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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Contribuição da Semiologia para o Diagnóstico Nutricional de Pacientes Hospitalizados]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[Resumen La gran prevalencia de desnutrición hospitalaria y su repercusión en el aumento de la morbi-mortalidad de pacientes ingresados, hace necesaria su detección precoz. La semiología nutricional es una herramienta de bajo costo y fácil aplicación, contribuyendo al diagnóstico nutricional de estos pacientes. El presente estudio tuvo como objetivo verificar el grado de sensibilidad y especificidad de parámetros de semiología, comparados con parámetros objetivos (antropometría y pruebas bioquímicas), y analizar el grado de concordancia entre tres examinadores (A, B, C) en la utilización de parámetros de semiología nutricional. Noventa pacientes ingresados en un hospital federal fueron evaluados por medio de antropometría, pruebas bioquímicas, y examen físico. El grado de concordancia fue determinado por la estadística Kappa y la sensibilidad y especificidad por la comparación del examen físico con parámetros objetivos. Los examinadores A y C tuvieron la mejor concordancia para la verificación de la presencia de edema. La sensibilidad de los exámenes de atrofia de la musculatura y pérdida de tejido adiposo fue baja. La mejor sensibilidad fue lograda cuando se compararon los valores de hemoglobina y palidez de la mucosa de conjuntiva y la mejor especificidad cuando se confrontaron los valores de albúmina, proteínas totales con presencia de edema (100%). Se concluye que los resultados para concordancia entre examinadores fueron satisfactorios. Sin embargo, es necesaria una mayor sistematización de las técnicas, entrenamiento intensivo de los evaluadores y estandarización de los resultados para hacer de la semiología un parámetro más eficaz de evaluación del estado nutricional de pacientes hospitalizados.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[   <b>     <p align="center" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="3">Contribuição da Semiologia para o Diagnóstico Nutricional de Pacientes Hospitalizados&nbsp;</font></p> </b>     <p align="center" style="line-height: 100%"><b><font face="Verdana" size="2">Marcia Naim Nehme, Maria Eugenia Vieira Martins, Vanessa Lourenço Chaia, Eliane Moreira Vaz</font></b></p>     <p align="center" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Universidade Estácio de Sá – Rio de Janeiro, Brasil. Universidade Federal do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro, Brasil</font></p> <b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Resumo</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"></b><font face="Verdana" size="2">Devido a alta prevalência da desnutrição hospitalar e conhecendo sua repercussão sobre o aumento da morbi-mortalidade de pacientes hospitalizados, faz-se necessária a sua detecção precoce. A semiologia nutricional é uma ferramenta de baixo custo e fácil aplicação, podendo contribuir para o diagnóstico nutricional desses pacientes. Este trabalho pretendeu verificar o grau de sensibilidade e especificidade de parâmetros da semiologia, quando comparados a parâmetros objetivos (antropometria e exames laboratoriais) e analisar o grau de concordância entre três examinadores (A, B, C) na utilização de parâmetros da semiologia nutricional. Foram avaliados 90 pacientes de uma instituição hospitalar federal, por meio da antropometria, exames laboratoriais e exame físico. O grau de concordância foi determinado pela estatística Kappa e a sensibilidade e especificidade pela comparação do exame físico com parâmetros objetivos. Os examinadores A e C apresentaram a melhor concordância para o exame de edema. A sensibilidade dos exames de atrofia de musculatura e perda de tecido adiposo foi baixa. A melhor sensibilidade foi alcançada quando compararam-se valores de hemoglobina e palidez da mucosa conjuntiva e a maior especificidade no confronto entre albumina e proteínas totais com presença de edema (100%). Concluiu-se que os resultados para concordância entre examinadores foram satisfatórios, porém, são necessários maior sistematização das técnicas, treinamento intensivo dos avaliadores e padronização dos resultados para tornar a semiologia mais eficaz na avaliação do estado nutricional de pacientes hospitalizados.</font></p> <b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Palavras-chave:</font></b><font face="Verdana" size="2"> Desnutrição hospitalar, diagnóstico nutricional, semiologia nutricional.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"> <b> <font face="Verdana" size="2">Contribución de la Semiología para el Diagnóstico Nutricional de Pacientes Hospitalizados</font> </b> </p> <b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Resumen</font></p> </b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">La gran prevalencia de desnutrición hospitalaria y su repercusión en el aumento de la morbi-mortalidad de pacientes ingresados, hace necesaria su detección precoz. La semiología nutricional es una herramienta de bajo costo y fácil aplicación, contribuyendo al diagnóstico nutricional de estos pacientes. El presente estudio tuvo como objetivo verificar el grado de sensibilidad y especificidad de parámetros de semiología, comparados con parámetros objetivos (antropometría y pruebas bioquímicas), y analizar el grado de concordancia entre tres examinadores (A, B, C) en la utilización de parámetros de semiología nutricional. Noventa pacientes ingresados en un hospital federal fueron evaluados por medio de antropometría, pruebas bioquímicas, y examen físico. El grado de concordancia fue determinado por la estadística Kappa y la sensibilidad y especificidad por la comparación del examen físico con parámetros objetivos. Los examinadores A y C tuvieron la mejor concordancia para la verificación de la presencia de edema. La sensibilidad de los exámenes de atrofia de la musculatura y pérdida de tejido adiposo fue baja. La mejor sensibilidad fue lograda cuando se compararon los valores de hemoglobina y palidez de la mucosa de conjuntiva y la mejor especificidad cuando se confrontaron los valores de albúmina, proteínas totales con presencia de edema (100%). Se concluye que los resultados para concordancia entre examinadores fueron satisfactorios. Sin embargo, es necesaria una mayor sistematización de las técnicas, entrenamiento intensivo de los evaluadores y estandarización de los resultados para hacer de la semiología un parámetro más eficaz de evaluación del estado nutricional de pacientes hospitalizados.</font></p> <b>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Palabras clave:</font></b><font face="Verdana" size="2"> Desnutrición hospitalaria, diagnóstico nutricional, semiología nutricional.</font></p> <b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">RECIBIDO: 10-02-2006</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">ACEPTADO: 30-05-2006</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Introdução</font></p> </b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Várias publicações científicas em todo o mundo dedicaram-se a estudar a prevalência e o impacto da desnutrição no ambiente hospitalar (1-4)<sup>)</sup>. No Brasil destaca-se o Inquérito Brasileiro de Avaliação Nutricional Hospitalar – IBRANUTRI, realizado em 1996, que encontrou uma taxa de 48,1% de pacientes desnutridos (5). Estudos mais recentes caracterizam a desnutrição como condição ainda prevalente nos hospitais brasileiros (6).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Em pacientes hospitalizados a desnutrição associa-se com mau resultado cirúrgico, taxa aumentada de infecção, internação hospitalar prolongada, feridas de difícil cicatrização, readmissão hospitalar freqüente e risco aumentado de morte.<sup> </sup>A influência do estado nutricional sobre a evolução clínica de pacientes hospitalizados torna clara a importância da realização do diagnóstico nutricional precoce, para permitir a correção da desnutrição e favorecer a recuperação do paciente. Um diagnóstico nutricional meticuloso torna o planejamento de apoio nutricional mais efetivo (7-12).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Nenhum método de avaliação nutricional pode ser considerado como padrão-ouro. Todos apresentam limitações como o fato de serem influenciados por fatores independentes do estado nutricional (2). Para um diagnóstico nutricional mais preciso e confiável, recomenda-se a utilização de vários indicadores associados (9), embora seja possível inicialmente detectar o risco de desnutrição utilizando parâmetros clínicos simples (13,14).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Independentemente dos parâmetros utilizados na determinação do diagnóstico nutricional, é essencial que se verifique as alterações dos diferentes compartimentos corporais (massa magra, tecido adiposo, proteínas viscerais), bem como as alterações na competência imunológica (15,16).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">A albumina é utilizada como marcador de proteína visceral e indicador do estado nutricional. A dosagem de albumina é um índice muito utilizado na prática clínica por constituir-se como prognóstico bastante confiável para o surgimento de complicações e mortalidade (8,17,18).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Dentre os parâmetros subjetivos de avaliação nutricional, pode-se destacar o exame físico, que engloba a inspeção, a palpação, a percussão, ausculta, olfato, e a utilização de instrumentos e aparelhos como otoscópio, oftalmoscópio, entre outros (7). É um momento de identificação de sinais que podem levar a sintomas não informados pelo paciente e assim, ir esculpindo o diagnóstico clínico (19).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Hammond (20,21) afirma que por meio do exame físico é possível verificar imediatamente se o paciente está acima ou abaixo do peso; se apresenta perda de gordura e/ou músculo, especialmente nas temporas e na face; se é capaz de preparar sua alimentação sozinho, se necessita de ajuda para se alimentar, se deve se alimentar pela via oral ou depende de um método alternativo para sua nutrição.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">O desuso muscular é um dos principais fatores responsáveis, na prática clínica, pela atrofia do grupamento muscular imobilizado (22). A presença da atrofia bitemporal indica que o paciente parou de mastigar ou deixou de usar esse mecanismo como fonte principal de ingestão alimentar podendo levá-lo a desnutrição e a imunocompetencia. A partir do momento que esta atrofia se intensifica, passa a ser acompanhada da perda da bola gordurosa de Bichart, que reflete uma redução prolongada da reserva calórica (8).&nbsp;</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">A perda visível da musculatura do pinçamento do polegar não está relacionada com a doença, mas ocorre progressivamente à medida que as atividades diárias são reduzidas, principalmente pela apatia associada a desnutrição ou simplesmente pelo desuso (22). Esta atrofia demonstra menor força de apreensão e conseqüentemente menor competência para ingerir alimentos (8).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">No exame físico, a anemia pode ser verificada por meio da coloração da pele, inclusive a das regiões palmoplantares e das mucosas, principalmente conjuntival, sendo a presença de palidez indicação de anemia (8).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">A pesquisa do edema deve ser iniciada pelos tornozelos, porém, se o paciente persiste a maior parte do tempo acamado, o local a ser examinado deverá ser a região lombo-sacral ou onde houver maior declive (8).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">O objetivo deste trabalho foi verificar o grau de sensibilidade e especificidade de diferentes parâmetros utilizados na semiologia, quando comparados a antropometria e aos exames laboratoriais para o diagnóstico do estado nutricional de pacientes hospitalizados, e analisar o grau de concordância entre examinadores na utilização dos parâmetros empregados na semiologia nutricional.&nbsp;</font></p> <b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Materiais e Métodos</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Pacientes</font></b><font face="Verdana" size="2">:</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Trata-se de um estudo de corte transversal, onde foram avaliados 90 pacientes adultos internados em um hospital do governo federal. Os critérios de amostragem foram: pacientes deambulantes, que possuíam em seu prontuário hemograma e/ou dosagem de proteínas totais e albumina, num período de até cinco dias anteriores a avaliação.</font></p> <b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Métodos</font></b><font face="Verdana" size="2">:</font></p> <b>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Parâmetros Objetivos:</font></p> </b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Foi aplicado um protocolo de avaliação do estado nutricional contendo parâmetros objetivos e da semiologia nutricional. Tal protocolo era composto por dados de identificação, antropométricos (peso, estatura, índice de massa corporal, circunferência do braço, dobra cutânea triciptal e circunferência muscular do braço) e hemograma (linfocitometria, hematócrito, hemoglobina, albumina sérica e proteínas totais).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Os dados de identificação e os resultados dos exames hematológicos foram coletados diretamente dos prontuários dos pacientes e transcritos para o protocolo criado.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Os valores observados no hemograma foram comparados com os valores de referência da Unidade Hospitalar: hematócrito (37,7-53,7%), hemoglobina (12,2-18,1g/dL), albumina (&gt;3,5 g/dL) e proteínas totais (6,0-8,5g/dL).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Os resultados da linfocitometria e de albumina sérica foram comparados com os valores de referência preconizados por Blackburn <i>et al</i>. (23). A linfocitometria foi classificada em: adequado (&gt;2000/mm<sup>3</sup>), depleção leve (1200-2000/mm<sup>3</sup>), depleção moderada (800-1199/mm<sup>3</sup>) e depleção grave (&lt;800/mm<sup>3</sup>), enquanto os valores de albumina sérica foram classificados em: inadequado (albumina &lt;3,5g/dL) e adequado (albumina &gt;3,5g/dL).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">A avaliação antropométrica foi realizada por um único investigador devidamente treinado. Os pacientes foram pesados em balança digital Plenna<sup>®</sup> com precisão de 0,1Kg e capacidade máxima de 150Kg e a estatura foi aferida com estadiômetro Alturexata<sup>®</sup>, com graduação de 0,1cm. Os resultados encontrados para o índice de massa corporal (IMC) foram classificados em adequado quando maiores que 18,5Kg/m<sup>2</sup>. Para mensuração da dobra cutânea triciptal foi utilizado o adipômetro tipo Lange<sup>®</sup>.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Os resultados obtidos para circunferência do braço (CB), circunferência muscular do braço (CMB) e dobra cutânea triciptal (DCT) foram comparados aos valores de referência do National Health and Nutrition Examination Survey, demonstrados em tabelas de percentis por Frisancho (24), utilizando-se o percentil 50. Pacientes com percentual de adequação superior a 90% foram classificados como adequados.</font></p> <b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Semiologia Nutricional:</font></p> </b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">No exame físico foram observadas atrofias das musculaturas temporais e de pinçamento do polegar; perda da bola gordurosa de Bichart; palidez palmar e das conjuntivas oculares; edema; anasarca e ascite.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Quanto ao exame físico, todos os pacientes foram analisados no mesmo dia, pelos três observadores, sem tomar conhecimento dos resultados dos demais investigadores, assim como das avaliações objetivas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Após os exames das atrofias musculares (temporal e pinçador), os pacientes foram classificados em atrofia presente ou ausente, da mesma forma para avaliação da perda da bola gordurosa de Bichart.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Tanto na avaliação da palidez das conjuntivas, como na verificação da palidez palmar, os pacientes foram classificados em presença ou ausência de palidez.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">A presença de edema e anasarca foi determinada por meio da compressão firme do polegar ou do indicador e observação de depressão ou fóvia nos membros inferiores, superiores e corpo dos pacientes. Para análise da presença de ascite considerou-se a observação e palpação do abdômen, segundo Porto (7).</font></p> <b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Análise Estatística:</font></p> </b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Para a avaliação do grau de concordância entre os examinadores foi criada uma planilha com o auxílio do programa Microsoft Excel 2000<sup>®</sup>, contendo os parâmetros do exame físico e os resultados observados pelos três pesquisadores. Após esta primeira etapa, foi avaliada a prevalência dos resultados encontrados.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">O grau de concordância observado entre os examinadores no exame físico foi verificado por meio da estatística Kappa adotando a classificação: kappa &lt; 0,4 = concordância leve; 0,4-0,8 = concordância moderada; 0,8-1,0 = concordância forte; kappa = 1,0 = concordância perfeita (25) .</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Toda a amostra do estudo foi caracterizada por meio do cálculo de freqüências, médias e desvio padrão. Em seguida, foram comparadas estatisticamente as possíveis diferenças entre os sexos feminino e masculino, utilizando-se o teste <i>t-student</i>. O nível de significância adotado foi p&lt;0,05.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Foram analisadas a sensibilidade e especificidade do exame físico, comparado aos parâmetros objetivos de avaliação do estado nutricional.&nbsp;</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><b><font face="Verdana" size="2">Resultados&nbsp;</font></b></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Dos 90 pacientes avaliados, 54,4% eram do sexo masculino. A faixa etária média da população estudada foi de 41,7±13,8 anos e o tempo médio de internação foi de 11,7±11,4 dias. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas quando estes foram comparados por gênero, com exceção da circunferência muscular do braço (CMB).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Quanto à avaliação antropométrica, os valores médios encontrados foram: peso 62,4±18,2Kg; estatura 1,60±0,1m; índice de massa corporal 23,8±6,3Kg/m<sup>2</sup>. O índice de massa corporal (IMC) para a população em geral demonstrou que 86,7% dos pacientes apresentavam IMC superior a 18,5Kg/m<sup>2</sup>.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">A dobra cutânea triciptal (DCT) revelou que 50% da população avaliada apresentou algum grau de comprometimento da reserva corporal de tecido adiposo. Para circunferência muscular do braço (CMB) a média do percentual de adequação observada demonstrou preservação da massa muscular somática. Entretanto, a distribuição percentual indicou que menos da metade da população apresentava algum comprometimento da mesma, sendo que a maioria desses pacientes apresentou depleção leve deste compartimento corporal. As adequações médias da DCT e da CMB podem ser visualizadas na <b><a href="#fig1">figura 1</a></b>.</font></p>     <p align="center" style="line-height: 100%"><a name="fig1"><img border="0" src="http://img/fbpe/alan/v56n2/art07fig1.jpg" align="center" width="500" height="415"></a></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Não foram observadas diferenças significativas quando os resultados dos exames hematológicos e bioquímicos foram comparados entre os sexos. Do total de pacientes avaliados, 89 possuíam resultados de exames hematológicos.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Apenas 26 dos 90 pacientes possuíam resultados referentes à albumina sérica e proteínas totais. Na análise da albumina sérica, uma grande parte da população estudada apresentou valores abaixo do índice de normalidade (<b><a href="#tab1">Tabela 1</a></b>).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%">&nbsp;</p>     <p align="center" style="line-height: 100%"><a name="tab1"><img border="0" src="http://img/fbpe/alan/v56n2/art07tab1.jpg" align="center" width="460" height="255"></a></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Na avaliação da musculatura temporal foi observado que 25,6% dos pacientes apresentavam atrofia. Para o músculo do pinçador verificou-se 85,6% de preservação da musculatura. Na avaliação da bola gordurosa de Bichart encontrou-se 17,8% dos pacientes com perda de tecido adiposo. Ao avaliar a presença de edema, 12,2% dos pacientes apresentavam algum grau de edema. Para avaliação da palidez palmar, 63,3% dos pacientes apresentavam esta alteração. E finalmente, na avaliação da mucosa conjuntiva, 68,9% dos pacientes apresentavam palidez.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">No exame físico, a concordância entre os examinadores variou de leve a forte. O melhor resultado para a concordância foi obtido entre os avaliadores A e C no exame de edema (<b><a href="#fig2">Figura 2</a></b>).</font></p>     <p align="center" style="line-height: 100%"><a name="fig2"><img border="0" src="http://img/fbpe/alan/v56n2/art07fig2.jpg" align="center" width="560" height="456"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Os exames de atrofia da musculatura<b> </b>temporal e de edema obtiveram os maiores resultados (concordância forte). Para a atrofia da musculatura temporal o melhor valor de Kappa encontrado foi entre os avaliadores B e C. A atrofia da bola gordurosa de Bichart alcançou uma média de concordância moderada. Entretanto, os exames de atrofia da musculatura do pinçador e palidez da mucosa conjuntiva apresentaram os valores mais baixos, demonstrando concordância leve (<b><a href="#fig2">Figura 2</a></b>).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">A comparação entre a antropometria e o exame físico para determinar perda de tecido muscular e adiposo demonstrou uma baixa sensibilidade e alta especificidade (<b><a href="#fig3">Figura 3</a></b>).</font></p>     <p align="center" style="line-height: 100%"><a name="fig3"><img border="0" src="http://img/fbpe/alan/v56n2/art07fig3.jpg" align="center" width="515" height="470"></a></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">A comparação entre o diagnóstico laboratorial e o exame físico para determinar presença de anemia demonstrou um melhor equilíbrio entre os valores de sensibilidade e especificidade. No presente estudo, os valores de sensibilidade para palidez da mucosa conjuntiva foram maiores que para palidez palmar. Encontrou-se, ainda, os menores valores de especificidade na correlação entre hematócrito e hemoglobina com palidez palmar. A comparação entre o diagnóstico laboratorial e o exame físico para determinar presença de edema demonstrou baixa sensibilidade e alta especificidade (<b><a href="#fig4">Figura 4</a></b>).</font></p>     <p align="center" style="line-height: 100%"><a name="fig4"><img border="0" src="http://img/fbpe/alan/v56n2/art07fig4.jpg" align="center" width="470" height="440"></a><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></p> <b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Discussão</font></p> </b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">A desnutrição em pacientes hospitalizados é um fato bem demonstrado na literatura, com os percentuais variando de 20 a 78,9% nas diferentes pesquisas realizadas na última década (3,4,14,26,27).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">No presente estudo, o baixo percentual de desnutrição observado, segundo o parâmetro IMC pode justificar-se em função dos critérios amostrais de inclusão adotados, uma vez que só foram avaliados pacientes deambulantes e que possuíssem exames laboratoriais recentes, além de excluir a população idosa que apresenta uma alta prevalência de desnutrição (14,28,29). Por outro lado, Kyle <i>et al.</i> (30), afirmaram em seu estudo que o IMC parece inadequado para determinar a perda de gordura corporal, especialmente entre as mulheres.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Para a dobra cutânea triciptal (DCT) o alto valor do desvio padrão observado demonstra uma grande heterogeneidade da amostra. Esses resultados assemelham-se aos encontrados por Sena <i>et al.</i> (9)<sup> </sup>que observaram que 31,5% dos pacientes apresentavam-se desnutridos, porém 77,2% possuíam perda de tecido adiposo verificada pelas medidas de DCT e dobra cutânea subescapular.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Segundo Khursheed (31), muitos estudos comprovaram que 20 a 30% dos indivíduos saudáveis podem ser considerados desnutridos fundamentados na CMB, devido à ausência de fatores de correção para idade, estado de hidratação e atividade física.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Como pode ser observado neste estudo, grande parte dos pacientes apresentaram valores de hematócrito reduzidos. Entretanto, os valores encontrados para hemoglobina mostraram que pouco mais da metade da população apresentou-se abaixo do índice de normalidade. Segundo Waitzberg &amp; Ferrini (32), valores de hematócrito não devem ser utilizados como parâmetro nutricional devido à alteração na presença de perdas ou transfusões sanguíneas e estados de diluição sérica.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Os valores para linfocitometria encontrados nos pacientes avaliados mostraram que mais da metade da população estava com valores inferiores a normalidade. Tal fato indica que essa população, provavelmente, encontrava-se com reserva imunológica baixa. Olmos <i>et al.</i> (14), detectaram uma média de linfocitometria de 1.287,5/mm<sup>3</sup> contra 1.639,5/mm<sup>3</sup> observada neste estudo. Porém, estes autores avaliaram somente pacientes idosos.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">As alterações observadas neste trabalho para os valores referentes a albumina sérica foram comprovadas em estudos realizados como o de Sena <i>et al.</i> (9), que encontraram apenas 31,6% com valores acima de 3,5g/dL. Outro estudo afirma que essa diminuição parece indicar início de um processo de catabolismo (17)</font><a name="_Toc58288621"><font face="Verdana" size="2">.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"></a><font face="Verdana" size="2">O melhor resultado observado para a concordância entre os avaliadores A e C na pesquisa de edema demonstra, possivelmente, uma maior experiência clínica dos avaliadores neste parâmetro, que poderia ser explicada pelas seções de treinamento. Por outro lado, destaca-se ainda que a perda de gordura e músculo é facilmente detectada nas têmporas e face, o mesmo não sendo observado para alterações da musculatura do pinçador e palidez da mucosa da conjuntiva. Hammond (21), afirma que os profissionais da área médica e de enfermagem estão mais familiarizados com as técnicas do exame físico na avaliação clínica do paciente que os profissionais de nutrição.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">É importante lembrar que o domínio das técnicas do exame físico requer anos de experiência e que o estudo da literatura clínica e a observação de vídeos de avaliação nutricional devem ser o primeiro passo para adquirir a prática necessária. Cursos e participação em <i>rounds </i>com um especialista irão proporcionar aos examinadores independência e confiança em seus julgamentos (20,21).</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Quando os resultados são analisados ao comparar a antropometria e o exame físico encontrou-se uma baixa sensibilidade e alta especificidade, o que significa que o referido método não é capaz de predizer com acurácia os indivíduos que realmente apresentam a característica em questão (verdadeiro-positivos), porém, é capaz de determinar os verdadeiro-negativos, ou seja, aqueles que realmente não apresentam a característica estudada.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Levando-se em consideração as limitações dos métodos antropométricos empregados no diagnóstico de certeza (30,31,33), questiona-se a utilização destes para comparação com o exame físico. Segundo Detsky (34), as técnicas de isótopos marcados e análise da ativação de nêutrons <i>in vivo</i> são consideradas padrão-ouro na determinação dos diferentes compartimentos corporais. Porém, os referidos métodos não são uma realidade nas instituições de saúde brasileiras, ao contrário da antropometria que é comum na prática clínica, de fácil aplicação, baixo custo e permite a obtenção de parâmetros objetivos.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">No presente estudo, os valores de sensibilidade para palidez da mucosa conjuntiva foram maiores que para palidez palmar. Esses resultados são semelhantes aos encontrados por Spinelli <i>et al. </i>(35), sugerindo que a pigmentação da palma da mão dificulta a observação do examinador.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Spinelli <i>et al</i>. (35), encontraram baixos valores de sensibilidade para palidez da mucosa conjuntiva em relação ao padrão diagnóstico de hemoglobina (0,29 a 0,55) e seus resultados para especificidade foram considerados bons (0,65 a 0,92). Ao contrário dos nossos resultados que demonstraram uma sensibilidade de 0,83 e especificidade de 0,60.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">A avaliação do exame físico para a presença de edema foi prejudicada pelo escasso número de exames bioquímicos presentes nos prontuários dos pacientes. Apenas 26 dosagens de albumina sérica e de proteínas totais para os 90 pacientes avaliados. Os resultados de sensibilidade para ambos os parâmetros foram os mais baixos. Talvez esses resultados possam ser explicados pelo ponto de corte adotado (albumina &lt; 3,5g/dL e proteínas totais &lt; 6 g/dL), pois segundo Duarte &amp; Castellani (8), o edema pode ser provocado por valores de proteínas totais menores que 5,0g/dL ou de albumina menores que 2,5g/dL. Para aplicação na determinação do estado nutricional do paciente, esse exame, provavelmente, não seria útil para detectar depleção leve do compartimento protéico visceral. No entanto, a especificidade para esses exames foi alta o que significa que o exame é capaz de identificar todos os verdadeiros negativos. Ulibarri <i>et al.</i> (36), encontraram uma sensibilidade de 92,3 e especificidade de 85,0 ao validar um método de avaliação que incluía albumina, linfocitometria e colesterol total.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Os resultados, de uma maneira geral, com exceção daqueles encontrados para o exame de palidez da mucosa conjuntiva, demonstraram que o exame físico, no presente estudo, apresentou limitações para diagnosticar a presença de agravo nutricional nos diferentes compartimentos corporais. Esses resultados podem ser explicados pela comparação de parâmetros com baixa sensibilidade e pouca experiência clínica dos investigadores. Segundo Swart (37), a validade de um achado físico depende de muitos fatores. A experiência clinica e a fidedignidade das técnicas de exame são os mais importantes. Resultados falso-positivos ou falso-negativos reduzem a precisão das técnicas.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">No entanto, ao realizar o exame físico o profissional de saúde deve olhar, tocar e ouvir o paciente, não apenas aferir medidas, fazer cálculos e verificar valores em seus prontuários (7). Segundo Bastos (38), ao tocar o corpo do paciente com as mãos, pode-se aumentar a confiança do mesmo além de demonstrar interesse pelo seu problema, transferir segurança e reforçar a terapêutica proposta, sem contar o fornecimento de dados fundamentais ao diagnóstico.</font></p>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Duas hipóteses podem sustentar esses resultados. A primeira delas diz respeito à inexperiência clínica dos avaliadores que poderia estar conduzindo a uma subestimação da depleção de massa muscular somática e adiposa na avaliação do estado nutricional do paciente. A segunda diz respeito ao parâmetro utilizado como diagnóstico de segurança. A literatura demonstra que tanto a circunferência muscular do braço (CMB) quanto o índice de massa corporal (IMC) apresentam limitações. A CMB por incluir indivíduos saudáveis no rol dos comprometidos (falso-positivos) (31). O IMC por não fazer distinção entre os diferentes compartimentos corporais (33), além de não resultar valores fidedignos na vigência de edema (17).</font></p> <b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Conclusão</font></p> </b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">A sistematização das técnicas, o treinamento dos avaliadores e a padronização dos resultados são fatores que devem ser levados em consideração quando se pretende aplicar o exame físico nutricional na produção científica e clínica. No entanto, trata-se de um procedimento de simples execução, que não necessita de altos investimentos para ser aprimorado e que pode colaborar significativamente na avaliação do estado nutricional dos pacientes hospitalizados, além de contribuir estabelecendo uma relação mais humana entre os profissionais de saúde e os enfermos.&nbsp;</font></p> <b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Agradecimento</font></p> </b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Agradecemos a nutricionista Mônica Santiago pelo estímulo e treinamento na área de semiologia nutricional.</font></p> <b>     <p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">Referências</font></p> </b>     <!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">1. Correia, MITD Desnutrição hospitalar: ontem, hoje e amanhã! Informativo da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral. 2003, 44: 6-7.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468755&pid=S0004-0622200600020000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">2. Stratton, R. Combate à Desnutrição relacionada à doença. Informativo Support, 2001.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468756&pid=S0004-0622200600020000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">3. Correia, MITD, Campos, ACL. Prevalence of hospital malnutrition in Latin America: The multicenter ELAN study. Nutrition 2003; 19:823-25.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468757&pid=S0004-0622200600020000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">4. Wyszynski, DF, Perman, M, Crivelli, A. Prevalence of hospital malnutrition in Argentina: preliminary results of a population-based study. Nutrition 2003;19: 115-19.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468758&pid=S0004-0622200600020000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">5. Waitzberg, DL. Hospital malnutrition: the brazilian national survey (IBRANUTRI): a study of 4.000 patients. Nutrition 2001;17: 573-80.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468759&pid=S0004-0622200600020000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">6. Mello, ED., Beghetto, MG, Teixeira, LB, Luft, VC. Desnutrição hospitalar cinco anos após o IBRANUTRI. Rev.<b> </b>Bras. Nutr Clin 2003; 18(2):65-69.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468760&pid=S0004-0622200600020000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">7. Porto, CC. Exame clínico: bases para a prática médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468761&pid=S0004-0622200600020000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">8. Duarte, AC, Castellani, FR. Semiologia nutricional. Rio de Janeiro: Axcel Books, 2002.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468762&pid=S0004-0622200600020000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">9. Sena, FG, Taddeo, EF, Andrade Neto, ER, Ferreira, MSR, Rolim, EG. Estado nutricional de pacientes internados em enfermaria de gastroenterologia. Rev. Nutr. 1999;12(3): 233-39.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468763&pid=S0004-0622200600020000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">10. Shils ME, Olson, JA, Shike, M, Ross, AC. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. São Paulo: Manole, 2003.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468764&pid=S0004-0622200600020000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">11. Waitzberg, DL. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. São Paulo: Atheneu, 2002.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468765&pid=S0004-0622200600020000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">12. Stump, SE. Nutrição relacionada ao diagnóstico e tratamento. 4ed. São Paulo: Manole, 1999.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468766&pid=S0004-0622200600020000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">13. Melchior, JC. Diagnostic et dépistage de la dénutrition. La Revue du Praticien 2003;53:254-58.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468767&pid=S0004-0622200600020000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">14. Olmos, MAM, Vazquez, MJM, Sierra, AL, Gorria, MJM, Bouzon, SC, Nuñes, IC, Campo, V, González, EP. Detección del riesgo de malnutrición en ancianos hospitalizados. Nutr. Hosp. 2002;17(1): 22-27.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468768&pid=S0004-0622200600020000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">15. Cuppari, L. Guia de nutrição: nutrição clínica no adulto. São Paulo: Manole, 2002.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468769&pid=S0004-0622200600020000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">16. Shiveley, LR, Thuluvath, PJ. Assessment of nutritional status via anthropometry. Nutrition 1997;13: 714-17.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468770&pid=S0004-0622200600020000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">17. Selberg, O, Sel, S. The adjunctive value of routinebiochemistry in nutritional assessment of hospitalized patients. Clin. Nutr. 2001;20(6): 477-85.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468771&pid=S0004-0622200600020000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">18. Campos, ACL. Nutrição em cirurgia. São Paulo: Atheneu, 2001.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468772&pid=S0004-0622200600020000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">19. Grinberg M. Fidelidade ao bom senso. Arq Bras Cardiol [editorial on line] 1997; 69(6):373-4;. Disponível em URL: http://www.scielo.com.br [2005 Fev 20].</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468773&pid=S0004-0622200600020000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">20. Hammond, K. Physical assessment – A nutritional perspective. Nursing Clinics of North América 1997;32(4): 779-90.</font><b><font face="Arial" size="2">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468774&pid=S0004-0622200600020000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">21. Hammond, K. Nutrition-focused physical assessment. Home Healthc. Nurse 1999;17(6): 354-55.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468775&pid=S0004-0622200600020000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">22. Avaliação Muscular subjetiva- Man WD, Soliman MG, Nikoletou D, et al. Non-vololitional assessment of skeletal muscle stregth in patients with chronic obstructive pulmonary disease. Thorax 2003; 58:665.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468776&pid=S0004-0622200600020000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">23. Blackburn GL, Bistriam BR, Maini BS et al. Nutritional and metabolic assesment of the hospitalized patient. JPEN 1:11-22, 1977.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468777&pid=S0004-0622200600020000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">24. Frisancho AR. New norms of upper limb fat and muscle areas for assessment of nutritional status. Am J Clin Nutr 1981;34 (11) 2540-2545.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468778&pid=S0004-0622200600020000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">25. Araujo, HG. Bioestatística teórica e computacional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468779&pid=S0004-0622200600020000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">26. Fernández CC, González, GI, Juárez, AMF, Figueiras, PG, Espiñeira, TR, Cuesta, SB, Huete, AA, Deibe, MR. Detección de malnutrición al ingreso en el hospital. Nutr. Hosp. 2003;18: 95-100.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468780&pid=S0004-0622200600020000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">27 Kruizenga, HM, Wierdsma, NJ, Bokhorst, MAE, Schueren D, Hollander, HJ, Jonkers-Schuitema, CF, Van Der Heijden A, Melis, GC, Van Satveren, WA. Screening of nutritional status in The Netherlands. Clin. Nutr. 2003;22(2): 147-52.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468781&pid=S0004-0622200600020000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">28. Campos, MTFS, Monteiro, JBR, Castro, TG, Viana, EC. Correlação entre diferentes parâmetros de avaliação do estado nutricional de idosos. Rev. Bra. Nutr. Clín. 2000;16: 1–5.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468782&pid=S0004-0622200600020000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">29. Covinsky, KE, Covinsky MH, Palmer RM, Sehgal AR. Serum albumin concentration and clinical assessment of nutritional status in hospitalized older people: different sides of different coins? J. Am. Geriatr Soc. 2002; 50: 631-37.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468783&pid=S0004-0622200600020000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">30. Kyle, UG, Pirlich, M, Schuetz, T, Luebke, HJ, Lochs, H, Pichard, C. Prevalence of malnutrition in 1760 patients at hospital admission: a controlled population study of body composition. Clin. Nutr. 2003; 22 (5): 473-81.</font><b>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468784&pid=S0004-0622200600020000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">31. Khursheed, NJ. Nutritional assessment. Nutrition 2000;16(7/8): 585-90.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468785&pid=S0004-0622200600020000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">32. Waitzberg DL, Ferrini, MT. Avaliação nutricional. In: Waitzberg DL (org.). Nutrição enteral e parenteral na prática clínica. São Paulo: Atheneu, 127-152, 1995.&nbsp;</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468786&pid=S0004-0622200600020000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">33. Engstrom, EM. (org.). SISVAN: instrumento para o combate aos distúrbios nutricionais em serviços de saúde: o diagnóstico nutricional. 2.ed. / Organizado por Elyne Montenegro Engstrom. Rio de Janeiro: FIOCRUZ; 2002.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468787&pid=S0004-0622200600020000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">34. Detsky, AS. Is this patient malnourished? JAMA 1994; 2(1): 54-58.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468788&pid=S0004-0622200600020000700034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">35. Spinelli, MGN, Souza, JMP, Souza, SB, Sesoko, EH. Confiabilidade e validade da palidez palmar e de conjuntivas como triagem de anemia. Rev. Saúde Pública [periódico on line] 2003; 37(4):404-8;. Disponível em URL: http://www.scielo.com.br [2003 Set 14].</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468789&pid=S0004-0622200600020000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">36. Ulibarri, PJI; González-Madroño, GA, Gonzaléz, PP, Fernández, G, Rodríguez, SF, Mancha, AA, Diaz, A. Nuevo procedimiento para la detección precoz y control de la desnutrición hospitalaria. Nutr. Hosp. 2002;17(4): 179-88.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468790&pid=S0004-0622200600020000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">37. Swart, MH. Semiologia anamnese e exame físico. Tradutor Araújo, Claudia Lucia Caetano. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468791&pid=S0004-0622200600020000700037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p align="justify" style="line-height: 100%"><font face="Verdana" size="2">38. Bastos, A. O quê acontece com o clínico? [correspondência on line]. Disponível em URL: http://www.googlescholar.com.br [2005 Fev 20].</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=468792&pid=S0004-0622200600020000700038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body>
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