Interciencia
versão impressa ISSN 0378-1844
Resumo
CRUZ, Anastasio Gerónimo; SALGADO GARCIA, Sergio; CATZIN ROJAS, Francisco J. e ORTIZ CEBALLOS, Ángel I.. Descomposición del follaje de nescafé (mucuna spp.) en la época seca. INCI [online]. 2002, vol.27, n.11, pp.625-630. ISSN 0378-1844.
Ainda que existem numerosos trabalhos que referem efeitos benéficos do Nescafé como adubo verde, se desconhece a taxa de decomposição desta leguminosa na época seca, quando se realiza a primeira semeadura de milho em Tabasco, México. Dita taxa indica a quantidade de folhagem que pode ser mineralizada e portanto a quantidade de nitrogênio que pode ser liberado. De abril a outubro 1999, em um solo Vertisol cultivado com milho em Tabasco, utilizou-se um desenho de parcelas divididas, onde a parcela grande correspondeu às datas de amostragem e a parcela pequena aos tratamentos com material vegetativo de Mucuna, em doses de 1333kg·ha-1 de matéria seca. A Mucuna se obteve de terrenos de produtores, e secada em estufa a 75ºC por três dias. Folhas e caules depositaram-se por separado, 5g por sacola de malha plástica 15x25cm com diâmetros de 1,19mm. A aplicação superficial ou enterrada de folha ou caule conformaram quatro tratamentos localizados na parcela grande, num arranjo de blocos completos ao azar com três repetições. Registraram-se temperatura e precipitação, umidade do solo, taxa de decomposição e liberação de N. Durante a época seca a temperatura, umidade do solo e precipitação foram as variáveis que mais afetaram a taxa de decomposição. Em um ciclo de cultivo pode decompor-se até o 65% do adubo de Mucuna, pelo que incorporando este material um mês antes da semeadura do milho é possível sincronizar a liberação de N com as demandas do cultivo. A folha de Mucuna proporciona maior quantidade de N que o caule. Para facilitar uma maior decomposição do caule de Mucuna, este deve incorporar-se ao solo
Palavras-chave : Fertilidad de Suelos; Maíz; Mucuna; Nitrógeno.











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