 (que apresentou o menor</font> <font face="Verdana" size="2">valor) em relação a 1995,1997 e 2004 (<a href="#tab1">Tabela 1</a>).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Verificou-se que a prevalência de baixo peso basicamente</font> <font face="Verdana" size="2">dobrou de 1995 para 1996, diminuindo em 1999 e mantendo</font> <font face="Verdana" size="2">valores mais baixos nos anos seguintes, mas permanecendo</font> <font face="Verdana" size="2">sempre acima dos 5% esperados. Diferenças estatisticamente</font> <font face="Verdana" size="2">significantes foram encontradas no período estudado (<a href="#tab2">Tabela</a></font><a href="#tab2"> <font face="Verdana" size="2">2</font></a><font face="Verdana" size="2">).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><a name="tab2"></a></p>     <p ALIGN="center" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><img border="0" src="/img/fbpe/alan/v56n4/art02tab2.jpg" align="center" width="502" height="810"></p>     
<p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">No que se refere ao sobrepeso, encontrou-se diferenças</font> <font face="Verdana" size="2">significantes entre 1999 e 1995, 1996, 1997 e 2000,</font> <font face="Verdana" size="2">apresentando queda na prevalência de sobrepeso em 1999, com</font> <font face="Verdana" size="2">aumento em 2000 (<a href="#tab2">Tabela 2</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Em relação ao excesso de peso (incluindo risco de</font> <font face="Verdana" size="2">sobrepeso e sobrepeso) houve oscilações no decorrer dos anos,</font> <font face="Verdana" size="2">mas houve tendência a aumento da prevalência, sendo esta,</font> <font face="Verdana" size="2">em 1995, de 7,1%, passando em 2004 a 9,1%. As diferenças</font> <font face="Verdana" size="2">estatísticas foram observadas entre os anos de 1999 e 2002 e o</font> <font face="Verdana" size="2">ano de 2004, sendo esse o que alcançou maior valor. Destacase</font> <font face="Verdana" size="2">que em nenhum dos anos analisados o sobrepeso atingiu os</font> <font face="Verdana" size="2">5% esperados pela população de referência e, tampouco, os</font> <font face="Verdana" size="2">15% esperados quando se considerou excesso de peso.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">No período de 1995 a 2004 obteve-se 15,7% de baixa</font> <font face="Verdana" size="2">estatura, ou seja, valor três vezes acima daquele esperado para</font> <font face="Verdana" size="2">a população (5%). No entanto houve redução estatisticamente</font> <font face="Verdana" size="2">significante, nas prevalências ao decorrer dos anos. Apesar</font> <font face="Verdana" size="2">dessa redução observou-se que em todos os anos estudados o</font> <font face="Verdana" size="2">percentual de baixa estatura encontrado foi sempre superior</font> <font face="Verdana" size="2">aos 5% esperados (<a href="#tab3">Tabela 3</a>).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><a name="tab3"></a></p>     <p ALIGN="center" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><img border="0" src="/img/fbpe/alan/v56n4/art02tab3.jpg" align="center" width="500" height="566"></p>     
<p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Não foi encontrada associação entre estado nutricional e</font> <font face="Verdana" size="2">presença/ausência de baixa estatura Em relação à escolaridade</font> <font face="Verdana" size="2">percebeu-se que, ao longo dos anos houve maior número de</font> <font face="Verdana" size="2">adolescentes com ensino médio incompleto ao mesmo tempo</font> <font face="Verdana" size="2">em que diminuiu os com ensino fundamental incompleto</font> <font face="Verdana" size="2">(<a href="#tab4">Tabela 4</a>).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Quando comparada a escolaridade com a estatura</font> <font face="Verdana" size="2">observou-se diferença estatisticamente significante entre o</font> <font face="Verdana" size="2">nível &quot;Ensino Fundamental Incompleto&quot; e os níveis: &quot;Ensino</font> <font face="Verdana" size="2">Médio Incompleto&quot;, &quot;Ensino Médio Completo&quot; e &quot;Ensino</font> <font face="Verdana" size="2">Superior Incompleto&quot;, sendo que para as três comparações,</font> <font face="Verdana" size="2">os adolescentes que pertenciam ao nível &quot;Ensino Fundamental</font> <font face="Verdana" size="2">Incompleto&quot; apresentaram mediana de estatura menor. Além</font> <font face="Verdana" size="2">disso, aqueles que se enquadravam no nível &quot;Ensino Médio</font> <font face="Verdana" size="2">Incompleto&quot; apresentaram valores estaturais medianos</font> <font face="Verdana" size="2">inferiores àqueles do &quot;Ensino Médio Completo&quot; e &quot;Ensino</font> <font face="Verdana" size="2">Superior Incompleto&quot; (<a href="#tab5">Tabela 5</a>).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><a name="tab4"></a></p>     <p ALIGN="center" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><img border="0" src="/img/fbpe/alan/v56n4/art02tab4.jpg" align="center" width="494" height="613"></p>     
<p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Quanto ao peso, além do nível &quot;Ensino Fundamental</font> <font face="Verdana" size="2">Incompleto&quot; ter apresentado mediana menor em relação a</font> <font face="Verdana" size="2">todos os outros níveis, verificou-se também diferença</font> <font face="Verdana" size="2">estatisticamente significante entre o nível &quot;Ensino Médio</font> <font face="Verdana" size="2">Incompleto&quot; e os níveis &quot;Ensino Médio Completo&quot; e &quot;Ensino</font> <font face="Verdana" size="2">Superior Incompleto&quot;, apresentando o primeiro, valor inferior</font> <font face="Verdana" size="2">para essa variável.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">No que se refere ao IMC, o nível &quot;Ensino Fundamental</font> <font face="Verdana" size="2">Incompleto&quot; apresentou valores significativamente menores</font> <font face="Verdana" size="2">em relação aos níveis &quot;Ensino Médio Completo&quot; e &quot;Ensino</font> <font face="Verdana" size="2">Superior Incompleto&quot;, sendo que o nível &quot;Ensino Médio</font> <font face="Verdana" size="2">Completo&quot; ainda apresentou valores maiores para esse índice,</font> <font face="Verdana" size="2">quando comparado ao &quot;Ensino Médio Incompleto&quot;.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><a name="tab5"></a></p>     <p ALIGN="center" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><img border="0" src="/img/fbpe/alan/v56n4/art02tab5.jpg" align="center" width="576" height="368"></p>     
<p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2"><b>DISCUSSÃO</b></font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Em relação à estatura, Priore (22) em estudo com</font> <font face="Verdana" size="2">adolescentes, encontrou para os do sexo masculino, de 16 a</font> <font face="Verdana" size="2">18 anos, média de estatura igual a 176,2 cm. Esse trabalho foi</font> <font face="Verdana" size="2">desenvolvido na cidade de São Paulo com estudantes da rede</font> <font face="Verdana" size="2">pública estadual e, embora se refira também aos adolescentes</font> <font face="Verdana" size="2">com idade inferior aos aqui estudados, apresentou média</font> <font face="Verdana" size="2">estatural maior em relação aos anos próximos ao que foirealizado o estudo atual (1997: 172,46 cm; 1999: 173,091</font> <font face="Verdana" size="2">cm), como também em relação a todos os demais anos</font> <font face="Verdana" size="2">analisados (<a href="#tab1">Tabela 1</a>).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Anjos et al. (23) analisaram o crescimento e o estado</font> <font face="Verdana" size="2">nutricional de escolares do município do Rio de Janeiro, de 4</font> <font face="Verdana" size="2">a 17 anos, no ano de 1999. Para os do sexo masculino de 17</font> <font face="Verdana" size="2">anos, foi encontrado 173,8 cm como média de estatura. Esse</font> <font face="Verdana" size="2">resultado reflete valor mais próximo ao encontrado nesse</font> <font face="Verdana" size="2">estudo (1999: 173,09 cm), no entanto vale ressaltar que os</font> <font face="Verdana" size="2">autores consideraram somente os jovens de 17 anos, enquanto</font> <font face="Verdana" size="2">no atual, a faixa etária foi de 17 a 19 anos.</font> </p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Guedes e Guedes (24) encontraram no município de</font> <font face="Verdana" size="2">Londrina, para rapazes de 17 anos, média de 173,5 cm. Esse</font> <font face="Verdana" size="2">achado indica adolescentes maiores para alguns dos anos</font> <font face="Verdana" size="2">analisados neste estudo, inclusive 1995 (170,5 cm), que seria</font> <font face="Verdana" size="2">o ano mais próximo ao que os autores avaliaram, apesar deles</font> <font face="Verdana" size="2">pertencerem a uma faixa etária menor.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Segundo Burrows et al. (18) é difícil separar a influência</font> <font face="Verdana" size="2">que os fatores genéticos e ambientais exercem sobre o</font> <font face="Verdana" size="2">crescimento de uma população, no entanto, a tendência secular</font> <font face="Verdana" size="2">em estatura permite visualizar a variação do componente</font> <font face="Verdana" size="2">ambiental. Populações que mostram tendência secular positiva</font> <font face="Verdana" size="2">quanto ao crescimento estatural, evidenciam superação dos</font> <font face="Verdana" size="2">fatores ambientais adversos sobre o crescimento.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">França-Júnior, Silva e Monteiro (10), a partir de dados</font> <font face="Verdana" size="2">obtidos no alistamento militar, observaram tendência secular</font> <font face="Verdana" size="2">em estatura de adolescentes nascidos na cidade de São Paulo</font> <font face="Verdana" size="2">entre 1950 e 1976, obtendo incremento estatural de 3,42 cm,</font> <font face="Verdana" size="2">nos 26 anos de estudo. Em proporção, observou-se para a</font> <font face="Verdana" size="2">população de Viçosa um maior crescimento estatural médio,</font> <font face="Verdana" size="2">ou seja, se em 10 anos esse crescimento foi de 3,4 cm, em 26</font> <font face="Verdana" size="2">anos a população viçosense teoricamente cresceria mais que</font> <font face="Verdana" size="2">a de São Paulo. No entanto, não se pode desconsiderar que se</font> <font face="Verdana" size="2">trata de temporalidades e localidades diferentes.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">A tendência secular em estatura em recrutas da Marinha</font> <font face="Verdana" size="2">do Brasil, nascidos entre 1940 e 1965, foi estudada por Kac</font> <font face="Verdana" size="2">(9). Constatou-se que a tendência das médias de estatura para</font> <font face="Verdana" size="2">o país como um todo demonstrou aumento da ordem de 0,105</font> <font face="Verdana" size="2">cm por ano, no intervalo de 25 anos. Para o último qüinqüênio</font> <font face="Verdana" size="2">(1960 a 1965), obteve-se média de estatura de 170,3 cm para</font> <font face="Verdana" size="2">o Brasil como um todo. Já a tendência secular em estatura em</font> <font face="Verdana" size="2">recrutados da Marinha brasileira, nascidos entre 1970 e 1977,</font> <font face="Verdana" size="2">demonstrou aumento da ordem de 0,2 cm por ano (25).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">As médias de estatura em Viçosa-MG demonstraram</font> <font face="Verdana" size="2">tendência secular positiva. No entanto, mesmo sendo</font> <font face="Verdana" size="2">constatado aumento da altura, esse não tornou a população</font> <font face="Verdana" size="2">capaz de alcançar o percentil 50 do parâmetro antropométrico</font> <font face="Verdana" size="2">utilizado em relação à idade (21), para todos os anos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Monteiro et al. (8) encontraram que de 1952 para 1967 a</font> <font face="Verdana" size="2">altura média dos adultos brasileiros aumentou em 1,3 cm. No</font> <font face="Verdana" size="2">entanto, semelhantemente ao observado no atual estudo, em</font> <font face="Verdana" size="2">todos os anos analisados houve presença de déficit estatural</font> <font face="Verdana" size="2">quando comparado à população de referência (21).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Priore (22), encontrou, para adolescentes do sexo</font> <font face="Verdana" size="2">masculino, na faixa etária de 16 a 18 anos, mediana igual a</font> <font face="Verdana" size="2">68,2 kg. Para os anos de 1997 e 1999 desse estudo, as medianas</font> <font face="Verdana" size="2">encontradas foram de 64 kg e 63 kg, respectivamente, as quais</font> <font face="Verdana" size="2">refletem valores inferiores ao encontrado por Priore em 1998.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Anjos et al. (23) encontraram mediana de peso igual a 61,2</font> <font face="Verdana" size="2">kg para escolares de 17 anos no município do Rio de Janeiro,</font> <font face="Verdana" size="2">no ano de 1999. No estudo atual, a mediana de peso foi de 63</font> <font face="Verdana" size="2">kg, refletindo valor superior, que, no entanto refere-se a</font> <font face="Verdana" size="2">adolescentes mais velhos.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Quanto ao IMC, os autores (23) observaram em seu estudo</font> <font face="Verdana" size="2">que os rapazes obtiveram valor mediano de 20,8 kg/m2, em</font> <font face="Verdana" size="2">1999. No estudo atual, o valor obtido foi, em 1999, de 21,1</font> <font face="Verdana" size="2">kg/m2, mesmo considerando-se uma faixa etária maior e mais</font> <font face="Verdana" size="2">velha.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Priore (22) encontrou, para adolescentes paulistas do sexo</font> <font face="Verdana" size="2">masculino de 16 a 18 anos em 1998, valor mediano de IMC</font> <font face="Verdana" size="2">de 21,6 kg/m2, próximo ao encontrado nesse estudo. No que</font> <font face="Verdana" size="2">se refere aos valores obtidos nos anos de 1997 (IMC: 21,6 kg/</font> <font face="Verdana" size="2">m2) e 1999 (IMC: 21,1 kg/m2) essa proximidade manteve-se.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Considerando o estado nutricional dos adolescentes, uma</font> <font face="Verdana" size="2">vez que foi encontrada tendência a aumento da prevalência de</font> <font face="Verdana" size="2">excesso de peso (incluindo risco de sobrepeso e sobrepeso) ao</font> <font face="Verdana" size="2">longo dos anos, deve-se permanecer alerta, ao passo que já se</font> <font face="Verdana" size="2">reconhece um aumento na prevalência de excesso de peso na</font> <font face="Verdana" size="2">população mundial e os malefícios que ele pode acarretar</font> <font face="Verdana" size="2">(26,27).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Cabe ressaltar que apesar das preocupações atuais com o</font> <font face="Verdana" size="2">sobrepeso na adolescência, que necessita mesmo ser</font> <font face="Verdana" size="2">considerado, o baixo peso também deve ser motivo de</font> <font face="Verdana" size="2">preocupação.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Coelho, Sichieri e González (28) semelhante ao obtido</font> <font face="Verdana" size="2">neste trabalho, encontraram para adolescentes do sexo</font> <font face="Verdana" size="2">masculino do Rio de Janeiro maior prevalência de baixo peso</font> <font face="Verdana" size="2">em relação à de sobrepeso. Em contrapartida, Vieira et al. (29)</font> <font face="Verdana" size="2">analisando o perfil nutricional de adolescentes universitários,</font> <font face="Verdana" size="2">encontraram para o sexo masculino (entre 18 e 19 anos) 2,5%</font> <font face="Verdana" size="2">e 6,3% de baixo peso e sobrepeso, respectivamente.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Priore (22) e Garcia, Gambardella e Frutuoso (30)</font> <font face="Verdana" size="2">encontraram porcentagem total de desvios nutricionais, para</font> <font face="Verdana" size="2">o sexo masculino, superior ao obtido nesse estudo, para todos</font> <font face="Verdana" size="2">os anos. Estudando adolescentes de 12 a 18 anos, Priore (22)</font> <font face="Verdana" size="2">obteve prevalências de baixo peso e risco sobrepeso/sobrepeso,</font> <font face="Verdana" size="2">de 7,5% e 15,6%, respectivamente. Garcia, Gambardella e</font> <font face="Verdana" size="2">Frutuoso (30), para adolescentes de 10 a 14 anos de idade,</font> <font face="Verdana" size="2">encontraram a presença de baixo peso e excesso de peso</font> <font face="Verdana" size="2">(incluindo risco de sobrepeso e sobrepeso), respectivamente,</font> <font face="Verdana" size="2">em 2,2% e 19,6% deles.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Vasconcelos &amp; Silva (16) analisando a prevalência de</font> <font face="Verdana" size="2">excesso de peso em adolescentes do sexo masculino no</font> <font face="Verdana" size="2">nordeste, de 1980 a 2000, observaram que a curva foi</font> <font face="Verdana" size="2">ascendente. Os autores ressaltam que essa tendência ascendente</font> <font face="Verdana" size="2">nos últimos anos associou-se a um período de certa</font> <font face="Verdana" size="2">estabilidade na década de 80, seguida de uma velocidade mais</font> <font face="Verdana" size="2">rápida na década posterior.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Abrantes, Lamounier e Colosimo (31), analisando dados</font> <font face="Verdana" size="2">da Pesquisa sobre Padrões de Vida, encontraram para as faixas</font> <font face="Verdana" size="2">etárias de 17, 18 e 19 anos, prevalência de excesso de peso</font> <font face="Verdana" size="2">(incluindo risco de sobrepeso e sobrepeso) igual a 7,5%, 8,9%</font> <font face="Verdana" size="2">e 9,4%, respectivamente.</font> </p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">É conhecido que a nutrição e o crescimento estão</font> <font face="Verdana" size="2">intrinsecamente associados, já que os indivíduos não</font> <font face="Verdana" size="2">conseguem alcançar seus potenciais genéticos de crescimento</font> <font face="Verdana" size="2">se não tiverem atendidas suas necessidades nutricionais</font> <font face="Verdana" size="2">básicas, acarretando déficits estaturais para sua idade (32).</font> <font face="Verdana" size="2">Reconhece-se que o crescimento estatural é um bom indicador</font> <font face="Verdana" size="2">da qualidade do ambiente em que se vive se correlacionando</font> <font face="Verdana" size="2">claramente com o nível socioeconômico e com o grau de</font> <font face="Verdana" size="2">desenvolvimento do país (18). Dessa forma, uma possível</font> <font face="Verdana" size="2">explicação para a redução das prevalências de baixa estatura</font> <font face="Verdana" size="2">estaria baseada na ocorrência de melhorias das condições de</font> <font face="Verdana" size="2">vida da população.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Neste estudo encontrou-se prevalência de baixa estatura</font> <font face="Verdana" size="2">de 15,7%, que, apesar de ter diminuído ao longo dos anos,</font> <font face="Verdana" size="2">ainda permaneceu acima do esperado (21) (Tabela 3).</font> <font face="Verdana" size="2">Martins et al. (33) estudando adolescentes de duas cidades</font> <font face="Verdana" size="2">do estado de São Paulo, na faixa etária de 10 a 19 anos,</font> <font face="Verdana" size="2">encontraram que 12,6% deles tinham estatura abaixo do</font> <font face="Verdana" size="2">percentil 5 do referencial antropométrico preconizado pelo</font> <font face="Verdana" size="2">CDC (21).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Burrows et al. (18) também encontraram prevalência de</font> <font face="Verdana" size="2">baixa estatura superior a encontrada no atual estudo para</font> <font face="Verdana" size="2">rapazes chilenos maiores de 12 anos (26,2%).</font> <font face="Verdana" size="2">Para o Brasil verificou-se, entre 1975 e 1996, redução na</font> <font face="Verdana" size="2">prevalência de déficit estatural correspondente a cerca de 72%.</font> <font face="Verdana" size="2">Já na região rural, o declínio também ocorreu, porém de forma</font> <font face="Verdana" size="2">mais lenta (17).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Observou-se que o estado nutricional não apresentou</font> <font face="Verdana" size="2">associação (p&gt;0,05) com a presença de baixa estatura;</font> <font face="Verdana" size="2">enquanto que em estudo sobre obesidade e desnutrição em</font> <font face="Verdana" size="2">uma população da cidade de São Paulo, Sawaya et al. (34)</font> <font face="Verdana" size="2">encontraram que a obesidade associada ao retardo era mais</font> <font face="Verdana" size="2">comum que a obesidade sem o retardo do crescimento, tanto</font> <font face="Verdana" size="2">nas crianças mais jovens, quanto nos adolescentes.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Priore (35) encontrou prevalência de sobrepeso/obesidade</font> <font face="Verdana" size="2">em 19% dos adolescentes residentes em favelas de São Paulo,</font> <font face="Verdana" size="2">sendo que destes, um terço apresentava também</font> <font face="Verdana" size="2">comprometimento de estatura.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Quanto à escolaridade, o fato de o número de adolescentes</font> <font face="Verdana" size="2">com ensino médio incompleto ter aumentado a partir de 1997</font> <font face="Verdana" size="2">vem refletir, possivelmente, na necessidade de maior</font> <font face="Verdana" size="2">escolaridade para atender ao mercado de trabalho.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Considerando que aos sete anos de idade o indivíduo</font> <font face="Verdana" size="2">deveria estar iniciando a primeira série do ensino fundamental,</font> <font face="Verdana" size="2">aos 17 anos ele estaria cursando o terceiro ano do ensino médio,</font> <font face="Verdana" size="2">observando-se que parte considerável da população estudada</font> <font face="Verdana" size="2">apresentou inadequação quanto à faixa de escolaridade para a</font> <font face="Verdana" size="2">idade. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, relata</font> <font face="Verdana" size="2">que a média de estudo da população brasileira para os jovens</font> <font face="Verdana" size="2">de 17 anos é de 7,2 anos, quando deveria ser de 11 anos e para</font> <font face="Verdana" size="2">os de 20 a 24 anos é de 8,2 anos (http://www.ibge.org.br) (36).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Neste trabalho, a forma como se apresentava disposta a</font> <font face="Verdana" size="2">classificação da escolaridade nos bancos de coleta de dados</font> <font face="Verdana" size="2">não permitiu que fosse feita uma análise em anos de</font> <font face="Verdana" size="2">escolaridade. Mas, os dados obtidos permitem verificar que</font> <font face="Verdana" size="2">existiam adolescentes com defasagem em relação à</font> <font face="Verdana" size="2">escolaridade considerada adequada.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Priore (22), analisando a escolaridade entre os adolescentes</font> <font face="Verdana" size="2">de São Paulo que estudavam em escolas públicas e que</font> <font face="Verdana" size="2">desenvolviam ocupação profissional, encontrou que 60,7%</font> <font face="Verdana" size="2">estavam em série escolar inadequada para a idade (p&lt;0,05).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Para Oliveira e Robazzi (37) o trabalho na adolescência</font> <font face="Verdana" size="2">seria um dos motivos para o abandono do estudo, uma vez</font> <font face="Verdana" size="2">que entrar no mercado de trabalho durante essa época da vida, significa trabalhar e estudar ao mesmo tempo ou deixar a</font> <font face="Verdana" size="2">escola em função do trabalho.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Estudando alguns fatores determinantes do trabalho</font> <font face="Verdana" size="2">precoce na adolescência, os autores citados anteriormente</font> <font face="Verdana" size="2">verificaram que, quanto à relação idade-série, a maioria dos</font> <font face="Verdana" size="2">adolescentes apresenta-se com idade maior do que aquela que</font> <font face="Verdana" size="2">deveria apresentar em relação à série de estudo, derivada da</font> <font face="Verdana" size="2">repetência escolar associada ao próprio sistema educacional</font> <font face="Verdana" size="2">e ao trabalho exercido precocemente. Os adolescentes apontam</font> <font face="Verdana" size="2">como fatores para o problema a falta de interesse e a</font> <font face="Verdana" size="2">dificuldade em aprender, bem como ao cansaço ocasionado</font> <font face="Verdana" size="2">pelo trabalho (37).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Priore (22) encontrou que a realização de ocupação</font> <font face="Verdana" size="2">profissional dentre os adolescentes estudados demonstrou</font> <font face="Verdana" size="2">efeito negativo sobre o rendimento escolar.</font> <font face="Verdana" size="2">Quando as diferentes faixas de escolaridade propostasforam comparadas com a estatura, o peso e o IMC, obteve-se</font> <font face="Verdana" size="2">que os adolescentes que apresentaram escolaridade mais baixa</font> <font face="Verdana" size="2">estariam mais susceptíveis a possuir valores para estatura, peso</font> <font face="Verdana" size="2">e IMC inferiores àqueles com escolaridade mais alta (Tabela</font> <font face="Verdana" size="2">5).</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">Kac (9), encontrou que à medida que a escolaridade</font> <font face="Verdana" size="2">aumentava, aumentava também a estatura média.</font> <font face="Verdana" size="2">Finalmente ressalta-se que os pontos evidenciados devem</font> <font face="Verdana" size="2">ser monitorados, uma vez que os efeitos negativos que o baixo</font> <font face="Verdana" size="2">peso representa ao crescimento e desenvolvimento já são</font> <font face="Verdana" size="2">reconhecidos, junto com o excesso de peso e as complicações</font> <font face="Verdana" size="2">a ele associadas. Além disso, no que se refere à baixa estatura</font> <font face="Verdana" size="2">devem ser implementadas medidas de intervenção precoces</font> <font face="Verdana" size="2">com o objetivo de prevenir a ocorrência desse agravo</font> <font face="Verdana" size="2">nutricional, uma vez que, terminada a adolescência, o déficit</font> <font face="Verdana" size="2">estatural adquirido já não será mais passível de recuperação.</font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">1. WHO (World Health Organization). Physical status: the use</font> <font face="Verdana" size="2">and interpretation of anthropometry. Geneva: The Organization;</font> <font face="Verdana" size="2">1995. (Technical Report Series, 854).</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472326&pid=S0004-0622200600040000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">2. Monteiro CA, Conde WL. Tendência secular do crescimento</font> <font face="Verdana" size="2">pós-natal na cidade de São Paulo (1974-1996). Rev Saúde</font> <font face="Verdana" size="2">Pública 2000; 34: 26-40.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472327&pid=S0004-0622200600040000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">3. Garn SM. The secular trend in size and maturational timing</font> <font face="Verdana" size="2">and its implications for nutritional assessment. Journal of Nutrition</font> <font face="Verdana" size="2">1987; 817: 817-23.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472328&pid=S0004-0622200600040000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">4. Malina RM. Research on secular trends in auxology.</font> <font face="Verdana" size="2">Anthropolgischer Anzeiger 1990; 48: 209-27.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472329&pid=S0004-0622200600040000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">5. Van Wieringen JC. Secular growth changes. En: Falkner F,</font> <font face="Verdana" size="2">Tanner JM. Human Growth. A Comprehensive Treatise.</font> <font face="Verdana" size="2">Methodology, Ecological, Genetic and Nutritional Effects on</font> <font face="Verdana" size="2">Growth. New York: Plenum Press; 1986.p. 307-31.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472330&pid=S0004-0622200600040000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">6. Kuh DL, Power C, Rodgers B. Secular trends in social class</font> <font face="Verdana" size="2">and sex differences in adult height. International Journal of</font> <font face="Verdana" size="2">Epidemiology 1991; 20: 1001-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472331&pid=S0004-0622200600040000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">7. Murata M, Hibi I. Nutrition and the secular trend of growth.</font> <font face="Verdana" size="2">Horm Res 1992; 38 Suppl 1: 89-96.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472332&pid=S0004-0622200600040000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">8. Monteiro CA, Benicio MHD, Gouveia NC. Tendência secular</font> <font face="Verdana" size="2">do crescimento no Brasil: a evolução da altura dos brasileiros</font> <font face="Verdana" size="2">desde a década de 50. São Paulo: NUPENS/USP; 1993.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472333&pid=S0004-0622200600040000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">9. Kac G. Tendência secular em estatura em recrutas da Marinha</font> <font face="Verdana" size="2">do Brasil nascidos entre 1940 e 1965. Cad Saúde Pública 1998;</font> <font face="Verdana" size="2">14: 109-17.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472334&pid=S0004-0622200600040000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">10. França-Júnior IF, Silva GR, Monteiro CA. Tendência secular</font> <font face="Verdana" size="2">da altura na idade adulta de crianças nascidas na cidade de São</font> <font face="Verdana" size="2">Paulo entre 1950 e 1976. Rev Saúde Pública 2000; 34 Suppl 6:</font> <font face="Verdana" size="2">102-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472335&pid=S0004-0622200600040000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">11. Freedman DS, Khan LK, Serdula MK, Srinivasan SR, Berenson</font> <font face="Verdana" size="2">GS. Secular Trends in Height Among Children During 2</font> <font face="Verdana" size="2">Decades. The Bogalusa Heart Study. Archives of Pediatrics &amp;</font> <font face="Verdana" size="2">Adolescent Medicine 2000; 154: 155-61.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472336&pid=S0004-0622200600040000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">12. Dey DK, Rothenberg E, Sundh V, Bosaeus I, Steen B. Height</font> <font face="Verdana" size="2">and Body Weight in Elderly Adults. A 21-Year Population Study</font> <font face="Verdana" size="2">on Secular Trends and Related Factors in 70-Year-Olds. The</font> <font face="Verdana" size="2">Journals of Gerontology Series A: Biological Sciences and</font> <font face="Verdana" size="2">Medical Sciences 2001; 56: 780-84.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472337&pid=S0004-0622200600040000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">13. Marmohttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext &amp; pid=</font> <font face="Verdana" size="2">S0104-42302004000400027 &amp; lng=pt &amp; nrm=iso - back1DB,</font> <font face="Verdana" size="2">Zambon MP, Morcillo AM, Guimarey LM. Tendência secular</font> <font face="Verdana" size="2">de crescimento em escolares de Paulínia, São Paulo-Brasil</font> <font face="Verdana" size="2">(1979/80 - 1993/94). Revista da Associação Médica Brasileira</font> <font face="Verdana" size="2">2004; 50: 386-90</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472338&pid=S0004-0622200600040000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">14. Price RA, Ness R, Sorensen TI. Changes in commingled body</font> <font face="Verdana" size="2">mass index distributions associated with secular trends in</font> <font face="Verdana" size="2">overweight among Danish young men. American Journal of</font> <font face="Verdana" size="2">Epidemiology 1991; 133: 501-10.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472339&pid=S0004-0622200600040000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">15. Tremblay MS, Willms D. Secular trends in the body mass index</font> <font face="Verdana" size="2">of Canadian children. Journal Canadian Medical Association</font> <font face="Verdana" size="2">2000; 163: 1429-33.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472340&pid=S0004-0622200600040000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">16. Vasconcelos VL, Silva GAP. Prevalências de sobrepeso e</font> <font face="Verdana" size="2">obesidade em adolescentes masculinos, no nordeste do Brasil,</font> <font face="Verdana" size="2">1980-2000. Cad Saúde Pública 2003; 19: 1445-51.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472341&pid=S0004-0622200600040000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">17. Batista-Filho MB, Rissin A. A transição nutricional no Brasil:</font> <font face="Verdana" size="2">tendências regionais e temporais. Cad Saúde Pública 2003; 19</font> <font face="Verdana" size="2">Suppl.1: 181-91.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472342&pid=S0004-0622200600040000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">18. Burrows RA, Ramírez IM, Cordero JM, Muzzo SB. Cambio</font> <font face="Verdana" size="2">secular del retraso de talla en escolares chilenos de tres regiones</font> <font face="Verdana" size="2">del país. Rev Chilena de Pediatria 1999; 70: 390-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472343&pid=S0004-0622200600040000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">19. Kac G. Tendência secular em estatura: uma revisão de literatura.</font> <font face="Verdana" size="2">Cad Saúde Pública 1999; 15: 451-61.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472344&pid=S0004-0622200600040000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">20. Post CLA, Victora CG. Low prevalence of weight for height/</font> <font face="Verdana" size="2">length deficits in Brazilian children is related to body</font> <font face="Verdana" size="2">proportions. The Journal of Nutrition 2001; 131: 1290-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472345&pid=S0004-0622200600040000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">21. Center for Disease Control and Prevention/ National Center for</font> <font face="Verdana" size="2">Health Statistics. Advance Data dec 2000; 314. Disponível em:</font> <font face="Verdana" size="2">&lt;http://www.cdc.gov&gt;.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472346&pid=S0004-0622200600040000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">22. Priore SE. Composição corporal e hábitos alimentares de</font> <font face="Verdana" size="2">adolescentes: uma contribuição à interpretação de indicadores</font> <font face="Verdana" size="2">do estado nutricional. [tese de doutorado]. Universidade Federal</font> <font face="Verdana" size="2">de São Paulo/Escola Paulista de Medicina: São Paulo; 1998.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472347&pid=S0004-0622200600040000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">23. Anjos LA, Castro RR, Engstrom EM, Azevedo AMF.</font> <font face="Verdana" size="2">Crescimento e estado nutricional em amostra probabilística de</font> <font face="Verdana" size="2">escolares no Município do Rio de Janeiro, 1999. 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Cad</font> <font face="Verdana" size="2">Saúde Pública 1993; 9 Suppl 1: 58-70.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472349&pid=S0004-0622200600040000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">25. Kac G. Secular trend in height in enlisted men and recruits from</font> <font face="Verdana" size="2">the Brazilian Navy born from 1970 to 1977. 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Rev Bras Saude Mater Infantil 2005; 5: 53-</font> <font face="Verdana" size="2">9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472352&pid=S0004-0622200600040000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">28. Coelho KSC, Sichieri R, González C. Influência de la</font> <font face="Verdana" size="2">maduracion sexual en el indice de masa corporal en</font> <font face="Verdana" size="2">adolescentes de bajo nivel socioeconomico de Rio de Janeiro.</font> <font face="Verdana" size="2">Rev Chilena de Nutrición 2002; 29: 33-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472353&pid=S0004-0622200600040000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">29. Vieira VCR, Priore SE, Ribeiro SMR, Franceschini SCC,</font> <font face="Verdana" size="2">Almeida LP. Perfil socioeconômico, nutricional e de saúde de</font> <font face="Verdana" size="2">adolescentes recém ingressos em uma universidade pública</font> <font face="Verdana" size="2">brasileira. Revista de Nutrição 2002; 15: 273-82.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472354&pid=S0004-0622200600040000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">30. Garcia GCB, Gambardella AMD, Frutuoso MFP. Estado</font> <font face="Verdana" size="2">Nutricional e consumo alimentar de adolescentes de um Centro</font> <font face="Verdana" size="2">de Juventude da cidade de São Paulo. Revista de Nutrição 2003;</font> <font face="Verdana" size="2">16: 41-50.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472355&pid=S0004-0622200600040000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">31. Abrantes MM, Lamounier JA, Colosimo EA. Prevalência de</font> <font face="Verdana" size="2">sobrepeso e obesidade nas regiões Nordeste e Sudeste do Brasil.</font> <font face="Verdana" size="2">Revista da Associação Médica Brasileira 2003; 49: 162-6.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472356&pid=S0004-0622200600040000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">32. Engstrom EM, Anjos LA. Déficit estatural nas crianças</font> <font face="Verdana" size="2">brasileiras: relação com condições sócio-ambientais e estado</font> <font face="Verdana" size="2">nutricional materno. Cad Saúde Pública 1999; 15: 559-67.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472357&pid=S0004-0622200600040000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">33. Martins IS, Fischer FM, Oliveira DC, Teixeira LR, Costa LAR,</font> <font face="Verdana" size="2">Marinho SP, et al. Crescimento e trabalho de estudantes de</font> <font face="Verdana" size="2">ensino fundamental e médio em São Paulo, Brasil. Rev Saúde</font> <font face="Verdana" size="2">Pública 2002; 36 Suppl 1: 19-25.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472358&pid=S0004-0622200600040000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">34. Sawaya AL, Dallal G, Solymos GM, Souza MH, Ventura ML,</font> <font face="Verdana" size="2">Roberts S, et al. Obesity and malnutrition in a shantytown</font> <font face="Verdana" size="2">population in the city of São Paulo, Brazil. 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São Carlos-SP : Editora da UFSCar;</font> <font face="Verdana" size="2">1996.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472360&pid=S0004-0622200600040000200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">36. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – Síntese de</font> <font face="Verdana" size="2">indicadores sociais. (http://www.ibge.org.br – capturado em</font> <font face="Verdana" size="2">18/11/2006)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472361&pid=S0004-0622200600040000200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2">37. Oliveira BRG, Robazzi MLCC. O trabalho na vida dos</font> <font face="Verdana" size="2">adolescentes: alguns fatores determinantes para o trabalho</font> <font face="Verdana" size="2">precoce. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext &amp; pid=</font> <font face="Verdana" size="2">S0104-11692001000300013 &amp; lng=pt &amp; nrm=iso - back Rev</font> <font face="Verdana" size="2">Latino-Americana de Enfermagem 2001; 9: 83-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=472362&pid=S0004-0622200600040000200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2"><b>Nota</b></font></p>     <p ALIGN="justify" style="line-height: 100%; word-spacing: 0"><font face="Verdana" size="2"><b>Apoio Financeiro:</b> Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica</font> <font face="Verdana" size="2">(Pibic)/Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico</font> <font face="Verdana" size="2">(CNPq).</font></p>       ]]></body>
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