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Revista de Odontopediatría Latinoamericana

versión On-line ISSN 2174-0798

Resumen

VIVEROCOUTO, Lara et al. Atitudes de odontopediatras e ortodontistas em relação ao tratamento ortodôntico de pacientes com necessidades especiais. Rev Odontoped Latinoam [online]. 2024, vol.14, e-243728.  Epub 02-Abr-2025. ISSN 2174-0798.  https://doi.org/10.47990/1hqr0b29.

Introdução:

Os pacientes com necessidades especiais representam uma população com alta incidência e severidade de más-oclusões, afetando negativamente sua qualidade de vida. Além disso, eles frequentemente relatam dificuldades para acessar tratamentos ortodônticos.

Objetivos:

Este estudo tem como objetivo avaliar as atitudes dos dentistas pediátricos e ortodontistas em relação ao tratamento ortodôntico de pacientes com necessidades especiais, e analisar os principais desafios que encontram ao tratar esses pacientes.

Materiais e Métodos:

Foi realizada uma pesquisa com 38 dentistas com formação pós-graduada em odontopediatria, ortodontia, ou ambas. A pesquisa consistiu em 9 perguntas relacionadas à experiência deles no tratamento dentário e ortodôntico de pacientes com necessidades especiais, às limitações e dificuldades que percebem nesses tratamentos, e às suas atitudes profissionais em relação a eles.

Resultados:

A amostra final consistiu em 38 pessoas, com uma distribuição de 39,57% homens e 60,53% mulheres. A maioria tinha entre 5 e 10 anos (36,8%) ou entre 10 e 20 anos de experiência (23,7%). Cerca de 34,21% tinha formação pós-graduada em ortodontia, outros 34,21% em odontopediatria, e 31,57% em ambas disciplinas. Em relação ao tratamento de pacientes com necessidades especiais, 68,4% o fazem com pouca frequência e 71,1% fornecem tratamento ocasional. Ninguém se recusou a fornecer tratamento ortodôntico; 65,8% o tentariam se fosse necessário e viável. Os principais obstáculos percebidos são a falta de cooperação do paciente e a baixa demanda por tais tratamentos. A maioria (73,7%) acredita que os benefícios superam as desvantagens e 81,6% estariam dispostos a tratar esses pacientes com mais formação.

Conclusões:

A formação, tanto de profissionais quanto das famílias e cuidadores dos pacientes com necessidades especiais, é essencial para facilitar o acesso desses pacientes ao tratamento ortodôntico, que é altamente benéfico para a qualidade de vida deles.

Palabras clave : Ortodontia; Pessoas com Deficiência; Serviços de Saúde para Pessoas com Deficiência.

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