Interciencia
versão impressa ISSN 0378-1844
Resumo
NUSETTI, Osmar et al. Respuestas inmunológicas y de enzimas antioxidantes en la ostra perla Pinctada imbricata (Mollusca: Pteridae) expuesta a niveles subletales de fuel oil nº6. INCI [online]. 2004, vol.29, n.6, pp.324-328. ISSN 0378-1844.
Avaliou-se as respostas imunológicas e de sistemas enzimáticos antioxidantes que participam no controle de toxicidade de oxido radicais na ostra pérola Pinctada imbricata, depois da exposição aguda (7d) a 25 e 100% da fracção solúvel de Fuel Oil Nº6 (FSA), uma fonte de hidrocarburos poli-aromáticos e de metais pesados em ecossistemas marinhos. A atividade de lisozimas na glândula digestiva e a fagocitosis nos hemocitos foram determinadas como respostas imunológicas humoral e celular, respectivamente, usando leveduras mortas por calor como antígeno para o ensaio da fagocitosis. A viabilidade e número total de hemocitos também foram determinados. As enzimas antioxidantes glutationa transferasa (GST), glutationa reductasa (GR), glutationa peroxidasa (GPx) e catalasa (CAT) foram avaliadas em extratos de glândula digestiva e manto. Na glândula digestiva, a ex-WSF treatments resulted in significant increases of GST and CAT. In the mantle, both experimental treatments increased GPx and decreased GST activity, while CAT was not affected. Immunological indicators were not affected by the treatments, excepting cellular viability which decreased under exposure to 100% WSF. The results suggest that the antioxidant enzymes in the digestive gland and mantle of posição a FSA incrementou significativamente as atividades de GST e CAT. No manto se produziu um aumento na atividade de GPx e um descenso nas atividades de GST e GR, enquanto que CAT não foi afetada. A exceção da viabilidade celular à exposição de 100% FSA, os indicadores imunológicos não foram afetados pelo contaminante. Os resultados mostram a sensibilidade das enzimas antioxidantes da glândula digestiva e manto à exposição subletal aguda de Fuel Oil Nº6, sugerindo um aumento no fluxo de oxiradicais e possíveis manifestações bioquímicas prejudiciais associadas com estresse oxidativo em ambos tecidos. Estes parâmetros podem ser utilizados como ferramentas potenciais para o estudo de toxicidade de contaminantes no meio marinho.
Palavras-chave : Enzimas Antioxidantes; Estrés Oxidativo; Fagocitosis; Lisozima; Pinctada imbricata.











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